PPC ODONTOLOGIA 2024
PPC - ODONTOLOGIA 2024.pdf
Documento PDF (2.2MB)
Documento PDF (2.2MB)
1
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE ODONTOLOGIA
ODONTOLOGIA
EQUIPE ELABORADORA
Amaro Carlos Júnior
Felício de Melo Albuquerque
Izabel Maia Novaes
Larissa Silveira de Mendonça Fragoso
Luiz Carlos Oliveira Santos
Marcos Aurélio Bomfim da Silva
Maria Dânia Tenório Holanda
Maria José Lorena de Menezes
Patrícia Batista Lopes do Nascimento
Rafaela Andrade de Vasconcelos
Raphaela Farias Rodrigues
Silvia Girlane Nunes da Silva
2024
2
UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE ODONTOLOGIA
REITOR
Josealdo Tonholo
VICE-REITORA
Eliane Aparecida Holanda Cavalcanti
FACULDADE DE ODONTOLOGIA
DIRETOR
Marcos Aurélio Bomfim da Silva
VICE-DIRETORA
Larissa Silveira de Mendonça Fragoso
ODONTOLOGIA
COORDENADORA DO CURSO
Raphaela Farias Rodrigues
3
Sumário
1. APRESENTAÇÃO ........................................................................................................... 5
1.1 Contexto institucional ................................................................................... 5
1.2 Contexto regional e local .............................................................................. 6
1.3 Histórico do curso ......................................................................................... 9
2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO ......................................................................................... 14
2.1 Dados de identificação do curso ................................................................. 14
2.2 Objetivos do curso ...................................................................................... 16
2.3 Perfil e competência profissional do egresso ............................................. 18
3. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA .................................................................................. 20
3.1 Colegiado do Curso de Odontologia Bacharelado ....................................... 20
3.1.1 Coordenador do Curso ................................................................. 20
3.2 Núcleo Docente Estruturante (NDE) ........................................................... 20
3.3 Quadro docente e técnico ........................................................................... 21
3.3.1 Docentes ....................................................................................... 21
3.3.2 Técnicos ........................................................................................ 23
4. ORGANIZAÇÃO CURRICULAR ..................................................................................... 24
4.1 Matriz e proposta curricular ....................................................................... 24
4.1.1 Transversalidade e interdisciplinaridade ..................................... 27
4.1.2 Educação em Direitos Humanos .................................................. 28
4.1.3 Educação para as Relações Étnico Raciais ................................... 29
4.1.4 Educação Ambiental .................................................................... 30
4.1.5 Matriz curricular .......................................................................... 30
4.1.6 Proposta curricular ...................................................................... 39
4.1.6.1 Ementas das Disciplinas do Curso ................................. 39
4.1.6.2 Atividades Autônomas ou Complementares .............. 115
4.1.6.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) ........................ 118
4.1.6.4 Flexibilização Curricular ............................................... 118
4.1.6.5 Estágio Supervisionado ................................................ 119
4.1.6.6 Estágio Não Obrigatório .............................................. 121
5. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO .............................................. 122
5.1 Inovação e Qualificação ............................................................................ 122
5.2 Internacionalização ................................................................................... 125
5.3 A Responsabilidade Social ......................................................................... 126
5.4 Acessibilidade ............................................................................................ 127
5.5 Inclusão e Política de Cotas ....................................................................... 128
5.6 Apoio Discente .......................................................................................... 129
5.6.1 Organização Estudantil ............................................................. 132
4
5.7 Integração entre ensino, pesquisa e extensão ........................................ 132
5.7.1 Política de Extensão .................................................................. 133
5.7.1.1 Programa de Extensão da Unidade ............................ 137
5.7.1.2 Sistemática do Funcionamento da Extensão .............. 145
5.7.1.3 Auto-avaliação das Atividades de Extensão ............... 145
5.7.2 Política de Pesquisa ................................................................... 146
5.7.2.1 A estrutura das pesquisas na Unidade ........................ 147
6. METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM ..................................................... 148
6.1 Tecnologias de informação e comunicação no processo de ensinoaprendizagem ............................................................................................................ 151
7. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM ............................................................................. 151
8. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E
APRENDIZAGEM .......................................................................................................... 152
9. OUTRAS AVALIAÇÕES .............................................................................................. 156
9.1 Comissão de Autoavaliação da Unidade Acadêmica ................................ 156
10. INTEGRAÇÃO DO CURSO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE (SUS)..161
11. ATIVIDADES PRÁTICAS DE ENSINO PARA ÁREAS DA SAÚDE ................................ 161
12. INFRAESTRUTURA ................................................................................................. 163
13. REFERÊNCIAS ........................................................................................................ 166
14. ANEXOS ................................................................................................................ 169
5
1. APRESENTAÇÃO
1.1.
CONTEXTO INSTITUCIONAL
A Universidade Federal de Alagoas - UFAL é Pessoa Jurídica de Direito Público
– Federal, CNPJ: 24.464.109/0001-48, com sede à Avenida Lourival de Melo Mota,
S/N, Campus A. C. Simões, no Município de Maceió, no Estado de Alagoas, CEP 57.072970, além de uma Unidade Educacional (UE) em Rio Largo, município da região
metropolitana da Capital.
Foi criada pela Lei Federal nº 3.867, de 25 de janeiro de 1961, a partir do
agrupamento das então Faculdades de Direito (1933), Medicina (1951), Filosofia
(1952), Economia (1954), Engenharia (1955) e Odontologia (1957), como instituição
federal de educação superior, de caráter pluridisciplinar de ensino, pesquisa e
extensão, vinculada ao Ministério da Educação, mantida pela União, com autonomia
assegurada pela Constituição Brasileira, pela Lei de Diretrizes e Bases da Educação
Nacional – Lei 9394/96 e por seus Estatuto e Regimento Geral.
Possui estrutura multicampi, com sede localizada no Campus A. Simões, em
Maceió, onde são ofertados 53 cursos de graduação. O processo de interiorização,
iniciado em 2006, expandiu sua atuação para o Agreste, com o Campus de Arapiraca
e com Unidades Educacionais em Palmeira dos Índios, Penedo e Viçosa e a oferta de
22 cursos. Em 2010, chegou ao Sertão, instalando-se em Delmiro Gouveia e uma
Unidade Educacional em Santana do Ipanema e a oferta de 8 cursos, todos
presenciais.
Além dos cursos presenciais, há 11 ofertados na modalidade de Educação à
Distância, através do sistema Universidade Aberta do Brasil - UAB. A pós-graduação
contribui com 45 programas de Mestrado e 17 de Doutorado, além dos cursos de
especialização nas mais diferentes áreas do conhecimento.
A pesquisa vem crescendo anualmente com a participação de linhas e grupos
de pesquisa nas mais diferentes áreas do conhecimento. A extensão contribui com
diversos programas e, também, é uma atividade em constante expansão.
6
O ingresso dos estudantes na UFAL se efetiva por meio de processo seletivo
através do ENEM e da plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção Unificada).
1.2.
CONTEXTO REGIONAL E LOCAL
Alagoas, um dos menores estados brasileiros, está situado ao leste da região
Nordeste. Ocupa uma área de 27.818,5km2 e tem uma população geral de 3.120.922
habitantes (Tab.01) sendo 1.511.947 homens e 1.608.975 mulheres, perfazendo um
percentual de 48,44% do sexo masculino e 51,66% do sexo feminino. Uma característica
importante é a urbanização do estado, pois 76% totaliza a população urbana, enquanto
24% compõe a população rural.
Constituído de 102 municípios, o estado de Alagoas tem como municípios mais
populosos Maceió (932.748 hab.), sua capital e, no interior, Arapiraca (214.006 hab.)
Palmeira dos Índios (70.368 hab.), Rio Largo (68.481 hab.), União dos Palmares (62.358
hab.), Penedo (60.378 hab.), São Miguel dos Campos (54.577 hab.), Coruripe (52.130
hab.) e Campo Alegre (50.816). Dos municípios restantes 93 (91,2%) possuem população
inferior a 50.000 habitantes e 60,78% possuem até 20.000 habitantes.
Os indicadores socioeconômicos de Alagoas demonstram que o estado detém a
maior taxa de analfabetismo da região Nordeste e do Brasil, a maior proporção de
pobres, alta taxa de trabalho infantil e o PIB per capita é menor que a média do Nordeste
e menos da metade do valor nacional.
No conjunto dos 102 municípios alagoanos, 60,78% que possuem até 20.000
habitantes tem pouca capacidade de produzirem a sua própria receita, dependendo do
repasse do FPM enquanto a atuação do poder público é predominantemente
assistencialista.
Dez municípios concentram 71,08% do PIB total do Estado. São eles: Maceió
(46,95%), Arapiraca, Marechal Deodoro, São Miguel dos Campos, Coruripe, Palmeira dos
Índios, Rio Largo, União dos Palmares, Penedo e Delmiro Gouveia.
7
Ainda assim, o Estado de Alagoas apresenta crescimento do PIB na ordem de
12,6% ao ano. Esse indicador fica na média Brasil. Quando analisado somente o
município de Maceió, esse indicador passa a ser 14,6%, superior à média Brasil.
Alagoas apresenta o pior Índice de Desenvolvimento Humano (IDH) do Brasil
(0,677), resultando na existência de segmentos sociais com precárias condições de vida.
Há quadro persistente de exclusão social, econômica e política, com baixa qualificação
profissional dos seus habitantes e indicadores de saúde que revelam a necessidade de
atuação em áreas consideradas prioritárias para o desenvolvimento sustentável,
econômico e social: educação e saúde.
Detém uma taxa de desemprego (IBGE 2010) de 12,01, taxa de trabalho infantil
de 6,2 e renda média domiciliar per capita de 773,26 reais. Concentra 46,95% do PIB
total do Estado, com um crescimento acima da média Brasil.
Embora esta situação descrita, Alagoas dispõe de um rico patrimônio ambiental,
grande diversidade cultural e enorme potencial econômico - recursos naturais,
agroindústrias e razoável infraestrutura física – que, se eficazmente aproveitados,
podem elevar o Estado ao patamar que merece no cenário brasileiro.
O município de Maceió tem sua economia baseada na indústria, comércio,
turismo e agropecuária. Maceió é rica em sal-gema, possui um setor industrial
diversificado - indústrias químicas, açucareiras e de álcool, de cimento e alimentícias além da agricultura, pecuária e extração de gás natural e petróleo.
Alagoas é um dos maiores produtores de gás natural do Brasil. Municípios
próximos a Maceió, como Marechal Deodoro, Pilar e São Miguel dos Campos possuem
economias parecidas, mas na parte de mineração: gás natural e petróleo.
De acordo com o IBGE, a atividade agrícola do município de Maceió é
contabilizada de acordo com a quantidade de: Banana, cana-de-açúcar, coco-da-baía,
laranja, mandioca e manga.
No setor primário, encontra-se apoiado na monocultura da cana-de-açúcar e
ocupa quase toda área rural do município. No litoral, principalmente, e em algumas
áreas isoladas dos tabuleiros e das encostas, destaca se o coqueiro e algumas culturas
8
de pomar como o cajueiro, a mangueira e a jaqueira. A agricultura de subsistência
também pode ser achada na zona norte, várias famílias pequenas desta localidade
produzem o que consomem, em suas propriedades familiares.
Já no setor secundário, as indústrias instaladas no município vêm crescendo nos
últimos anos. A capital alagoana destaca-se, no estado, como principal centro industrial,
notadamente nos setores químico, alimentício, metalúrgico e de plásticos.
Maceió conta com um polo cloroquímico, que abriga a maior empresa instalada
no estado, a Braskem (exploradora e beneficiadora de sal-gema), e pelo Distrito
Industrial Luiz Cavalcante, localizados, respectivamente, nos bairros do Pontal da Barra
e Tabuleiro do Martins. Recentemente reformado, o Distrito Industrial Luiz Cavalcante
(agora denominado Polo Multissetorial Governador Luiz Cavalcante) recebeu, nos
últimos meses, melhorias estruturais importantes, como pórticos de entrada e de saída,
6 km de ruas pavimentadas, 4,5 km de linhas d'água e 3 km de ciclovia, o que fez
aumentar o interesse de diversas empresas em instalar-se na localidade. Diversos
estabelecimentos industriais já estão ampliando ou construindo novas unidades na área.
No setor terciário, apesar de ter sofrido graves crises no início da década de 2000,
tanto pela recessão impregnada no país, como pela ausência de riquezas geradas e
empregadas na capital advindas da agropecuária e de indústrias, o comércio de Maceió
passa por grande momento desde 2005. Diversos estabelecimentos vêm sendo abertos
ou ampliados na cidade, como hotéis, restaurantes, hipermercados, atacadistas e
shopping centers.
Como na maioria das grandes cidades brasileiras, percebe-se um crescimento
significativo, nos últimos anos, em Maceió, de um “quarto setor” produtivo: o comércio
informal, ainda não devidamente regulamentado.
Outro ponto forte na economia do município é o turismo, pois Maceió possui
grande potencial de atrair turistas, tanto por suas belezas naturais e grande diversidade
cultural, quanto por oferecer diversas opções de lazer e espaços modernos para
negócios, tais como o novo Centro Cultural e de Exposições de Maceió, no bairro de
Jaraguá.
9
A Universidade Federal de Alagoas, como instituição que produz e dissemina o
conhecimento, aliada à responsabilidade e compromissos sociais assume, assim, a
função de agente ativo atuando direta e indiretamente na promoção do
desenvolvimento do Estado ao aliar a educação, a saúde e a pacificação dos conflitos,
como vertentes importantes neste processo de resgate social.
1.3.
HISTÓRICO DO CURSO
O primeiro curso de Odontologia de Alagoas surgiu em 1932, com a criação da
Faculdade Livre de Odontologia e Farmácia ambas sem nenhuma estrutura para início
de atividades. Em 1935, agora com respaldo político e estrutura houve início das aulas
em 23 de abril de 1935. Em 1937, formaram a primeira turma com 30 dentistas e 15
farmacêuticos, no entanto, anos mais tarde a faculdade foi fechada por um interventor
federal. Na década de 50, foi oficialmente criada a Faculdade de Odontologia de Alagoas
e logo em seguida a Faculdade de Odontologia de Maceió.
A Universidade Federal de Alagoas foi criada em 25 de janeiro de 1961, sob a
égide do Governo Federal. O curso de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas
teve o seu início junto com a própria Universidade. Assim, ele foi composto pela junção
das duas unidades de ensino de Odontologia que existiam em Alagoas no início da
década de 1960. As Faculdades de Odontologia de Maceió e a Faculdade de Odontologia
de Alagoas uniram-se e formaram a Faculdade de Odontologia da Universidade Federal
de Alagoas. Esta nova unidade se juntou às faculdades de Filosofia e Ciências, Faculdade
de Direito, Faculdade de Medicina, Faculdade de Economia e a Faculdade de Engenharia
Civil e compuseram as primeiras unidades da recém-criada Universidade Federal de
Alagoas. Na época, o curso de Odontologia era composto pela Diretoria executiva e três
Departamentos.
Na década de 1970, com a reforma universitária, as Faculdades de Odontologia,
Medicina e os recém-criados cursos de Enfermagem, Nutrição e Educação Física
compuseram o Centro de Ciências da Saúde da UFAL. Nesta reforma, o curso de
Odontologia se restringiu a um departamento e, no início dos anos 80, houve uma
tentativa para que o curso fosse dividido em dois Departamentos. Esta nova divisão se
10
justificava pelo número de alunos, cerca de 300, pelo número de professores naquela
época, já cerca de 40 e pelo número de funcionários. Adicionalmente, se sentia que a
complexidade do curso exigia que a sua administração fosse dividida atendendo aos
dispositivos do antigo estatuto da UFAL que requeria um número máximo de 20
professores em um Departamento. Embora fosse necessária, esta nova estrutura não
prosperou e o curso voltou a pertencer a apenas um Departamento.
Em 2006, o curso de Odontologia passou a figurar como unidade acadêmica no
contexto da universidade intitulando-se Faculdade de Odontologia da Universidade
Federal de Alagoas – FOUFAL.
Atualmente, a FOUFAL conta com um quadro de 42 professores qualificados
sendo 35 doutores, 6 mestres e 1 especialista. Diante do quadro de professores, os 300
alunos do curso de Odontologia estão se beneficiando de um curso atualizado e capaz
de suprir as necessidades de um cirurgião-dentista generalista para atuar em ambientes
públicos ou privados, e como resultado desse processo o curso obteve nota 5 no ENADE.
No contexto da justificativa do curso, deve-se considerar que a assistência à
saúde é um direito garantido pela Constituição Federal de 1988, pelas Leis orgânicas
(8080/90 e 8142/90), assim como pelo Pacto pela Saúde. Tais documentos ainda
regulamentam a descentralização das ações de saúde definindo obrigatoriedades nos
três níveis de atenção à saúde.
Maceió é sede da 1ª Macrorregião de Saúde do Estado, sendo considerada base
territorial de planejamento da atenção à saúde que agrupa as regiões de saúde,
considerando variáveis socioeconômicas, geográficas, acesso viário, oferta de serviços e
necessidade de implementação e implantação de serviços ambulatoriais e hospitalares
de média complexidade e de alta complexidade, assegurando o acesso aos cidadãos no
âmbito macrorregional desses níveis de atenção.
A Universidade Federal de Alagoas (UFAL), situada no município mais populoso
de Alagoas sua capital Maceió, está inserida no bairro Cidade Universitária, dentro do
VII Distrito Sanitário, conforme mostra a figura 1. O referido Distrito engloba 5 bairros,
com 283.769 habitantes, representando, aproximadamente, 26,9% da população do
Município de Maceió, alcançando apenas 36,84% de cobertura da atenção básica, por
11
ser um dos distritos mais populosos. As condições de saúde da população são precárias
e existe uma grande demanda reprimida pelos serviços de saúde bucal nessa população.
Figura 1. Mapa do VII Distrito Sanitário, Maceió-AL,2021.
Fonte: Plano Municipal de Saúde de Maceió 2022/2025
No VII Distrito Sanitário existem serviços de saúde/SUS ofertados pela Rede
Municipal de Saúde, como Unidades Básicas de Saúde sendo algumas vinculadas à
Estratégia Saúde da Família (ESF) e outras ao modelo tradicional de atenção à saúde,
ambas representam um campo fértil para atividades como: aulas práticas, visitas
técnicas e estágios para os discentes. É também neste Distrito que se encontra a
Unidade Docente Assistencial (UDA)/UFAL Professor Gilberto de Macedo que em
parceria com a Secretaria Municipal de Saúde de Maceió/SMS presta serviços de
assistência à população residente em seu entorno, através da atuação de duas equipes
de Estratégia de Saúde da Família da comunidade dos bairros Village Campestre II e
Cidade Universitária. As atividades na UDA são realizadas de maneira compartilhada
com a SMS, no modelo multidisciplinar e interprofissional, envolvendo docentes e
discentes da UFAL dos diversos cursos, constituindo-se, assim, um importante cenário
de práticas para a formação do aluno de odontologia.
12
Segundo dados do IBGE, do Conselho Federal de Odontologia e da pesquisa
Perfil atual e tendências do Cirurgião-Dentista Brasileiro, divulgado pela USP em 2010,
no cenário nacional, três quartos dos dentistas estão concentrados nas regiões Sul e
Sudeste do país, distribuição que encontra grande semelhança com a distribuição da
participação percentual das grandes regiões no PIB a preço médio do mercado.
Essa realidade demonstra a necessidade de formação de profissionais voltados
para atuar junto à descentralização dos serviços de saúde bucal, especialmente através
de programas integrados de saúde que permitam a interiorização odontológica, atuação
interdisciplinar no que tange às diferentes áreas da saúde e atenção ao processo saúdedoença com intervenções preventivas, educativas e intervencionistas, que tem como
base estruturante a Estratégia de Saúde da Família (ESF), na qual a Odontologia foi
incluída através da Política Nacional de Saúde Bucal (Brasil Sorridente), fundamentada
no Levantamento das Condições de Saúde Bucal da População Brasileira - SB Brasil-2003
que observou acesso difícil e limitado e práticas fortemente curativas e mutiladoras.
Estudos sinalizam que existem disparidades regionais na distribuição de
profissionais da odontologia, configurando-se na distribuição geográfica com 49% nas
capitais. Esse dado é mais expressivo na Região Nordeste, em que alguns municípios não
possuem um único profissional.
A Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas (FOUFAL)
possui como uma das suas características de qualidade e referência à produção e
disseminação do saber. Atualmente, o curso presta uma média de 800 atendimentos
semanais a pacientes do entorno da universidade e cidades do interior. O seu curso de
graduação representa a base para o permanente processo de educação continuada que
se espera de um profissional da área da saúde.
A Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas (FOUFAL)
localiza–se no Campus Universitário A.C Simões, localizado no município de Maceió,
estado de Alagoas. A FOUFAL dispõe de um prédio de 2 pavimentos destinado às
atividades de ensino, pesquisa e extensão.
As assistências à população em tratamento odontológico são realizadas em
clínicas (ambulatórios) que proporcionam campo de ensino e treinamento aos
13
estudantes dos cursos de graduação. Estes ambulatórios compreendem:
• Ambulatório I: composto por 52 equipos, onde são desenvolvidas atividades de
clínica infantil/adulto.
• Ambulatório II: composto por 17 equipos, onde são desenvolvidas atividades de
clínica infantil/adulto.
• Ambulatório da pós-graduação: em construção
• Serviço de Radiologia
• Laboratório Multidisciplinar
• Laboratório de Materiais Dentários
• Laboratório de Prótese
• Laboratório de Ortodontia
• Banco de dentes
• Laboratórios de Pesquisas
O Projeto Pedagógico é uma proposta conjunta de trabalho que resulta e
pretende promover o engajamento dos segmentos docente, discente e administrativo,
a eficiência do processo e a qualidade da formação plena do estudante em termos
científico-culturais, profissionais e de cidadania. Adicionalmente, este projeto
pedagógico está em concordância com as Diretrizes Curriculares Nacionais que prevê
como competências dos egressos dos Cursos de Odontologia: atenção à saúde; tomada
de decisões; comunicação; liderança; gestão em saúde e educação permanente. A
inserção do cirurgião-dentista no Sistema Único de Saúde busca uma nova forma de
produzir o cuidado em saúde bucal assegurando a integralidade, articulando o individual
com o coletivo, promovendo conjuntamente promoção, prevenção, recuperação e
reabilitação, e prestando assistência em situações de urgência, assim, exigindo a
formação de profissionais com visão humanista.
14
2. IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
Contextualização da Instituição de Ensino Superior
Mantenedora: Ministério da Educação (MEC)
Município-Sede: Brasília - Distrito Federal (DF)
CNPJ: 00.394.445/0188-17
Dependência: Administrativa Federal
Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Código: 577
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
Região: Nordeste
Endereço do Campus sede:
Campus A. C. Simões – Cidade Universitária Maceió /AL
Rodovia BR 101, Km 14 CEP: 57.072 - 970
Fone: (82) 3214 -1100 (Central)
Portal eletrônico: www.ufal.edu.br
2.1. DADOS DE IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
Curso: Odontologia
Modalidade: Bacharelado presencial
Título oferecido: Bacharel em Odontologia
Nome da Mantida: Universidade Federal de Alagoas (UFAL)
Campus: AC Simões
Município-Sede: Maceió
Estado: Alagoas
15
Região: Nordeste
Endereço de funcionamento do curso: Av. Lourival de Melo Mota, SN. Tabuleiro dos
Martins. Maceió-AL. 57072-970.
Portal eletrônico do curso: https://foufal.ufal.br/
Atos Legais
Portaria de Autorização: Dec. Nº 41.352 de 22 de abril de 1957
Portaria de Reconhecimento: Dec. Nº 3867 de 25 de janeiro de 1961
Portaria de Renovação de Reconhecimento: Portaria 261 de 6 de janeiro de 2022
Número de Vagas autorizadas: 60 por ano (30 por semestre)
Turnos de Funcionamento: Diurno integral
Formas de Acesso ao Curso
O ingresso no curso de Odontologia é efetivado por meio de processo seletivo, sendo a
prova do ENEM o meio de seleção e a plataforma SISu/MEC (Sistema de Seleção
Unificada) o meio de inscrição, respeitados os critérios de cotas em vigor. A UFAL
poderá adotar outros processos de seleção, simplificados ou não, para o preenchimento
de vagas ociosas ou em casos de convênios firmados no interesse público. Dentre
outros, aqueles que dizem respeito à formação de professores que atuam na rede
pública de ensino e à formação de gestores públicos. Em todos os casos, a igualdade de
oportunidade de acesso é garantida por meio de editais. A UFAL adota uma perspectiva
de não produzir nenhuma vaga ociosa, utilizando, periodicamente, conforme o seu
calendário acadêmico, editais de reopção e de transferência.
Carga horária total do curso em hora/relógio: 5448h
Tempo de integralização do curso:
Mínima – 10 períodos
Máxima – 15 períodos
16
2.2. OBJETIVOS DO CURSO
2.2.1. OBJETIVO GERAL
Formar odontólogos dotados de sólidos conhecimentos teórico-científicos e
práticos, com formação humanística e ética, visando à melhoria dos níveis de saúde das
diferentes comunidades, através de ações educativas, preventivas e curativas, tanto no
âmbito individual quanto no coletivo, além de desenvolver a capacidade administrativa,
de gerenciamento e espírito de liderança nos serviços de saúde.
2.2.2. OBJETIVOS ESPECÍFICOS
a) Desenvolver uma formação humanística e ética no profissional, valorizando o homem
enquanto ser biopsicossocial no seu campo de ação;
b) Estimular o conhecimento dos problemas do mundo presente, enfatizando sua
relação com a temática de saúde, em particular, os nacionais e regionais;
c) Capacitar o aluno para planejar, coordenar, participar, gerenciar e executar ações de
saúde que visem o bem-estar da comunidade;
d) Desenvolver ações em grupos inter e multidisciplinares de natureza pública ou
privada, com atuação interdisciplinar e transdisciplinarmente enfatizando a promoção
da saúde;
e) Desenvolver o espírito empreendedor, gestor, empregador ou de líder, no seu campo
profissional;
f) Promover a extensão, a participação da comunidade, visando à difusão das conquistas
e benefícios resultantes da pesquisa científica e tecnológica e da criação cultural geradas
na instituição;
17
g) Suscitar o desejo permanente de aperfeiçoamento profissional e cultural e possibilitar
sua correspondente concretização, integrando os conhecimentos que vão sendo
adquiridos numa estrutura intelectual sistematizadora do saber de cada geração;
h) Incentivar o desenvolvimento de pesquisas científicas, obedecendo criteriosamente
às normas metodológicas e técnicas, visando o desenvolvimento da ciência e da
tecnologia e da criação e difusão da cultura;
i) Organizar, coordenar, participar de equipe multidisciplinar, no âmbito de sua
formação, gerenciando e executando ações que visem o bem-estar da comunidade, com
base no compromisso, responsabilidade, empatia tanto no campo dos recursos físicos e
materiais como da difusão de informação;
j) Prestar serviços à comunidade, de forma individual e coletiva, colaborando para a
melhoria das condições de saúde, estabelecendo com a comunidade uma relação de
confiança;
l) Capacitar o aluno para diagnóstico dos problemas bucais, desenvolvendo as
habilidades para a coleta, observação e interpretação dos dados, dentro do sigilo
profissional e ético;
m) Conscientizar o discente sobre a importância da aplicação das normas de
biossegurança no exercício profissional.
n) Possibilitar ao discente a integração entre a formação universitária e o serviço no
âmbito do Sistema Único de Saúde, privilegiando a atuação em equipe inter e
multidisciplinar.
o) Contribuir para a formação discente voltada para os reais problemas e agravos em
saúde da população com base nos dados epidemiológicos e levando em consideração o
contexto socioeconômico do país.
18
2.3. PERFIL E COMPETÊNCIA PROFISSIONAL DO EGRESSO
O profissional a ser formado pelo Curso de Odontologia da Faculdade de
Odontologia da UFAL será um cirurgião-dentista, generalista, humanista, com visão
crítica e reflexiva para atuar em todos os níveis de atenção à saúde, com base no rigor
técnico e científico. Apto à atuação em equipe interprofissional, comunicativo, proativo
e com habilidade de liderança. Capacitado ao exercício de atividades referentes à saúde
bucal da população, no âmbito púbico e privado, pautado em princípios éticos, legais e
na compreensão da realidade social, cultural e econômica do seu meio, dirigindo sua
atuação para a transformação da realidade, em benefício da sociedade.
Nesse sentido e pautado nas Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs), o curso de
Odontologia deverá formar o cirurgião-dentista com as seguintes competências gerais e
específicas:
Competências Gerais
I.
Atenção à saúde
II.
Tomada de decisões
III.
Comunicação
IV.
Liderança
V.
Gestão em saúde
VI.
Educação permanente
Competências específicas
I.
Exercer a Odontologia de forma articulada com o contexto social,
econômico, cultural e ambiental, entendendo-a como uma forma de
participação comunitária;
II.
Conhecer e respeitar o Código de Ética Odontológica, assim como demais
normativos, legislações e regulamentações sobre a área da saúde bucal na
sociedade;
III.
Desenvolver ações de promoção, prevenção, reabilitação, manutenção e
vigilância da saúde, em nível individual e coletivo, reconhecendo a relação
da saúde bucal com as condições sistêmicas do indivíduo;
19
IV.
Coletar, registrar, organizar, analisar e interpretar dados e informações
clínicas e epidemiológicas relevantes para a identificação da normalidade e
para a construção do diagnóstico, da terapêutica e do controle referentes
às doenças e agravos bucais;
V.
Aplicar os princípios de biossegurança na prática odontológica, prevenindo
acidentes e trabalho e doenças ocupacionais;
VI.
Executar procedimentos odontológicos com vistas à prevenção, à
interceptação e ao tratamento das doenças e aos agravos bucais, assim
como à reabilitação e à manutenção do equilíbrio estomatognático e da
saúde bucal, compreendendo suas relações com as condições sistêmicas e
com a integralidade do indivíduo nas diferentes fases do ciclo de vida, tendo
como base as evidências científicas e a incorporação de inovações
tecnológicas no exercício da profissão;
VII.
Participar de investigações científicas, respeitando o rigor científico e os
princípios de ética em pesquisa, além de desenvolver o pensamento crítico,
reflexivo e criativo e a capacidade de buscar e produzir conhecimento;
VIII.
Aplicar os fundamentos da epidemiologia e do conhecimento da
comunidade, como fatores fundamentais à gestão, ao planejamento e à
avaliação das ações profissionais para fundamentar a tomada de decisão m
saúde;
IX.
Trabalhar em equipe interprofissional e de saúde bucal, informando e
educando a equipe e a população a respeito da saúde bucal;
X.
Planejar e desenvolver a atenção odontológica individual e coletiva,
considerando a família como unidade de cuidado;
XI.
Supervisionar as atividades do técnico em saúde bucal e auxiliar em saúde
bucal.
20
3. ADMINISTRAÇÃO ACADÊMICA DO CURSO
3.1.1. COLEGIADO DO CURSO
Raphaela Farias Rodrigues
Daniel Pinto de Oliveira
Titular
Priscylla Gonçalves Correia Leite Marcelos
Dayse Andrade Romão
Cristine D’Almeida Borges
MEMBROS DOCENTES
Leopoldo Cosme Silva
Luiz Carlos Oliveira dos Santos
Suplente Ricardo Viana Bessa Nogueira
Natanael Barbosa dos Santos
Théo Fortes Silveira Cavalcante
MEMBROS DISCENTES
MEMBROS TÉCNICOS
Titular
Marília Albuquerque Barbosa
Suplente Yole da Silva Batinga
Titular
Anunciada Cícera Vital Costa
Suplente Raimunda Maria Ângelo de Oliveira
3.1.1 COORDENADOR DO CURSO
Nome: Raphaela Farias Rodrigues
Formação acadêmica: Graduação em Odontologia
Titulação: Doutorado
Regime de trabalho: DE
3.2.
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Izabel Maia Novaes
Larissa Silveira de Mendonça Fragoso
Luiz Carlos Oliveira Santos
Marcos Aurélio Bomfim da Silva
Maria José Lorena de Menezes
21
Patrícia Batista Lopes do Nascimento
Raphaela Farias Rodrigues
Sílvia Girlane Nunes Da Silva
3.3.
QUADRO DOCENTE E TÉCNICO
3.3.1. DOCENTES
CORPO DOCENTE DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA
NOME
TÍTULO
C.H.
1. ALDA Mª ALMEIDA DE OLIVEIRA MARTINS
MESTRADO
DE
2. ANTÔNIO FERREIRA DE ARAÙJO
MESTRADO
DE
3. CAMILA MARIA BEDER RIBEIRO
DOUTORADO
40
4. CRISTINE D´ALMEIDA BORGES
DOUTORADO
DE
5. CYNTHIA VALERIA SILVA GOMES RIBEIRO
DOUTORADO
DE
6. DANIEL PINTO DE OLIVEIRA
DOUTORADO
DE
7. DANIELA MARIA CARVALHO PUGLIESI
DOUTORADO
DE
8. DAYSE ANDRADE ROMÃO
DOUTORADO
DE
9. ELISA MIRANDA COSTA
DOUTORADO
40
10. EVANDRO LUIS BARROS MARROQUIM
DOUTORADO
DE
11. ISAAC JOSÉ PEIXOTO BATINGA DA ROCHA
DOUTORADO
DE
12. ISABEL CRISTINA C. DE MORAES PORTO
DOUTORADO
DE
13. IZABEL MAIA NOVAES
DOUTORADO
DE
14. JORGE ALBERTO GONÇALVES
DOUTORADO
DE
15. JOSÉ DE AMORIM LISBOA NETO
DOUTORADO
DE
16. JOSÉ ZENOU COSTA FILHO
DOUTORADO
40
17. JOVENILDO WANDERLEY SANTOS
ESPECIALIZAÇÃO
40
18. LAIS CHRISTINA PONTES ESPINDOLA
DOUTORADO
40
19. LARISSA SILVEIRA DE MENDONÇA FRAGOSO
DOUTORADO
DE
20. LEOPOLDO COSME SILVA
DOUTORADO
DE
21. LUCIANA CAVALCANTI DE ARAÚJO
DOUTORADO
DE
22. LUIZ ALEXANDRE MOURA PENTEADO
DOUTORADO
20
22
23. LUIZ ARTHUR BARBOSA DA SILVA
DOUTORADO
20
24. LUIZ CARLOS OLIVEIRA SANTOS
DOUTORADO
DE
25. MARCELO DE ALMEIDA COSTA
DOUTORADO
DE
26. MARCOS AURÉLIO BOMFIM DA SILVA
DOUTORADO
DE
27. MARIA JOSÉ LORENA DE MENEZES
MESTRADO
DE
28. MARÍLIA DE MATOS AMORIM
DOUTORADO
40
29. NARA SANTOS ARAUJO
DOUTORADO
40
30. NATANAEL BARBOSA DOS SANTOS
DOUTORADO
40
31. PATRÍCIA BATISTA LOPES DO NASCIMENTO
DOUTORADO
DE
32. PRISCYLLA G. CORREIA LEITE DE MARCELOS
DOUTORADO
DE
33. RAFAELA ANDRADE DE VASCONCELOS
DOUTORADO
40
34. RAPHAELA FARIAS RODRIGUES
DOUTORADO
DE
35. RICARDO VIANA BESSA NOGUEIRA
DOUTORADO
40
36. RODRIGO BARROS ESTEVES LINS
DOUTORADO
40
37. SILVIA GIRLANE NUNES DA SILVA
MESTRADO
40
38. STELA MARIS WANDERLEY NOBRE
DOUTORADO
DE
39. TAMARES ANDRADE DA SILVA
DOUTORADO
20
40. THÉO FORTES SILVEIRA CAVALCANTI
MESTRADO
DE
41. VALDECI ELIAS DOS SANTOS JUNIOR
DOUTORADO
DE
42. VÂNIO SANTOS COSTA
DOUTORADO
40
43. WAGNER SOTERO FRAGOSO
DOUTORADO
40
CORPO DOCENTE DE OUTRAS UNIDADES ACADÊMICAS
NOME
TÍTULO
CH
1. ABELARDO SILVA JUNIOR - ICBS
DOUTORADO
DE
2. ALESSANDRA ABEL BORGES - ICBS
DOUTORADO
DE
3. ANDREIA ESPINDOLA VIEIRA RIBEIRO – ICBS
DOUTORADO
DE
4. CARLOS ALBERTO SILVA JUNIOR - ICBS
DOUTORADO
20
23
5. CRISTOVAO FELIX GARCIA DA SILVA – INST
MESTRADO
DE
6. ELIANE APARECIDA CAMPESATTO – ICBS
DOUTORADO
DE
7. FERNANDO JOSE CAMELLO DE LIMA – ICBS
MESTRADO
DE
8. FRANCIS SOARES GOMES - IQ
DOUTORADO
DE
9. GEORGE AZEVEDO LEMOS - ICBS
DOUTORADO
DE
10. JACQUELINE SILVA BRITO LIMA - ICBS
DOUTORADO
40
11. LAZARO WENDER OLIVEIRA DE JESUS – ICBS
DOUTORADO
DE
12. LEONORA TAVARES BASTOS – ICBS
DOUTORADO
DE
13. LUCIANA COSTA MELO - ICBS
DOUTORADO
40
14. MELISSA FONTES LANDELL – ICBS
DOUTORADO
DE
15. MULLER RIBEIRO ANDRADE - ICBS
DOUTORADO
DE
16. NIVEA MARIA ROCHA MACEDO - ICBS
DOUTORADO
DE
17. OLAVO BARBOSA DE OLIVEIRA NETO - ICBS
DOUTORADO
40
18. REGIANNE UMEKO KAMIYA - ICBS
DOUTORADO
DE
DE PSI
3.3.2. TÉCNICOS
NOME
CH
CARGO
ALINE ALVES MELO
40
AUXILIAR DE ENFERMAGEM
AMON MONTEIRO DE ARAÚJO
40
TÉCNICO EM PRÓTESE DENTÁRIA
ANUNCIADA CÍCERA VITAL COSTA
40
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
CLEONILDE NICÁCIO CAVALCANTE
40
TECNÓLOGO
DAISY DE ARAÚJO PEREIRA MALTA
40
TÉCNICO EM HIGIENE DENTAL
DILMA MOTA DE VASCONCELOS
40
LANCHEIRO
EMERSON PESSOA ARAÚJO
40
TÉCNICO EM PRÓTESE DENTÁRIA
24
FABIANA SALUSTIANO RAMOS
40
ENFERMEIRO
JOSIANE DE BARROS COUTO
40
TÉCNICO EM HIGIENE DENTAL
KARINE GISELLE DOS SANTOS GOMES
40
SECRETÁRIO ADMINISTRATIVO
KARINE GOMES CIRINO
40
TÉCNICO EM HIGIENE DENTAL
KÉSIA PESSOA ARAÚJO DE LEMOS
40
TÉCNICO EM PRÓTESE DENTÁRIA
LUCILENE CAETANO DA SILVA
40
AUXILIAR DE ENFERMAGEM
MANJARYL RODRIGUES SILVA
40
ASSISTENTE EM ADMINISTRAÇÃO
MARCELO DE GUSMÃO LEME
24
TÉCNICO EM RADIOLOGIA
MARIA CÍCERA DA COSTA
40
AUXILIAR DE LABORATÓRIO
MARIA DAS GRAÇAS BITTENCOURT
40
AUXILIAR DE ENFERMAGEM
MARIA DE FÁTIMA LUZ CORREIA
40
AUXILIAR DE ENFERMAGEM
MILANE COSTA ALVES
40
TÉCNICO EM HIGIENE DENTAL
RAIMUNDA MARIA ÂNGELO DE OLIVEIRA
40
BIÓLOGO
COSTA
4.
ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
4.1 Matriz e proposta curricular
Pautado nas DCNs, o Curso de Odontologia da FOUFAL apresenta estrutura
curricular coerente com o perfil do egresso e avanços técnico-científicos, evidenciado
na distribuição dos componentes disciplinares, primando pela assimilação do conteúdo
teórico-prático, na perspectiva de uma formação generalista, humanista, crítica e
reflexiva, para atuar em todos os níveis de atenção à saúde.
A estrutura curricular do curso é focada nas áreas de conhecimentos das Ciências
Biológicas e da Saúde, Ciências Humanas e Sociais, e Ciências Odontológicas, de forma
25
integrada, visando ao cuidado integral do indivíduo e direcionando a formação
acadêmica para o exercício da profissão dentro do contexto ético-social.
Na área das Ciências Biológicas e da Saúde incluem-se conteúdos teóricos e
práticos de bases moleculares e celulares dos processos normais e alterados, da
estrutura e função dos tecidos, órgãos, sistemas e aparelhos, aplicados às situações
decorrentes do processo saúde-doença e no desenvolvimento da prática assistencial de
Odontologia.
As Ciências Humanas e Sociais são orientadas para estimular a capacidade crítica
do aluno, para ler e interpretar trabalhos científicos, participar de seminários e
discussões de questões “problemas”, bem como para conhecer as diversas dimensões
da relação indivíduo/sociedade e compreender os determinantes sociais, culturais,
comportamentais, psicológicos, raciais, éticos e legais, nos níveis individual e coletivo
que influenciam no processo saúde-doença e na saúde bucal da população. A formação
científica básica é profunda e sólida, sendo sua integração com a área clínica realizada
de forma total e permanente.
Os conhecimentos específicos e profissionalizantes, no eixo das Ciências
Odontológicas, estão organizados em disciplinas e atividades de pesquisa e extensão
para que o aluno possa adquirir saberes e competências de forma articulada e orgânica,
tais como, o enfrentamento e resolução de problemas, construção de argumentações
técnicas, trabalho em equipe, tomada de decisão, entre outras, contemplando
conteúdos como propedêutica clínica (patologia bucal, estomatologia, radiologia
odontológica), clínica odontológica (materiais dentários, dentística, endodontia,
periodontia, prótese, implantodontia, oclusão e cirurgia buco-maxilo-facial) e
odontologia infantil (odontopediatria e ortodontia preventiva e interceptativa).
A interdisciplinaridade é operacionalizada por meio da complementaridade de
conceitos e intervenções entre as unidades programáticas de um mesmo campo do
saber e entre diferentes campos, dialeticamente provocada através de conteúdos e
26
práticas que possibilitam a diminuição da fragmentação do conhecimento e saberes, em
prol de um conhecimento relacional e aplicado à realidade profissional e social.
O estágio obrigatório é um instrumento de integração do conhecimento teórico
e a realidade do território no que tange à vulnerabilidade econômica, atividades
econômicas, perfil clínico-epidemiológico e campo político. Adicionalmente, este
momento deve contribuir para a diminuição do abismo entre a formação universitária
docente e práxis no Sistema Único de Saúde, portanto deve ser compreendido como
atendimento integral prestado pelo discente de Odontologia à comunidade de forma
intra e extra-muros. O discente pode cumpri-lo em atendimentos interdisciplinares,
dentro das clínicas odontológicas da UFAL, bem como em serviços assistenciais públicos
e privados, além disso contempla procedimentos clínico-odontológicos, visitas
domiciliares, buscas ativas de agravos, vivência no âmbito da vigilância em saúde e
atuação no processo de planejamento, gestão e avaliação em saúde bucal. Atualmente,
os estágios extra-muros abrangem atividades em distintos pontos da Rede de Atenção
à Saúde, incluindo a articulação junto às equipes de Estratégia de Saúde da Família (ESF),
Unidades Básicas de Saúde (UBS) e Hospital Geral do Estado (HGE).
O Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) é componente curricular obrigatório e
deverá consistir em trabalho dissertativo no formato de artigo científico, abordando
temas pertinentes às áreas de Odontologia e ser elaborado pelo aluno sob a orientação
de um professor da UFAL, podendo ser resultado provenientes das atividades de ensino,
pesquisa ou extensão. Para a elaboração do trabalho o aluno deverá seguir as normas
para a escrita do TCC–FOUFAL disponível em anexo.
Objetivando flexibilizar o currículo, são ofertadas disciplinas optativas que
possibilitam ao estudante selecionar disciplinas que atendam aos seus interesses e
ampliem os conhecimentos, contribuindo para o desenvolvimento de sua autonomia e
responsabilidade. Aliado a isso, as atividades autônomas que propiciam a ampliação e
enriquecimento da formação profissional do discente são sempre estimuladas, incluindo
a participação do discente em congressos, simpósios, monitorias, atividades de
extensão, pesquisa, dentre outras.
27
Diante do exposto, o currículo do curso de Odontologia visa formar um cirurgiãodentista capaz de identificar e atuar em consonância com os problemas sócioeconômico-culturais e epidemiológicos da comunidade voltados para a atenção
odontológica, dentro de um contexto de pluralidade junto às demais instâncias do
sistema de saúde. É importante mencionar que a formação discente está em
concordância com a intersetorialidade entre a Política Nacional de Saúde Bucal e
políticas sociais pró-equidade, fomentando numa prática odontológica universal,
equânime e integral para minorais, como população quilombola, indígenas, população
em situação de rua e indivíduos em situação de privação de liberdade. Além disso, prima
pela educação problematizadora preconizada por Paulo Freire e uso de metodologias
ativas, o que possibilita a integração dos conteúdos programáticos desenvolvidos no
transcorrer do curso e coloca o discente como ator principal no processo ensinoaprendizagem.
4.1.1 Transversalidade e interdisciplinaridade
A organização curricular do curso possibilita uma formação pautada na
transversalidade e a interdisciplinaridade. Temas de interesse deverão ser abordados,
aliados aos conteúdos de todos os eixos do curso e de forma Interdisciplinar. O intuito
é familiarizar o estudante em relação ao contexto social vigente, no qual ele está
inserido.
As disposições das disciplinas na estrutura curricular possibilitam um percurso
formativo que contribui com a transversalidade e a interdisciplinaridade, dessa forma,
há uma busca permanente de aproximação da teoria à prática, à medida que são
abordadas gradativamente ao longo do curso, possibilitando oportunidades de vivenciar
situações de aprendizagem diferenciadas. Dentre tais atividades interdisciplinares
podemos mencionar os componentes curriculares de Clínicas Integradas I, II, III e IV, que
são disciplinas integradoras do período, assim como à integração da tríade ensinopesquisa-extensão aos componentes curriculares dos estágios em saúde coletiva, que
visam à abordagem dos múltiplos campos disciplinares da Saúde Coletiva na formação
do discente de Odontologia. A construção deste projeto pedagógico imprime a
28
preocupação da formação do futuro cirurgião-dentista ser empoderadora, pautada no
desenvolvimento de práticas colaborativas desde o princípio ao longo dos componentes
disciplinares, na forma de projetos inter e multidisciplinares, de pesquisa e extensão.
Desse modo, é por meio da transversalidade que são abordadas as questões de
interesse comum da coletividade, dentre os quais tecnologias da informação, educação
das relações étnico-raciais e os afrodescendentes, ecologia, formação humanista e
cidadã, desenvolvimento sustentável, preservação cultural e diversidade, inclusão
social, metas individuais versus metas coletivas, competitividade versus solidariedade,
empreendedorismo, meio ambiente, ética corporativista versus ética centrada na
pessoa etc.
4.1.2 Educação em Direitos Humanos
A Educação em Direitos Humanos na UFAL adequa-se à Resolução CNE/CP n.
01/2012.
Para os cursos de bacharelado, o Art. 9 da Resolução CNE 01/2014, estabelece:
“A Educação em Direitos Humanos deverá estar presente na formação inicial e
continuada de todos (as) os (as) profissionais das diferentes áreas do conhecimento”.
Portanto, o objetivo central é a formação para a vida e para a convivência no exercício
cotidiano, consubstanciado como forma de vida e de organização social, política,
econômica e cultural.
No curso de Odontologia, a inserção dos conhecimentos concernentes à
Educação em Direitos Humanos ocorre pela transversalidade, por meio de temas
relacionados aos Direitos Humanos e tratados interdisciplinarmente, como permeando
conteúdos nas disciplinas de Saúde Coletiva e Psicologia aplicada à Odontologia, no dia
a dia das disciplinas de Clínicas Integradas em suas condutas frente aos atendimentos
dos usuários dos serviços de saúde de forma respeitosa e integral, assim como nos
demais componentes, como as atividades de extensão.
29
A compreensão dos direitos sociais e humanos ao longo do percurso discente
estará presente em todos os componentes disciplinares nos âmbitos teóricos e práticos.
A abordagem equânime, integral e longitudinal nas clínicas e nos estágios extra-muros
será realizada de forma intersetorial, incluindo práticas e discursos em concordância
com as políticas públicas de saúde, voltadas para minorias e pessoas em situação de
vulnerabilidade social e econômica, como: Política Nacional para População em Situação
de Rua; Política Nacional de Saúde Mental; Atenção Integral a Usuários de Álcool e
Outras Drogas; Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de
Liberdade no Sistema Prisional; Política Nacional de Desenvolvimento Sustentável dos
Povos e Comunidades Tradicionais; Política Nacional de Saúde da Pessoa com
Deficiência; Política Nacional de Humanização; Política Nacional de Saúde integral da
População Negra; Política Nacional de Saúde Integral de Lésbicas, Gays, Bissexuais,
Travestis e Transexuais; Política Nacional de Atenção Integral à Saúde da Criança, entre
outras.
4.1.3 Educação para as Relações Étnico Raciais
Em atenção á Lei 10.639/2003, à Lei 11.645/2008 e da Resolução CNE/CP
01/2004, fundamentada no Parecer CNE/CP 03/2004 que dispõe sobre as Diretrizes
Curriculares Nacionais para a Educação de Relações Étnico Raciais e para o Ensino de
História e Cultura Afro-Brasileira, Africana e Indígena, os PPC do curso de Odontologia
da UFAL contempla os conteúdos relacionados as temáticas étnico-raciais nas disciplinas
obrigatórias de Saúde Coletiva, Genética, Periodontia de Laboratório e Clínicas
Integradas, Deontologia e Odontologia legal, Estomatologia 1 e 2 nas quais são
abordados assuntos sobre o reconhecimento e valorização da identidade, história e
cultura afro-brasileiras, características genéticas e anatômicas; doenças e características
relacionadas ao sistema estomatognático; bem como a garantia da necessidade de
equidade e igualdade de valorização das raízes africanas da nação brasileira, ao lado das
indígenas e asiáticas. Além disso, o atendimento na clínica escola é realizado para todas
as pessoas sem nenhuma distinção étnica-racial.
30
4.1.4 Educação Ambiental
O curso de Odontologia da UFAL objetivando atender o Decreto Nº 4.281 de 25
de junho de 2002, que regulamenta a Lei N° 9.795, de 27 de abril de 1999, que institui a
Política Nacional de Educação Ambiental, bem como a Resolução CNE/CP nº 02/2012,
que define formas de sua implementação nos currículos dos cursos superiores, inclui a
temática ambiental em disciplinas obrigatórias.
Com o intuito de impulsionar o desenvolvimento de uma consciência críticotransformadora que enfrente os desafios impostos pela crescente disseminação de
problemas ambientais, a temática encontra-se contemplada nas disciplinas obrigatórias
de: Biossegurança, Materiais Dentários I e II, Dentística de Laboratório, Radiologia,
Saúde Coletiva e Clínicas Integradas sendo abordado o cuidado com o meio ambiente
focando no descarte de material contaminado de forma correta, assim como materiais
tóxicos como o mercúrio, líquidos reveladores e fixadores, películas de chumbo, etc.
Além disso, mecanismos para reciclagem de materiais são estimulados buscando
práticas ambientalmente sustentáveis que contribuam para o coletivo e para a
responsabilidade social.
4.1.5 Matriz curricular
CURRÍCULO DO CURSO DE ODONTOLOGIA
Obrigatória
Semanal
Anatomia Sistêmica
X
3h
Semestral
Total
54h
Histologia Geral
X
5h
90h
Bioquímica
X
3h
54h
X
3h
54h
X
3h
54h
X
5h
90h
22h
396h
Período Componente Curricular
1
Saúde Coletiva 1
Estágio supervisionado
Biologia Celular e
Molecular
PIEX/MÓDULO 01
31
Anatomia da Cabeça e
Pescoço
Histologia e Embriologia
Oral
2
X
5h
90h
X
4h
72h
Imunologia Básica
X
3h
54h
Virologia Básica
X
2h
36h
X
4h
72h
X
3h
54h
Fisiologia 1
X
4h
72h
PIEX/MÓDULO 02
X
5h
90h
30h
540h
X
2h
36h
X
2h
36h
X
2h
36h
Patologia Geral
X
2h
36h
Farmacologia
X
5h
90h
Genética
X
3h
54h
Fisiologia 2
X
4h
72h
Metodologia Científica
X
2h
36h
Saúde Coletiva 2
Estágio supervisionado
X
3h
54h
25h
450h
X
4h
72h
Primeiros Socorros
X
2h
36h
Patologia Bucal
X
3h
90h
Materiais Dentários 1
X
3h
54h
Periodontia
X
3h
54h
Microbiologia aplicada à
odontologia
Parasitologia aplicada à
odontologia
Psicologia Aplicada à
Odontologia
Anatomia Dental
Biossegurança em
Odontologia
3
Dentística de
Laboratório
4
32
Cariologia
X
4h
72h
Radiologia 1
X
5h
90h
X
2h
36h
X
4h
72h
32h
576h
X
5h
90h
Estomatologia 1
X
3h
54h
Radiologia 2
X
4h
72h
Materiais Dentários 2
X
3h
54h
X
5h
90h
X
5h
90h
X
5h
90h
X
4h
72h
34h
Desenho e Escultura
Dental
Saúde coletiva 3
Estágio supervisionado
Endodontia de
Laboratório
Clínica de Cariologia e
Dentística
5
Cirurgia de Laboratório
e Clínica
Periodontia de
Laboratório e Clínica
Educação
interprofissional e
relações interpessoais
para o trabalho em
saúde
6
Odontologia Infantil 1
X
4h
612h
72h
Prótese Total
X
4h
72h
Prótese Fixa
X
4h
72h
X
4h
72h
X
3h
54h
Prótese Parcial
Removível
Estomatologia 2
33
CLÍNICA INTEGRADA 1
Periodontia
Cirurgia
X
9h
162h
X
5h
90h
33h
Endodontia
Dentística
PIEX/MÓDULO 03
Odontologia Infantil 2
X
7h
594h
126h
X
2h
36h
X
10h
180h
X
5h
90h
X
4h
72h
28h
504h
Deontologia e
Odontologia Legal
CLÍNICA INTEGRADA 2
Periodontia
7
Cirurgia
Endodontia
Dentística
Prótese
PIEX/MÓDULO 04
Saúde coletiva 4
Estágio supervisionado
Odontologia Infantil 3
X
5h
90h
Odontogeriatria
X
4h
72h
X
10h
180h
X
5h
90h
24h
432h
90
CLÍNICA INTEGRADA 3
Periodontia
8
Cirurgia
Endodontia
Dentística
Prótese
PIEX/MÓDULO 05
9
Odontologia Infantil 4
X
5h
34
Gestão em saúde
Estágio supervisionado
X
2h
36
X
5h
90
X
2h
36
X
10h
180
X
6h
108h
30h
540h
Cirurgia e
Traumatologia BucoMaxilo-Facial
Implantodontia
CLÍNICA INTEGRADA 4
Periodontia
Cirurgia
Endodontia
Dentística
Prótese
Urgência
PIEX/MÓDULO 06
TCC
10
ESTÁGIO EXTRAMUROS
Total:
X
X
10h
30h
540h
30h
550h
51 disciplinas + 06
Estágios + 06 PIEX
Disciplinas obrigatórias
Disciplinas optativas
Atividades Autônomas
(Complementares)
Trabalho de Conclusão
de Curso – TCC
Atividade coletiva Estágio
Programa Integralizado
de Extensão (PIEX)
CARGA HORÁRIA
TOTAL
3798h
54h
200h
10h
828h
558h
5448h
35
DISCIPLINAS OPTATIVAS
Carga horária
Anatomia Odontológica Clínico-Cirúrgica com Ênfase em Dissecção
100h
Bioestatística
54h
Bioética
54h
Inglês Instrumental
54h
Libras
54h
TOTAL DA CARGA HORÁRIA
316h
PRÉ-REQUISITOS
CÓDIGO
ODOT
COMPONENTE CURRICULAR
Anatomia da cabeça e pescoço
CH
90h
ODOT
ODOT
Histologia e embriologia oral
Imunologia básica
72h
54h
ODOT
Virologia básica
36h
ODOT
72h
ODOT
Microbiologia aplicada à
Odontologia
Parasitologia aplicada à
Odontologia
Fisiologia 1
ODOT
Fisiologia 1
72h
ODOT
Primeiros socorros
36h
ODOT
Patologia geral
36h
ODOT
ODOT
Patologia geral
Patologia geral
36h
36h
ODOT
Patologia geral
36h
ODOT
Farmacologia
90h
ODOT
54h
72h
PRÉ-REQUISITO
ODOT – Anatomia sistêmica –
54h
ODOT – Histologia geral – 90h
ODOT – Biologia celular e
molecular – 54h
ODOT – Biologia celular e
molecular – 54h
ODOT – Biologia celular e
molecular – 54h
ODOT – Biologia celular e
molecular – 54h
ODOT – Biologia celular e
molecular – 54h
ODOT – Anatomia sistêmica –
54h
ODOT – Anatomia da cabeça e
pescoço – 90h
ODOT - Imunologia básica –
54h
ODOT - Virologia básica – 36h
ODOT - Microbiologia aplicada
à Odontologia – 72h
ODOT - Parasitologia aplicada
à Odontologia – 54h
ODOT – Bioquímica – 54h
36
ODOT
Farmacologia
90h
ODOT
ODOT
Farmacologia
Farmacologia
90h
90h
ODOT
Genética
54h
ODOT
ODOT
72h
54h
ODOT
ODOT
Fisiologia 2
Saúde coletiva 2: estágio
supervisionado
Dentística de laboratório
Biossegurança em Odontologia
ODOT
ODOT
Biossegurança em Odontologia
Biossegurança em Odontologia
36h
36h
ODOT
ODOT
Patologia bucal
Periodontia
90h
54h
ODOT
Periodontia
54h
ODOT
ODOT
ODOT
ODOT
Periodontia
Periodontia
Cariologia
Cariologia
54h
54h
72h
72h
ODOT
Cariologia
72h
ODOT
ODOT
Cariologia
Radiologia 1
72h
90h
ODOT
ODOT
ODOT
90h
36h
72h
ODOT
Radiologia 1
Desenho e escultura dental
Saúde coletiva 3: estágio
supervisionado
Endodontia de laboratório
ODOT
Endodontia de laboratório
90h
ODOT
ODOT
ODOT
ODOT
Endodontia de laboratório
Estomatologia 1
Estomatologia 1
Estomatologia 1
90h
54h
54h
54h
72h
36h
90h
ODOT - Imunologia básica –
54h
ODOT - Virologia básica – 36h
ODOT - Microbiologia aplicada
à Odontologia – 72h
ODOT – Biologia celular e
molecular – 54h
ODOT – Fisiologia 1 – 72h
ODOT - Saúde coletiva 1:
estágio supervisionado – 54h
ODOT – Anatomia dental – 36h
ODOT - Imunologia básica –
54h
ODOT - Virologia básica – 36h
ODOT - Microbiologia aplicada
à Odontologia – 72h
ODOT – Patologia geral – 36h
ODOT – Anatomia da cabeça e
pescoço – 90h
ODOT – Histologia e
embriologia oral – 72h
ODOT – Anatomia dental – 36h
ODOT – Farmacologia – 90h
ODOT – Bioquímica – 54h
ODOT - Microbiologia aplicada
à Odontologia – 72h
ODOT – Histologia e
embriologia oral – 72h
ODOT – Anatomia dental – 36h
ODOT – Anatomia da cabeça e
pescoço – 90h
ODOT – Anatomia dental – 36h
ODOT – Anatomia dental – 36h
ODOT - Saúde coletiva 2:
estágio supervisionado – 54h
ODOT – Histologia e
embriologia oral – 72h
ODOT – Dentística de
laboratório – 90h
ODOT – Radiologia 1 – 90h
ODOT – Farmacologia – 100h
ODOT – Radiologia 1 – 90h
ODOT – Patologia bucal – 90h
37
ODOT
Estomatologia 1
54h
ODOT
ODOT
Radiologia 2
Materiais dentários 2
72h
54h
ODOT
90h
ODOT
Clínica de cariologia e
dentística
Clínica de cariologia e
dentística
Clínica de cariologia e
dentística
Clínica de cariologia e
dentística
Clínica de cariologia e
dentística
Clínica de cariologia e
dentística
Cirurgia de laboratório e
clínica
Cirurgia de laboratório e
clínica
Cirurgia de laboratório e
clínica
Cirurgia de laboratório e
clínica
Periodontia de laboratório e
clínica
Periodontia de laboratório e
clínica
Periodontia de laboratório e
clínica
Prótese total
ODOT
Prótese total
72h
ODOT
Prótese fixa
72h
ODOT
Prótese fixa
72h
ODOT
Prótese parcial removível
72h
ODOT
Prótese parcial removível
72h
ODOT
Estomatologia 2
54h
ODOT
ODOT
ODOT
ODOT
ODOT
ODOT
ODOT
ODOT
ODOT
ODOT
ODOT
ODOT
90h
ODOT – Biossegurança em
Odontologia – 36h
ODOT – Radiologia 1 – 90h
ODOT - Materiais dentários 1 –
54h
ODOT – Dentística de
laboratório – 90h
ODOT - Materiais dentários 1 –
54h
ODOT – Cariologia – 72h
90h
ODOT – Radiologia 1 – 90h
90h
90h
ODOT – Biossegurança em
Odontologia – 36h
ODOT – Farmacologia – 90h
90h
ODOT – Patologia bucal – 90h
90h
ODOT – Radiologia 1 – 90h
90h
90h
ODOT – Biossegurança em
Odontologia – 36h
ODOT – Farmacologia – 90h
90h
ODOT – Patologia bucal – 90h
90h
ODOT – Periodontia – 54h
90h
ODOT – Biossegurança em
Odontologia – 36h
ODOT – Dentística de
laboratório – 90h
ODOT - Materiais dentários 2 –
54h
ODOT – Dentística de
laboratório – 90h
ODOT - Materiais dentários 2 –
54h
ODOT – Dentística de
laboratório – 90h
ODOT - Materiais dentários 2 –
54h
ODOT – Estomatologia 1 – 54h
90h
72h
38
ODOT
Clínica integrada 1
ODOT
ODOT
Clínica integrada 1
Clínica integrada 1
ODOT
Clínica integrada 1
ODOT
Clínica integrada 1
ODOT
Odontologia infantil 2
ODOT
Odontologia infantil 2
ODOT
Clínica integrada 2
ODOT
ODOT
ODOT
Clínica integrada 2
Clínica integrada 2
Clínica integrada 2
ODOT
ODOT
Saúde coletiva 4: estágio
supervisionado
Odontologia infantil 3
ODOT
Odontogeriatria
ODOT
Clínica integrada 3
ODOT
Odontologia infantil 4
ODOT
ODOT
Gestão em saúde: estágio
supervisionado
Cirurgia e traumatologia bucomaxilo-facial
Implantodontia
ODOT
ODOT
Implantodontia
Clínica integrada 4
ODOT
ODOT
Clínica integrada 4
Estágio extramuros
ODOT
162h ODOT – Clínica de cariologia e
dentística – 90h
162h ODOT – Estomatologia 1 – 54h
162h ODOT – Endodontia de
laboratório – 90h
162h ODOT – Cirurgia de laboratório
e clínica – 90h
162h ODOT – Periodontia de
laboratório e clínica – 90h
126h ODOT - Odontologia infantil 1
– 72h
126h ODOT - Clínica integrada 1 –
162h
180h ODOT - Clínica integrada 1 –
162h
180h ODOT - Prótese total – 72h
180h ODOT - Prótese fixa – 72h
180h ODOT - Prótese parcial
removível – 72h
72h ODOT - Saúde coletiva 3:
estágio supervisionado – 72h
90h ODOT - Odontologia infantil 2
– 126h
72h ODOT - Clínica integrada 2 –
180h
180h ODOT - Clínica integrada 2 –
180h
90h ODOT - Odontologia infantil 3
– 90h
36h ODOT - Saúde coletiva 4:
estágio supervisionado – 72h
90h ODOT - Clínica integrada 3 –
180h
36h ODOT – Cirurgia de laboratório
e clínica – 90h
36h ODOT - Prótese fixa – 72h
180h ODOT - Clínica integrada 3 –
180h
180h ODOT – Odontogeriatria – 72h
540h Todas as disciplinas e estágios
anteriores
39
4.1.6 Proposta curricular
4.1.6.1 Ementas dos Componentes Curriculares do Curso
1º PERÍODO
Disciplina:
Pré-requisito
ANATOMIA SISTÊMICA
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
1º
54h
27h
27h
EMENTA:
Conhecimento acerca de princípios de Anatomia Humana e estudo detalhado dos
sistemas e aparelhos orgânicos, contemplando aparelho locomotor (sistemas
esquelético, articular e muscular), aparelho cardio-respiratório (sistemas circulatório e
respiratório), sistema digestório, aparelho urogenital (sistema urinário, genital
masculino e genital feminino) e sistema nervoso.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DANGELO, J.G.; FATTINI, C.A. Anatomia Humana Sistêmica e Segmentar. 2ª
edição. São Paulo: Atheneu, 2000.
MOORE, K.; DALLEY, A.F.; AGUR, A.M.R. Anatomia Orientada para a Clínica.
5ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.
PAULSEN, F.; WASCHKE, J. Sobotta: Atlas de Anatomia Humana. Volumes 1,
2 e 3. 23ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
NETTER, F.H. Netter - Atlas de anatomia humana. 5ª ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2011.
MACHADO, A. B. M.; HAERTEL, L. M. Neuroanatomia funcional. 3 ed. São Paulo:
Atheneu, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CTA-SBA. Terminologia Anatômica Internacional. São Paulo: Manole, 2001.
40
GOSS, C.M. Anatomia. 29 ed. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 1988.
GARDNER, E; GRAY, D.; O’RAHILLY, R. Anatomia. 4 a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1988.
Disciplina:
Pré-requisito
HISTOLOGIA GERAL
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
1º
90h
50h
40h
EMENTA:
Microscopia. Métodos de estudos dos tecidos. Tecido Epitelial de Revestimento e
Glandular. Tecido Conjuntivo Propriamente Dito. Tecido Adiposo. Sangue. Tecido
Cartilaginoso. Tecido Ósseo. Tecido Muscular. Tecido e Sistema Nervoso. Pele e
Anexos. Órgãos Linfoides. Sistema Cardiovascular. Sistema Respiratório. Tubo
Digestório e Glândulas Anexas. Glândulas Endócrinas. Sistema Urinário. Sistema
Reprodutor Masculino e Feminino.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABRAHAMSON, P. Histologia. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2016.
JUNQUEIRA LC & CARNEIRO J. Histologia Básica. Editora Guanabara Koogan. 13ª
edição, 2017.
ROSS, H.; PAWLINA, W.M.D. Histologia | Texto e Atlas. Editora Guanabara Koogan.
7ª. Edição 2016.
TAVARES-BASTOS, Leonora; OLIVEIRA, Lilianny Querino Rocha de. Atlas de
Histologia
Básica.
Maceió:
Ed.
Da
Autora.
E-book,
82p.
2020
http://www.repositorio.ufal.br/handle/riufal/7351
ROSS, M. H.; PAWLINA, W.M.D.; BARNASH, T.A. Atlas de Histologia Descritiva.
Artmed. 1ª edição. 2012.
41
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Histology
Guide.
Virtual
http://www.histologyguide.com/index.html
MOL – Microscopia on-line. www.mol.icb.usp.br
Disciplina:
Histology
Laboratory.
Pré-requisito
BIOQUÍMICA
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
1º
54h
54h
EMENTA:
Propriedades da água e das soluções aquosas. Tampões. Estrutura, função e
propriedades das biomoléculas (carboidratos, lipídeos e proteínas). Enzimas.
Vitaminas. Metabolismo dos carboidratos, lipídeos e proteínas. Bioquímica do dente e
da saliva. Metabolismo dos microrganismos orais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BERG, Jeremy M. et al. Bioquímica. 7. ed. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara
Koogan, 2014.
DEVLIN TM. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 5a ed. Rio de
Janeiro: Edgar Blucher; 2003.
HARVEY, R.A.; FERRIER, D.R. Bioquímica ilustrada. 5. ed. Porto Alegre: Artmed, 2012.
VOET, Donald; VOET, Judith G. Bioquímica. 4. ed. Porto Alegre, RS: ARTMED, 2013.
NELSON, D.L. Princípios de Bioquímica de Lehninger. 6 ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
MARZZOCO, A.; TORRES, B.B. Bioquímica básica. 3 ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
42
BAYNES, John W.; DOMINICZAK, Marek H. Bioquímica médica. 3. ed. Rio de
Janeiro, RJ: Elsevier, c2011.
LODI, W.R.N.; RODRIGUES, V. Bioquímica: do conceito básico à clínica. São Paulo: Sarvier,
2012.
CAMPBELL, M. K.; FARREL, S. O. Bioquímica: volume 1 - bioquímica básica. São Paulo:
Cengage Learning, 2011, vol 1.
SANCHES, José A. Garcia; NARDY, Mariane B. Compri; STELLA, Mércia Breda. Bases da
bioquímica e tópicos de biofísica: um marco inicial. Rio de Janeiro, RJ: Guanabara Koogan,
c2012.
Atividade Coletiva:
Pré-requisito
SAÚDE COLETIVA 1: ESTÁGIO
SUPERVISIONADO
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
1º
54h
30h
24h
EMENTA:
Estudo teórico-prático relacionado ao desenvolvimento da saúde coletiva. O processo
saúde-doença como fenômeno coletivo. A promoção da saúde e prevenção de
doenças dando ênfase à atenção básica à saúde através do saneamento básico,
saúde ambiental, vigilância à saúde, e a organização da atenção à saúde no Brasil.
Vivência em espaços sociais interdisciplinar e integrado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAMPOS, GWS. et al. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec; 2009.
CORREIA, MVC. Desafios para o controle social - subsídios para capacitação de
conselheiros de saúde. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2005.
43
PEREIRA, AC et al. Odontologia em saúde coletiva: planejando ações e
promovendo saúde. ArtMed, 2011. VitalBook file.
REZENDE, SC; HELLER, L. O saneamento no Brasil - políticas e interfaces. 2ª ed.
Belo Horizonte: UFMG; 2008.
ROUQUAYROL, MZ; GURGEL M. Epidemiologia e saúde. 7ª ed. Rio de Janeiro:
Medbook; 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ABOPREV: promoção de saúde bucal: paradigma, ciência e humanização. 3 ed.
São Paulo: Artes Médicas, 2003.
ANTUNES, J.L.F. Epidemiologia da saúde bucal. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2006.
BURT, B.A.; EKLUND, S.A. Odontologia, prática odontológica e a comunidade. 6
ed. São Paulo: Santos, 2007.
BUZALAF, M.A.R. Fluoretos e Saúde Bucal. 2 ed. São Paulo: Santos, 2013.
LIMA TN. Saúde e democracia - história e perspectivas do SUS. Rio de Janeiro:
Fiocruz; 2005.
http://portalsaude.saude.gov.br
http://www.scielo.br/
Disciplina:
Pré-requisito
BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
1º
54h
54h
EMENTA:
Estudo da estrutura e ultra-estrutura celular em seus aspectos morfológicos,
fisiológicos e evolutivos.
44
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALBERTS, B.; JOHNSON, A.; LEWIS, J.; et al. Biologia Molecular da Célula. 6ª ed.
Editora Artmed, 2017.
ALBERTS, B.; BRAY, D.; HOPKIN K.; et al. Fundamentos da Biologia Celular: Uma
Introdução à Biologia Molecular da Célula. 4ª ed. ArtMed, 2017.
DE ROBERTIS, E. M. F.; HIB, J. Biologia Celular e Molecular. 16ª ed. Guanabara
Koogan, 2014.
LODISH, H.; BERK, A.; KAISER, C. A.; et al. Biologia Celular e molecular. 7ª ed.
Editora Artmed, 2014.
POLLARD, T.; EARNSHAW, W.; LIPPINCOTT-SCHWARTZ, J.; JOHNSON, G.
Cell Biology. 3rd ed. Elsevier, 2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BOLSORVER, S. R.; HYAMS, J. S.; et al. Biologia Celular. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005.
COOPER, G.M.; HAUSMAN, R.E. A célula – Uma abordagem molecular. 3ª ed.
Artmed Ciências, 2007.
JUNQUEIRA, L. C. U.; CARNEIRO, J. Biologia Celular e Molecular. 9ª ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
Atividade Coletiva:
Pré-requisito
PIEX/Módulo 01
CH TOTAL
Período:
1º
90h
EMENTA:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
36h
54h
45
Contextualização da extensão. Conhecimentos para compreensão de temáticas
relevantes sobre a história e o papel da extensão universitária no contexto
multidisciplinar e interprofissional. Desenvolvimento de ações extensionistas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
REIS, R. Pétalas e espinhos: a extensão universitária no Brasil. São Paulo, SP:
CIA. dos LIVROS, 2010.
BOAVENTURA, E. Como ordenar as ideias. 9. ed. São Paulo: Ática, 2010.
NOGUEIRA, MDP. Políticas de extensão universitária brasileira. Minas Gerais:
UFMG, 2005.
SOUSA, ALL. A história da extensão universitária. 2. ed., rev. Campinas, SP:
Alínea, [2010].
SOUZA NETO, JC; ATIK, MLG (Org.). Extensão universitária: construção de
solidariedade. [São Paulo]: Expressão e Arte, c2005. 94 p. (Série Práticas de
Solidariedade).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FARIA, DS (Org.). Construção conceitual da extensão universitária na América
Latina: organização [de] Dóris Santos de Faria; Roberto Mauro Gurgel Rocha...(et
al.). [Brasília]: UnB, [2001].
CALDERON, A.I.; SAMPAIO H.
Extensão universitária: ação comunitária em
universidades brasileiras. São Paulo: Olho d'Água, 2002.
2º PERÍODO
Disciplina:
Pré-requisito
ANATOMIA DA CABEÇA E PESCOÇO
Anatomia Sistêmica
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
2º
90h
54h
36h
46
EMENTA:
Estudo teórico-prático das estruturas anatômicas da cabeça e do pescoço dando
ênfase a cabeça óssea, aparelho estomatognático, face e couro cabeludo, fossas
temporal, infra-temporal e pterigopalatina, cavidade bucal, vascularização
(irrigação, drenagem venosa e drenagem linfática) e inervação da face (com
ênfase em nervos trigêmeo e facial), estruturas superficiais e profundas do
pescoço, tudo isso sempre se aplicando às necessidades da clínica odontológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
MOORE, K.; DALLEY, A.F.; AGUR, A.M.R. Anatomia Orientada para a Clínica. 7ª
edição. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2014.
FIGUN, M.E.; GARINO, R.R. Anatomia Odontológica Funcional e Aplicada. 3ª ed.
Porto Alegre: Artmed, 1994.
TEIXEIRA, L.M.S.; REHER, P.; REHER, V.G.S. Anatomia Aplicada a Odontologia.
2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
PAULSEN, F., WASCHKE, J. Sobotta: Atlas de Anatomia Humana. Volumes 1, 2 e
3. 23ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
MADEIRA, M.C. Anatomia da Face: Bases anátomo-funcionais para a Prática
Odontológica. 4ª edição. Editora Sarvier: São Paulo, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NETTER, F.H. Netter - Atlas de anatomia humana. 5ª ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2011.
TEIXEIRA,
L.M.S.;
REHER,
P.;
REHER,
V.G.S. Anatomia Aplicada
à Odontologia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
CTA-SBA. Terminologia Anatômica Internacional. São Paulo: Manole, 2001.
GARDNER, E; GRAY, D.; O’RAHILLY, R. Anatomia. 4 a ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 1988.
DUBRUL, E. L. Anatomia oral de Sicher e Dubrul. 8ª. ed. Porto Alegre: Artmed,
1991.
MACHADO, A. B. M.; HAERTEL, L. M. Neuroanatomia funcional. 3 ed. São Paulo:
Atheneu, 2014.
47
Disciplina:
Pré-requisito
HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA ORAL
Histologia Geral
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
2º
72h
48h
24h
EMENTA:
Noções de Embriologia Geral Humana Básica: Gametogênese, Fertilização,
Clivagem, Implantação, Gastrulação, Neurulação, Placenta e Membranas Fetais.
Embriologia Bucomaxilofacial (Desenvolvimento crânio-facial e da cavidade oral) e
Odontogênese. Origem, estrutura e histofisiologia dos tecidos dentários e
periodontais: Amelogênese e Estrutura do Esmalte; Dentinogênese e Estrutura da
Dentina; Complexo Dentina-polpa; Periodonto de Inserção ou Sustentação (Cemento,
Ligamento Periodontal e Osso Alveolar) e Periodonto de Proteção. Movimentos
Dentários Fisiológicos. Mucosa Oral e Glândulas Salivares. Reparo Tecidual.
Correlações clínicas aplicadas à Odontologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NANCI, A. Ten Cate - Histologia Oral. Editora GEN Guanabara Koogan, 9ª edição.
2019.
KATCHBURIAN, E. & ARANA, V. Histologia e Embriologia Oral: Texto, Atlas,
Correlações Clínicas. Editora Guanabara Koogan, 4ª edição, 2017.
Gómez de Ferraris, M.E. & Campos Munõz, A. Histologia e Embriologia
Bucodental. Editorial Médica Panamericana e Guanabara Koogan, 2a edição, 2006.
MOORE, K. L.; PERSAUD, T. V. N.; TORCHIA, M. G. Embriologia Básica. Editora
GEN Guanabara Koogan, 10ª edição, 2022.
SADLER, T.W. Langman - Embriologia Médica Editora Guanabara Koogan S.A., 14ª
edição, 2021.
48
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J.; ABRAHAMSOHN, P. Histologia Básica Texto e Atlas, 13ª edição. Editora Guanabara Koogan, 2017.
PAWLINA, W. Ross Histologia - Texto e Atlas. 8ª edição. Editora Guanabara
Koogan, 2021.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Links, Vídeos, Artigos Científicos e Materiais complementares que poderão ser
disponibilizados na Plataforma do Moodle.
AVERY, J.K. Desenvolvimento E Histologia Bucal. 3ª edição. Editora Artmed,
2005.
BERKOVITZ, B.K.B.; HOLLAND, G.R.; MOXHAM, B.J. Anatomia, embriologia e
histologia bucal. 3ª edição. Editora Artmed, 2004.
OVALLE, W.K. & NAHIRNEY, P.C. Netter Bases da Histologia. 2ª edição. Editora
Elsevier, 2014.
GARTNER, L.P. & HIATT, J.L. Atlas colorido de Histologia. 6ª edição. Editora
Guanabara Koogan, 2014.
Disciplina:
Pré-requisito
IMUNOLOGIA BÁSICA
Biologia Celular e Molecular
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
2º
54h
42h
12h
EMENTA:
Estudo teórico e prático dos princípios básicos da Imunologia aplicada à Odontologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ABBAS AK, LICHTMAN AH, PILLAI S. Imunologia celular e molecular. 9° ed. Editora
Elsevier, 2019.
49
JORGE, Antonio O.C. Microbiologia e Imunologia Oral. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2012.
MURPHY, Kenneth. Imunobiologia de Janeway. 8° ed. Porto Alegre: Artmed, 2014.
ROITT I, BROSTOFF J, MALE D. Fundamentos de imunologia. 12ªed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan; 2014.
THOMAS J, KINDT RA, GOLDSBY BAO. Imunologia de Kuby. 6ª ed. Porto
Alegre: Artmed; 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DELVES PJ, MARTIN SJ, BURTON DR, ROITT I. ROITT – Fundamentos de
Imunologia. 13a edição. Editora Guanabara Koogan, 2018.
PARSLOW TG, STITES DP, TERR AI, IMBODEN J.B. Imunologia Médica. 10ª ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2004.
TIZARD, Ian R. Imunologia veterinária. 9. ed. - Rio de Janeiro: Elsevier, 2014.
www.bio.davidson.edu/Curses/Immunology/Students/
www.cdc/gov/
www.who.int/inf-fs/en/
www.pnas.org/cgi/content/
Disciplina:
Pré-requisito
VIROLOGIA BÁSICA
Biologia Celular e Molecular
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
2º
36h
30h
6h
EMENTA:
Estudo básico, teórico e prático da biologia dos principais vírus de importância nas
enfermidades odontológicas.
50
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BROOKS GF et al. Microbiologia médica de Jawetz, Melnick & Adelberg. 26ª. ed.
Porto Alegre: AMGH; 2014.
CANDEIAS, José NA. Laboratório de Virologia. São Paulo: Edusp; 1996.
KORSMAN SNJ, ZYL GU, NUTT L, ANDERSSON MI, PREISER W. Virologia. Rio de
Janeiro: Elsevier; 2014.
SANTOS NSO, ROMANOS MTV, WIGG MD, COUCEIRO JNSS. Virologia humana.
4ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2021.
SIMÕES, Rachel SQ. Virologia Humana e Veterinária. Rio de Janeiro: Thieme
Revinter; 2018.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FLORES, Eduardo F. Virologia veterinária – Virologia geral e doenças víricas. 2ª
ed. Santa Maria: Editora UFSM; 2012.
www.cdc/gov/ncidod/dvrd/spb/mnpages/
www.who.int/inf-fs/en/
www.pnas.org/cgi/content/
Disciplina:
Pré-requisito
MICROBIOLOGIA APLICADA À
ODONTOLOGIA
Biologia Celular e Molecular
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
2º
72h
48h
24h
EMENTA:
Morfologia, fisiologia, genética e patogenicidade de bactérias e fungos de interesse
médico e odontológico. Bacteriologia e micologia geral, médica e oral. Microbioma
51
bucal, doenças infecciosas sistêmicas causadas por bactérias e fungos com
repercussões na cavidade oral, doenças infecciosas sistêmicas de interesse para a
Odontologia, principais doenças bucais infecciosas, controle de patógenos e biofilmes
orais e de doenças da cavidade bucal. Fisiopatologia das principais doenças da
cavidade bucal (cárie, doença periodontal, infecções endodônticas e candidíases).
Conceitos de Biossegurança e Controle de Infecções cruzadas, em Odontologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BROOKS, G.F. et al. Microbiologia Médica. Porto Alegre: Artmed, 2014.
DE LORENZO, J.L. Microbiologia, Ecologia e Imunologia aplicadas à Clínica
Odontológica. São Paulo: Atheneu, 2010. (disponível na Biblioteca Virtual – SIBI
UFAL).
MARSH, P.; MARTIN, V.M. Microbiologia Oral. São Paulo: Editora Santos, 2005.
MURRAY, P.R.; ROSENTHAL, K.S.; PFALLER, M.A. Microbiologia Médica. Rio de
Janeiro: Elsevier, 2017.
SIDRIM,
J.J.C.;
Rocha,
M.F.G.
Micologia
Médica
à
luz
dos
autores
contemporâneos. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2004.
TRABULSI, L.R et al. Microbiologia. São Paulo: Atheneu, 2015. (disponível na
Biblioteca Virtual – SIBI UFAL).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GOERING, R.V. et al. MIMS Microbiologia Médica. Rio de Janeiro: Elsevier,
2014.
MADIGAN, M.T. et al. Microbiologia de Brock. Porto Alegre: Artmed, 2016.
MARANHÃO, F.C.A.; SILVA, D.M.W.; KAMIYA, R.U. Bacteriologia Geral para
Ciências Biológicas e da Saúde. Maceió: EDUFAL, 2011.
SPICER, J.W. Bacteriologia, Micologia e Parasitologia Clínicas – Um texto
ilustrado em cores. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2002.
TORTORA, G.J.; FUNKE, B.R.; CASE, C.L. Microbiologia. Porto Alegre: Artmed,
2017.
52
Disciplina:
Pré-requisito
PARASITOLOGIA APLICADA À
ODONTOLOGIA
Biologia Celular e Molecular
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
2º
58h
40h
14h
EMENTA:
Estudo das relações parasito-hospedeiro. Morfologia e ciclo vital dos parasitos
pertencentes. Aspectos etiológicos, imunológicos, patológicos, clínicos, laboratoriais,
terapêuticos, ecológicos, epidemiológicos, medidas de prevenção e controle, de
doenças parasitárias endêmicas no país e de relevância na clínica odontológica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
FERREIRA MU. Parasitologia contemporânea. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;
2012.
FIGUEIREDO, Beatriz Brener de (Org). Parasitologia. São Paulo: Pearson, 2015.
NEVES DP. Parasitologia humana. 12ªed. São Paulo: Atheneu; 2011.
REY L. Bases da Parasitologia humana. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan;
2010.
SIQUEIRA-BATISTA, R.; GOMES, A. P.; SILVA SANTOS, S.; SANTANA, L. A.
Parasitologia: fundamentos e prática clínica. 1ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2020.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ROCHA, Arnaldo (Org.) Parasitologia. São Paulo: Rideel, 2013.
COURA JR. Síntese das doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2008.
http://atlasparasitologia.sites.uff.br/
http://www.ibb.unesp.br/Home/ensino/departamentos/parasitologia/atlas_
parasitologia_humana.pdf
53
https://portal.fiocruz.br/
http://portalms.saude.gov.br
Pré-requisito
Disciplina:
FISIOLOGIA 1
Anatomia Sistêmica, Biologia Celular e
Molecular
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
2º
72h
72h
EMENTA:
O ensino da disciplina abrange o controle das funções do corpo humano, pertinentes
a fisiologia do sistema nervoso, com ênfase a mecanismos neurais e comportamentais
de controle da motricidade esquelética e visceral, estudo da sensibilidade geral e da
dor; e do sistema endócrino, com ênfase a mecanismos de controle humoral e neurohumoral, integrando os conhecimentos gerais com aqueles pertinentes a atuação do
odontólogo.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AIRES, M.M Fisiologia 5ª. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro: 2018.
BERNE, R M; LEVY M N Fisiologia, 7ª ED., ED. Guanabara Koogan, Rio de
Janeiro: 2018.
COSTANZO LS. Fisiologia. 6ª ED. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2015.
GUYTON, A.C E HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 14º ED.
GUANABARA KOOGAN, RIO DE JANEIRO: 2021.
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana – Uma Abordagem Integrada, 7ª ED.,
Artmed, Rio Grande do Sul:2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
54
ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 4ª.ed. São Paulo: Artes Médicas.
2004.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 10ª.ed. Rio de Janeiro:
Gunabara Koogan. 2004.
NELSON D.L.; COX, M.M. Lehninger: princípios de bioquímica. 3ª.ed. São Paulo:
Sarvier. 2002.
Atividade Coletiva:
Pré-requisito
PIEX/Módulo 02
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
2º
90h
36h
54h
EMENTA:
Elaboração e desenvolvimento de um projeto de extensão no contexto interdisciplinar
em escolas, unidades básicas de saúde, ONGs e/ou outras instuições.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
REIS, R. Pétalas e espinhos: a extensão universitária no Brasil. São Paulo, SP:
CIA. dos LIVROS, 2010.
BOAVENTURA, E. Como ordenar as ideias. 9. ed. São Paulo: Ática, 2010.
NOGUEIRA, MDP. Políticas de extensão universitária brasileira. Minas Gerais:
UFMG, 2005.
SOUSA, ALL. A história da extensão universitária. 2. ed., rev. Campinas, SP:
Alínea, 2010.
SOUZA NETO, JC; ATIK, MLG (Org.). Extensão universitária: construção de
solidariedade. [São Paulo]: Expressão e Arte, c2005. 94 p. (Série Práticas de
Solidariedade).
55
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FARIA, DS (Org.). Construção conceitual da extensão universitária na América
Latina. Brasília: UnB, 2001.
CALDERON, A.I.; SAMPAIO H.
Extensão universitária: ação comunitária em
universidades brasileiras. São Paulo: Olho d'Água, 2002.
3º PERÍODO
Disciplina:
Pré-requisito
PSICOLOGIA APLICADA À
ODONTOLOGIA
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
3º
36h
36h
EMENTA:
As interfaces entre a Psicologia e a Odontologia. Os aspectos psicológicos da relação
interpessoal odontólogo-paciente. Aspectos psicossociais relacionados à saúde bucal
e qualidade de vida.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANGERAMI-CAMON VA. Psicologia da Saúde: um novo significado para a prática
clínica. São Paulo: Pioneira; 2002.
BEE H, BOYD D. A Criança em Desenvolvimento. 12ª ed. Porto Alegre: Artes
Médicas; 2011.
BENEVIDES R, PASSOS E. A humanização como dimensão pública das políticas
de saúde. Ciência e Saúde Coletiva. 2005;10: 561-571.
BOCK AMB, FURTADO O, TEIXEIRA MLT. Psicologias – uma introdução ao
estudo da psicologia. São Paulo: Saraiva; 2008.
56
Manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais: DSM-5. American
Psychiatric Association. 5ª ed. Porto Alegre: Artmed; 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BRANCO R. A relação com o paciente: teoria, ensino e prática. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2003.
CARVALHO EMC, ARAÚJO RPC. A saúde bucal em portadores de transtornos
mentais e comportamentais. Pesq. Bras. Odontoped. Clin. Integr. 2004;4: 65-75.
DAVIDOFF LL. Introdução à Psicologia. São Paulo: McGraw-Hill; 1983.
GIRON MCC. Fundamentos psicológicos da prática odontológica. Porto Alegre:
D.C.Luzzatto; 1988.
GUEDES-PINTO AC, CORRÊA MSNP, GIGLIO EM. Conduta clínica e psicológica
em odontologia pediátrica. 3ª ed. São Paulo: Santos; 2001.
HOGA LAK. A Dimensão subjetiva do profissional na humanização da assistência
à saúde: uma reflexão. Rev Esc Enferm. 2004; 38:13-20.
LEWIS M, WOLKMAR F. Aspectos clínicos do desenvolvimento da infância e da
adolescência. Porto Alegre: Artes Médicas; 1993.
PINKUS L. A psicologia do doente. São Paulo: Edições Paulinas; 1998.
SEGER L. et al. Psicologia em odontologia. 4ª ed. São Paulo: Santos; 2002.
SPINK MJ. Saúde: um campo transdisciplinar? Rev Ter OcupUniv São Paulo. 1992;
3:17-23.
Disciplina:
Pré-requisito
ANATOMIA DENTAL
CH TOTAL
Período:
3º
36h
EMENTA:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
18h
18h
57
Estudo individualizado e detalhado dos dentes permanentes e decíduos, bem como
de noções de oclusão, anatomia interna e tecidos periodontais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DELLA SERRA, O.; FERREIRA, F.V. Anatomia Dental. São Paulo: Artes, 1981.
FIGUN, M.E.; GARINO, R.R. Anatomia Odontológica Funcional e Aplicada. 3ª ed.
Porto Alegre: Artmed, 1994.
MADEIRA, M.C.; CRUZ RIZZOLO, R.J. Anatomia do Dente. 6ª edição. São Paulo:
Editora Sarvier, 2010.
PICOSSE, M. Anatomia Dentária. São Paulo: Sarvier, 1997.
TEIXEIRA,
L.M.S.;
REHER,
P.;
REHER,
V.G.S. Anatomia Aplicada
à Odontologia. 2ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DUBRUL, E. L. Anatomia oral de Sicher e Dubrul. 8ª. ed. Porto Alegre: Artmed,
1991.
DE DEUS, Q.D. Endodontia. 2ª. Ed. Rio de Janeiro. Ed. Medsi. 1992.
NEWMAN,
M.G.;
TAKEI,
H.H.;
KLOKKEVOLD,
P.R.;
CARRANZA JR.
FA. Periodontia Clínica. 11ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2012.
OKESON, J.P. Tratamento das desordens temporomandibulares e oclusão. 4 ed.
São Paulo: Artes Médicas, 2000.
Disciplina:
Pré-requisito
BIOSSEGURANÇA EM
Imunologia Básica, Virologia Básica,
ODONTOLOGIA
Microbiologia Aplicada à Odontologia
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
3º
36h
32h
4h
58
EMENTA:
Noções fundamentais de biossegurança para a odontologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde bucal. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
(Cadernos de Atenção Básica, n. 17) (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Brasília:
Ministério da Saúde, 2006.182 p. (Manual de Gerenciamento de resíduos de serviços
de saúde) (Série A. Normas e Manuais Técnicos)
GUIMARAES Jr. J. Biossegurança e Controle de Infecção Cruzada em
Consultórios Odontológicos. São Paulo: Santos; 2001.
HUPP JR, ELLIS III E &TUCKERMR. Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea.
6ª Ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
LORENZOJL. Microbiologia, Ecologia e Imunologia aplicadas à Clínica
Odontológica. 1ª ed. São Paulo: Atheneu; 2010.
MARANHÃO FCA, SILVA DMW, KAMIYA, RU. Bacteriologia Geral para Ciências
Biológicas e da Saúde. 1a ed. Maceió: EDUFAL; 2011.
MIMS, C. et al. Microbiologia Médica. 5ª ed. Barueri: Manole;2015.
MURRAY PR, ROSENTHAL KS, PFALLER MA. Microbiologia Médica. 6ª. Ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan; 2012.
SUSAN MS. Manual de Prevenção e Controle de Infecções para hospitais. 1ª ed.
Porto Alegre: Artmed; 2012.
TEIXEIRA P, VALLE S. Biossegurança - uma abordagem multidisciplinar. 2ª ed.
Rio de Janeiro: Fiocruz; 2010.
Disciplina:
Pré-requisito
59
PATOLOGIA GERAL
Imunologia Básica, Virologia Básica,
Microbiologia Aplicada à Odontologia,
Parasitologia
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
3º
36h
36h
EMENTA:
Estudo das causas, mecanismos, bases estruturais (macroscopia e microscopia) e
moleculares dos processos patológicos gerais, bem como, as alterações funcionais,
evolução e consequências dos processos de lesão sobre tecidos, órgãos e sistemas.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASILEIRO FILHO G. Bogliolo patologia geral. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2004.
HANSEL DE, DINITZIS R. Fundamentos de Rubin patologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2007.
KING TC. Patologia série elsevier de formação básica integrada. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2007.
KUMAR V, ABBAS AK, FAUSTO N, MIATCHELL RN. Robbins patologia básica.
8ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
AnatPat: http://anatpat.unicamp.br/
Laboratório de patologia geral UFG: https://patologia.iptsp.ufg.br/
Periódico: Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial: http://jbpml.org.br/
Disciplina:
Pré-requisito
60
FARMACOLOGIA
Bioquímica,
Imunologia
Básica,
Virologia Básica, Microbiologia Aplicada
à Odontologia
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
3º
90h
90h
EMENTA:
Princípios que regem absorção, distribuição, metabolismo e eliminação de fármacos.
Noções de farmacodinâmica e conhecimento acerca das principais classes de
fármacos, suas interações, ações terapêuticas e efeitos adversos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNTON LL, CHABNER BA, KNOLLMAN BC. GOODMAN & GILMAN’S - As bases
farmacológicas da terapêutica. 12ª ed, Rio de Janeiro: McGraw-Hill; 2012.
SILVA P. Farmacologia. 8ª ed, Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2010.
KATZUNG BG. Farmacologia básica e clínica. 12ª ed, Rio de Janeiro: McGraw-Hill;
2014.
RANG HP, DALE MM, RITTER JM, MOORE PK. Farmacologia. 7ª ed. Rio de Janeiro:
Elsevier; 2012.
YAGIELA JA, NEIDLE EA, DOWD FJ. Farmacologia e terapêutica para dentistas.
6ª ed, Rio de Janeiro: Elsevier; 2011.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DELUCIA R, OLIVEIRA-FILHO RM. Farmacologia integrada. 3ª ed, Rio de Janeiro:
Revinter; 2007.
GOLAN DE, ARMSTRONG AW, ARMSTRONG EJ, TASHJIAN AH. Princípios de
farmacologia: a base fisiopatológica da farmacologia. 2ªed. Rio de Janeiro: Nova
Guanabara; 2009.
Agência Nacional de Vigilância Sanitária: www.anvisa.gov.br
SUS: www.datasus.gov.br
Organização Mundial de Saúde: www.who.int
61
Food and Droug Administration: www.fda.gov
International Journal of Antimicrobial Agentes: www.ischemo.org
Periódicos CAPES: www.capes.gov.br
Disciplina:
Pré-requisito
GENÉTICA
Biologia Celular e Molecular
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
3º
54h
54h
EMENTA:
Princípios básicos da genética humana. Padrões de transmissão de caracteres
monogênicos e poligênicos, doenças hereditárias que afetam o complexo craniofacial. Farmacogenética. Aconselhamento genético. Técnicas moleculares aplicadas
à Odontologia. Genética e Câncer.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
GRIFFITHS AJF, MILLER JH, SUZUKI DT, LEWONTIN RC, GELBART WM.
Introdução à Genética. 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2013.
KOEPPEN BM, STANTON BA. BERNE & LEVY – Fisiologia. 6ª ed. Rio de Janeiro:
Elsevier, 2009.
SNUSTAD P, SIMMONS MJ. Fundamentos de Genética. 4ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2012.
TREVILATTO PC, WERNECK RI. Genética odontológica. Porto Alegre: Artmed;
2014.
WANYCE MR, BORGES-OSÓRIO MR. Genética para Odontologia. Porto Alegre:
Artmed; 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
62
ROBINSON, W.M; OSORIO, M.R.B. Genética para odontologia. Porto Alegre:
Artmed. 2006.
SALZANO, F.M. Genética odontológica. 2ª ed. São Paulo: T.A. Queiroz. 1988.
GARCIAS, G.L. Genética craniofacial para odontologia. Pelotas: UFPEL Editora
Universitária. 1995.
Disciplina:
Pré-requisito
FISIOLOGIA 2
Fisiologia 1
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
3º
72h
72h
EMENTA:
Estudo da organização funcional do corpo humano relacionados ao sistema
cardiovascular, respiratório, digestório e renal, com ênfase na fisiologia oral e do
aparelho estomatognático, integrando os conhecimentos gerais com aqueles
pertinentes à odontologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AIRES, M.M Fisiologia 5ª. ED. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro: 2018.
BERNE, R M; LEVY M N Fisiologia, 7ª ED., ED. Guanabara Koogan, Rio de
Janeiro: 2018.
COSTANZO LS. Fisiologia. 6ª ED. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2015.
GUYTON, A.C E HALL, J.E. Tratado de Fisiologia Médica. 14º ED.
Guanabara
Koogan, Rio de Janeiro: 2021.
SILVERTHORN, D. U. Fisiologia Humana – Uma Abordagem Integrada, 7ª ED.,
Artmed, Rio Grande do Sul:2017.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
63
ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 4ª.ed. São Paulo: Artes Médicas.
2004.
JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 10ª.ed. Rio de Janeiro:
Gunabara Koogan. 2004.
NELSON D.L.; COX, M.M. Lehninger: princípios de bioquímica. 3ª.ed. São Paulo:
Sarvier. 2002.
WEST, JOHN B. Fisiologia Respiratória Princípios Básicos 9.ed. Porto Alegre:
Artmed 2013.
Disciplina:
Pré-requisito
METODOLOGIA CIENTÍFICA
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
3º
36h
36h
EMENTA:
Estudo propedêutico da metodologia científica enquanto orientação sobre a
estruturação dos trabalhos acadêmicos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
APPOLINÁRIO F. Metodologia da ciência: filosofia e prática da pesquisa. São
Paulo: Pioneira Thomson Learning; 2006.
BRANDÃO CR. Repensando a pesquisa participante. São Paulo: Brasiliense; 1985.
MARCONI, M. de A.; LAKATOS, E. V. Fundamentos de Metodologia Científica.
São Paulo: Atlas, 2017.
POPPER, K. A Lógica da Pesquisa Científica. 2a ed. São Paulo: Cultrix, 2013.
SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 24a. ed. São Paulo: Editora
Cortez, 2017.
64
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HESSEN J. Teoria do conhecimento. São Paulo: Martins Fontes; 2003.
BORTOLOTTI, L. Introdução à Filosofia da Ciência. Lisboa: Gradiva, 2013.
CHALMERS, A. F. O Que é a Ciência Afinal? São Paulo: Editora Brasiliense, 1993.
FRENCH, S. Ciência: conceitos-chave em filosofia. Porto Alegre: Artmed, 2009.
Atividade Coletiva:
Pré-requisito
SAÚDE COLETIVA 2: ESTÁGIO
SUPERVISIONADO
Saúde
1:
Estágio
Supervisionado
CH TOTAL
Período:
Coletiva
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
3º
54h
34h
20h
EMENTA:
Histórico da Epidemiologia. Indicadores de Saúde. Transição Demográfica e Epidemiológica.
Endemia, Epidemia, Surto, Pandemia. Vigilância em Saúde. Tipos de Estudo Epidemiológicos.
Estatística Descritiva. Medidas de Posição e Variabilidade. Classificação das Variáveis.
Construção de Bancos de Dados, Tabelas, Gráficos e Figuras. Teste de Hipóteses e Bases da
Estatística Inferencial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANTUNES JLF, PERES, MAA. Epidemiologia da saúde bucal. 2ª ed. São Paulo:
Santos; 2013.
CAMPOS, GWS. et al. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec; 2009.
MEDRONHO RA, BLOCH KV, LUIZ RR, WERNECK GL. Epidemiologia. São Paulo:
Atheneu; 2006.
PEREIRA, AC et al. Odontologia em saúde coletiva: planejando ações e
promovendo saúde. ArtMed, 2011. VitalBook file.
65
ROUQUAYROL MZ, GURGEL M. Epidemiologia e saúde. 7ª ed. Rio de Janeiro:
Medbook; 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ABOPREV: promoção de saúde bucal: paradigma, ciência e humanização. 3 ed.
São Paulo: Artes Médicas, 2003.
BURT, B.A.; EKLUND, S.A. Odontologia, prática odontológica e a comunidade. 6
ed. São Paulo: Santos, 2007.
BUZALAF, M.A.R. Fluoretos e Saúde Bucal. 2 ed. São Paulo: Santos, 2013.
LIMA TN. Saúde e democracia - história e perspectivas do SUS. Rio de Janeiro:
Fiocruz; 2005.
http://portalsaude.saude.gov.br
http://www.scielo.br/
4º PERÍODO
Disciplina:
Pré-requisito
DENTÍSTICA DE LABORATÓRIO
Anatomia Dental
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
4º
72h
36h
36h
EMENTA:
Estudo teórico e prático da nomenclatura e classificação das cavidades, equipamentos
e instrumental utilizados na Dentística contemporânea. Preparos cavitários e
restaurações com resina composta e amálgama. Isolamento do campo operatório.
Dinâmica do ato restaurador e importância da anatomia dental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
66
BARATIERI, L.N. et al. Odontologia Restauradora: Fundamentos e técnicas.
Volumes 1 e 2. Editora Santos. 2010
GARONE NETTO N. Dentística restauradora. Restaurações diretas. São Paulo:
Santos. 2003.
GARONE NETTO N. Introdução à Dentística restauradora. São Paulo: Santos,
2003.
MONDELLI J e cols. – Dentística Procedimentos Pré-clínicos. 3a Ed. Editora
Santos. 2004
MONDELLI J e cols. – Fundamentos de Dentística Operatória - 2a Ed. Editora
Saraiva. 2017
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
http://www.scielo.br/scielo
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed
http://www.bireme.br/php/index.php
Disciplina:
Pré-requisito
PRIMEIROS SOCORROS
Anatomia da Cabeça e Pescoço
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
4º
36h
34h
2h
EMENTA:
Aspectos legais das emergências médicas. Avaliação inicial do paciente, normas e
diretrizes da sociedade americana de cardiologia na ressuscitação cardiorrespiratória,
considerações gerais sobre suporte básico de vida, principais emergências médicas e
equipamentos de emergência no consultório odontológico. Classificação do estado
físico do paciente (ASA), avaliação dos sinais vitais e doses anestésicas máximas
recomendadas.
67
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANDRADE ED, RANALI J, NEISSER MP. Emergências médicas em Odontologia.
3ª ed. São Paulo: Artes Médicas; 2011.
CAPUTO IG. Emergências médicas em consultório odontológico: implicações
éticas e legais para o cirurgião-dentista. Piracicaba: Unicamp, 2009. 105f.
Dissertação (Mestrado) – Faculdade de Odontologia de Piracicaba, Universidade
Estadual de Campinas, Piracicaba, São Paulo, 2009.
HASS DA. Preparing dental office staff members for emergencies: developing a
basic action plan. JADA. 2010; 141: 8-13.
MALAMED SF. Knowing your patients. JADA. 2010; 141: 01-07.
RESENDE, RG. et al. Complicações sistêmicas no consultório odontológico:
parte II. Arq. odontol. 2009; 45: 93-98.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
www.gruponitro.com.br/profi/conhecimentos_arq/artigos/emergencias_medicas/
emergencias.pdf
www.periodicos.capes.gov.br
Disciplina:
Pré-requisito
PATOLOGIA BUCAL
Patologia Geral
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
4º
90h
36h
54h
EMENTA:
Apresentação e estudo da etiologia, patogênese e aspectos histológicos das lesões
reativas, infecciosas, imunológicas, neoplásicas e alterações do desenvolvimento que
envolve tecidos moles, duros e glândulas salivares.
68
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
NEVILLE BW. Patologia oral & maxilofacial. 3ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2009.
972p.
REGEZI
JA,
SCIUBBA
JJ,
JORDAN,
RCK.
Patologia
Oral
Correlações
Clinicopatológicas. 5.ed. Rio de Janeiro: Elsevier 2008. 417p.
SAAP, JP, EVERSOLE LR, WYSOCKI G. Contemporary Oral and Maxilo facial
Pathology. St Louis: Mosby, 1997. 433p.
SOAMES JV, SOUTHAM JC. Patologia Oral. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. 272p.
Sociedade
Brasileira
de
Estomatologia
e
Patologia
Bucal
(SOBEP):
Oral
Pathology,
Oral
Radiology:
&
Medicine:
http://www.estomatologia.com.br/
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Periódico
Oral
Surgery,
Oral
Medicine,
of
Oral
http://www.oooojournal.net/
Periódico
Journal
Pathology
http://onlinelibrary.wiley.com/journal/10.1111/(ISSN)1600-0714.
Disciplina:
Pré-requisito
MATERIAIS DENTÁRIOS I
CH TOTAL
Período:
4º
54h
EMENTA:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
18h
36h
69
Estudo dos Materiais Dentários, relacionados com a reabilitação em Dentística
Restauradora, abordando aspectos como composição química, propriedades
biológicas, físicas e químicas, assim como indicações, contraindicações, técnicas de
manipulação e aplicação dos materiais na cavidade dental.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANUSAVICE, KJP. Materiais dentários. 12ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2013.
CRAIG RG, POWERS JM. Materiais dentários restauradores. 13ª ed. São Paulo:
Santos. 2012.
REIS A, LOGUERCIO AD. Materiais Dentários Restauradores Diretos: dos
fundamentos à aplicação clínica. São Paulo: Santos. 2007.
Van Noort R. Introdução aos materiais dentários. 3ªed. Rio de Janeiro: Elsevier.
2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Periódicos capes (www.periodicos.capes.gov.br)
Dental materials
Microscopy and Microanalisys
Brazilian Dental Journal
PUBMED (www.pubmed.com)
Pré-requisito
Disciplina:
Anatomia
PERIODONTIA
da
Cabeça
e
Pescoço,
Histologia e Embriologia Oral, Anatomia
Dental e Farmacologia
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
4º
54h
54h
70
EMENTA:
Estudo teórico das características de normalidade (anatômicas, histológicas e
fisiológicas) do periodonto de proteção e inserção. Classificação e a etiopatogenia das
enfermidades periodontias (gengivais e que afetam o periodonto de inserção), as
possíveis terapêuticas para resolução de tais enfermidades e a inter-relação entre a
periodontia e disciplinas afins.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRUNETTI MC, FERNANDES IM, MORAES RGB. Fundamentos da periodontia
teoria e prática. São Paulo: Artes Médicas; 2007.
LINDHE J, KARRING, T LANG, P. Tratado de Periodontia clínica e implantologia
oral. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2010.
NEWMAN MG, TAKEI HH, KLOKKEVOLD PR, CARRANZA FA. Periodontia clínica.
12ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2016.
OPPERMANN RV, RÖSING CK. Periodontia laboratorial e clínica. São Paulo:
Artes Médicas; 2013.
ROSE LR, MEALEY BL, GENCO RJ, COHEN DW. Periodontia: medicina, cirurgia
e implantes. São Paulo: Santos; 2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BARBOSA AF. Condutas clínicas em odontologia geriátrica – revista, modificada
e ampliada. 2ª ed. Maceió: EDUFAL; 2013.
DE LORENZO JL.
Microbiologia, ecologia e imunologia aplicada à clínica
odontológica. São Paulo: Atheneu; 2010.
Manual Merck de informação médica: saúde para a família. 2ª ed. Rio de Janeiro:
Roca; 2010. Também em versão digital.
www.sobrape.org.br (Sociedade Brasileira de Periodontia)
www.revistasobrape.com.br (Revista da SOBRAPE)
www.perio.org (Academia Americana de Periodontia)
www.manualmerck.com.br (Manual Merck de Saúde)
71
Pré-requisito
Disciplina:
Bioquímica, Histologia e Embriologia
CARIOLOGIA
Oral,
Microbiologia
Aplicada
à
Odontologia e Anatomia Dental
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
4º
72h
60h
12h
EMENTA:
Aspectos teóricos e práticos da biologia da cárie dental possibilitando uma
compreensão
do
racional
que
envolve
o
aparecimento,
desenvolvimento,
epidemiologia e o controle da doença cárie.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
AXELSSON P. Diagnosis and risk: prediction of dental caries. vol. 2. São Paulo:
Quintessence; 2005.
FEJERSKOV O, KIDD E. Cárie dentária: a doença e seu tratamento clínico. São
Paulo: Santos; 2011.
KRIGER, L. ABOPREV: Promoção de saúde bucal. São Paulo: Editora Artes Médicas;
2003.
THYLSTRUP A, FEJERSKOV O. Cariologia clínica. 3ª. Ed. São Paulo: Santos; 2001.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
http://www.ada.org/en/
wwww.pubmed.com
Disciplina:
Pré-requisito
72
RADIOLOGIA 1
Anatomia da Cabeça e Pescoço e Anatomia
Dental
Período:
CH TOTAL
CH TEÓRICA
CH PRÁTICA
90h
50h
40h
CH Extensão
4º
EMENTA:
Conteúdos teóricos e práticos referentes à física das radiações, efeitos biológicos e
proteções às radiações. Aplicação das técnicas radiográficas intrabucais e extrabucais
utilizadas em Odontologia, bem como a Legislação vigente, que regulamenta o uso
das radiações ionizantes no Brasil.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALVARES LC, TAVANO O. Curso de Radiologia em Odontologia. 5ª. ed. São Paulo:
Santos; 2009.
BIASOLI JR AM. Manual de posicionamento radiográfico. Rio de Janeiro: Rubio;
2007.
FENYO-PEREIRAM. Fundamentos de Radiologia: Radiologia Odontológica e
Imaginologia. 2ª. ed. São Paulo: Santos; 2012.
MOURÃO AP, OLIVEIRA FA. Fundamentos de Radiologia e Imagens. São Paulo:
Difusão Editora: 2010.
PAPAIZEG, CAPELLA LR, OLIVEIRA RJ. Atlas de anatomia computadorizada por
feixe cônico para o cirurgião-dentista. São Paulo: Santos; 2011.
PRANDO A, MOREIRA A. Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem.
2ª. ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2014.
TEODORO A. Radiologia - Aplicações das técnicas e posicionamentos. 2ª. ed.
São Paulo: Átomo; 2010.
WATANABE PCA, ARITA ES. Imaginologia e radiologia odontológica. Rio de
Janeiro: Elsevier; 2013.
WHITE S, PHAROAH M. Radiologia Oral: princípios e interpretação. 7ª. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier; 2015.
73
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
BODENHEIMER HC JR, CHAPMAN R.
A color review of the patobiliary
medicine. New York: Thieme; 2003.
MINKLER M. Community organizing and community building for health. 2ª ed.
New Brunswick: Rutgers University Press; 2005.
Organização Mundial de Saúde. Segundo desafio global para a segurança do
paciente. Rio de Janeiro: Organização Pan-Americana da Saúde; 2010.
BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Boletim
Informativo Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde, Ano VI, n°.
10.
Brasília:
Anvisa;
2015.
Disponível
em:
http://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicacoes/item/boletimsegurancado-paciente-e-qualidade-em-servicos-de-saude-incidentes-relacionados-aassistencia-a-saude- 2014. Acesso em: 10/07/2016
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 453, de 01
de junho de 1998. Diretrizes de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico
e odontológico. Brasília, DF: Diário Oficial da União; 02 de junho de 1998.
http://www.cnen.gov.br
http://www.necipa.com.br/produtos_protecao_radiologic
http://www.exataradiologia.com.br/
Disciplina:
Pré-requisito
DESENHO E ESCULTURA DENTAL
Anatomia Dental
CH TOTAL
Período:
4º
36h
EMENTA:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
18h
18h
74
Estudo da morfologia dental que visa estimular a coordenação motora, a destreza
manual, com a finalidade de aplicação no tratamento restaurador dental e a
reabilitação bucal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DELLA SERRA; FERREIRA FV. Anatomia dental. 3ed. São Paulo: Artes Médicas,
1981.
PICOSSE M. Anatomia dentária. 2ed. São Paulo: Sarvier, 1977.
SANTOS JR. J; FICHIMAN DM. Escultura dental na clínica e no laboratório. 4ed.
São Paulo: Artes Médicas. 1982.
VIEIRA GF et al. Escultura dental com auxílio do método geométrico (revisão
anatômica). 3ed. São Paulo: Gnatus, 2002.
VIEIRA GF et al. Atlas de anatomia de dentes permanentes – coroa dental. 2ª
impressão. São Paulo: Santos 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
GARONE NETTO N. Dentística restauradora. Restaurações diretas. São Paulo:
Santos. 2003.
http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1806-8324&lng=en&nrm=iso
http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed
Atividade Coletiva:
Pré-requisito
SAÚDE COLETIVA 3: ESTÁGIO
SUPERVISIONADO
Saúde
Estágio
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
4º
72h
EMENTA:
2:
Supervisionado
CH TOTAL
Período:
Coletiva
37h
35h
75
Estudo teórico e prático das políticas de saúde do Brasil em seu contexto histórico e
do atual sistema de saúde vigente no país – SUS. Estudo da Política Nacional de
Atenção Básica. Estudo da Política Nacional de Saúde Bucal. Estudo das Redes de
Atenção à Saúde no SUS. Vivência prática em Unidades de Saúde e outros espaços
sociais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BRASIL. Ministério da Saúde. Saúde bucal. Brasília: Ministério da Saúde, 2006.
(Cadernos de Atenção Básica, n. 17) (Série A. Normas e Manuais Técnicos).
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de
Atenção Básica. Política Nacional de Atenção Básica / Ministério da Saúde.
Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Básica. – Brasília:
Ministério da Saúde, 2012.
CAMPOS GWS. et al. Tratado de Saúde Coletiva. São Paulo: Hucitec; 2009.
ROUQUAYROL MZ, GURGEL M. Epidemiologia e Saúde. 7ª ed. Rio de Janeiro:
Medbook; 2013.
PINTO VG. Saúde Bucal Coletiva. 7ª ed. São Paulo: Santos; 2019.
Universidade Federal do Maranhão. UNA-SUS/UFMA. Redes de Atenção à Saúde:
a atenção à saúde organizada em redes/ Nerícia Regina de Carvalho Oliveira. - São
Luís, 2016.
file:///C:/Users/silvi/Downloads/Redes-de-Atencao-mendes2.pdf
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PEREIRA AC. Odontologia em saúde coletiva: planejando ações e promovendo
saúde. Porto Alegre: Artmed; 2004.
http://www.portalsaude.saude.gov.br/
http://www.scielo.br/
http://www.cienciaesaudecoletiva.com.br/
76
5º PERÍODO
Pré-requisito
Disciplina:
ENDODONTIA DE LABORATÓRIO
Patologia
Dentística
de
Laboratório, Radiologia 1
CH TOTAL
Período:
Bucal,
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
5º
90h
36h
54h
EMENTA:
Estudo em laboratório de endodontia. Anatomia dental interna, instrumental
endodôntico, aberturas de acesso coronário, isolamento absoluto, odontometria,
emprego do hipoclorito de sódio e do instrumento na patência sem sobre
instrumentação intencional, técnicas de preparo de canais com limas de açoinoxidável e niquel-titânio, medicação intracanal, obturação endodôntica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COHEN S. Caminhos da Polpa 10ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2009.
DE DEUS QD. Endodontia 5ª ed. Rio de Janeiro: MEDSI. 1992.
SOUZA, R A. Endodontia. São Paulo:Santos.2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ESTRELA C, FIGUEIREDO JP. Endodontia Princípios Biológicos e Mecânicos.
São Paulo: Art. Med.1999.
LOPES HP, SIQUEIRA JR. Endodontia: Biologia e Técnica. 4ªed Rio de Janeiro:
Elsevier. 2015.
Disciplina:
Pré-requisito
77
ESTOMATOLOGIA 1
Farmacologia,
Patologia
Radiologia
Biossegurança
1,
Bucal,
em
Odontologia
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
5º
54h
18h
36h
EMENTA:
Fundamentos da semiologia. Semiotécnica do exemplo clínico do paciente:
anamnese, exame físico extra e intra-bucal, diagnóstico, prognóstico, proservação,
solicitação e interpretação de exames complementares radiográficos, histopatológicos
e laboratoriais.
Atendimentos a pacientes na Clínica de Estomatologia.
Desenvolvimento e estabelecimento de uma postura ética e visão humanística para
com o paciente, sua família e comunidade, bem como com os demais colegas da
unidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BORAKS S. Medicina bucal: tratamento clínico-cirúrgico das doenças
bucomaxilofaciais. São Paulo: Artes Médicas; 2011. 592p.
GENOVESE WJ. Metodologia do exame clínico em odontologia. São Paulo:
Pancast; 1992. 391p.
KIGNEL S et al. Estomatologia: Bases do diagnóstico para o clínico geral. São
Paulo: Santos; 2013. 500p.
MARCUCCI G. Estomatologia: fundamentos de odontologia. 2ª ed. São Paulo:
Santos; 2014. 340p.
TOMMASI AF. Diagnóstico em Patologia Bucal. 4ª ed. São Paulo: Elsevier; 2014.
600 p.
SCULLY C. Medicina oral e maxilofacial. Bases do diagnóstico e tratamento. 2ª
ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2009.
SHEAR M & SPEIGHT P. Cysts of the Oral and Maxillofacial Regions. 4th ed.
Oxford: Blackwell Munksgaard; 2007. 228p.
78
SAPP JP, EVERSOLE LR, WYSOCKI GW. Contemporary Oral and Maxillofacial
Pathology. 2nd ed. St. Louis: Mosby; 2004. 450p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ZEGARELLI EV, KUTSCHER AH & HYMAN GA. Diagnóstico das doenças
da boca e dos maxilares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1982. 598p.
http://aacrjournals.org/
http://www.jordi.com.br/
http://www.oooojournal.net/
http://www.quintpub.com/index.php
Disciplina:
Pré-requisito
RADIOLOGIA 2
Período:
Radiologia 1
CH TOTAL
CH TEÓRICA
CH PRÁTICA
72h
36h
36h
CH Extensão
5º
EMENTA:
Estudo radiográficos da anatomia bucal normal e lesões do complexo dento-maxilomandibular; tipos de radiografias e interpretação radiográfica.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CASATI L A; TAVANO, O. Curso de Radiologia em odontologia. 5ªed. São Paulo:
Santos. 2009.
MARLENE FP. (Org). Fundamentos de Radiologia: Radiologia Odontológica e
Imagiologia. 2ªed. São Paulo:Santos.2013.
PAPAIZEG, CAPELLA LR, OLIVEIRA RJ. Atlas de anatomia computadorizada por
feixe cônico para o cirurgião-dentista. São Paulo: Santos; 2011.
79
PRANDO A, MOREIRA A. Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. 2ª.
ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2014.
WATANABE PCA, ARITA ES. Imaginologia e radiologia odontológica. Rio de Janeiro:
Elsevier; 2013.
WHITE S, PHAROAH M. Radiologia Oral: princípios e interpretação. 7ª. ed. Rio de
Janeiro: Elsevier; 2015.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Brasília:
Anvisa;
2015.
Disponível
em:
http://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicacoes/item/boletimsegurancado-paciente-e-qualidade-em-servicos-de-saude-incidentes-relacionados-aassistencia-a-saude- 2014. Acesso em: 10/07/2016
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 453, de
01 de junho de 1998. Diretrizes de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e
odontológico. Brasília, DF: Diário Oficial da União; 02 de junho de 1998.
http://www.cnen.gov.br
http://www.necipa.com.br/produtos_protecao_radiologic
http://www.exataradiologia.com.br/
Disciplina:
Pré-requisito
MATERIAIS DENTÁRIOS 2
Materiais Dentários 1
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
5º
54h
18h
36h
EMENTA:
Estudo dos materiais dentários relacionados à prótese dentária: propriedades físicas
e biológicas, composição, técnica de manipulação, seleção, indicação e aplicação dos
materiais odontológicos.
80
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ANUSAVICE, KJP. Materiais dentários. 12ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2013.
CRAIG RG, POWERS JM. Materiais dentários restauradores. 13ª ed. São Paulo:
Santos. 2012.
REIS A, LOGUERCIO AD. Materiais Dentários Restauradores Diretos: dos
fundamentos à aplicação clínica. São Paulo: Santos. 2007.
Van Noort R. Introdução aos materiais dentários. 3ªed. Rio de Janeiro:
Elsevier. 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Periódicos capes (www.periodicos.capes.gov.br)
Dental materials
Microscopy and Microanalisys
Brazilian Dental journal
PUBMED (www.pubmed.com)
Pré-requisito
Disciplina:
Dentística de Laboratório, Materiais
CLÍNICA DE CARIOLOGIA E
DENTÍSTICA
Dentários 1, Cariologia, Radiologia 1,
Biossegurança
em
Odontologia
e
Farmacologia
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
5º
90h
36h
54h
EMENTA:
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de forma global a terapêutica
preventiva e restauradora odontológica de menor complexidade, alicerçados na
81
prevenção e promoção de saúde, através do atendimento ambulatorial de pacientes
da comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARATIERI, L.N. et al. Odontologia Restauradora Fundamentos e
Técnicas. 1 reimp. São Paulo: Santos, 2013. vol 1
BARATIERI, L.N. et al. Odontologia Restauradora Fundamentos e
Técnicas. 1 reimp. São Paulo: Santos, 2013. vol 2.
CHAVES MM. Rio de Janeiro; Fundação Getúlio Vargas; 2 ªed;.1978
CONCEIÇÃO EN. Dentística, saúde e estética. São Paulo: Artes Médicas,
2007.
MENAKER - Cáries Dentárias, Bases Biológicas. Rio de Janeiro; Guanabara
Koogan; 1984.
MONDELLI, J. et al. Fundamentos de Dentística Operatória. São Paulo:
Santos, 2014.
THYLSTRUP A, FEJERSKOV O. Textbook of clinical cariology. 2ªed
Copenhagen: Munksgaard; 1994.
Dentística
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
HÖRSTED, B. P. E MJÖR, I.A. Dentística operatória moderna, São Paulo: Santos,
1990.
LOPES SMM. Estética com resinas compostas em dentes anteriores. São Paulo:
Santos, 2005.
MONDELLI J. Estética e cosmética em clínica integrada restauradora. São Paulo:
Santos, 2003.
www.períodicos.capes.gov.br
www.pubmed.com
Disciplina:
Pré-requisito
82
CIRURGIA DE LABORATÓRIO E
CLÍNICA
Patologia
Bucal,
Farmacologia,
Radiologia
1,
Biossegurança
em
Odontologia
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
5º
90h
36h
54h
EMENTA:
Planejamento e execução de procedimentos da terapêutica odontológica de menor
complexidade, no âmbito da cirurgia buco-dentária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARAÚJO A. Aspectos atuais da Cirurgia e Traumatologia Bucomaxilofacial.
São Paulo:Santos. 2007.
CHIAPASCO M. Atlas de Cirurgia Oral. São Paulo:Santos. 2006.
CORTEZZI W. Infecção Odontogênica Oral e Maxilo Facial. 2ªed.Rio de
Janeiro: Pedro Primeiro. 2000.
GREGORI C. Cirurgia buco-dento-alveolar. São Paulo: Sarvier.1996.
HUPP J, ELLIS E, TUCKER M. Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea.
6ª ed. Rio de Janeiro:Elsevier. 2015.
MALAMED, S. F. Manual de Anestesia Local. 6ªed. Rio de Janeiro:Elsevier,
2013.
MILORO M. Princípios de Cirurgia Bucomaxilofacial de Peterson. 2ªed.São Paulo:
Santos, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PRADO R, SALIM M. Cirurgia Buco-Maxilo-Facial. Rio de Janeiro: Medsi.
2004.
Sociedade Internacional de CTBMF: www.iaoms.org
Sociedade Americana de CTBMF: www.aaoms.org
Colégio Brasileiro de CTBMF: www.bucomaxilo.org.br
Periódicos CAPES: www.periodicos.capes.gov.br
83
Revista do Colégio Brasileiro de CTBMF: www.dentalpress.com.br
Disciplina:
Pré-requisito
PERIODONTIA DE LABORATÓRIO E
Patologia
CLÍNICA
Periodontia,
Biossegurança em Odontologia
CH TOTAL
Período:
Bucal,
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
5º
90h
18h
72h
EMENTA:
Estudo em laboratório da utilização dos instrumentos periodontais. Atividades em
clínica ambulatorial para o diagnóstico periodontal, prognóstico e possíveis
terapêuticas das enfermidades periodontais (que afetam gengivas e periodonto de
inserção) através do atendimento odontológico da comunidade. Inter-relação entre a
periodontia e outras especialidades.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARBOSA, AF. Condutas clínicas em odontologia geriátrica – Revista,
modificada e ampliada. 2ª ed. Maceió: EDUFAL; 2013.
BRUNETTI, MC, FERNANDES, IM, MORAES, RGB. Fundamentos da periodontia
teoria e prática. São Paulo: Artes Médicas; 2007.
De LORENZO JL.
Microbiologia, ecologia e imunologia aplicada à clínica
odontológica. São Paulo: Ed. Atheneu; 2010.
LINDHE, J, KARRING, T, LANG, P. Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia
Oral. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara – Koogan; 2010.
NEWMAN, MG, TAKEI, HH, KLOKKEVOLD, PR, CARRANZA, FA. Periodontia
clínica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2016.
ROSE, LR, MEALEY, BL, GENCO, RJ, COHEN, DW.
cirurgia e implantes. São Paulo, Ed. Santos; 2007.
Periodontia: medicina,
84
OPPERMANN RV, RÖSING CK. Periodontia laboratorial e clínica. São Paulo: Ed.
Artes Médicas; 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
www.periodicos.capes.gov.br
www.sobrape.org.br (Sociedade Brasileira de Periodontia)
www.revistasobrape.com.br (Revista da SOBRAPE)
www.perio.org (Academia Americana de Periodontia)
www.manualmerck.com.br (Manual Merck de Saúde
Disciplina:
EDUCAÇÃO INTERPROFISSIONAL E
Pré-requisito
RELAÇÕES INTERPESSOAIS PARA O
TRABALHO EM SAÚDE
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
5º
72h
37h
35h
EMENTA:
Aborda temas referentes à educação interprofissional na perspectiva da
reorientação da formação para o trabalho em saúde no contexto do Sistema
Único de Saúde (SUS). Estuda as concepções de saúde e doença,
determinantes e condicionantes do processo saúde-doença-cuidado e os
diferentes aspectos, históricos, socioeconômicos, epidemiológicos, culturais,
políticos e conjunturais que influenciam as práticas de saúde no âmbito
individual e coletivo, bem como, os modelos de atenção que orientam os
serviços de saúde com ênfase na promoção da saúde e atenção primária.
Apresenta ferramentas que contribuem para o trabalho compartilhado e
colaborativo em saúde, as relações interpessoais e a prática interprofissional
85
como componentes essenciais para assegurar a qualidade da atenção à saúde
prestada às pessoas, famílias e comunidades em seus respectivos territórios.
Discute às contribuições e complementaridades das diferentes áreas de
conhecimento e profissões para a resolutividade dos serviços de saúde e
fortalecimento do SUS em direção à integralidade em saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CAMPOS, GWS; MINAYO, MCS; AKERMAN, M; et al (ORG). Tratado de Saúde
Coletiva. 2ª Edição. São Paulo-Rio de Janeiro: HUCITEC e FIOCRUZ, 2008.
GIOVANELLA, L; et al (ORG). Política e Sistemas de Saúde no Brasil; Rio de
Janeiro: ed. Fiocruz 2ª reimpressão 2011.
PAIM, J.S.; FILHO, N.A.(ORG). Saúde Coletiva: teoria e prática. 1ª ed. Rio de
Janeiro: MedBook, 2014.
https://www.obsercatoriorh.org/sites/default/files/webfiles/fulltext/2018/pub_caipe_
intro_eip_pdf
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Brasil. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação na
Saúde. Departamento de Gestão da Educação em Saúde. Política Nacional de
Educação Permanente em Saúde / Ministério da Saúde, Secretaria de Gestão do
Trabalho e da Educação na Saúde, Departamento de Gestão da Educação em
Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2009.
BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Gestão do Trabalho e da Educação
na Saúde. Curso de formação de facilitadores de educação permanente em saúde:
unidade de aprendizagem – Análise do Contexto da Gestão e das Práticas de
Saúde. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2005.
BRASIL. Ministério da saúde. secretaria de atenção à saúde. Política nacional de
Humanização da atenção e Gestão do SUS. Gestão participativa e cogestão /
Ministério
da
saúde,
secretaria
de
atenção
à
saúde,
Política
nacional de Humanização da atenção e Gestão do SUS. – Brasília: Ministério da
saúde, 2009.
86
6º PERÍODO
Disciplina:
Pré-requisito
ODONTOLOGIA INFANTIL 1
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
6º
72h
36h
36h
EMENTA:
Estudo do desenvolvimento psicossomático e crescimento crânio-facial infanto-juvenil;
anatomia dos dentes decíduos e do estabelecimento da oclusão dentária normal.
Técnicas de manejo da criança e adolescente no consultório odontopediátrico.
Treinamento laboratorial de habilidades para execução dos aparelhos ortodônticos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BONECKER
M,
GUEDES-PINTO
A
C.
Estética
em
Odontopediatria
-
Considerações Clínica. São Paulo: Santos. 2011
CORREA MSNP. Conduta Clínica e Psicológica na Odontopediatria. 2ªed São
Paulo: Santos. 2013.
DEAN JA, AVERY D R, MCDONALD R E. Odontopediatria para crianças e
adolescentes. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2001
FINN SB. Odontologia Pediátrica.México:Interamericana1978.
GUEDES-PINTO A C. Odontopediatria. 8ªed. São Paulo: Santos, 2010.
KRAMER PF, FELDENS CA. Traumatismos na Dentiçao decídua - prevenção,
diagnóstico e tratamento. 2ªed. São Paulo: Santos. 2013.
TOLEDO, OA. Odontopediatria. Fundamentos para a prática clínica. 4ªed. São
Paulo: Premier.2012.
VARELLIS MLZ. O Paciente com necessidades especiais na Odontologia Manual prático. 2ªed São Paulo: Santos.2013.
WALTER LRF, LEMOS EVFM, ISSÁO SM, ZUANON ÂCC. Manual de Odontologia
para Bebes. Artes Médicas. 2014.
87
ENLOW DH. Manual sobre crescimento facial. 3ªed. Artes Médicas.1993.
GRABER TM. Orthodontics: principles and pratice. 2ªed. Philadelphia: Lea &
Febiger.1966.
MOYERS RE. Ortodontia. 4ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1991.
MUCHA JN. Grampos e Placas Ortodônticas – Introdução à Técnica Básica de
Laboratório. 2ª ed. Rio de Janeiro: Dental Press. 2013.
PROFFIT, WR. Ortodontia Contemporânea. 3ªed. Rio de Janeiro Guanabara
Koogan, 2003.
van der Linden, FPGM. Ortodontia - Desenvolvimento da dentição. Rio de Janeiro:
Quintessence.1986.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial: BBO www.bbo.org.br/
Associação
Brasileira
de
Ortodontia
e
Ortopedia
Facial:
ABOR
www.abor.org.br/
World Federation of Orthodontists: WFO http://www.wfo.org/
Consultas: Revista pais e filhos; Revista crescer
Brazilian Research in Pediatric Dentistry and Integrated Clinic- revista.
Pré-requisito
Disciplina:
PRÓTESE TOTAL
Dentística de Laboratório, Materiais
Dentários 2
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
6º
72h
18h
54h
EMENTA:
Estudo teórico/prático de laboratório em manequins; reabilitação máxilo-mandibular
de edentados totais.
88
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CORRÊA, G.A. Prótese total: passo a passo. São Paulo: Santos, 2008.
CUNHA, V.P.P.; MARCHINI, L. Prótese total contemporânea na reabilitação bucal.
2.ed. Santos, 2014. VitalBook file.
DOMITTI SS. Prótese Total articulada com PPR. São Paulo: Santos. 2001.
RUSSI, S.; ROCHA, E.P. Prótese Total e Prótese Parcial Removível. 1 ed. São
Paulo: Artes Médicas, 2015.
TELES D, HOLLWEG H, CASTELLUCCI L. Prótese Total - Convencional e sobre
Implantes. São Paulo: Santos. 2004.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARCHINI, L; SANTOS, J.F.F. Oclusão dentária: princípios e prática clínica. Rio
de Janeiro, RJ: Elservier, c2012
OLIVEIRA,
A.S.
Materiais
dentários
protéticos:
conceitos,
manuseios,
conservação e manutenção. Editora Erika, 2014.
TURANO, J.C.; TURANO, L.M.; TURANO, M.V.B. Fundamentos de prótese total. 9.
ed. São Paulo: Santos, 2010.
Pré-requisito
Disciplina:
PRÓTESE FIXA
Dentística de Laboratório, Materiais
Dentários 2
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
6º
72h
18h
54h
EMENTA:
Estudo dos princípios biomecânicos da prótese fixa, em dentes preparados com
finalidade terapêutica de substituição.
89
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BOTTINO MA, BRUNETTI RF. Manual de Prótese Parcial Fixa 2ªed. São
Paulo:Santos,1987.
CARDOSO AC. Oclusão para você e para mim. São Paulo: Santos. 2003.
MEZZOMO, Élio. Reabilitação oral contemporânea. 3 São Paulo, SP: Santos, 2012.
PEGORARO LF. Prótese Fixa. São Paulo: Artes Médicas. 1998.
SHILLINGBURG JR, HERBERT T. et al. Fundamentos de Prótese Fixa. 3ªed São
Paulo: Quintessence.1998.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARCHINI, L; SANTOS, J.F.F. Oclusão dentária: princípios e prática clínica. Rio
de Janeiro, RJ: Elservier, c2012
OLIVEIRA,
A.S.
Materiais
dentários
protéticos:
conceitos,
manuseios,
conservação e manutenção. Editora Erika, 2014.
SANTOS J J. Oclusão Clínica - Atlas Colorido. 2ª ed Quintessence Books.2000
TANAKI T. Prótese Parcial Fixa e Removível. 2ªed.São Paulo: Sarvier 1975.
Pré-requisito
Disciplina:
PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL
Dentística de Laboratório, Materiais
Dentários 2
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
6º
72h
36h
36h
EMENTA:
Estudo dos princípios biomecânicos que envolve a substituição parcial de dentes e
seus tecidos de sustentação. Sistemas, Apoios e Descansos. Nichos Oclusais,
Planos Guias e Placas proximais.
90
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARDOSO, A.C. Oclusão: para você e para mim. 2 reimpr. São Paulo: Santos, 2010.
C.STEGUM; B. Costa. Prótese Parcial Removível. São Paulo: Roca, 2010.
KAZUO SD, FERREIRA UCS, JUSTO KD, RYE OE, SHIGUEYUKI UE. Higienização
em PPR. Revista de Odontologia da Universidade.
RUSSI, S.; ROCHA, E.P. Prótese Total e Prótese Parcial Removível. 1 ed. São
Paulo: Artes Médicas, 2015.
TODESCAN, R.; SILVA, E.E.E.B.; SILVA, O.J. Atlas de prótese parcial removível.
São Paulo: Santos, 2012.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MARCHINI, L; SANTOS, J.F.F. Oclusão dentária: princípios e prática clínica. Rio
de Janeiro, RJ: Elservier, c2012
Mc CRACKEN. MC GIVNEY, G. P.; CASTLEBEW, D. J. Prótese Removível. São
Paulo: Artes médicas. 1994.
OLIVEIRA,
A.S.
Materiais
dentários
protéticos:
conceitos,
manuseios,
conservação e manutenção. Editora Erika, 2014.
SANTOS J J. Oclusão Clínica - Atlas Colorido. 2ª ed Quintessence Books.2000
TANAKI T. Prótese Parcial Fixa e Removível. 2ªed.São Paulo: Sarvier 1975.
Disciplina:
Pré-requisito
ESTOMATOLOGIA 2
Estomatologia 1
CH TOTAL
Período:
6º
54h
EMENTA:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
18h
36h
91
Estudo das principais doenças bucais, exame clinico, diagnóstico, prognóstico,
prevenção, tratamento e proservação. Solicitação e interpretação de exames
complementares radiográficos, histopatológicos e laboratoriais.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BORAKS S. Medicina bucal: tratamento clínico-cirúrgico das doenças
bucomaxilofaciais. São Paulo: Artes Médicas. 2011.
GENOVESE WJ. Metodologia do exame clínico em odontologia. São Paulo:
Pancast; 1992. 391p.
KIGNEL S et al. Estomatologia: Bases do diagnóstico para o clínico geral. São
Paulo: Santos. 2013.
MARCUCCI G. Estomatologia: fundamentos de odontologia. 2ª ed. São Paulo:
Santos; 2014. 340p.
SCULLY C. Medicina oral e maxilofacial. Bases do diagnóstico e tratamento. 2ª
ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2009.
SHEAR M & SPEIGHT P. Cysts of the Oral and Maxillofacial Regions. 4th ed.
Oxford: Blackwell Munksgaard; 2007. 228p.
TOMMASI AF. Diagnóstico em Patologia Bucal. 4ª ed. São Paulo: Elsevier. 2014.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
ZEGARELLI EV, KUTSCHER AH & HYMAN GA. Diagnóstico das doenças da boca
e dos maxilares. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 1982. 598p.
http://aacrjournals.org/
http://www.jordi.com.br/
http://www.oooojournal.net/
http://www.quintpub.com/index.php
Disciplina:
Pré-requisito
CLÍNICA INTEGRADA 1
92
Estomatologia 1, Clínica de Cariologia e
Dentística, Endodontia de Laboratório,
Cirurgia de Laboratório e Clínica,
Periodontia de Laboratório e Clínica
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
6º
162h
18h
144h
EMENTA:
Exame, diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução da terapêutica
odontológica de média complexidade: prevenção e promoção de saúde,
atendimento prático em ambulatório.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COHEN S, HARGREAVES K M. Caminhos da Polpa. São Paulo: Elsevier. 2011
MICHAEL GN, TAKEI H, KLOKKEVOLD PR, CARRANZA FA. Periodontia Clínica
11ª ed. SãoPaulo: Elsevier. 2012.
TORRES CRG. Odontologia Restauradora - Estética e Funcional - Princípios para
a prática clínica. São Paulo: Santos. 2013
HUPP JR, ELLISE, TUCKER MR. Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea
6ªed.Sâo Paulo: Elsevier. 2015
LINDHE J, KARRING T, LANG P. Tratado de Periodontia Clínica e Implantologia
Oral. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara – Koogan; 2010.
NEWMAN, MG, TAKEI, HH, KLOKKEVOLD, PR, CARRANZA, FA. Periodontia
clínica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2016.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
http://www.sobrape.org.br/
http://www.bucomaxilo.org.br/
http://www.sboe.com.br/
http://www.dentalpress.com.br/
https://www.aae.org/
93
Atividade Coletiva:
Pré-requisito
PIEX/Módulo 03
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
6º
90h
36h
54h
EMENTA:
Contextualização da extensão. Elaboração e desenvolvimento de um projeto de
extensão no contexto da atenção integral à criança. Desenvolvimento de ações
extensionistas em escolas e unidades básicas de saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
REIS, R. Pétalas e espinhos: a extensão universitária no Brasil. São Paulo, SP:
CIA. dos LIVROS, 2010.
BOAVENTURA, E. Como ordenar as ideias. 9. ed. São Paulo: Ática, 2010.
NOGUEIRA, MDP. Políticas de extensão universitária brasileira. Minas Gerais:
UFMG, 2005.
SOUSA, ALL. A história da extensão universitária. 2. ed., rev. Campinas, SP:
Alínea, 2010.
SOUZA NETO, JC; ATIK, MLG (Org.). Extensão universitária: construção de
solidariedade. [São Paulo]: Expressão e Arte, c2005. 94 p. (Série Práticas de
Solidariedade).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FARIA, DS (Org.). Construção conceitual da extensão universitária na América
Latina. Brasília: UnB, 2001.
CALDERON, A.I.; SAMPAIO H.
Extensão universitária: ação comunitária em
universidades brasileiras. São Paulo: Olho d'Água, 2002.
94
7º PERÍODO
Pré-requisito
Disciplina:
ODONTOLOGIA INFANTIL 2
Odontologia Infantil 1, Clínica Integrada
1
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
7º
126h
18h
108h
EMENTA:
Atendimento integral do paciente infantil colaborador a partir de 7 anos por meio da
integração dos conhecimentos adquiridos em níveis anteriores. Educação em saúde
para os pacientes e responsáveis. Técnicas especializadas em diagnóstico,
elaboração e execução do plano de tratamento odontológico de menor nível de
complexidade. Prevenção e interceptação dos problemas de saúde bucal.
Manutenção da saúde bucal.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA, R. R. et al. Etiologia das mal oclusões - causas hereditárias e
congênitas, adquiridas gerais, locais e proximais (hábitos bucais). R. Dental
Press Ortodon. Ortop. Facial, v. 5, n. 6, p. 107-129, Nov./Dez. 2000.
http://www.dentalpress.com.br/artigos/pdf/164.pdf.
CORRÊA, M. S. N. P. Odontopediatria na primeira infância. 3ed. São Paulo:
Santos. 2009.
ENLOW, D.H. Manual sobre crescimento facial. 3ed. Artes Médicas,1993.
GUEDES-PINTO, A. C. Odontopediatria. 8ed. São Paulo: Santos, 2010.
GRABER, T.M. Orthodontics: principles and pratice. 2nd ed. Philadelphia: Lea &
Febiger,1966.
95
MASSARA, M.L.A.; REDUA, P.C.B. Manual de Referência para Procedimentos
Clínicos em Odontopediatria. 2 ed. São Paulo: Santos 2013.
DEAN, J.A; McDONALD, R. E.; AVERY, D. R. Odontopediatria para crianças e
adolescentes. 9ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2011.
MOYERS, R.E. Ortodontia. 4 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1991.
MUCHA, J.N. Grampos e placas ortodônticas. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
1997.
PROFFIT, W.R. Ortodontia Contemporânea. 3ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2003.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SILVA FILHO, O.G. Ortodontia Interceptativa: Protocolo de tratamento em
duas fases. 1ª ed. São Paulo: Artes Médicas, 2013.
STRANG, R.H.W.A Text-book of Orthodontia. 3ed. Philadelphia: Lea &
Febiger,1950.
VAN DER LINDEN, F.P.G.M. Ortodontia - Desenvolvimento da dentição. Rio
de Janeiro: Quintessence, 1986.
TOLEDO, Orlando Airton. Odontopediatria - Fundamentos para a prática
clínica. 4.ed. São Paulo: Editorial Premier, 2012.
http://periodicos.capes.gov.br/(Portal que oferece acesso aos textos completos de
artigos)
http://abodontopediatria.org.br/site/(Associação Brasileira de Odontopediatria)
http://www.aapd.org/(Academia Americana de Odontopediatria)
Disciplina:
Pré-requisito
DEONTOLOGIA E ODONTOLOGIA
LEGAL
Período:
7º
CH TOTAL
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
96
36h
26h
10h
EMENTA:
Estudo da legislação para o exercício da Odontologia, a ética profissional,
documentação odontológica e responsabilidade profissional. Visitas técnicas:
Conselho Regional de Odontologia/CROAL, clínicas/laboratórios de prótese e Instituto
Médico Legal/IML
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
SANTOS, Ruy Barbosa dos. Aspectos éticos e legais da prática odontológica:
comentários de profissionais de áreas distintas: direito e odontologia; Código de
ética e odontologia. São Paulo, SP: Santos, 2009;
SILVA, M. Compêndio de Odontologia Legal. Rio de janeiro: Medsi. 1977;
VANRELL, J. P. Odontologia legal & antropologia forense. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2019;
SILVA,
MOACYR
DA/ZIMMERMAN,
ROGÉRIO
DUBOSSELARD/PAULA,
FERNANDO JORGE DE, Deontologia Odontológica-ética e Legislação. – São
Paulo: Santos, 2011;
ROVIDA Tânia.A.S; GARBIN.Cléa.A.S. Noções de Odontologia Legal e Bioética. Editora Artes Médicas, 1ª edição, 2013;
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
www.http://cfo.org.br
http://www.croal.org.br/
http://www.malthus.com.br/
http://odontologia.bvs.br/
http://www.portalabol.com.br/
Disciplina:
Pré-requisito
97
CLÍNICA INTEGRADA 2
Clínica Integrada 1, Prótese Total,
Prótese Fixa, Prótese Parcial Removível
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
7º
180h
36h
144h
EMENTA:
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de reabilitação bucal,
estabelecendo a ordem de preferência da Terapêutica Odontológica e
promovendo a saúde através do atendimento ambulatorial de pacientes da
comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARAÚJO, A. Aspectos atuais da Cirurgia e traumatologia Bucomaxilofacial 1ª.
Ed. Santos. 2007. 222.
COHEN SSTEPHEN, HARGREAVES KENNETH M. Caminhos da polpa 10ed.
Elsevier, 2010.
HUPP, J, R.; ELLIS, E, R.; TUCKER, M. R. Cirurgia Oral e Maxilofacial
Contemporânea. Elsevier, 5ª ed., 2009.
LINDHE, J, KARRING, T, LANG, P. - Tratado de Periodontia Clínica e
Implantologia Oral. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara – Koogan; 2010.
LOPES, S. M. M. et al. Estética com resinas compostas em dentes anteriores. São
Paulo: Santos. 2005.
LOPES, H.P.; SIQUEIRA JR., J.F. Endodontia: biologia e técnica. 3ª.ed. Rio de
Janeiro: Médica e Científica. 2010
MALAMED, S,F. Manual de anestesia local. Elsevier. 6ª ed. 2013. 432.
MARCUCCI, G. Fundamentos de Odontologia Estomatologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 243 p.
MORITA, M. C. Clínica Integrada em Odontologia. ABENO. Ed. Artes Médicas.
2013.
NETO, A. J. F. Oclusão. ABENO. Artes médicas. 2013.
98
NEWMAN, MG, TAKEI, HH, KLOKKEVOLD, PR, CARRANZA, FA. Periodontia
clínica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2016.
PAIVA, H. J. et col. Noções e Conceitos Básicos em Oclusão, Disfunção Temporo
Mandibular e Dor Orofacial. Editora Santos. 2008.
PEGORARO, L. F. Prótese Fixa. Editora Artes médicas. 2001.
TELLES, D. Prótese Total Convencional e Sobre Implantes. Editora Santos. 2009.
TODESCAN, R.; SILVA, E. E. B e SILVA, O. J. Atlas de Prótese Parcial removível.
Editora Santos 2003.
TURANO, J. C. e TURANO, L. M. Fundamentos de Prótese Total. 8ª. Ed. Editora
Santos 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
DE LORENZO JL. – Microbiologia, ecologia e imunologia aplicada à clínica
odontológica. São Paulo, Ed. Atheneu, 2010.
Manual Merck de informação médica: saúde para a família. 2ª ed.; Rio de Janeiro,
Ed. Roca, 2010.
www.períodicos.capes.gov.br
www.sobrape.org.br (Sociedade Brasileira de Periodontia)
www.revistasobrape.com.br (Revista da SOBRAPE)
www.perio.org (Academia Americana de Periodontia)
www.manualmerck.com.br (manual Merck de Saúde)
www.univadis.com.br (laboratório Merck Sharp & Dohme) – link com PubMed.gov: US
National Library of Medicine e National Institutes of Health
Atividade Coletiva:
Pré-requisito
PIEX/Módulo 04
Período:
7º
CH TOTAL
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
99
90h
36h
54h
EMENTA:
Contextualização da extensão. Elaboração e desenvolvimento de um projeto de
extensão no contexto da atenção integral ao adolescente. Desenvolvimento de ações
extensionistas em escolas e unidades básicas de saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
REIS, R. Pétalas e espinhos: a extensão universitária no Brasil. São Paulo, SP:
CIA. dos LIVROS, 2010.
BOAVENTURA, E. Como ordenar as ideias. 9. ed. São Paulo: Ática, 2010.
NOGUEIRA, MDP. Políticas de extensão universitária brasileira. Minas Gerais:
UFMG, 2005.
SOUSA, ALL. A história da extensão universitária. 2. ed., rev. Campinas, SP:
Alínea, 2010.
SOUZA NETO, JC; ATIK, MLG (Org.). Extensão universitária: construção de
solidariedade. [São Paulo]: Expressão e Arte, c2005. 94 p. (Série Práticas de
Solidariedade).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FARIA, DS (Org.). Construção conceitual da extensão universitária na América
Latina. Brasília: UnB, 2001.
CALDERON, A.I.; SAMPAIO H.
Extensão universitária: ação comunitária em
universidades brasileiras. São Paulo: Olho d'Água, 2002.
Atividade Coletiva:
SAÚDE COLETIVA 4: ESTÁGIO
SUPERVISIONADO
Pré-requisito
Saúde
Coletiva
Supervisionado
3:
Estágio
100
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
7º
72h
37h
35h
EMENTA:
Estudo de diagnósticos de saúde bucal em populações, compreendendo os pilares da
epidemiologia para o planejamento estratégico das ações de saúde coletiva.
Processo de educação em saúde, visando a promoção, prevenção e controle das
doenças. Vivência em espaços sociais interdisciplinar e integrado.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ALMEIDA FILHO, Naomar de; ROUQUAYROL, Maria Zélia. Epidemiologia &
Saúde. 6. ed. Rio de Janeiro: MEDSI/Guanabara Koogan, 2003.
ANTUNES, José Leopoldo Ferreira; PERES, Marco Aurélio. Fundamentos de
odontologia: epidemiologia da saúde bucal. Rio de Janeiro, Guanabara Koogan,
2006, 441p.
CAMPOS, S.W.G. Tratado de Saúde Coletiva. Ed. Hucitec, Ed. Fiocruz, São PauloRio de Janeiro, 2006
PEREIRA, Antônio Carlos. Odontologia em Saúde Coletiva. Porto Alegre, ed.
Artmed, 2003. 440p.
PINTO, Vitor Gomes. Saúde Bucal Coletiva. São Paulo, ed. Santos, 2000;
PEREIRA, Antônio Carlos. Tratado de Saúde Coletiva em Odontologia. Nova
Odessa: Napoleão, 2009.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
SB Brasil 2010: Pesquisa Nacional de Saúde Bucal: resultados principais /
Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Vigilância em
Saúde. – Brasília: Ministério da Saúde, 2012.
Projeto SB Brasil 2003: condições de saúde bucal da população brasileira 20022003: resultados principais / Ministério da Saúde, Secretaria de Atenção à Saúde,
Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2005.
101
PRO-O Braga, Mariana Minatel; Mendes, Fausto Medeiros; Thais Gimenez, Thais;
EKSTRAND, KIM RUD.
Uso do ICDAS para diagnóstico e planejamento do
tratamento da doença cárie. Odonto-prevenção. 2012;5(4):9-55.
http://www.scielo.br/
http://www.cienciaesaudecoletiva.com.br/
http://dab.saude.gov.br/portaldab/ape_brasil_sorridente.php
8º PERÍODO
Disciplina:
Pré-requisito
ODONTOLOGIA INFANTIL 3
Odontologia Infantil 2
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
8º
90h
18h
72h
EMENTA:
Promover o atendimento odontológico integral do paciente infantil. Técnicas
especializadas em diagnóstico, elaboração e execução do plano de tratamento de
maior nível de complexidade. Prevenção e interceptação dos problemas das
maloclusões. Prevenção e tratamento dos traumatismos dos dentes decíduos.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ONECKER M, GUEDES-PINTO A C. Estética em Odontopediatria - Considerações
Clínica. São Paulo: Santos. 2011
CORREA M S N P. Conduta Clínica e Psicológica na Odontopediatria. 2ed São
Paulo: Santos. 2013.
DEAN JA, AVERY D R, MCDONALD R E. Odontopediatria para Crianças e
Adolescentes. 9 ed. Elsevier. Rio de Janeiro, 2001
FINN, S.B. Odontologia Pediátrica.México:Interamericana1978.
102
GUEDES-PINTO, A. C. Odontopediatria. 8ed. São Paulo: Santos, 2010.
KRAMER P F, FELDENS C A. Traumatismos na Dentição Decídua - Prevenção,
Diagnóstico e Tratamento. 2ed. São Paulo: Santos. 2013.
TOLEDO, O A. Odontopediatria. Fundamentos para a prática clínica. 4ed. São
Paulo: Editorial Premier,2012.
VARELLIS M L Z. O Paciente com Necessidades Especiais na Odontologia Manual Prático. 2ed São Paulo: Santos. 2013.
WALTER L R F; LEMOS E V F M, ISSÁO S M, ZUANON Â CC. Manual de
Odontologia para Bebes. Artes Médicas. 2014.
ENLOW DH. Manual sobre crescimento facial. 3ed. Artes Médicas.1993.
GRABER TM. Orthodontics: principles and pratice. 2ed. Philadelphia: Lea &
Febiger.1966.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
MOYERS RE. Ortodontia. 4ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1991.
MUCHA JN. Grampos e Placas Ortodônticas – Introdução à Técnica Básica
de Laboratório. 2 ed. Rio de Janeiro:Dental Press. 2013.
PROFFIT, W.R. Ortodontia Contemporânea. 3ed. Rio de Janeiro Guanabara
Koogan, 2003.
Van der LINDEN, F.P.G.M. Ortodontia - Desenvolvimento da dentição. Rio de
Janeiro: Quintessence,1986.
Revista
Pesquisa
Brasileira
em
Odontopediatria
e
Clínica
Integrada:
http://revista.uepb.edu.br/index.php/pboci/index
Revista
Ibero-americana
de
odontopediatria
&
odontologia
do
bebê:
http://www.dtscience.com/pt-br/journal/revista-ibero-americana-deodontopediatriaodontologia-de-bebe
Disciplina:
ODONTOGERIATRIA
Pré-requisito
Clínica Integrada 2
103
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
8º
72h
18h
54h
EMENTA:
Estudo teórico e prático do processo natural de envelhecimento e suas implicações
na saúde geral e no sistema estomatognático, suas características de normalidade e
suas possíveis alterações fisiológicas e patológicas. Diagnosticando e executando de
forma global e humanizada o tratamento odontológico nessa faixa etária.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BARBOSA AF. Condutas Clínicas em Odontologia Geriátrica, 2ªed.
Maceió. Edufal, 2013.
BRUNETTI, R.F. E MONTENEGRO F.L.B. Odontogeriatria: Noções de
Interesse Clínico. São Paulo. Artes Médicas, 2002.
CAMPOSTRINI, E. Odontogeriatria. Rio de Janeiro. Liv. Editora Revinter,
2004.
HILTON, S. de A.M. Odontogeriatria. 1ªed. São Paulo Liv. Santos, 2005.
PRABHU, S.R. Medicina Oral. 1ª Ed. Rio de Janeiro; Guanabara Koogan,
2007.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARRANZA JR. F. NEWMAN, M.G. Periodontia Clínica 10ª Ed; Rio de
Janeiro. Editora Guanabara Coogan, 2007.
ROSE, L.E. et al. Medicina Periodontal. Ed. Santos; São Paulo, 2002.
www.odongeriatria.dr.odo.br
www.portaldoenvelhecimento.com
Periódicos capes (www.periodicos.capes.gov.br)
PUBMED (www.pubmed.com)
104
Disciplina:
Pré-requisito
CLÍNICA INTEGRADA 3
Clínica Integrada 2
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
8º
180h
36h
144h
EMENTA:
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de reabilitação bucal,
estabelecendo a ordem de preferência da terapêutica odontológica de média
e alta complexidade, promovendo saúde através do atendimento ambulatorial
de pacientes da comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
HUPP, J.; ELLIS III, E. e TUCKER, M. Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea.
Elsevier, 5ª ed., 2009.
MARCUCCI, G. Fundamentos de Odontologia Estomatologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 243 p.
NEVILLE, B.W. et al. Patologia oral & maxilofacial. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2004. 798 p.
LOPES S. M. M. et al. Estética com resinas compostas em dentes anteriores. São
Paulo: Santos. 2005.
DOMITTI, S. S. Novos métodos e técnica em prótese total. São Paulo: Santos.
1984.
LOPES, H.P.; SIQUEIRA JR., J.F. Endodontia: biologia e técnica. 2ª.ed. Rio de
Janeiro: Médica e Científica. 2004.
LINDHE, J, KARRING, T, LANG, P. - Tratado de Periodontia Clínica e
Implantologia Oral. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara – Koogan; 2010.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NEWMAN, MG, TAKEI, HH, KLOKKEVOLD, PR, CARRANZA, FA.
Periodontia clínica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2016.
105
Sociedade International de CTBMF: www.iaoms.org
Sociedade Americana de CTBMF: www.aaoms.org
Colégio Brasileiro de CTBMF: www.bucomaxilo.org.br
Periódicos CAPES: www.periodicos.capes.gov.br
Revista do Colégio Brasileiro de CTBMF:
www.dentalpress,com.br\revistas\jbcoms\v01n1
Atividade Coletiva:
Pré-requisito
PIEX/Módulo 05
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
8º
90h
36h
54h
EMENTA:
Contextualização da extensão no âmbito da organização de eventos. Elaboração de
projeto e planejamento do evento. Pode relacionar aos eventos realizados pelo curso
como Ufal de Portas Abertas, JOPE, Sinpete, dentre outros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
REIS, R. Pétalas e espinhos: a extensão universitária no Brasil. São Paulo, SP:
CIA. dos LIVROS, 2010.
BOAVENTURA, E. Como ordenar as ideias. 9. ed. São Paulo: Ática, 2010.
NOGUEIRA, MDP. Políticas de extensão universitária brasileira. Minas Gerais:
UFMG, 2005.
SOUSA, ALL. A história da extensão universitária. 2. ed., rev. Campinas, SP:
Alínea, 2010.
SOUZA NETO, JC; ATIK, MLG (Org.). Extensão universitária: construção de
solidariedade. [São Paulo]: Expressão e Arte, c2005. 94 p. (Série Práticas de
Solidariedade).
106
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
FARIA, DS (Org.). Construção conceitual da extensão universitária na América
Latina. Brasília: UnB, 2001.
CALDERON, A.I.; SAMPAIO H.
Extensão universitária: ação comunitária em
universidades brasileiras. São Paulo: Olho d'Água, 2002.
9º PERÍODO
Disciplina:
Pré-requisito
ODONTOLOGIA INFANTIL 4
Odontologia Infantil 3
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
9º
90h
18h
72h
EMENTA:
Promoção do atendimento integral de paciente infantil de 0 a 6 anos, integrando os
conhecimentos adquiridos em níveis anteriores. Educação em saúde para os
pacientes e responsáveis. Técnicas especializadas em diagnóstico, elaboração e
execução do plano de tratamento de maior nível de complexidade. Prevenção e
interceptação dos problemas de saúde bucal. Manutenção da saúde bucal. Urgência.
Paciente Especial.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
BONECKER
M,
GUEDES-PINTO
A
C.
Estética
em
Odontopediatria
-
Considerações Clínica. São Paulo: Santos. 2011.
CORREA MSNP. Conduta Clínica e Psicológica na Odontopediatria. 2ªed São
Paulo: Santos. 2013.
DEAN JA, AVERY D R, MCDONALD R E. Odontopediatria para crianças e
adolescentes. 9 ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2001.
107
FINN SB. Odontologia Pediátrica. México:Interamericana1978.
GUEDES-PINTO A C. Odontopediatria. 8ªed. São Paulo: Santos, 2010.
ISSÁO M, GUEDES-PINTO AC. São Paulo:Santos.12ª ed.2012.
KRAMER PF, FELDENS CA. Traumatismos na dentição decídua - prevenção,
diagnóstico e tratamento. 2ªed. São Paulo: Santos. 2013.
TOLEDO, OA. Odontopediatria. Fundamentos para a prática clínica. 4ªed. São
Paulo: Premier. 2012.
VARELLIS MLZ. O Paciente com necessidades especiais na Odontologia Manual prático. 2ªed São Paulo: Santos. 2013.
WALTER LRF, LEMOS EVFM, ISSÁO SM, ZUANON ÂCC. Manual de Odontologia
para Bebes. Artes Médicas. 2014.
ENLOW DH. Manual sobre crescimento facial. 3ªed. Artes Médicas.1993.
GRABER TM. Orthodontics: principles and pratice. 2ªed. Philadelphia: Lea &
Febiger.1966.
MOYERS RE. Ortodontia. 4ªed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 1991.
MUCHA JN. Grampos e Placas Ortodônticas – Introdução à Técnica Básica de
Laboratório. 2ª ed. Rio de Janeiro: Dental Press. 2013.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
PROFFIT, WR. Ortodontia Contemporânea. 3ªed. Rio de Janeiro Guanabara
Koogan, 2003.
van der Linden, FPGM. Ortodontia - Desenvolvimento da dentição. Rio de Janeiro:
Quintessence.1986.
Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial: BBO www.bbo.org.br/
Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial: ABOR www.abor.org.br/
World Federation of Orthodontists: WFO http://www.wfo.org/
Brazilian Research in Pediatric Dentistry and Integrated Clinic- revista.
Atividade Coletiva:
Pré-requisito
108
GESTÃO EM SAÚDE: ESTÁGIO
SUPERVISIONADO
Saúde
4:
Estágio
Supervisionado
CH TOTAL
Período:
Coletiva
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
9º
36h
26h
10h
EMENTA:
Interface entre o público e o privado nos Sistemas de Saúde. Histórico do Planejamento e
Gestão nos Serviços de Saúde. Financiamento em Saúde. Instrumentos do Planejamento no
SUS. Planejamento Estratégico Situacional. Avaliação de Programas e Serviços de Saúde.
Empreendedorismo. Campos de atuação do cirurgião-dentista no planejamento, gestão e
avaliação dos serviços em saúde bucal. Segurança do Paciente em Odontologia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
COTTA, Rosângela Minardi Mitre. Políticas de saúde: desenhos, modelos e
paradigmas. Editora UFV, 2013.
GIOVANELLA, L. ESCOREL, S.; LOBATO, L.V.C.; NORONHA, J. C.; CARVALHO,
A.I. Políticas e Sistema de Saúde no Brasil. Rio de Janeiro: FIOCRUZ, 2017.
MENDONÇA, Maria Helena Magalhães de et al. Atenção Primária à Saúde no Brasil:
conceitos, práticas e pesquisa. In: Atenção primária à saúde no Brasil: conceitos,
práticas e pesquisa. 2018.
MOYSÉS, Samuel Jorge; DE GOES, Paulo SA. Planejamento, gestão e avaliação em
saúde bucal. Artes Médicas Editora, 2012.
PAIM, Jairnilson Silva. Os sistemas universais de saúde e o futuro do Sistema Único
de Saúde (SUS). Saúde em debate, v. 43, p. 15-28, 2020.
Como abrir e fazer a gestão de uma clínica odontológica. CRO-SC e SEBRAE.
Santa Catarina. 2015.
109
MORITA MC, HADDAD AE. ARAÚJO ME. Perfil atual e tendência do cirurgião
dentista brasileiro. Maringá: Dental Press, 2010.
Brasil, Ministério da Saúde, ANS. Regulação & Saúde: estrutura, evolução e
perspectivas da assistência médica suplementar. RJ, ANS,2002.
Organização Panamericana Da Saúde. A transformação da gestão dos hospitais
da América Latina e Caribe. OPAS/OMS, 2004.
A Política Nacional de Saúde Bucal do Brasil: Registro de uma conquista histórica.
Brasília: Organização Pan-Americana da Saúde, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
Administração Hospitalar – Malagon – Londoño, Galán Moera, Pontón Laverde.
Ed. Guanabarakoogan;
HOSPITAL – Acreditação e Gestão em Saúde. Renato Couto e Tania Moreira
Pedrosa. Ed. Guanabarakoogan;
Saúde – A cartografia do trabalho vivo. Emerson Merhy Ed. Hucitec;
Gestão de Clínica Médicas – Marinho Jorge Scarpi. Ed. Futura;
Administração Hospitalar – Cherubin e Naírio Augusto dos Santos. Ed. Cedas;
Recursos de Relacionamento para profissionais de saúde. Maria Tereza
Maldonado e Paulo Canella. Reichmann& Affonso Editores Ltda;
O Livro dos Negócios. Ian Marcousé e outros. Editora Globo.
A Quinta Disciplina – Arte e prática da organização que aprende. Peter Senge.
Editora Best Selle;
As Redes de Atenção à Saúde. Eugênio Vilaça Mendes. Brasília: Organização PanAmericana da Saúde, 2011. 549 p.
Disciplina:
CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA
BUCO-MAXILO-FACIAL
Pré-requisito
Clínica Integrada 3
110
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
9º
90h
36h
54h
EMENTA:
Capacitação do aluno para noções sobre diagnóstico, planejamento de procedimentos
cirúrgicos de maior complexidade com ênfase na cirurgia maxilo-facial, trauma facial
e cirurgia da ATM, entre outros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
ARAUJO A, GABRIELLI, MFR, MEDEIROS, PJ. - Aspectos atuais da Cirurgia e
Traumatologia Bucomaxilofacial, São Paulo, 1. Ed, Ed. Livraria Santos Editora,
2007.
ELLISE, HUPP JR, TUCKER MR. Cirurgia oral e maxilofacial contemporânea.
6.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2013.
FONSECA RJ, WALKER RV, BETTS NJ, BARBER, HD. Oral and Maxillofacial
Trauma, 2ª ed, Philadelphia, WB. Saunders, 1997.
FREITAS, R. - Tratado de Cirurgia Bucomaxilofacial, São Paulo, 1. Ed, Ed. Livraria
Santos Editora Com. Imp., 2006.
MILORO, M. Princípios de Cirurgia Bucomaxilofacial de Peterson. São Paulo:
Santos, 2008.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
(Sociedade Internacional de CTBMF) www.iaoms.org
(Sociedade Americana de CTBMF) www.aaoms.org
(Colégio Brasileiro de CTBMF) www.bucomaxilo.org.br
(Periódicos CAPES) www.periodicos.capes.gov.br
Disciplina:
Pré-requisito
111
IMPLANTODONTIA
Cirurgia de Laboratório e Clínica,
Prótese Fixa
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
9º
36h
36h
0h
EMENTA:
Estudo teórico dos princípios, assim como das técnicas cirúrgicas e protéticas
aplicadas em Implantodontia.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
CARDOSO AC. Oclusão para você e para mim. São Paulo: Santos. 2003.
LINDHE, J; KARRING, T; LANG NP. Tratado de Periodontia Clínica e
Implantodontia Oral. Guanabara Koogan, 4a edição, 2005.
MEZZOMO, Élio. Reabilitação oral contemporânea. 3 São Paulo, SP: Santos, 2012.
MISCH, CE. Implantes dentais contemporâneos. Editora: Elsevier/Rio de Janeiro,
3aedição, 2009
MISCH, CE. Prótese sobre Implantes. Editora: Santos/São Paulo, 1a edição, 2006.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CARRANZA, FA; NEWMAN, MG; TAKEI, HH; KLOKKEVOLD, PR. Periodontia
clínica. Guanabara Koogan, 10a edição, 2007.
BRUNETTI, MC. Periodontia médica: Uma abordagem Integrada. Editora:
SENAC/São Paulo, 1a edição, 2004.
Periodicos capes: www.periodicos.capes.gov.br
PUBMED: www.pubmed.com
Disciplina:
Pré-requisito
112
CLÍNICA INTEGRADA 4
Clínica Integrada 3, Odontogeriatria
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
9º
180h
18h
162h
EMENTA:
Diagnóstico,
prognóstico,
planejamento
e
execução
de
reabilitação
bucal,
estabelecendo a ordem de preferência da Terapêutica Odontológica. Promoção da
saúde através do atendimento ambulatorial de pacientes da comunidade.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
DOMITTI, S. S. Novos métodos e técnica em prótese total. São Paulo: Santos.
1984.
HUPP, J.; ELLIS III, E. e TUCKER, M. Cirurgia Oral e Maxilofacial Contemporânea.
Elsevier, 5ª ed., 2009.
LINDHE, J, KARRING, T, LANG, P. - Tratado de Periodontia Clínica e
Implantologia Oral. 5ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara – Koogan; 2010.
LOPES S. M. M. et al. Estética com resinas compostas em dentes anteriores. São
Paulo: Santos. 2005.
LOPES, H.P.; SIQUEIRA JR., J.F. Endodontia: biologia e técnica. 2ª.ed. Rio de
Janeiro: Médica e Científica. 2004.
MARCUCCI, G. Fundamentos de Odontologia Estomatologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan, 2005. 243 p.
NEVILLE, B.W. et al. Patologia oral & maxilofacial. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2004. 798 p.
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
NEWMAN, MG, TAKEI, HH, KLOKKEVOLD, PR, CARRANZA, FA. Periodontia
clínica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2016.
Sociedade International de CTBMF: www.iaoms.org
Sociedade Americana de CTBMF: www.aaoms.org
Colégio Brasileiro de CTBMF: www.bucomaxilo.org.br
113
Periódicos CAPES: www.periodicos.capes.gov.br
Revista do Colégio Brasileiro de CTBMF:
www.dentalpress,com.br\revistas\jbcoms\v01n1
Atividade Coletiva:
Pré-requisito
PIEX/Módulo 06
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
9º
108h
36h
72h
EMENTA:
Contextualização da extensão no âmbito da organização de eventos. Organização e
realização de evento. Pode relacionar aos eventos realizados pelo curso como Ufal
de Portas Abertas, JOPE, Sinpete, dentre outros.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
REIS, R. Pétalas e espinhos: a extensão universitária no Brasil. São Paulo, SP:
CIA. dos LIVROS, 2010.
BOAVENTURA, E. Como ordenar as ideias. 9. ed. São Paulo: Ática, 2010.
NOGUEIRA, MDP. Políticas de extensão universitária brasileira. Minas Gerais:
UFMG, 2005.
SOUSA, ALL. A história da extensão universitária. 2. ed., rev. Campinas, SP:
Alínea, 2010.
SOUZA NETO, JC; ATIK, MLG (Org.). Extensão universitária: construção de
solidariedade. [São Paulo]: Expressão e Arte, c2005. 94 p. (Série Práticas de
Solidariedade).
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
114
FARIA, DS (Org.). Construção conceitual da extensão universitária na América
Latina. Brasília: UnB, 2001.
CALDERON, A.I.; SAMPAIO H.
Extensão universitária: ação comunitária em
universidades brasileiras. São Paulo: Olho d'Água, 2002.
10º PERÍODO
Atividade Coletiva:
Pré-requisito
ESTÁGIO EXTRA-MUROS
Todas as disciplinas anteriores
CH TOTAL
Período:
CH TEÓRICA CH PRÁTICA CH Extensão
10º
540h
0h
540h
EMENTA:
Vivência multidisciplinar e inter profissional em situações odontológicas reais nas
equipes da Estratégia Saúde da Família. Experiência em casos de urgência e
emergência hospitalares. Desenvolvimento das práticas profissionais necessárias
para completa formação e posterior inserção no mercado de trabalho no Sistema
Único de Saúde.
BIBLIOGRAFIA BÁSICA:
Brasil. Lei Nº11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de
estudantes; altera a redação do artigo 428 da Consolidação das Leis do Trabalho CLT, aprovada pelo Decreto-Lei nº5.452, de 1º de maio de 1943, e a Lei n.9394, de
20 de dezembro de 1996; revoga as Leis nº6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859,
de 23 de março de 1994, parágrafo único do art.82 da Lei Nº9394 de 20 de dezembro
de 1996, e o art.6º da medida provisória 2.164 – 41, de 20 de agosto de 2001; e dá
outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 26 de setembro de 2008.
FREIRE P. Pedagogia da Autonomia: saberes necessários à prática educativa.
25ed. São Paulo: Paz e Terra, 1996.
115
BIBLIOGRAFIA COMPLEMENTAR:
CECCIM, Ricardo Burg. Educação Permanente em Saúde: descentralização e
disseminação de capacidade pedagógica na saúde. Ciências Saúde Coletiva,
Rio
de
Janeiro,
v.10,
n.4,
p.975-986,
dez.
2005.
Disponível
em
de
em
http://scielo.br/scielo.php?script=sci_arttext&pid=S1413812320005000400020&Ing=en&nrm=iso.
Acessado
15
jul.
2014.
http://dx.doi.org/10.1590/S1413-8123005000400020.
Brasil, Ministério da Saúde. Portaria Interministerial Nº. 1.124, de 04 de agosto de
2015. Institui as diretrizes para a celebração dos contratos organizativos de ação
pública ensino-saúde (COAPES), para o fortalecimento da integração entre
ensino, serviços e comunidade no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).
Diário Oficial da união. nº 148. DOU 05/08/15; Seção 1. p. 193.
4.1.6.2 Atividades Autônomas ou Complementares
As atividades complementares deverão ser estimuladas como estratégias
didáticas para garantir a interação teoria-prática, devendo a Universidade, conforme as
Diretrizes Curriculares e Resolução Nº 113/95-CEPE/UFAL, criar mecanismos de
aproveitamento de conhecimentos, adquiridos pelo discente, através de estudos e
práticas independentes presenciais e/ou à distância em cursos homologados pelo MEC.
As atividades de formação complementar definidas como atividades acadêmicocientífico-culturais, visam desenvolver competências e habilidades diversas e
oportunizar experiências diferenciadas, onde cada um poderá definir objetivos e traçar
metas em sua própria formação acadêmica. As Atividades Complementares da UFAL
estão institucionalizadas através da Resolução 4.122 e previstas para se integralizarem
em 200 horas.
As atividades da Parte Flexível de cada curso de graduação da Universidade
Federal de Alagoas, são classificadas em quatro grupos assim discriminados:
Grupo 1 – Atividades de Ensino;
116
Grupo 2 – Atividades de Extensão;
Grupo 3 – Atividades de Pesquisa;
Grupo 4 – Atividades de Representação Estudantil.
Estas atividades contribuem na integralização do curso em 200 horas,
distribuída em:
ENSINO
Atividades
Carga Horária
FLEX011 DISCIPLINA INTEGRADA DA
Aproveitamento integral da carga horária,
GRADUAÇÃO EXTRACURRICULAR
desde que o/a discente tenha sido aprovado.
FLEX012 MONITORIA
Carga horária do certificado ou carga horária
da disciplina.
Limite: 100h
FLEX013 ESTÁGIO VOLUNTÁRIO
Carga horária do certificado ou declaração
CONVENIADO COM A UFAL
Limite: 50h
EXTENSÃO
Atividades
FLEX021
DISCIPLINA
Carga Horária
ISOLADA
EXTRACURRICULAR
Aproveitamento integral da carga horária,
desde que o/a discente tenha sido
aprovado.
FLEX022
JORNADAS,
SIMPÓSIOS, 4h por evento ou carga horária do certificado
CONGRESSOS, SEMINÁRIOS, ENCONTROS,
PALESTRAS,
CONFERÊNCIAS,
se inferior
DEBATES,
MESAS REDONDAS, MINICURSOS, CURSOS DE
CURTA DURAÇÃO E OUTROS
FLEX023 APRESENTAÇÃO DE TRABALHO
CIENTÍFICO
4h
117
FLEX024
CURSOS
(APERFEIÇOAMENTO,
DIVERSOS
40% da carga horária do certificado de
LÍNGUAS,
conclusão
INFORMÁTICA, EAD, OUTROS)
FLEX025 ORGANIZAÇÃO DE EVENTOS
20h
FLEX026 PROJETOS DE EXTENSÃO
50% da carga horária do certificado
FLEX027 LIGA ACADÊMICA
30% da carga horária do certificado
FLEX028 MESÁRIO OU OUTRAS ATIVIDADES
Carga horária da declaração
REALIZADAS JUNTO À JUSTIÇA ELEITORAL
FLEX029 OUTRAS ATIVIDADES DE EXTENSÃO
Avaliação colegiado
PESQUISA
Atividades
Carga Horária
FLEX031 INICIAÇÃO CIENTÍFICA PIBIC/PIBIT
Carga horária do certificado
Limite: 100h
FLEX032 PET
Carga horária do certificado
Limite: 100h
FLEX033 PUBLICAÇÃO DE ARTIGO CIENTÍFICO
50h
E CAPÍTULO DE LIVRO
FLEX034 OUTRAS ATIVIDADES DE PESQUISA
Avaliação colegiado
REPRESENTAÇÃO ESTUDANTIL
Atividades
FLEX041 PARTICIPAÇÃO EM ENTIDADES
ESTUDANTIS
Carga Horária
50h ou carga horária do certificado se
inferior
FLEX042 COLEGIADO DE CURSO
50h por mandato
FLEX043 CÂMARAS DEPARTAMENTAIS
50h por mandato
FLEX044 CONSELHOS DE CENTRO
50h por mandato
FLEX045 CONSELHOS SUPERIORES
50h por mandato
118
4.1.6.3 Trabalho de Conclusão de Curso (TCC)
O Trabalho de Conclusão de Curso - TCC está institucionalizado na Ufal por meio
da Resolução Cepe nº 25/2005, de 26 de outubro de 2005.
O TCC é componente curricular obrigatório, mas não se constitui como disciplina,
não tendo, portanto, carga horária fixa semanal. Deverá consistir de trabalho
dissertativo no formato de artigo, abordando temas pertinentes às áreas de
Odontologia e ser elaborado pelo aluno sob a orientação de um professor da UFAL,
podendo ser resultado proveniente das atividades de ensino, pesquisa ou extensão.
No curso de Odontologia o TCC pode ser realizado individualmente ou em dupla.
Para a elaboração do trabalho o aluno deverá seguir as normas para a escrita do TCC de
acordo com o normativo que é enviado a cada semestre para os docentes e discentes
do curso.
4.1.6.4 Flexibilização Curricular
A flexibilização curricular é garantida no curso através dos componentes
curriculares optativos e atividades complementares de acordo com a Resolução
CNE/CES 3/2021.
Os componentes curriculares optativos possibilitam ao estudante selecionar
disciplinas que atendam aos seus interesses e ampliem os conhecimentos, contribuindo
para o desenvolvimento de sua autonomia e responsabilidade, visando constituir
percurso formativo próprio.
Aliado a isso, as atividades complementares propiciam a ampliação e
enriquecimento da formação profissional do aluno que é sempre estimulado a participar
de outras atividades de modo a agregar e aprimorar os conhecimentos relacionados à
Odontologia, incluindo a participação do discente em congressos, simpósios,
monitorias, atividades de extensão, pesquisa e representação estudantil.
119
4.1.6.5 Estágio Supervisionado
O estágio supervisionado obrigatório é configurado como um componente
curricular obrigatório e segue as leis de estágio – Lei Federal 11.788 de 2008, DCNs
e Res. 71/2006 UFAL.
O estágio tem como objetivo completar a integralização da matriz
curricular. Este estágio é supervisionado por uma equipe de docentes
multidisciplinar e coordenado por um de seus integrantes.
Comissão Interna de Estágio da Faculdade de Odontologia da UFAL
COORDENADORA
Izabel Maia Novaes
Maria José Lorena de Menezes
MEMBROS
Patrícia Batista Lopes do Nascimento
Sílvia Girlane Nunes da Silva
Em conformidade com as Diretrizes Curriculares, o estágio supervisionado
do curso deve compreender 20% da carga horária total do Curso de graduação
em Odontologia. (Art. 28).
Como recomendado pelas Diretrizes Curriculares para a formação da(o)
Cirurgião-dentista, os estágios são realizados em períodos distribuídos ao longo
do curso e em ambiente real de trabalho, sendo realizados em Unidades Básicas
de Saúde (UBS) com e sem Estratégia de Saúde da Família (ESF), Unidade Docente
Assistencial (UDA), Hospital Universitário (HU) e Hospital Geral do Estado (HGE)
englobando o município de Maceió e cidades circunvizinhas.
Os convênios são renovados e/ou redefinidos anualmente, conforme a
disposição dos gestores municipais/estaduais em discutir e pactuar as condições
mínimas para a realização do estágio.
O estágio curricular é compreendido como o momento em que o aluno
experimenta o processo de ser cirurgião-dentista ainda na supervisão dos
docentes do curso e preceptores de serviços. É a etapa em que ele exercita a
120
atuação profissional, vivenciando diretamente os cenários de prática,
participando ativamente dos processos de trabalho, aplicando o conjunto de
conhecimentos adquiridos ao longo do curso e, mais que isso, exercitando a sua
capacidade crítica, reflexiva, numa postura que respeite os princípios éticos que
sustentem a prática profissional, numa atitude propositiva, multidisciplinar e inter
profissional.
A distribuição do estágio está distribuída no curso de Odontologia da UFAL
conforme a tabela abaixo:
PERÍODO
1º
3º
4º
7º
9º
ESTÁGIO
Saúde Coletiva 1 –
CARGA
LOCAL DE
HORÁRIA
ATUAÇÃO
54h
UDA
Estágio
Escolas
Supervisionado
UBS
Saúde Coletiva 2 –
54h
UDA
Estágio
Escolas
Supervisionado
UBS
Saúde Coletiva 3 –
72h
UDA
Estágio
Escolas
Supervisionado
UBS
Saúde Coletiva 4 –
72h
UDA
Estágio
Escolas
Supervisionado
UBS
Gestão em Saúde –
36h
Estágio
UDA
UBS
Supervisionado
10º
Estágio
540h
Extramuros
HGE
HU
UDA
UBS
CARGA HORÁRIA TOTAL: 828h (20,38%)
121
O estágio extramuros é coordenado pelo professor Antônio Amorim de
Araújo e compreende o maior percentual de carga horária de todo o estágio do
curso. Ocorre no último período do curso para que os discentes possam vivenciar
e atuar nos diversos cenários de prática de maneira mais preparada, considerando
que já cursaram todas as disciplinas que compõem o curso de Odontologia.
No estágio extramuros os discentes estão inseridos, sob supervisão, no
Hospital Geral do Estado, Hospital Universitário, Unidade Docente Assistencial e
nas Unidades Básicas de Saúde dos municípios de Marechal Deodoro, Messias e
Pilar.
A avaliação dos alunos é realizada pela equipe de docentes responsável
por cada estágio ao longo do curso, assim como, pelos preceptores que
acompanham os discentes nos campos de atuação, quando for o caso.
São considerados como critérios acadêmicos estabelecidos na legislação:
pontualidade,
assiduidade,
organização,
biossegurança,
proatividade,
planejamento e desenvolvimento das atividades. As avaliações são realizadas
através de relatórios, seminários e/ou provas teóricas + práticas, bem como
outras atividades que forem pertinentes.
4.1.6.6 Estágio Não Obrigatório
Os estágios supervisionados não obrigatórios deverão ser atividades que
oportunizem aos discentes adquirirem experiências de aprendizado e prática
profissional nas áreas que mantém estrita relação com os objetivos do curso.
Os estagiários deverão elaborar relatórios mensais que serão entregues na
coordenação de estágio, junto com as frequências. Ao final estas atividades serão
computadas para integralização da parte flexível, obedecendo a uma pontuação
regulamentada pelo Colegiado de Curso tendo um documento comprobatório,
122
emitido pelo preceptor ou responsável do estágio, bem como a apresentação e
aprovação de um relatório final de atividades.
Estes estágios poderão ser desenvolvidos dentro ou fora da Universidade,
em entidades públicas ou privadas conveniadas.
Estas atividades têm finalidades importantes, uma vez que colocam os(as)
alunos(as) em contato direto com a realidade que irão encontrar na vida
profissional, aprendendo a lidar com a sociedade e com o trabalho das equipes
multidisciplinares e multiprofissionais, conscientizando-se da realidade de outras
profissões e dos campos de práticas de saúde, criando expectativas de seu papel
na realidade social e no sistema de saúde.
5. POLÍTICAS INSTITUCIONAIS NO ÂMBITO DO CURSO
5.1 Inovação e Qualificação
A política de inovação e empreendedorismo busca o fortalecimento de uma
cultura empreendedora no ambiente interno da instituição. Nesse aspecto, pode ser
vista como uma estratégia para o desenvolvimento de pesquisas com caráter inovador,
com geração de patentes, com o intuito de aumentar a inserção da Ufal na solução de
problemas postos pela sociedade, contribuindo para o desenvolvimento regional.
No
que
diz
respeito
à
formação
empreendedora,
a
cultura
do
empreendedorismo deve ser fomentada por meio do apoio à promoção de eventos,
palestras e cursos de curta duração, visando tanto o público interno, estudantes e
servidores da Ufal, bem como o público externo. É possível também articular o tema a
disciplinas específicas, por exemplo, na pós-graduação e na graduação, quando cabível.
Está prevista a ampliação do processo de incubação de empresas na Ufal, com o
incentivo e apoio à criação de incubadoras nas unidades fora da sede, dando a todos os
seus servidores e estudantes a possibilidade de criar novos negócios no ambiente da
123
Universidade. É importante que as novas incubadoras atendam a demandas não
contempladas pelas incubadoras em atividade na Ufal, a exemplo da Incubal.
Considerando que a Ufal possui, além do Campus A. C. Simões, mais três campi e três
unidades educacionais, espera-se a criação de, pelo menos, mais três incubadoras nos
próximos cinco anos.
A proteção da propriedade intelectual (PI) da Ufal vem sendo priorizada nos
últimos anos. Ter uma prática de proteção do ativo intangível da Universidade deve ser
uma ação contínua, com procedimentos transparentes, que favoreçam seus inventores
e os motivem a produzir pesquisa inovadora e de qualidade. Para tanto, ações tais como
cursos, palestras e seminários, que mostrem a necessidade de proteção desse ativo
intangível, devem ser incentivadas e continuadas. A Coordenação de Inovação e
Empreendedorismo da Ufal, por meio da atuação de seu Núcleo de Inovação
Tecnológica (NIT), tem a responsabilidade da proteção intelectual da Ufal. Tal proteção
inclui procedimentos de depósito e acompanhamento de patentes, registros diversos
(marcas, softwares, cultivares, desenho industrial) e orientações quanto aos direitos de
autoria. Com o crescimento dos programas de pós-graduação, aumento de estudantes
envolvidos com bolsas Pibiti e de convênios de parcerias universidade-empresa, esperase ano a ano um aumento no número de proteções intelectuais depositadas. Será
preciso, portanto, consolidar os procedimentos administrativos e os modelos de
documentos requeridos para a tramitação dos diversos processos no NIT.
Sobre a relação com outras instituições e empresas, a Coordenação de Inovação
e Empreendedorismo da Ufal, por intermédio do NIT e da Incubal, atua na orientação e
no acompanhamento de processos envolvendo a prestação de serviços tecnológicos e a
transferência de tecnologia, de forma a preservar e garantir os direitos da Ufal e de seus
pesquisadores. O fortalecimento dessa relação pode trazer benefícios para os dois lados,
pois aacademia pode repassar seus conhecimentos ao setor produtivo e auferir
recursos, amparada na Lei de Inovação, e o setor produtivo pode ter acesso às pesquisas
desenvolvidas na instituição. O aumento desse relacionamento se dará pela ampliação
da divulgação das tecnologias disponíveis e dos laboratórios adquiridos via projetos de
124
pesquisa, com a construção do portfólio tecnológico da Ufal, com atualização periódica
no site institucional. Tais ações objetivam o aumento do número de convênios de
cooperação técnica e de contratos de parceriacom outras instituições públicas e
privadas.
Por fim, vale ressaltar que a política de inovação da Ufal está definida na
Instrução Normativa n° 1/2008-PROPEP/UFAL. Entretanto, sua atualização se torna uma
necessidade, em função da aprovação do novo marco legal de Ciência Tecnologia e
Inovação (CT&I), em 2018. A elaboração de um novo documento, na forma de resolução
do Consuni, é tarefa a ser desempenhada nos próximos anos, de modo a redefinir a
política de inovação e estendê-la para toda a Universidade.
No âmbito do curso de Odontologia, a inovação está mais presente no contexto
da pesquisa através dos projetos de PIBIC e PIBITI desenvolvidos em conjunto com os
discentes da graduação, que resultam no desenvolvimento de novos materiais, artigos,
livros, relatórios técnicos, patentes, aplicativos, software e registro de marca.
Pretende-se avançar na construção de conhecimento em distintas Linhas de
Pesquisa em relação à saúde bucal, bem como contribuir para melhorar o planejamento
das ações de promoção da saúde e prevenção de agravos em saúde bucal em diferentes
fases da vida. Ademais como maneira de disseminar os resultados provenientes das
pesquisas vinculadas ao Editais PIBIC/PIBIT, pretende-se elaborar materiais com
linguagem acessível para a comunidade acadêmica, gestores e profissionais de saúde,
especialmente àqueles inseridos nos serviços públicos de saúde. Além disso, planejamos
compartilhar as conclusões com o Ministério da Saúde, Conselho Nacional de
Secretários de Saúde (CONASS), Conselho Nacional de Secretários Municipais de Saúde
(CONASEMS), Organizações Não Governamentais (ONG) nacionais podem alavancar os
esforços de disseminação das evidências científicas e fornecer subsídios para a
construção da odontologia baseada em evidências.
125
5.2 Internacionalização
O curso de Odontologia entende a internacionalização como mais uma das
possibilidades de formação e troca de conhecimentos. Tal proposta implica na criação
de novas normas de aproveitamento de estudos e adequação curricular para permitir o
ir e vir dos sujeitos da aprendizagem.
Há uma preocupação com a formação inicial e/ou complementar nas línguas
estrangeiras, eliminando um dos grandes limitadores na comunicação científica. Desta
maneira, através da Faculdade de Letras (FALE), a IES oferta cursos contínuos de línguas
estrangeiras.
A Assessoria de Intercâmbio Internacional (ASI) é o órgão responsável pelas
relações estabelecidas entre a UFAL e instituições de âmbito internacional. Tais relações
abrangem desde acordos de cooperação, envolvendo pesquisas conjuntas, intercâmbios
de alunos e organização de eventos, visitas de pesquisadores internacionais à UFAL, à
representação da UFAL em instituições estrangeiras. Esta, em parceria com diversos
órgãos nacionais de fomento à cooperação internacional, vem disponibilizando
informações relevantes à comunidade acadêmica e pretende elevar ao mais alto nível a
cooperação entre a UFAL e instituições estrangeiras, trazendo benefícios não só para a
universidade, mas também, e principalmente, para o Estado de Alagoas.
A internacionalização ocorre há bastante tempo no curso de Odontologia através
de parcerias com empresas multinacionais como a Colgate Palmolive firmada através do
professor e pesquisador Dr. Milton Silva que proporcionou visibilidade mundial da nossa
Universidade.
Em dezembro de 2021, essa parceria foi retomada a convite da Colgate/LAOHA
(Associação Latino Americana para Promoção de Saúde Oral e Pesquisa Odontológica)
através do professor Dr. Natanael Barbosa dos Santos.
Além disso, existem muitas ações que fortalecem a internacionalização como o
doutoramento e pós-doutoramento de docentes no exterior, a participação de
estudantes no Programa Ciências sem Fronteiras, realização de eventos com
palestrantes internacionais na FOUFAL, palestras e cursos ministrados em diversos
126
países por docentes da unidade acadêmica, desenvolvimento de projetos de extensão e
pesquisa em parceria com docentes de instituições no exterior e participação docente e
discente em eventos científicos internacionais.
5.3 A Responsabilidade Social
A Universidade Federal de Alagoas não se considera proprietária de um saber
pronto e acabado que vai ser oferecido à sociedade, mas, ao contrário, ao participar
dessa sociedade, é sensível aos seus saberes, problemas e apelos, quer através dos
grupos sociais com os quais interage, quer através das questões que surgem de suas
próprias atividades de ensino, de pesquisa e de extensão. Dessa forma, a Ufal almeja
continuar sendo uma universidade pública, de qualidade e socialmente referenciada.
Ser uma universidade socialmente referenciada e com responsabilidade social
compreende especial atenção aos movimentos sociais, seja do campo ou da cidade,
priorizando ações que visem à superação das atuais condições de desigualdade e de
exclusão existentes em Alagoas, no Nordeste e no Brasil. A ação cidadã e sociopolítica
da Ufal não pode prescindir da efetiva socialização do conhecimento nela produzido.
Portanto, as populações, cujos problemas tornam-se objeto da pesquisa acadêmica, são,
também, consideradas sujeitos desse conhecimento, o que lhes assegura pleno direito
de acesso às informações e produtos, então resultantes das atividades desenvolvidas
institucionalmente.
Neste sentido, a prestação de serviços e ações é considerada produto de
interesse acadêmico, científico, filosófico, tecnológico e artístico do ensino, da pesquisa
e da extensão. Ou seja, a ação institucional é, antes de tudo, um trabalho de cunho
social, ou seja, uma ação deliberada que se constitui a partir da realidade e sobre a
realidade objetiva, produzindo conhecimentos que visem à transformação social e à
melhoria da qualidade de vida das populações. Nessa linha, destam-se os serviços
prestados à população por diferentes iniciativas como Hospital Universitário, escritóriomodelo, clínicas de odontologia, Casa de Cultura, dentre tantos outros que atendem
127
diretamente a população do entorno da Ufal e a sociedade como um todo, com base em
produtos e serviços oriundos de projetos e programas de ensino, extensão e pesquisa.
A atuação junto ao sistema de ensino público, seja nos cursos presenciais ou na
EAD, constitui-se em uma das diretrizes prioritárias para o fortalecimento da educação
básica, por meio de contribuições técnico-científicas e da colaboração na construção e
difusão de valores éticos, políticos e humanos.
No contexto do curso de Odontologia destacam-se os serviços prestados à
população como as clínicas de Odontologia, que atendem diretamente a população do
entorno da Ufal e a sociedade como um todo, atingindo, em média, o marco de 1.000
(um mil) atendimentos mensais. Além das ações oriundas de projetos e programas de
ensino, extensão e pesquisa em escolas, unidade docente assistencial e comunidade em
geral.
5.4 Acessibilidade
A Lei n° 10.098/2000 e o Decreto n° 5.296/2004 tornam obrigatória a
promoção da acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida devido a
características físicas, intelectuais, sensoriais e motoras. O referido decreto
estabelece atribuições e responsabilidades a todos os agentes e atores envolvidos
na produção e gestão dos espaços, no sentido de que tais espaços se tornem
universais, ou seja, que possam ser utilizados pelo maior número possível de
usuários, independentemente de suas características físicas, habilidades e faixa
etária, favorecendo a biodiversidade humana e proporcionando uma melhor
ergonomia para todos.
A UFAL possui o Núcleo de Acessibilidade (NAC) que tem a função de apoiar
o processo de inclusão da pessoa com deficiência na educação superior, de maneira
a tornar a instituição e seus serviços mais acessíveis às pessoas pertencentes ao
público alvo da Educação Especial. Essas ações são no sentido de atender à Política
de Acessibilidade adotada pelo MEC e à legislação pertinente.
128
O NAC atua provendo a eliminação das barreiras de aprendizagem das mais
diferentes naturezas – arquitetônicas, comunicacionais, digitais, de transporte,
pedagógicas e atitudinais. Suas ações também focam na disponibilização de
recursos materiais e pedagógicos que tornem acessíveis o ambiente, a
comunicação e a aprendizagem; como ainda oferece o Atendimento Educacional
Especializado para aqueles discentes do público alvo da Educação Especial que
demandem esse serviço, a formação para a inclusão de professores, técnicos e
alunos, a divulgação de informações que levem o reconhecimento dos direitos da
pessoa com deficiência e que sensibilizem a comunidade universitária para o
respeito à diversidade.
De forma geral, é preciso enfatizar que a UFAL tem investido na capacitação
técnica de seus servidores para o estabelecimento de competências para
diagnóstico, planejamento e execução de ações voltadas para essas necessidades.
Ao esforço para o atendimento universal à acessibilidade arquitetônica,
junta-se agora o cuidado de fazer cumprir as demais dimensões exigidas pela
Política de Acessibilidade, qual sejam a acessibilidade: pedagógica, metodológica,
de informação e de comunicação.
5.5 Inclusão e Política de Cotas
Desde 1999 a UFAL preocupa-se com a questão da inclusão, tendo
aprovado em 2003 a Resolução 33 – COSUNI, posteriormente modificada pelo
Decreto 7.824, de 11 de outubro de 2012 que dispõe sobre a política de ingresso
nas IFES. Ainda, a Resolução 54/2012 – CONSUNI institucionaliza a reserva de
vagas/cotas no processo seletivo de ingresso nos cursos de graduação da UFAL.
No ano de 2015 foram reservadas 40% (quarenta por cento) das vagas
de cada curso e turno ofertados pela UFAL para os/as estudantes egressos das
escolas públicas de Ensino Médio. Destas, 50% (cinquenta por cento) das vagas
foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com renda igual ou
inferior a 1,5 salário-mínimo (um salário mínimo e meio) bruto per capita e 50%
(cinquenta por cento) foram destinadas aos candidatos oriundos de famílias com
129
renda igual ou superior a 1,5 salário mínimo (um salário mínimo e meio) bruto
per capita.
Nos dois grupos que surgem depois de aplicada a divisão
socioeconômica, serão reservadas vagas por curso e turno, na proporção igual à
de Pretos, Pardos e Indígenas (PPI) do Estado de Alagoas, segundo o último
censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) de 2010, que
corresponde a 67,22% (sessenta e sete vírgulas vinte e dois por cento).
A meta da UFAL de destinar 50% de suas vagas a alunos egressos de
escolas públicas, foi atendida em 2016. Nesse momento, a instituição atende
plenamente à Lei nº12.711/2012, inclusive no que tange às cotas para pessoas
com deficiência. Diante do exposto, a universidade deve ser um espaço plural,
social e político, adicionalmente a adoção de medidas equitativas, como as
cotas, contribuem para o aumento de oportunidades entre pessoas em situação
de vulnerabilidade e quebra de ciclos de pobreza intergeracional ao acessar a
universidade.
5.6 Apoio Discente
Na Ufal, a política de assistência estudantil está integrada ao Programa
Nacional de Assistência Estudantil, do MEC, e orientada pelo Plano Nacional de
Assistência Estudantil, assumido pela Andifes.
As frentes de atendimento aos discentes configuradas na política de
assistência estudantil têm como finalidade ampliar as condições de permanência e
contribuir para a melhoria do desempenho acadêmico, constituindo-se como um
eixo estruturante da democratização da educação superior pública, em estreita
articulação com políticas de ações afirmativas. No contexto de reestruturação e
expansão das universidades públicas federais, destacou-se o reconhecimento da
assistência estudantil como estratégia de combate às desigualdades sociais e
regionais e promoção da inclusão social pela educação.
Um passo importante nessa direção foi a formulação pelo Fonaprace, em
2001, do Plano Nacional de Assistência Estudantil, aprovado em 2007 pela Andifes.
130
O plano tem como base o princípio constitucional da igualdade de condições para
o acesso e permanência na educação, ratificado no artigo 3o da LDB no 9.394/1996.
O plano preconizou a inclusão de verbas destinadas à assistência estudantil na
matriz orçamentária do MEC, para cada IFES; nas décadas anteriores, o apoio ao
estudante era iniciativa de cada universidade e a assistência estudantil era
caracterizada por poucos recursos, estruturas sucateadas de restaurantes e
residências universitárias e programa de bolsas ineficientes.
Em um cenário de amplas mobilizações estudantis, a Portaria Normativa no
39/2007 do MEC instituiu o Programa Nacional de Assistência Estudantil (PNAES),
regulamentado anos depois pelo Decreto no 7.234/2010, que dispõe sobre
finalidade, objetivos, ações e atendimento no âmbito do programa, priorizando
estudantes oriundos da rede pública de educação básica ou com renda familiar per
capita de até um salário mínimo e meio.
O PNAES constitui-se como fonte de financiamento e orientação de ações
de assistência estudantil vinculadas ao desenvolvimento de atividades de ensino,
pesquisa e extensão e destinadas aos/às estudantes matriculados/as em cursos de
graduação presencial das IFES. Segundo as definições do plano, são compreendidas
como ações de assistência estudantil as iniciativas desenvolvidas nas seguintes
áreas: moradia estudantil, alimentação, transporte, atenção à saúde, inclusão
digital, cultura, esporte, creche, apoio pedagógico, acesso, participação e
aprendizagem
de
estudantes
com
deficiência,
transtornos
globais
do
desenvolvimento e altas habilidades e superdotação. Assim, a Política de
Assistência Estudantil é concebida de forma ampliada como mediação para
garantia do direito à educação superior que abrange ações norteadas por princípios
e diretrizes voltados para promover a inclusão social, formação ampliada, produção
do conhecimento, melhoria do desempenho acadêmico e da qualidade de vida.
Nessa perspectiva, a meta 12 do PNE 2014-2024, voltada para a elevação da
taxa de matrícula na educação superior da população entre 18 e 24 anos, preconiza
a garantia de qualidade da oferta e da expansão e estabelece, dentre as estratégias,
a ampliação das políticas de inclusão e de assistência estudantil.
131
À Pró-Reitoria Estudantil (Proest) compete regimentalmente superintender,
planejar e coordenar as políticas e atividades estudantis, promovendo ampla
integração do corpo discente, da comunidade e Universidade, assim como planejar,
coordenar e supervisionar as atividades relacionadas com a assistência ao corpo
discente, desenvolvidas na forma de acesso ao Restaurante Universitário, à
Residência Universitária, à assistência à saúde, ao programa de bolsas, entre
outras.
A estrutura organizacional da Proest, a partir de 2008, compõe-se da
Coordenação de Política Estudantil (CPE) e Coordenação de Ações Acadêmicas
(CAA) e cinco gerências, a saber: Gerência do Restaurante Universitário, Gerência
da Residência Universitária, Gerência Administrativa (GAD), Gerência de
Assistência Estudantil (GAE) e a Gerência de Esporte. Os seis Núcleos de Assistência
Estudantil (NAEs) são instâncias descentralizadas da política de assistência
estudantil nas sedes dos campi de Arapiraca e do Sertão e correspondentes
unidades educacionais. A partir de 2016, como indicado, o Núcleo de Acessibilidade
(NAC) vinculou-se à estrutura da Proest.
Tendo os pressupostos da PNAES como fundamento, a Ufal prioriza duas
frentes que orientam as ações de assistência estudantil: a) estímulo à permanência,
que inclui o Restaurante Universitário, a Residência Universitária, o Programa de
Bolsa Permanência (PBP/MEC), a Bolsa Pró-Graduando (BPG) e auxílios e ações
voltadas à atenção à saúde do/a estudante; b) apoio e acompanhamento
pedagógico, que se dá a partir da estruturação do Programa de Apoio e
Acompanhamento Pedagógico (Paape), da atuação do Núcleo de Acessibilidade
(NAC), do Programa de Inclusão Digital, do apoio para participação em eventos e
de ações de fomento ao esporte. Nos três campi, conforme disposto no PNAES e
no Regimento da Ufal, de acordo com as disponibilidades orçamentárias e
financeiras.
132
5.6.1 - Organização estudantil
Neste âmbito da política de assistência estudantil, têm sido envidados os
esforços para a reorganização do Fórum Estudantil, instituído em 2002, como
espaço coletivo de gestão democrática da política de assistência estudantil, de
debates de temas de interesse da juventude e de proposição de oportunidades de
convivência universitária. Dessa forma, será possível estender para toda a política
de assistência estudantil a experiência pontual da gestão conjunta da RUA pela Ufal
e pela representação de discentes residentes.
As calouradas unificadas, organizadas pela Proest, Prograd e Proex, têm
como destaque o planejamento conjunto de atividades de acolhimento com
representações estudantis. Realizadas nos três campi, as calouradas abrangem
conferências inaugurais e recepção dos/as novos/as ingressantes na Ufal pelas
coordenações dos cursos e pelas entidades estudantis.
Em apoio à organização estudantil, a Ufal disponibiliza os serviços do
Restaurante Universitário para atendimento a eventos e congressos de cunho
acadêmico e que envolvam discentes, incluindo as atividades formativas do
Diretório Central dos Estudantes (DCE) e Centros Acadêmicos (CAs), e apoia
entidades estudantis com instalações e transporte.
5.7 Integração entre ensino, pesquisa e extensão
A articulação entre ensino, pesquisa e extensão pressupõe um projeto de
formação cujas atividades curriculares transcendem a tradição das disciplinas. A defesa
da prática como parte inerente, integrante e constituinte do questionamento
sistemático, crítico e criativo, e da pesquisa como atitude cotidiana, como princípio
científico e educativo, deve estar presente na própria concepção de prática educativa e
pedagógica. A capacidade de contemplar o processo de produção e socialização do
conhecimento, por meio da dimensão investigativa (pesquisa) e da abertura
institucional ao meio externo (extensão), oportuniza uma nova referência para a
dinâmica da relação docente-estudante, a qual, por sua vez, possibilita o desenho de um
novo contexto para o processo dialógico e dialético de ensinar e aprender.
133
O funcionamento do curso se estrutura baseado em alguns princípios filosóficos
e técnico metodológicos gerais que norteiam as práticas acadêmicas da Universidade
Federal de Alagoas – UFAL previstos pelo Projeto Pedagógico Institucional – PPI, tais
como: articulação entre teoria e prática; interdisciplinaridade; flexibilidade curricular e
articulação entre ensino, pesquisa e extensão.
O planejamento das atividades de ensino, pesquisa e extensão, dirigido à
formação do Bacharel em Odontologia, está voltado para o desenvolvimento e
aprendizagem de uma proposta integradora, partindo da observação, da vivência e
interação da realidade da atividade profissional, estimulando a produção de novos
conhecimentos, abarcando gradativamente outras dimensões.
Essas ações são realizadas com a participação dos docentes e discentes como
fomentadores das ações. Nesse sentido, os docentes da FOUFAL, com formações e
especializações em diversas áreas, desenvolvem não só suas atividades de ensino, mas
também seus projetos de pesquisa e de extensão, visando à produção de conhecimento
como base do desenvolvimento científico e tecnológico, buscando a solução para os
problemas atuais da sociedade nos diferentes campos da Odontologia.
5.7.1 Política de Extensão
O Plano Nacional de Educação, com vigência de 10 (dez) anos, a contar da
publicação da Lei n° 13.005, de 25 de junho de 2014, com vistas ao cumprimento
do disposto no artigo 214 da Constituição Federal, aponta o seguinte na Meta 12:
elevar a taxa bruta de matrícula na educação superior para 50% (cinquenta por
cento) e a taxa líquida para 33% (trinta e três por cento) da população de 18
(dezoito) a 24 (vinte e quatro) anos, assegurada a qualidade da oferta e expansão
para, pelo menos, 40% (quarenta por cento) das novas matrículas no segmento
público. Uma das estratégias para alcançar este objetivo é a de número 12.7, na
qual consta: assegurar no mínimo 10% (dez por cento) do total de créditos
curriculares exigidos para a graduação em programas e projetos de extensão
universitária, orientando sua ação prioritariamente, para áreas de grande
pertinência social.
134
A inclusão da extensão como componente curricular obrigatório é uma
política conquistada pelo Forproex das Instituições Públicas de Ensino (Ipes), que
ressalta sua importância para a renovação da prática e métodos acadêmicos. Sem
as ações extensionistas, corre-se o risco de repetição dos padrões conservadores e
elitistas tradicionais, que reiteram a endogenia, abrem espaço para a mera
mercantilização das atividades acadêmicas e, assim, impedem o cumprimento da
missão da universidade pública, como salienta a Política Nacional de Extensão.
É necessário recuperar o conceito de extensão universitária que, sob o
princípio constitucional da indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão, é
um processo interdisciplinar, educativo, cultural, científico e político que promove
a interação transformadora entre universidade e outros setores da sociedade. Este
conceito foi reiterado na Resolução n° 7/2018-CNE/CES 55, que estabelece as
Diretrizes para a Extensão na Educação Superior Brasileira e regimenta o disposto
na Meta 12.7 da Lei no 13.005/2014 e dá outras providências.
Neste contexto formativo, o Programa Integralizado de Extensão (PIEX)
incluem atividades configuradas como componentes curriculares que podem ser
creditadas no histórico do/a discente de graduação na forma de projetos, cursos,
eventos e produtos relacionados ao Programa de Extensão da Ufal, com ementa e
objetivos formativos definidos nos PPCs.
Desta forma, na Ufal, cada curso deve propor, no mínimo, um programa de
extensão, e, ligados a este, dois projetos, com duração de no mínimo dois
semestres, para que se garanta, por um lado, a continuidade das ações junto à
comunidade, e por outro, o tempo pedagógico necessário para a troca de saberes
e o compartilhamento de aprendizagens que a extensão proporciona na formação
profissional.
Neste sentido, o Programa de Extensão a ser incluído no PPC do curso
deverá observar os seguintes requisitos:
I - Ser composto por, no mínimo, 3 (três) tipos distintos de PIEX, sendo no
mínimo 2 (dois) projetos, os quais devem ter duração mínima de dois semestres e
contemplar áreas diversificadas relacionadas à proposta do curso;
135
II - Observar o previsto no PNE e na Política Nacional de Extensão
Universitária do Fórum dos Pró-Reitores de Extensão das Instituições Públicas de
Ensino Superior (Forproex) quanto à proposição das atividades em torno das áreas
de grande pertinência social, bem como os princípios gerais da extensão na Ufal,
conforme definido pela Resolução n° 65/2014- CONSUNI/UFAL;
III - Apresentar ementa, objetivos, metodologia, carga horária, público-alvo
com quem se pretende trabalhar e formas de acompanhamento e avaliação do
programa, articulados ao respectivo PPC, relacionando-os ao objetivo do curso e
ao perfil do egresso;
IV - Demonstrar seu caráter interdisciplinar e o potencial interprofissional;
V - Ser desenvolvido junto a uma comunidade, movimento social ou
instituição pública (preferencialmente do entorno da Ufal), cuja escolha deve ter
clara justificativa e demonstrada viabilidade de desenvolvimento.
Além do exposto, é preciso considerar que a participação dos estudantes
pode se dar em diferentes tipos de ações:
1) Em projetos de extensão, coordenados por docentes ou técnicosadministrativos com formação em nível superior da Ufal, como participante ativo
no desenvolvimento de todas as fases e ações, podendo ser bolsista ou não-bolsista.
2) Em cursos de extensão, ofertados para a comunidade, na elaboração e
oferta do curso enquanto ministrante, para além da condição de participante.
3) Em eventos, na organização e realização, para além da condição de
participante.
4) Na elaboração de produtos que tenham como objetivo o atendimento de
uma necessidade da comunidade, instituição pública ou movimento social,
planejando, elaborando e executando, junto a estes, o produto.
O que fundamenta, portanto, a participação dos estudantes nestas
atividades, é sua condição de sujeito ativo que investiga, estuda, dialoga, planeja,
propõe, avalia e, neste processo, apreende o conhecimento da sua área específica
em um nível de complexidade e concreticidade condizente com as exigências e
necessidades profissionais em uma sociedade com altos índices de desigualdade e,
136
portanto, de marginalidade (no sentido de estar à margem) frente aos bens
socialmente construídos que desenvolvem a humanidade nos indivíduos. Formar
um profissional na Ufal deve significar não apenas o domínio consistente técnicocientífico- tecnológico de uma área; faz-se necessário também desenvolver uma
visão comprometida com os dramas sociais do nosso tempo – um compromisso
político com o atendimento de demandas candentes da sociedade – e com
disseminação de valores humanísticos.
A integração da formação discente às distintas formas de extensão
permitirá uma formação interprofissional que coaduna com a pedagogia
problematizadora de Paulo Freire, ademais fortalecerá o desenvolvimento das
competências dos egressos do curso de Odontologia, propostas pelas Diretrizes
Curriculares Nacionais como: atenção à saúde; tomada de decisões; comunicação;
liderança; gestão em saúde e educação permanente. Diante do exposto, os
discentes irão atuar em distintos campos do saber em Odontologia.
A implantação do novo PPC contribuirá para compreender mais
profundamente estes núcleos disciplinares, aplicando as atividades que envolvem
a integração entre ensino, pesquisa, extensão aos serviços de saúde vigentes. O
PIEX será desenvolvido na universidade e ambientes extra-muro, a partir de
metodologias ativas em concordância do Arco de Charles Marquerez, apresentado
por Bordanave (1983) em cinco etapas: observação da realidade, identificação dos
pontos-chave, teorização, identificação das hipóteses de solução, aplicação à
realidade.
Postos estes elementos, fica explícita a função social da extensão no
percurso de formação profissional dos discentes da Ufal, que deve desenvolver
suas atividades prioritariamente junto aos movimentos sociais e à educação básica,
por meio de programas e projetos que dialoguem com as necessidades postas e
com o domínio do conhecimento dos sujeitos históricos envolvidos nas mesmas.
Desta forma, a ideia de curricularizar e de creditar a extensão se assenta na
necessidade de trazer para a formação profissional o domínio de um conhecimento
137
que só é possível acessar por intermédio de ações que se desenvolvem em
determinadas relações sociais e condições concretas de vida da população.
5.7.1.1 Programa de Extensão da Unidade
No âmbito do curso de Odontologia diversas ações de extensão, como projetos,
minicursos, cursos, eventos e prestação de serviços têm sido desenvolvidas com o
objetivo de contribuir para a formação dos estudantes, de forma contextualizada
socialmente, envolvendo a comunidade no sentido da melhoria da qualidade de vida
dos variados grupos populacionais.
A participação do estudante em projetos inseridos nos programas de
extensão da Unidade Acadêmica, desenvolve-se pela vivência de forma coletiva,
multidisciplinar e interprofissional ao longo do curso a partir do 1º período.
As atividades de extensão da FOUFAL estão inseridas nos programas “Somando
Sorrisos” e “Incluindo Sorrisos” que trazem como ementas:
•
PROGRAMA SOMANDO SORRISOS
EMENTA: Execução de atividades de extensão desenvolvidas através de metodologias
ativas no contexto da atenção integral ao adolescente e ao idoso, assim como, da saúde
da família. Aplicação de ações de extensão cuja práxis extensionistas esteja relacionada
às áreas de conhecimento da graduação e que promovam interdisciplinaridade,
interprofissionalidade e interinstitucionalidades. Execução de ações de extensão dentre
as quais, obrigatoriamente, haja, pelo menos dois projetos de extensão com duração
mínima de 2 semestralidades. Execução de ações múltiplas que envolvam comunidades
e que favoreçam trocas de saberes diversos e tenham interface com a área temática da
saúde.
•
PROGRAMA INCLUINDO SORRISOS
EMENTA: Execução de atividades de extensão desenvolvidas através de metodologias
ativas no contexto da atenção integral à criança, ao adolescente, ao adulto e à pessoa
138
com deficiência (PCD). Aplicação de ações de extensão cuja práxis extensionistas esteja
relacionada
às
áreas
de
conhecimento
da
graduação
e
que
promovam
interdisciplinaridade, interprofissionalidade e interinstitucionalidades. Execução de
ações de extensão dentre as quais, obrigatoriamente, haja, pelo menos dois projetos de
extensão com duração mínima de 2 semestralidades. Execução de ações múltiplas que
envolvam comunidades e que favoreçam trocas de saberes diversos e tenham interface
com a área temática da saúde.
Os programas abrangem atividades de comunicação, científica, educação em
saúde e atendimento clínico. Por meio de projetos articulados com o ensino e a
pesquisa, dão suporte à população que possui mais dificuldade no acesso ao serviço
público de saúde. A composição dos programas se faz por meio das ações de extensão
que contemplam a fundamentação do curso como um todo.
As unidades acadêmicas envolvidas na realização das atividades vinculadas aos
programas incluem a Faculdade de Odontologia (FOUFAL), Faculdade de Medicina
(FAMED), Faculdade de Nutrição (FANUT) e Instituto de Psicologia (IP), podendo ocorrer
variações de acordo com cada projeto proposto, assim como, surgirem outras
participações ao longo do processo.
As atividades são desenvolvidas no contexto do Hospital Universitário (HUPAA),
Unidade Docente Assistencial (UDA), escolas, unidades básicas de saúde, instituições de
caridade, organizações não-governamentais (ONGs) e comunidade de forma geral.
O programa “Somando Sorrrisos” é composto por uma área temática (Saúde) e
três linhas de extensão (Atenção Integral à criança e ao adolescente; Atenção Integral
ao adulto; e Atenção Integral a Pessoa com Deficiência). Por sua vez, o programa
“Incluindo Sorrisos” é composto por uma área temática (Saúde) e três linhas de
extensão (Atenção Integral à criança; Atenção ao grupo de pessoas com necessidades
especiais; e Saúde da família). Ambos têm como objetivo resgatar sorrisos que, por
vezes, encontram obstáculos para o acesso aos serviços públicos de saúde bucal.
Por meio de demandas sociais, os programas visam a construção de uma
sociedade com um sistema de saúde mais equânime e socialmente justo. As atividades
dos projetos vinculantes contemplam os anseios das diretrizes curriculares nacionais e
139
tem no Sistema Único de Saúde seu campo de atuação mais promissor por meio de sua
complementação estrutural e humana. As práticas extramuros têm por base o mais alto
nível de evidência científica, adequando-se à indissociabilidade entre o ensino, a
extensão e a pesquisa.
É importante destacar que as ações de extensão no âmbito da FOUFAL são
dinâmicas e ofertadas de acordo com os projetos vigentes durante o ano letivo, bem
como de acordo com a disponibilidade dos proponentes das ações. Essas ações estão
estrategicamente distribuídas ao longo do curso por ordem de complexidade, somados
as suas atividades didático-pedagógicas. As múltiplas facetas dos projetos que formam
os programas mostram o comprometimento social do curso de Odontologia da
Universidade Federal de Alagoas.
Tais projetos buscam, fundamentalmente, a difusão e troca de conhecimento
entre os mais diversos atores sociais, respondendo a uma demanda epidemiológica com
caráter preventivo e social, ou mesmo, atuando no reestabelecimento da condição de
saúde no contexto multidisciplinar e interprofissional.
A participação discente nos projetos de extensão ocorre através da
curricularização da extensão, ou de forma voluntária ou através de edital específico para
bolsistas. A seleção para participação nos diversos projetos ocorre de acordo com os
critérios estabelecidos pelos docentes responsáveis por cada projeto considerando o
nível de complexidade e atividades que serão desempenhadas durante a execução dos
respectivos projetos.
•
Ações de extensão da FOUFAL: 2019-2023
Ações de
extensão
Campanha de
diagnóstico e
prevenção do
câncer bucal no
município de
Marechal
Deodoro
Capacitação de
profissionais e
discentes em
relação ao
Categoria
Período
(ano)
Nº de
Nº de
docentes discentes
Nº de
membros
externos
Público
atendido
Evento
2023
1
9
1
537
Evento
2023
1
1
1
43
140
diagnóstico e
prevenção do
câncer bucal.
III Curso
introdutório de
prótese dentária
e reabilitação oral
Coelhinho da
páscoa que
trazes Para Mim?
Escova, fio dental
e sorrisos sem
fim
Oficina de
laserterapia
aplicada à
Odontologia
Curso de prótese
dentária e
reabilitação oral
Serviço de
Diagnóstico e
Prevenção do
Câncer de Boca
da Faculdade de
Odontologia da
UFAL
Vivenciando a
Prática da
Estomatologia na
UDA - 4ª Turma
Periodontia
clínica e cirúrgica
Evento
2023
4
4
0
55
Evento
2023
7
41
1
90
Curso
2023
1
0
0
30
Curso
2023
5
4
0
18
1
6
1
500
1
27
1
400
4
8
1
30
10
40
13
150
4
15
0
150
6
30
0
20
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto Afeto:
primeiros mil dias
do bebê
Projeto
Sorriso aberto
Projeto
Assistência
integral à saúde
bucal de crianças
com nível de
ansiedade
moderada ao
tratamento
odontológico
através de
sedação mínima
Vivenciando a
Prática da
Estomatologia na
UDA - 3ª Turma
Vivenciando a
Prática da
Estomatologia na
UDA
Projeto Afeto: os
primeiros mil dias
do bebê
Projeto
20232024
20232024
20232024
20232024
2023
20232024
Projeto
2023
1
28
1
518
Projeto
2023
1
28
1
590
Projeto
2023
11
49
10
180
141
Tratamento
endodôntico em
pacientes infantojuvenis
Natal Sorridente Saúde bucal para
crianças em
época de Natal
I Simpósio de
Saúde Coletiva
Da Foufal
Dentística
minimamente
invasiva
Vivenciando a
Prática da
Estomatologia na
Unidade Docente
Assistencial
(UDA)
Projeto de
extensão em
Dentística
Restauradora
Crescer coletivo:
saúde na escola
Projeto de
extensão de
diagnóstico e
reabilitação oral
II curso
introdutório de
prótese dentária
e reabilitação oral
Ciclo de
webnários de
deontologia e
odontologia legal
- FOUFAL
Curso de prótese
dentária e
reabilitação oral
Desenvolvimento
de Software
Odontológico
visando o
armazenamento
e análise de
dados para
fomentar práticas
de ensino,
pesquisa e
extensão
Desenvolvimento
de aplicativo
visando à
ampliação extra
murros do
processo ensinoaprendizagem
quanto ao
atendimento
Projeto
20232024
8
4
0
20
Evento
2022
7
32
1
77
Evento
2022
8
19
1
124
2
9
0
57
Projeto
20222023
Projeto
2022
2
3
1
675
Projeto
2022
4
17
0
118
Projeto
2022
10
12
0
953
Projeto
2022
3
4
2
270
Evento
2021
3
5
1
45
Evento
2021
2
2
6
75
Curso
2021
4
4
6
21
Produto
2020
4
0
0
-
Produto
2020
4
0
0
-
142
Odontológico
para crianças
Mitos e Verdade
Sobre Saúde
Bucal para as
crianças com
Síndrome de
Down - Down um
Sorriso na
reunião do
Instituto Amor 21
Projeto de
extensão
endodontia de
molares - FOUFAL
Projeto de
extensão fendas
orais - PROFEN
Assistência
integral à saúde
bucal de crianças
com nível de
ansiedade
moderada ao
tratamento
odontológico
através de
sedação mínima
Projeto de
extensão em
Dentística
Restauradora
Projeto de
Extensão de
Prótese Dentária
e Reabilitação
Oral
Evento
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
Projeto
2019
20192020
20192020
20192020
2019
20192020
6
8
3
30
2
6
0
20
8
11
1
150
7
0
2
20
5
16
2
18
3
7
0
60
Curricularização da Extensão Odontologia
No Curso de Odontologia, as atividades de extensão estão contempladas,
de forma obrigatória, através do Programa Integralizado de Extensão (PIEX) que se
enquadram nos programas e projetos da unidade acadêmica da Faculdade de
Odontologia (FOUFAL).
Os PIEX correspondem a 10,24% da carga horária total do curso conforme
tabela abaixo. As ementas de cada PIEX estão descritas juntamente com as demais
ementas do curso no item 4.1.6.1 (Ementas dos Componentes Curriculares do
Curso).
PERÍODO
PIEX
CARGA
HORÁRIA
OBJETIVO PRINCIPAL
143
Contextualização da
1º
PIEX/Módulo
01
extensão
90h
universitária.
Desenvolvimento de
ações extensionistas.
Elaboração e
2º
PIEX/Módulo
02
desenvolvimento de
90h
um projeto de
extensão no contexto
interdisciplinar.
Elaboração e
desenvolvimento de
6º
PIEX/Módulo
03
90h
um projeto de
extensão no contexto
da atenção integral à
criança.
Elaboração e
desenvolvimento de
7º
PIEX/Módulo
04
90h
um projeto de
extensão no contexto
da atenção integral ao
adolescente.
Contextualização da
extensão no âmbito
8º
PIEX/Módulo
05
da organização de
90h
eventos. Elaboração
de projeto e
planejamento do
evento.
9º
PIEX/Módulo
06
108h
Organização e
realização de evento.
CARGA HORÁRIA TOTAL: 558h (10,24%)
144
A implementação da extensão na curricularização como dimensão acadêmica
necessária à formação e à produção de conhecimento tem por base alguns documentos:
ü A Constituição Brasileira de 1988, em seu artigo 207, garante o princípio da
indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão.
ü A Resolução N° 113/95-CEPE, de 13 de novembro de 1995, estabelece normas
para o funcionamento da parte flexível dos cursos de graduação.
ü A LDB de 1996 de acordo com o princípio constitucional da indissociabilidade
define a Extensão como parte obrigatória da formação do aluno e deve constar
do projeto pedagógico como componente curricular.
ü O Plano Nacional de Extensão Universitária de 2001, reconhece a extensão como
atividade acadêmica, de forma institucionalizada e articulada com a sociedade.
ü A
Política
Nacional
de
Extensão
de
2012:
interdisciplinaridade,
interprofissionalidade, a indissociabilidade ensino – pesquisa – extensão e o
impacto na formação do estudante e transformação social.
ü O Plano Nacional de Educação – PNE - 2014/2024, em sua meta 12, estratégia 7,
assegura que no mínimo 10% do total de créditos curriculares exigidos para a
graduação sejam direcionados para programas e projetos de extensão
universitária, assim o Plano de Desenvolvimento Institucional da UFAL (PDI 20132017) previu a inclusão da extensão como componente curricular obrigatório.
ü A Resolução N°. 065/2014-CONSUNI/UFAL, no art. 3°, trata que “a Extensão
Universitária, inspirada no princípio constitucional da indissociabilidade entre
ensino, pesquisa e extensão, é um processo interdisciplinar, educativo, cultural,
científico e político que promove a interação transformadora entre a
Universidade e outros setores da sociedade.”
ü A Resolução N°. 04/2018-CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018,
regulamenta as ações de extensão como componente curricular obrigatório nos
projetos pedagógicos dos cursos de graduação da UFAL.
145
ü A Instrução normativa PROEX nº 01/2021/PROEX/UFAL que dispõe sobre os
procedimentos para implantação da extensão como componente curricular
obrigatório nos projetos pedagógicos dos cursos de graduação da Ufal.
Dessa forma, as atividades curriculares de extensão estão inseridas na Matriz
Curricular, distribuídas ao longo do processo de formação e são realizadas de modo
indissociável com as atividades de ensino e pesquisa com caráter multidisciplinar.
5.7.1.2 Sistemática do funcionamento da extensão
Para fins de cumprimento da curricularização da extensão, o discente deverá se
matricular nos PIEX, de acordo com o período que as mesmas são ofertadas na matriz
curricular, para que ao final do curso integralizem o percentual de 10,24% de carga
horária obrigatória para a extensão.
Paralelamente ao PIEX, o discente poderá participar de outras atividades de
extensão vinculadas ao curso de origem ou demais cursos da universidade que poderão
ser contempladas como carga horária para atividades complementares / autônomas.
O discente também poderá realizar ações de extensões de natureza diversa
como: minicursos, cursos, aperfeiçoamento, eventos e produtos.
5.7.1.3 Auto-avaliação Institucional das atividades de Extensão
A auto-avaliação Institucional das atividades de extensão ocorrerá anualmente e
incluirá:
I - A identificação da pertinência da utilização das atividades de extensão na
creditação curricular;
II - A contribuição das atividades de extensão para o cumprimento dos objetivos
do Plano de Desenvolvimento Institucional e dos Projetos Pedagógicos dos Cursos;
III - A demonstração dos resultados alcançados em relação ao público
participante.
As políticas e práticas de extensão serão avaliadas pelos membros do colegiado
do curso, NDE e pela comissão de curricularização de extensão, composta pelo
coordenador de extensão, vice coordenador de extensão e dois membros adjuntos.
Toda decisão seguirá as diretrizes do Regimento Interno e contará com a aprovação do
Conselho da Unidade Acadêmica.
146
5.7.2 Política de Pesquisa
A Ufal tem dado contribuições científicas, culturais e tecnológicas relevantes. A
sua produção é expressiva em periódicos nacionais e internacionais, sendo uma parcela
substancial desta produção realizada em conjunto com pesquisadores de instituições
estrangeiras. Os esforços atuais visam ao desenvolvimento de programas e políticas que
insiram a instituição nas redes globais de ensino superior. Especificamente, a questão
de mobilidade acadêmica ganha relevo, seja com a ida de docentes e estudantes para o
exterior, seja com a recepção a pesquisadores estrangeiros. A ampliação da mobilidade
acadêmica permitirá um melhor posicionamento da Ufal no cenário acadêmico mundial,
ao mesmo tempo em que aumentará as possibilidades de desenvolvimento local. O
processo de consolidação dos programas de colaboração e a garantia de um fluxo
regular de estudantes e pesquisadores são medidas que permitirão não apenas a
realização de projetos na fronteira do conhecimento científico, cultural e tecnológico,
mas também o acesso a laboratórios modernos e a transferência de conhecimento para
a implantação de novos laboratórios vinculados aos programas de pós-graduação da
Ufal. É intenção deste PPI que a inserção internacional da Ufal seja ampliada,
promovendo o reconhecimento da excelência das atividades de pesquisa, inovação e
empreendedorismo desenvolvidas na instituição. Especificamente, no âmbito da
pesquisa, buscar-se-á:
•
Estreitar vínculos com lideranças científicas internacionais por meio do apoio aos
projetos de pesquisa, missões de trabalho de docentes e discentes no exterior,
bolsas para docente visitante estrangeiro e bolsa de pós-doutorado para
estudante estrangeiro no país. Com isso, pretende-se fortalecer laços com
pesquisadores que ocupam posições de liderança científica, cultural e
tecnológica, permitindo parceiras de médio e longo prazo;
•
Aumentar o número de artigos publicados por docentes e discentes em
periódicos avaliados no Qualis Estrato Superior (A1, A2, , A3, A4 e B1), de modo
a aumentar a publicação docente em 30% e a discente em 60% em periódicos
avaliados no Qualis Estrato Superior pela CAPES;
147
•
Complementar a formação de discentes por meio de realização de missões de
estudo em instituições estrangeiras, por intermédio de estágios de doutorado
sanduíche no exterior;
•
Fortalecer os vínculos com lideranças científicas internacionais, por meio de
missões de trabalho na Ufal de renomados pesquisadores que atuam nas
instituições estrangeiras parceiras. Durante as missões de trabalho na Ufal será
ampliada a interação com docentes e discentes dos programas de pós-graduação
envolvidos;
•
Promover um ambiente acadêmico local com maior nível de internacionalização
por meio da atração de jovens talentos de outros países para a realização de
doutoramento e pós-doutoramento nos programas de pós-graduação da
Universidade. A presença de doutorandos e pós-doutorandos originários de
outros países estimulará a realização de atividades em língua estrangeira, como
disciplinas e seminários, contribuindo para uma maior capacitação de discentes,
docentes e técnicos;
•
Aumentar o número de projetos com financiamento internacional;
•
Definir uma política de utilização e manutenção de equipamentos multiusuários
de pesquisa adquiridos via projetos institucionais, tarefa que é imprescindível.
Para tal, deve- se ampliar a divulgação da lista dos equipamentos adquiridos em
projetos institucionais e o estabelecimento de regras e critérios de sua utilização.
Além disso, serão criados programas de manutenção de equipamentos
multiusuários de uso institucional.
Com essas medidas, é possível materializar uma política capaz de induzir a
internacionalização e estreitar parcerias que terão impacto em captação de recursos em
agências de financiamento europeias, norte-americanas e asiáticas para pesquisa,
inovação e empreendedorismo.
5.7.2.1 A estrutura das pesquisas na Unidade
A estruturação e oferta de cursos de Pós-Graduação Latu Sensu e Stricto Sensu é
148
uma meta a ser alcançada no período 2022-2026 e irá contribuir grandemente para o
desenvolvimento da pesquisa na unidade acadêmica, fortalecer os grupos de pesquisa
e incentivar a produção intelectual docente.
As atividades de pesquisa ocorrem também pela iniciação científica que reflete na
qualidade da produção intelectual e no fortalecimento dos grupos de pesquisa. É um
instrumento que permite introduzir os estudantes de graduação na pesquisa científica,
desperta vocação científica e incentiva talentos potenciais entre os estudantes.
A FOUFAL conta com 02 laboratórios multidisciplinares de pesquisa equipados com
rugosímetro, máquina de corte, máquina de escovação simulada, politriz, cuba
ultrassônica, banho maria, máquina para preparos cavitários padronizados,
termocicladora, máquina para ensaios mecânicos, destilador de água, pHmetro e
eletrodos para pH e flúor, agitador magnético, bureta graduada, estufa microbiológica,
centrífuga, estereomicroscópios, microscópio de luz polarizada, equipamento
odontológico para preparos cavitários, microscópio binocular, dentre outros.
Os grupos de pesquisa da FOUFAL compreendem Biomateriais em Odontologia,
Cariologia Básica e Clínica, Processo de Reparo Tecidual, Patologia Bucal e Maxilofacial,
Odontologia Baseada em Evidências e Pesquisa em Odontologia.
6.
METODOLOGIAS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
Compreendida como um conjunto de processos utilizados para alcançar um
determinado fim, as opções metodológicas se respaldam em concepções e princípios
pedagógicos que auxiliam a práxis do professor, com vistas à aprendizagem dos
estudantes.
As estratégias metodológicas a serem adotadas no curso pautam-se numa
abordagem interdisciplinar e sistêmica, conforme sinaliza o PPC, voltadas para a
concretização da formação pretendida, buscando a construção progressiva das
habilidades e competências a partir da interdependência existente entre o que se
aprende e como se aprende.
149
Com vistas à utilização de metodologias ativas que transcendam a perspectiva de
ensino tradicional, articula saberes e trocas de experiências, num processo de
aprendizagem interdisciplinar situando o estudante como agente ativo do processo
pedagógico.
Dentre as metodologias utilizadas estão a problematização, aprendizagem baseada
em problemas, pesquisa como princípio educativo, seminários, debates, aula expositiva
dialogada, aulas práticas, aulas com suporte das Tecnologias de Informação e
Comunicação (TIC) e uso da Plataforma Moodle.
Nessa direção, os docentes promovem atividades que propiciam a construção de
novos conhecimentos, por meio de práticas pedagógicas, em particular às práticas
laboratoriais e clínicas, investigativas e extensionistas que associam os conteúdos
teóricos aos práticos e permitem o contato com a comunidade, favorecendo a
construção de conhecimento, possibilitando que o discente esteja apto a desenvolver
as habilidades e competências específicas da profissão e em benefício da população.
Assim, práticas com metodologias inovadoras e problematizadoras vêm sendo
desenvolvidas e estimuladas, privilegiando a atuação multidisciplinar e interprofissional
em campos de práticas e cenários diversos, priorizando aquelas desenvolvidas nos
serviços de saúde do SUS, em seus diversos níveis de atenção e complexidade,
proporcionando ao discente vivenciar e conhecer a rede de atenção à saúde do país e
suas inter-relações.
Essas práticas são possibilitadas através dos estágios extramuros, projetos e
programas que visam à qualificação da integração ensino-serviço-comunidade, por meio
de atividades que envolvem o tripé: ensino, pesquisa e extensão universitária, bem
como a participação social.
Em relação aos programas, convém destacar a participação da FOUFAL no Programa
de Educação pelo Trabalho para Saúde (PET-Saúde), instituído no âmbito do Ministério
da Saúde (MS) e do Ministério da Educação(ME), em 2008, o qual tem como objetivo
inicial o fomento de grupos de aprendizagem tutorial junto à Estratégia Saúde da
Família (ESF), que, posteriormente, possam ser estendidos para outras áreas
estratégicas do SUS. Em sua penúltima edição, o PET-Saúde Interprofissionalidade
150
estimulou a realização de ações que possibilitaram expressivas mudanças curriculares
alinhadas às Diretrizes Curriculares Nacionais (DCNs) direcionadas a todos os cursos de
graduação na área da saúde o que favoreceu, entre outros benefícios: a qualificação dos
processos de integração ensino-serviço-comunidade de forma articulada entre o
Sistema Único de Saúde - SUS e as instituições de ensino; a articulação com projetos do
Ministério da Saúde e Ministério da Educação e/ou outros projetos de âmbito local ou
regional relacionados à integração ensino-serviço-comunidade.
Como resultado desta iniciativa, surgiu a proposta de implantação da disciplina
“Educação Interprofissional e Relações Interpessoais para o Trabalho em Saúde” neste
PPC, a qual aborda temas referentes à Educação Interprofissional na perspectiva da
reorientação da formação para o trabalho em saúde no contexto do Sistema Único de
Saúde (SUS). Ressalte-se que se trata de um trabalho conjugado, envolvendo
professores tutores dos Cursos da Educação Física, Enfermagem, Farmácia, Medicina,
Odontologia, Psicologia, Serviço Social,
bem como a Pró-reitoria de Graduação
(PROGRAD/UFAL) e a Secretaria Municipal de Saúde de Maceió o que, ao final,
oportuniza aos alunos desses cursos vivenciar experiências valiosas junto aos diversos
profissionais a eles vinculados.
O profissional a ser formado pelo Curso de Odontologia da FOUFAL será um
odontólogo, com formação clínica geral, capacitado a exercer a profissão nos níveis de
atenção primários, secundários e terciários, de acordo com a realidade detectada
através de um sistema hierarquizado de referência e sintonizado com o Sistema Único
de Saúde, dentro de uma visão social. Para tanto, terá uma sólida formação biológica,
social-preventiva e técnico-científico que o capacite a desenvolver ações para o
diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças buco-dentárias, prevalentes na região,
promovendo a saúde bucal do indivíduo e no contexto coletivo.
A FOUFAL tem por missão formar profissionais aptos a responder pelas demandas
da sociedade, na procura da melhoria da saúde bucal da população, produzir
conhecimento científico e qualificar recursos humanos em Odontologia.
151
6.1 Tecnologias de informação e comunicação no processo de ensinoaprendizagem
A implantação de plataforma de ensino e a capacitação dos docentes da Ufal para
o uso das ferramentas da Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC), têm sido
pontos estruturantes para a transformação das aulas tradicionais, melhorando
integração de docentes e discentes às atividades acadêmicas.
As ferramentas de TIC estão disponibilizadas por meio de Ambientes Virtuais de
Aprendizagem (AVA), Plataforma Moodle, para aulas na modalidade a distância e ou
semipresenciais, não ultrapassando os 20% (vinte por cento) da carga horária total do
curso, conforme estabelece a Portaria MEC nº 1.134, de 10 de outubro de 2016.
No Curso de Odontologia, os recursos tecnológicos são considerados
potencializadores no processo de ensino-aprendizagem. São utilizados o portal do curso,
além de AVA em disciplinas tanto na fase de formação básica quanto profissional.
7. AVALIAÇÃO DA APRENDIZAGEM
A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria dinâmica
curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da instituição, dos
professores e dos alunos acerca do processo formativo. A avaliação que aqui se propõe
não é uma atividade puramente técnica, ela deve ser processual e formativa; e, manter
coerência com todos os aspectos do planejamento e execução do Projeto Pedagógico
do curso.
No Curso de Odontologia, ela será analisada como um procedimento
construtivo de conhecimento do curso pela qual se procura identificar, aferir, investigar
e analisar o desenvolvimento do discente, do docente e do curso. Será uma das formas
para averiguar se os objetivos propostos foram alcançados na medida em que o curso
se desenvolve e está sendo integralizado.
A função diagnóstica busca determinar a possível presença ou ausência de
conhecimentos e habilidades, providências para estabelecimento de novos objetivos,
retomada daqueles não atingidos, elaboração de diferentes estratégias de reforço,
152
sondagem, projeção e retrospecção de situação de desenvolvimento do aluno, dandolhe elementos para verificar o que aprendeu e como aprendeu.
A função formativa procura identificar as possíveis causas de deficiências na
organização do ensino-aprendizagem, de modo a possibilitar reformulações no mesmo
e assegurar o alcance dos objetivos. Para que a avaliação tenha o caráter formativo,
trabalhar-se-á seleção dos objetivos conteúdos das disciplinas, desenvolvendo o
caráter pluridisciplinar, multidisciplinar e interdisciplinar sempre buscando a
participação dos discentes.
8. ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO DOS PROCESSOS DE ENSINO E APRENDIZAGEM
A avaliação do rendimento escolar é regulamentada pela Resolução Cepe/Ufal
nº 25, de 26 de outubro de 2005, sendo também considerados os aspectos legais
determinados na LDB, no que concerne à aferição quantitativa do percentual de 75%
de presença às atividades de ensino previstas pela carga horária de cada disciplina e no
total da carga horária do curso e qualitativa em relação ao total de pontos obtidos pelo
aluno em cada disciplina. Esta Resolução determina o regime de aprovação do aluno
em cada disciplina, tanto no que compete ao percentual mínimo de presença
necessário a cada disciplina, respeitando as exceções definidas no Decreto-Lei nº 6.202
de 17/04/1975 e no Regimento Geral da Ufal, como também na aferição qualitativa,
detalhando como se efetiva a apuração do rendimento escolar das disciplinas.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado por
falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das atividades
didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de frequência, só será
permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a apuração do
rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
153
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).
§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive prova
final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e oito) horas,
das notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de avaliação
e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada resultado, poderá
solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma comissão de professores
designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio
Curricular Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será resultante
de mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas escritas e
provas práticas, além de outras opções como provas orais, seminários,
experiências clínicas, estudos de caso, atividades práticas em qualquer campo
utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou mais
dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral (AB)
respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações programadas e
efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete) em uma
das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do semestre letivo, a
ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação, prevalecendo, neste
caso, a maior
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média aritmética,
apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final (NF)
das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
154
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).
Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais igual ou
superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar a Prova Final
(PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da disciplina
ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em época posterior
às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF), em
cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5 (cinco
inteiros e cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média ponderada
da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6 (seis), e da nota da
Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo
comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo de
doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo de 48
(quarenta e oito) horas após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até 05
(cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá o mesmo
critério disposto no Parágrafo único do Art. 16.
Ao nível do PPC do curso de Odontologia a avaliação da aprendizagem é
condizente com a concepção de ensino aprendizagem que norteia a metodologia
adotada para a consecução da proposta curricular, de forma a fortalecer a perspectiva
da formação integral dos alunos respeitando a diversidade e a pluralidade das suas
formas de manifestação e participação nas atividades acadêmicas, sem se distanciar,
entretanto, das determinações legais e institucionais.
Assim, poderão ser realizados diferentes meios de avaliação que serão
utilizados no processo ensino-aprendizagem e que deverão constar no plano de
disciplina do professor, elaborado a cada semestre:
155
- Avaliação teórica – abordando os conteúdos ministrados e as habilidades
e competências adquiridas, verificadas por meio de exame aplicado. A mesma poderá
ser realizada através da aplicação:
- Questões subjetivas – possibilitará ao estudante a formulação de
respostas de maneira livre, facilitando a crítica, correlação de ideias, síntese ou análise
do tema discutido. Permitindo, ainda, a avaliação da amplitude do conhecimento,
lógica dos processos mentais, organização, capacidade de síntese, racionalização de
ideias e clareza de expressão;
- Questões objetivas – possibilitará uma maior cobertura dos assuntos
ministrados em aula, satisfazendo ao mesmo tempo o critério da objetividade e
permitindo que examinadores independentes e qualificados cheguem a resultados
idênticos;
- Participação em seminários – possibilitará o desenvolvimento da
capacidade de observação e crítica do desempenho do grupo, bem como de estudar
um problema, em diferentes ângulos, em equipe e de forma sistemática. Além disso,
permite o aprofundamento de um tema, facilitando a chegada a conclusões relativas
ao mesmo;
- Relatórios de atividades práticas – representará uma descrição sintética
e organizada dos procedimentos realizados durante as atividades práticas,
possibilitando a análise e discussão desses procedimentos;
- Estudos de casos – desenvolverá nos alunos a capacidade de analisar
problemas e criar soluções hipotéticas, preparando-os para enfrentar situações reais e
complexas, mediante o estudo de situações problemas;
- Avaliação prática – possibilitará a avaliação dos conhecimentos práticos
adquiridos, que complementam os conteúdos teóricos e que poderão dar subsídios
para a resolução de problemas;
- Avaliação de atividade extensionista –avaliação da participação em
atividades práticas extensionistas.
156
9. OUTRAS AVALIAÇÕES
A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional – PPI – é um
fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas pedagógicas,
refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos administrativos e se
processa no âmbito do curso pelo acompanhamento do Projeto Pedagógico e pela
avaliação da do processo ensino/aprendizagem. Deste modo, ela se explicita, de forma
clara e objetiva, no Projeto Pedagógico de Curso que, deverá prever tempo amplo para
o processo de sua auto-avaliação pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às demandas
da sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como um processo amplo
e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos no regulamento geral dos
cursos de graduação.
Ela transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser integrada
ao PPC como dado que interfira consistentemente na ação pedagógica do curso, de
maneira que garanta a flexibilização curricular e que permita a adequação do
desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a UFAL. A avaliação requer,
portanto, por parte de todos os atores envolvidos com o processo educacional, uma
permanente aferição avaliativa do Projeto Pedagógico em relação aos fins préconstituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a avaliação deve ser percebida como
movimento de reflexão sobre os constitutivos do processo de ensino-aprendizagem, do
plano político-pedagógico e das atividades curriculares.
9.1 Comissão de Auto-avaliação da Unidade Acadêmica
AVALIAÇÃO DO CURSO
A auto avaliação do curso é realizada pela Comissão Própria de Avaliação (CPA)
da UFAL, formada por membros representantes do corpo docente, do técnicoadministrativo e do discente, como também pelo NDE anualmente. É um processo de
análise interna do curso, sistematizado na forma de questionário que verifica sua
organização, administração e execução, ordenando informações para interpretá-las.
157
A importância deste processo é permitir ao curso definir seus próprios elementos
de avaliação, buscando a excelência na perspectiva de consolidar os vínculos existentes
entre o curso de Odontologia, toda a comunidade acadêmica e a comunidade
profissional, contribuindo com a redução das dissonâncias comuns entre a formação
profissional e a prática da atuação. A avaliação também se procede mediante a análise
dos relatórios das Atividades Docentes, entregues periodicamente.
O curso é avaliado também pela sociedade através da ação/intervenção
docente/discente expressa na produção e nas atividades concretizadas no âmbito da
extensão universitária e atendimento clínico odontológico.
O roteiro proposto pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais /
MEC para a avaliação das condições de ensino também servirá de instrumento para
avaliação, sendo o mesmo constituído pelos seguintes tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica, projeto
do curso;
2. Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
3. Corpo docente: formação profissional, condições de trabalho,
atuação e desempenho acadêmico e profissional;
4. Infraestrutura:
instalações
gerais,
biblioteca,
instalações
e
laboratórios específicos.
A avaliação do desempenho docente é efetivada pelos alunos/disciplinas
fazendo uso de formulário próprio e de acordo com o processo de avaliação
institucional.
O curso adota ações que possibilitem a sua auto-avaliação, a partir de reuniões
periódicas, aplicação de questionários/entrevistas, debates, ouvidorias e os resultados
obtidos no Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Destaca-se que
no último ENADE o curso de Odontologia obteve conceito 5.
O estudo, visando analisar o desempenho do curso, como também, realizar os
ajustes necessários e o planejamento de ações que favoreçam o aperfeiçoamento da
158
proposta, podendo, após quatro anos, o PPC do curso passar por uma nova
estruturação cabendo ao Colegiado do Curso e NDE a sistematização deste processo
de avaliação e sua execução.
Atualmente o curso de Odontologia tem Conceito 4, conforme parecer da
comissão do Inep, referente a avaliação in loco para renovação de reconhecimento do
curso realizada entre 02 e 04 de dezembro de 2019 e publicação no Diário Oficial da
União da Portaria N. 261, de 06 de janeiro de 2022.
AVALIAÇÃO DO PROJETO PEDAGÓGICO
As ações visando à avaliação dos cursos se orientam pelas normatizações
oriundas da Comissão Nacional de Avaliação do Ensino Superior - CONAES - e se expressa
de diferentes formas. Assim, o processo de avaliação do PPC do Curso de Odontologia é
realizado por uma comissão representativa dos diferentes segmentos da comunidade
acadêmica, com predomínio de docentes, identificada no Projeto de Auto-avaliação da
UFAL como Comissão de Auto-avaliação – CAA, instalada em cada Unidade Acadêmica
e/ou Unidade Educacional, no caso dos campi interioranos.
O Curso de Odontologia é avaliado anualmente pela citada Comissão e, em
caráter permanente, pelos membros do Núcleo Docente Estruturante – NDE. Na
primeira situação, o processo é conduzido em primeira instância pela CAA que coleta
dados através de diferentes estratégias junto ao corpo docente, discente e técnico
administrativo da Unidade Acadêmica. Há, também, o acesso espontâneo da
comunidade acadêmica através de formulários on-line, disponibilizados, segundo
cronograma de desempenho divulgado pela CPA. Em ambas as situações os
participantes se expressam sobre a condução do Projeto Pedagógico do Curso, entre
outros aspectos como a atuação, a qualificação e a relação com os docentes e as
condições da infraestrutura disponibilizada para a realização das atividades acadêmicas.
Desta forma, os dados computados são organizados e analisados pela Comissão de
Auto-Avaliação – CAA e enviados para serem consolidados pela CPA/UFAL e
incorporados ao Relatório de Avaliação Institucional, de periodicidade anual.
159
Em relação ao NDE, há um acompanhamento permanente da implementação e
desenvolvimento do PPC de forma a garantir a melhor qualidade educativa em todas as
suas etapas. Através de reuniões periódicas os seus membros avaliam a pertinência das
disciplinas, seu ordenamento, a atualização da bibliografia referenciada e as condições
de realização de práticas e estágios supervisionados, de modo a ter condições concretas
de intervir sempre que necessária no sentido do aperfeiçoamento do PPC.
COLEGIADO DO CURSO
O Colegiado do Curso de Odontologia segue os termos do Artigo 25 e 26 do
Regimento Geral da Ufal.
A finalidade do colegiado é coordenar o funcionamento acadêmico do curso,
promover a avaliação permanente com vista no seu desenvolvimento. Em observância
ao Artigo 25 do Regimento Geral, o colegiado do curso é composto por 05 (cinco)
professores efetivos, vinculados ao Curso e seus respectivos suplentes; 01 (um)
representante do Corpo Discente, e seu respectivo suplente; e 01 (um) representante
do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo suplente.
Os integrantes do colegiado são eleitos pela comunidade acadêmica por meio de
consulta para cumprir mandato de 02 (dois) anos, sendo admitida uma única
recondução. O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos pelos
seus membros dentre os docentes que o integram. O colegiado do curso irá se reunir
ordinariamente, pelo menos, 12 (doze) vezes por ano ou extraordinariamente, sempre
que convocados pelos seus coordenadores oupela maioria simples de seus membros.
No âmbito de suas atribuições, o colegiado coordena o processo de ensino e de
aprendizagem, além de promover a integração docente-discente, a interdisciplinaridade
e a compatibilização da ação docente com os planos de ensino, com vistas à formação
profissional. A comunidade acadêmica do curso tem participação frequente, mediante
convite dos seus membros ou de forma voluntária. As reuniões ordinárias também
podem acontecer em parceria com o NDE do curso. As decisões advindas do Colegiado
160
são encaminhadas a coordenação do curso, a direção da Unidade Acadêmica ou a
instância administrativa competente para a sua posterior execução, além de também
serem possíveis a criação de comissões simplificadas para a resoluções de demandas
especificas do curso.
NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE
Em atendimento à Portaria MEC nº 147, de 02 de fevereiro de 2007; ao Parecer
CONAES nº 04, de 17 de junho de 2010, que trata dos seus princípios, criação e
finalidade, além da Resolução CONAES nº 01, de 17 de junho de 2010, que o normatiza
e dá outras providências, a Ufal instituiu, através da Resolução CONSUNI/UFAL nº 52, de
05 de novembro de 2012, no âmbito de seus cursos de graduação os Núcleos Docentes
Estruturantes (NDE), em conformidade com as especificações legais. Estes são
compostos pelo mínimo de cinco membros, todos docentes com titulação de pósgraduação strictu sensu e de formação na área do curso. Considera-se, igualmente, a
afinidade da produção científica com o eixo do curso e sua dedicação ao mesmo.
O NDE é um órgão consultivo, propositivo e de assessoramento, vinculado ao
colegiado do curso que tem como finalidade de executar, acompanhar e atuar no
processo de concepção, avaliação e atualização do projeto pedagógico do curso, como
também, de desenvolvê-lo e consolidá-lo, para que assim seja construída a identidade
do curso. As atribuições e os critérios de constituição serão deliberados por seus
colegiados superiores, à luz das legislações pertinentes.
Portanto, considerando os referidos dispositivos legais, que tratam da
normatização, dos princípios, da criação e da finalidade do NDE; o Regimento Geral da
Ufal, especificamente os artigos 25 e 26; e a Resolução Consuni/Ufal nº 52/2012, o Curso
de Odontologia compreendendo a importância das atribuições do NDE, tem indicado
docentes para sua composição através do seu colegiado de curso. O NDE se reúne
ordinariamente e extraordinariamente, sempre que for necessário com o objetivo de
161
avaliar as estruturas curriculares previstas no PPC assim como sua atualização e
demandas especificas.
10. INTEGRAÇÃO DO CURSO COM O SISTEMA LOCAL E REGIONAL DE SAÚDE (SUS)
A integração do Curso de Odontologia com o Sistema Único de Saúde é firmada
por meio de convênios com a Secretaria Municipal de Saúde de Maceió (SMS), com a
Secretaria Estadual de Saúde de Alagoas (SESAU/AL), com o Hospital Geral do Estado,
dentre outros. A partir destes convênios, o Curso de Odontologia integra-se no Sistema
de Saúde, conhecendo as redes de atenção à saúde, com atividades iniciais de visitas
técnicas, realização dos estágios obrigatórios, com práticas de ensino-pesquisaextensão, considerando diversos tipos de atendimento individual e coletivo nos
diferentes níveis de atenção a saúde no contexto multidisciplinar e inter profissional.
Destaca-se também as atividades gerenciais dos sistemas de informações ligadas
às políticas e programas do Ministério da Saúde, especialmente os programas Brasil
Sorridente, Estratégia de Saúde da Família, e-SUS Atenção Básica e Saúde na Escola. As
atividades do curso, no âmbito do SUS, são fundamentadas nas diretrizes da Política
Nacional de Saúde Bucal, respeitando os princípios do SUS, quanto a individualidade, a
autonomia, a equidade e demais preceitos éticos e morais.
11. ATIVIDADES PRÁTICAS DE ENSINO PARA ÁREAS DA SAÚDE
As práticas didáticas privilegiam o aprimoramento e aplicação de habilidades e
competências claramente identificadas, caracterizada pelo exercício de ações que
possibilitam e estimulam a aplicação dos saberes, conhecimentos, conteúdos e técnicas
para intervenção na realidade profissional e social, na resolução de problemas e nos
encaminhamentos criativos demandados por fatores específicos, tais como:
- Tomada de decisão;
- Enfrentamento e resolução de problemas;
- Pensamento crítico e criativo;
- Domínio de linguagem;
- Construção de argumentações técnicas;
162
- Autonomia nas ações e intervenções;
- Trabalho em equipe;
- Contextualização de entendimentos e encaminhamentos e;
- Relação Competências/Conteúdos.
A aquisição de habilidades e competências fundamentadas em conteúdos
consagrados e essenciais para o entendimento conceitual da área de conhecimento ou
atuação se efetiva por meio de: ênfase no desenvolvimento de habilidades e
competências;
relação
competências/conteúdos;
interdisciplinaridade;
transversalidade; abordagem dialética em disciplinas e ações; fomento à progressiva
autonomia do aluno; promoção de eventos – intensificação de atividades extraclasse –
no âmbito das disciplinas, das unidades programáticas do curso ou da instituição;
utilização de práticas ativas com ênfase na aprendizagem; utilização de recursos
tecnológicos atuais; concepção do erro como etapa do processo e, respeito às
características individuais.
Nessa direção, o curso de Odontologia fomenta a integralidade das ações
odontológicas através da articulação da teoria e prática, em aulas teóricas utilizando
formas metodológicas e estratégias de ensino como debates e discussão em grupo,
seminários, estudo de caso, palestras e visita técnica, a fim de dinamizar o processo
ensino-aprendizagem.
Aulas e/ou atividades práticas são desenvolvidas nos laboratórios, com exposições
e atividades laborativas, oportunizando o “saber fazer” e as devolutivas do aprendizado.
As práticas são também realizadas na Clínica Escola de Odontologia, e nos serviços
de saúde, como: hospitais, unidade básica de saúde e ambulatórios, comunidade e
serviço público, sob a forma de ensino clínico e/ou de estágio curricular.
Além das práticas de atendimento odontológico propriamente dita, são
desenvolvidas também práticas voltadas para promoção e prevenção da saúde e
educação em saúde.
O Ensino Clínico se desenvolve mediante práticas sincronizadas com as teorizações
na clínica escola e os estágios supervisionados curriculares de forma extramuros em
163
unidades básicas de saúde e Hospital Geral do Estado.
Nas aulas práticas, orientadas pelos professores das disciplinas, o aluno aprende
após demonstrações práticas apresentadas pelos professores e da vivência na forma de
aplicabilidade dos conhecimentos adquiridos nas aulas teóricas. Desse modo, ao
confrontar, problematizar e refletir sobre o cotidiano de sua profissão, em situações
reais estará inserido no dinâmico contexto que envolve o processo educativo da
formação profissional.
Vale salientar que os princípios e as orientações preconizadas nas Diretrizes
Curriculares e documentos da ABENO são as bases das práticas pedagógicas
desenvolvidas no curso de Odontologia, uma vez que contribuem de forma substancial
para a formação de profissionais capazes de atender as necessidades da comunidade.
12. INFRAESTRUTURA
A Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas (FOUFAL)
localiza–se no Campus Universitário, município de Maceió, estado de Alagoas. A FOUFAL
dispõe de um prédio de 2 pavimentos, de propriedade pública, mantido pelo governo
federal e destinado às atividades de ensino, pesquisa e extensão.
As assistências à população em tratamento odontológico são realizadas em
clínicas (ambulatórios) que proporcionam campo de ensino e treinamento aos
estudantes dos cursos de graduação. Estes ambulatórios compreendem:
• Ambulatório I: composto por 52 equipos odontológicos, onde são desenvolvidas
atividades de clínica infantil/adulto.
• Ambulatório II: composto por 17 equipos odontológicos, onde são desenvolvidas
atividades de clínica infantil/adulto.
• Ambulatório III: será composto por 09 equipos odontológicos, onde foram
desenvolvidas atividades de disciplinas cirúrgicas. (Em construção)
• Ambulatório da pós-graduação: Em construção (2020).
• Serviço de Radiologia
164
• Laboratório Multidisciplinar
• Laboratório de Materiais Dentários
• Laboratório de Prótese
• Laboratório de Ortodontia
• Banco de dentes
• Laboratórios de Pesquisas
Dentro da estrutura, o curso ainda apresenta em sua edificação:
QUANT.
ESPAÇO
CARACTERÍSTICAS
Abrigam coordenação de graduação equipada
com 02 aparelhos de ar-condicionado, 03 birós,
03 computadores, 01 impressora, 01 scanner,
02
Salas
Administrativas
04 armários, 01 frigobar; além de 01 mesa. A
outra sala reúne a direção do curso da Unidade
equipada com 01 aparelho de ar-condicionado,
03 birós, 03 computadores, 02 impressoras, 03
fichários, 04projetores.
Esta
sala
congrega
os
Núcleo
Docente
Estruturante; Coordenação de Pesquisa e
01
Sala de apoio
Extensão para suas reuniões. A mesma é
equipada por uma mesa de reuniões.
01
Miniauditório
A sala possui 40 cadeiras, 01 mesa, 01 quadro e
01 aparelho de ar-condicionado.
Sala dispõe de mesas de apoio, 02 armários, 01
Sala de Centro
01
Acadêmico
fichário e 01 computador, além de atender aos
requisitos de dimensão, limpeza, iluminação,
conservação
e
ventilação
atividade desenvolvida.
necessários
à
165
Esse espaço dispõe de 01 pia, 1 geladeira, 01
01
Copa
micro-ondas, 01 cafeteira e 01 bebedouro de
água.
Dois banheiros ficam alocados no pavimento
06
Banheiro
01
Almoraxifado
térreo e 2 banheiros no 1º andar e 2 na área de
convivência.
Sala destinada para a acomodação de materiais
de odontológicos.
Sala destinada a marcação de consultas para
01
Recepção de
pacientes
atendimento
e
acomodação
para
o
arquivamento de documentos, prontuários e
equipamentos que demandam por manutenção
da Unidade Acadêmica.
Cada sala possui de 25 a 50 carteiras escolares,
04
14
Salas de aula
Salas de
professores
01 mesa e 01 quadro.
As salas são utilizadas coletivamente por no
máximo
02
professores,
refrigeração e mesas.
dispõem
de
166
13. REFERÊNCIAS
Leis:
Lei n8.080, de 19/9/1990: dispõe sobre as condições para a promoção, proteção e
recuperação da saúde, a organização e o funcionamento dos serviços
correspondentes e dá outras providências.
Lei n 8.142, de 18/12/1990: dispõe sobre a participação da comunidade na gestão
do Sistema Único de Saúde (SUS) e sobre as transferências intergovernamentais de
recursos financeiros na área da saúde e dá outras providências.
Lei 9.795, de 27 de abril de 1999. Dispõe sobre a educação ambiental, institui a
Política Nacional de Educação Ambiental e dá outras providências.
Lei nº 11.788, de 25 de setembro de 2008. Dispõe sobre o estágio de estudantes;
altera a redação do art. 428 da Consolidação das Leis do Trabalho – CLT, aprovada
pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, e a Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996; revoga as Leis nos 6.494, de 7 de dezembro de 1977, e 8.859, de
23 de março de 1994, o parágrafo único do art. 82 da Lei no 9.394, de 20 de
dezembro de 1996, e o art. 6o da Medida Provisória no 2.164-41, de 24 de agosto
de 2001; e dá outras providências.
Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000. Estabelece normas gerais e critérios
básicos para a promoção da acessibilidade das pessoas portadoras de deficiência ou
com mobilidade reduzida, e dá outras providências
Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002. Dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais Libras e dá outras providências.
Decretos:
Decreto nº 3.867, de 25 de Janeiro de 1961. Cria a Universidade de Alagoas e dá
outras providências.
Decreto nº 6.202, de 17 de abril de 1975. Atribui à estudante em estado de gestação
o regime de exercícios domiciliares instituído pelo Decreto-lei nº 1.044, de 1969, e
dá outras providências.
167
Decreto nº 4.281 de 25 de junho de 2002. Regulamenta a Lei no 9.795, de 27 de abril
de 1999, que institui a Política Nacional de Educação Ambiental, e dá outras
providências.
Decreto nº 5.626 de 22 de dezembro de 2005. Regulamenta a Lei no 10.436, de 24
de abril de 2002, que dispõe sobre a Língua Brasileira de Sinais - Libras, e o art. 18
da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000.
Resoluções:
Resolução CNE/CP n°3, de 18 de dezembro de 2002. Institui as Diretrizes Curriculares
Nacionais Gerais para a organização e o funcionamento dos cursos superiores de
tecnologia.
Resolução nº 30/2004 – CEPE, de 18 de outubro de 2004.
Resolução nº 25/2005 - Cepe, de 26 de outubro de 2005. Institui e regulamenta o
funcionamento do Regime Acadêmico Semestral nos Cursos de Graduação da Ufal a
partir do ano letivo de 2006.
Resolução nº 71/2006 - Consuni/Ufal, de 18 de dezembro de 2006. Disciplina os
estágios curriculares dos cursos de graduação da Ufal.
Resolução nº 52/2012 de 05 de novembro de 2012 - Consuni/Ufal. Institui o Núcleo
Docente Estruturante (NDE) no âmbito da Ufal.
Resolução nº 38/2013-Consuni/Ufal, de 03 de junho de 2013. Homologa a resolução
nº. 33/2013 consuni/Ufal que aprovou,“Ad Referendum”, o Plano de
Desenvolvimento Institucional - PDI/Ufal (2013-2017).
de graduação.
Resolução N° 6/2018 CONSUNI/UFAL, de 19 de fevereiro de 2018 (Regulamenta as
Ações de Extensão como Componente Curricular Obrigatório nos Projetos
Pedagógicos dos Cursos de Graduação da UFAL).
Pareceres:
Parecer Conaes n° 4, de 17 de junho de 2010. Dispõe sobre o Núcleo Docente
Estruturante – NDE
Portarias:
168
Portaria Normativa n. 4067 de 12 de dezembro de 2007. Institui o e-MEC, sistema
eletrônico de fluxo de trabalho e gerenciamento de informações relativas aos
processos de regulação, avaliação e supervisão da educação superior no sistema
federal de educação, e o Cadastro e-MEC de Instituições e Cursos Superiores e
consolida disposições sobre indicadores de qualidade, banco de avaliadores (Basis)
e o Exame Nacional de Desempenho de Estudantes (Enade) e outras disposições.
Instruções Normativas:
Instrução Normativa nº 02 Prograd/Fórum das Licenciaturas, de 27 de setembro de
2013. Disciplina a construção de Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) nos cursos de
graduação da Ufal.
169
14. ANEXOS
Universidade Federal de Alagoas
Faculdade de Odontologia
ESTATUTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
EXTRAMUROS DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFAL
MACEIÓ – AL
2011
170
ESTATUTO DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO OBRIGATÓRIO
EXTRAMUROS DA FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFAL
DA CARACTERIZAÇÃO
Art. 1º O Estágio Supervisionado Obrigatório Extra-Muros da Faculdade de
Odontologia da Universidade Federal de Alagoas (FOUFAL) é indispensável à
integralização curricular e caracteriza-se por ocorrer fora do Campus da
Universidade Federal de Alagoas (UFAL), no município de Maceió e/ou em outros
municípios do estado, mediante celebração de convênio e termo de compromisso
entre as partes. O período de realização é no último semestre letivo (10º período),
com carga horária de 300 horas/semestre por aluno, de acordo com o Projeto
Pedagógico implantado em 2007 na FOUFAL e com as novas diretrizes
curriculares nacionais para o curso de Odontologia aprovadas pelo Conselho
Nacional de Educação, Resolução CNE/CES 3, de 19/02/2002.
DAS FINALIDADES E DOS OBJETIVOS
Art. 2º O Estágio Extra-Muros tem por objetivo desenvolver no aluno
conhecimentos, habilidades, destrezas e capacidade de solucionar problemas no
âmbito da prática odontológica por meio da vivência das experiências práticas
nos diversos setores do Sistema Único de Saúde-SUS.
DOS PRÉ-REQUISITOS
Art. 3º Para poder realizar as atividades propostas pela disciplina de Estágio
Extra-Muros o aluno deverá:
I.
Estar regularmente matriculado no curso de Odontologia da FOUFAL;
II.
Ter sido aprovado em todas às disciplinas dos períodos anteriores
constantes no projeto pedagógico da FOUFAL.
171
DA ORGANIZAÇÃO
Art. 4º A organização do estágio supervisionado Extra-Muros é de
responsabilidade da Faculdade de Odontologia e da Pró-reitoria de Graduação.
Art. 5º O cronograma de realização do estágio acompanha o calendário
acadêmico, salvo algumas exceções, previamente acordado no convênio firmado
entre a Universidade e a Instituição, que justifique a necessidade de alteração do
período de realização do estágio.
Art. 6º A hierarquia organizacional constará de: Coordenação Geral de Estágio
da FOUFAL, Coordenação da Disciplina de Estágio Extra-Muros, Supervisores
Acadêmicos, Coordenador de Saúde Bucal da instituição conveniada e
Preceptores de Campo do Estágio.
Art. 7º O cargo de Coordenador Geral de Estágio da FOUFAL será exercido por
professor da FOUFAL a ser escolhido pelo Coordenador do Curso para mandato
de dois anos, os quais poderão ser reconduzidos.
Art. 8º São considerados Supervisores Acadêmicos os professores do curso de
Odontologia vinculados a Disciplina de Estágio Extra-Muros.
Art. 9º O cargo de Coordenador da Disciplina de Estágio Extra-Muros será
escolhido pelo Coordenador Geral de Estágio e pelos Supervisores Acadêmicos.
Art. 10º Os Preceptores de Campo de Estágio serão escolhidos pelo técnico
responsável da Secretaria de Saúde do município e com a anuência do
Supervisor Acadêmico.
Art. 11º Os cirurgiões-dentistas Preceptores de Campo acompanham o trabalho
diário rotineiro das atividades do estágio visando o esclarecimento de dúvidas e
aplicação dos conhecimentos teórico-práticos, de acordo com o campo de
estágio.
Art. 12º Os Preceptores de Campo deverão possibilitar a atuação do aluno,
assumindo com a Universidade a responsabilidade pelo processo de
ensino/aprendizagem, através de um trabalho de parceria. As práticas do estágio
172
deverão ser aquelas que privilegiam a reflexão-ação dos alunos, mas também
dos docentes e outros profissionais envolvidos no processo.
Art. 13º O Preceptor de Campo indicado pela Instituição responsável pelo
estagiário terá um papel auxiliar no desenvolvimento do estágio, cabendo ao
Supervisor Acadêmico avaliar o desempenho do profissional. Nesse sentido, o
Supervisor Acadêmico deverá realizar supervisões In loco.
DOS CAMPOS DE ESTÁGIO
Art. 14º Os locais para realização do estágio são vinculados aos SUS no estado
de Alagoas.
Art. 15º Para se tornar um campo de estágio, as unidades de saúde deverão
preencher algumas condições, como: existência de infra-estrutura; recursos
humanos e materiais adequados à realização das atividades de estágio;
compromisso da instituição de garantir o acesso às informações necessárias à
formação do aluno; disponibilidade de profissional cirurgião-dentista apto para o
desempenho da função de preceptor.
Art. 16º A definição dos locais de estágio entre os discentes será por sorteio
realizado pela coordenação do estágio na presença dos alunos. Os alunos
portadores
de
necessidades
especiais
terão
seus
casos,
analisados
individualmente, para a definição dos locais de campos de estágio.
Art. 17º Durante a realização do Estágio Extra-Muros, se houver necessidade,
qualquer aluno poderá ser remanejado de um campo de estágio para outro,
visando o bom funcionamento da disciplina de Estágio Extra-Muros.
DOS PRÉ-REQUISITOS PARA O CUMPRIMENTO DO ESTÁGIO
CURRICULAR SUPERVISIONADO
Art. 18º O aluno do curso de Odontologia poderá se matricular na disciplina de
Estágio Extra-Muros, desde que todas as disciplinas dos períodos anteriores
constantes no Projeto Pedagógico do Curso tenham sido cursadas.
173
DA AVALIAÇÃO, FREQUÊNCIA E ABONO DE FALTAS
Art. 19º As notas das avaliações serão atribuídas pelo Preceptor de Campo
conforme critério de avaliação aprovado pelo colegiado do curso de Odontologia.
Art. 19º A avaliação fica condicionada aos seguintes aspectos:
I.
Pontualidade e assiduidade;
II.
Desempenho nas atividades práticas;
III.
Desempenho nas relações humanas entre profissional/paciente/equipe
de trabalho.
Art. 20º Considerando-se as especificidades das atividades do estágio ExtraMuros, não será permitido ao aluno revisão de avaliação e realização de
avaliação final.
I.
Será considerado aprovado o acadêmico que obtiver média igual ou
superior a 7,0 (sete) e frequência mínima igual ou superior a 90%;
II.
Caso a nota final seja inferior a 7,0 (sete), o aluno deverá refazer todo
o processo de estágio.
Art. 21º Quanto à frequência, as faltas não poderão prejudicar o bom andamento
dos serviços de saúde. A frequência será controlada pelos Preceptores de
Campo e Supervisores Acadêmicos.
Art. 22º Na impossibilidade de estar presente nos horários previstos para o
estágio, o aluno deverá comunicar formalmente, com antecedência, ao Preceptor
de Campo e ao Supervisor Acadêmico e justificar a falta com documentação legal
pertinente no prazo de 24 a 72 horas; a reposição dessas faltas deverá ser
programada em período ajustado com o Preceptor de Campo e Supervisor
Acadêmico.
Art. 23º Os alunos escalados para serviços de urgência e/ou emergência que
necessitem faltar deverão obrigatoriamente trocar com outro aluno do 10º
período do curso de Odontologia da FOUFAL a escala do seu plantão e
174
comunicar por escrito com a concordância do substituto para o determinado
plantão ao seu Supervisor Acadêmico.
I.
A cada plantão não cumprido e/ou não trocado o aluno terá como
penalidade a diminuição de 1,0 (um) ponto na média final da disciplina.
Caso esta falta ocorra em plantões de feriados e finais de semana a
penalidade será a diminuição de 1,5 (um vírgula cinco) pontos na
média final da disciplina.
Art. 24º O aluno poderá ser liberado para participar de eventos científicos com
apresentação de respectivos certificados e/ou resumo/relatório do evento e as
reposições dos dias e horas ausentes deverão ser combinadas com o Preceptor
de Campo e com o Supervisor de Acadêmico.
Art. 25º Os alunos poderão participar ou serem convocados a participar de
eventuais atividades estabelecidas no cronograma do campo de estágio aos
sábados, domingos e feriados como treinamento/exercício do estágio.
Art. 26º As fichas de freqüência e avaliação deverão ser entregues mensalmente
e diretamente ao Supervisor Acadêmico.
DA ORGANIZAÇÃO ADMINISTRATIVA E DIDÁTICA
Art. 27º Da organização administrativa dos estágios participam:
I.
Pró-Reitoria de Graduação;
II.
Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas.
Art. 28º Da organização didática dos estágios participam:
I.
Colegiado de curso;
II.
Coordenação de Estágio Extra-Curricular;
III.
Coordenação da Disciplina de Estágio Extra-Muros;
IV.
Supervisores Acadêmicos
Art. 29º Compete ao Coordenador Geral de Estágio Extra-Curricular:
175
I.
Propor ao Colegiado de Curso o sistema de organização e
desenvolvimento dos estágios;
II.
Elaborar o Regulamento de Estágio, com assessoria da PROGRAD;
III.
Definir, em conjunto com a PROGRAD as diferentes possibilidades de
campos de estágio, a fim de que sejam formalizados os convênios para
o desenvolvimento de estágios, mantendo um banco de dados
atualizados;
IV.
Identificar os campos de estágio e providenciar a inserção dos
estudantes no mesmo;
V.
Assinar os termos de compromisso dos Estágios Extra-Curriculares
obrigatórios.
Art. 30º Compete ao coordenador da Disciplina de Estágio Extra-Muros:
I.
Divulgar, seguir e fazer cumprir o Regulamento de Estágio Extra-Muros
do curso de Odontologia da FOUFAL;
II.
Providenciar e manter atualizado o cadastro de locais concedentes que
potencialmente apresentem condições de atender à programação
curricular e didático-pedagógica do curso de Odontologia da FOUFAL;
III.
Coordenar o planejamento, a execução e a avaliação das atividades
pertinentes aos estágios, em conjunto com os demais supervisores
acadêmicos;
IV.
Convocar, sempre que necessário, os Supervisores Acadêmicos para
discutir
questões
relativas
ao
planejamento,
organização,
funcionamento, avaliação e controle das atividades de estágio e
análise de critérios, métodos e instrumentos necessários ao seu
desenvolvimento;
V.
Organizar, a cada período de estágio obrigatório, os campos e os
grupos de estagiários e distribuí-los de acordo com os campos
existentes;
176
VI.
Elaborar o calendário de atividades e escala de revezamento dos
alunos;
VII.
Controlar a freqüência dos alunos;
VIII.
Encaminhar a coordenação do curso de Odontologia as notas e faltas
dos alunos;
IX.
Avaliar os relatórios circunstanciados com notícias de indício de
desvirtuamento do estágio emitidos pelos Supervisores Acadêmicos e
encaminhar a Coordenação de Estágios.
Art. 31º Compete aos Supervisores Acadêmicos:
I.
Participar da elaboração, execução e avaliação das atividades
pertinentes ao estágio;
II.
Participar das reuniões convocadas pelo coordenador de estágio, para
a elaboração do regulamento de estágio;
III.
Proceder à visita ao local de estágio sem aviso prévio;
IV.
Supervisionar a atuação dos alunos;
V.
Resolver em conjunto com os alunos problemas pertinentes ao estágio
baseados nas normas gerais e específicas do local do Estágio ExtraMuros. Em casos específicos, o assunto poderá ser levado à reunião
com os professores componentes da disciplina de Estágio ExtraMuros;
VI.
Emitir
relatório
circunstanciado
quando
houver
indício
de
desvirtuamento do estágio e encaminhar ao coordenador da disciplina
de Estágio Extra-Muro.
Art. 32º Compete aos Preceptores de Campo:
I.
Realizar a orientação de campo nos estágios com supervisão direta;
II.
Verificar pontualidade, assiduidade, cumprimento das normas de
estágio, planejamento e relatórios das atividades propostas;
177
III.
Avaliar o desempenho do aluno conforme os critérios estabelecidos e
apresentar ao Supervisor Acadêmico o relatório de avaliação do aluno
nas datas previstas pelo calendário acadêmico da FOUFAL;
IV.
Comunicar ao Supervisor Acadêmico possíveis alterações no
planejamento das atividades;
V.
Realizar anotações minuciosas e claras na ficha de avaliação do aluno
utilizando critérios definidos pela coordenação do estágio;
VI.
Zelar pelas condutas de biossegurança;
VII.
Zelar pela integridade dos alunos nas atividades;
VIII.
Zelar pelo cumprimento da ética;
IX.
Reportar ao Supervisor Acadêmico intercorrências durante o
desenvolvimento do estágio.
Art. 33º Compete aos alunos:
I.
Obedecer ao Estatuto do Estágio Supervisionado Obrigatório ExtraMuros da Faculdade de Odontologia da FOUFAL;
II.
Participar das reuniões marcadas pelo Coordenador da Disciplina de
Estágio Extra-Muros;
III.
Cumprir integralmente a carga horário prevista para as atividades do
Estágio Extra-Muros, exceto em casos comprovados de convocação
pela justiça, luto por parte de cônjuge ou parente em primeiro grau e
impedimento por atestado médico emitido pela junta médica da
Universidade Federal de Alagoas;
IV.
Cumprir rigorosamente os horários dos estágios;
V.
Respeitar as normas e rotinas dos campos de estágio;
VI.
Cumprir as atividades práticas e teóricas propostas pelos Preceptores
de Campo;
178
VII.
Executar as tarefas designadas no local estabelecido em que estagiar,
respeitando a hierarquia estabelecida, as normas internas e as
recomendações;
VIII.
Manter postura profissional, pautando-se pelos princípios éticos da
profissão;
IX.
Apresentar-se adequadamente trajado ao ambiente de trabalho, de
acordo com as normas do curso e local de estágio;
X.
Respeitar
pacientes,
comunidade,
funcionários,
professores,
preceptores e outros estagiários;
XI.
Rever, atualizar, buscar conteúdo teórico necessário para suas
atividades clínicas;
XII.
Realizar somente procedimentos para os quais está devidamente
habilitado, na presença e sob orientação do preceptor do estágio.
DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS
Art. 34º Os casos não contemplados neste documento serão resolvidos em
consenso pelos Supervisores Acadêmicos, Coordenador da Disciplina de Estágio
Extra-Muros e Coordenador Geral de Estágio Extra-Curricular, devendo a
decisão ser devidamente documentada.
179
Universidade Federal de Alagoas
Faculdade de Odontologia
NORMATIVO DO TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO DA
FACULDADE DE ODONTOLOGIA DA UFAL
MACEIÓ – AL
2018
180
INFORMATIVO GERAL
INSTRUÇÕES GERAIS
O trabalho de conclusão do curso (TCC) deverá consistir de trabalho
dissertativo no formato de manuscrito, abordando temas pertinentes às áreas
de Odontologia e ser elaborado por aluno ou dupla de alunos sob a orientação
de um professor da UFAL.
O TCC deve, preferencialmente, se enquadrar em uma das seguintes
modalidades:
a. Trabalho Original: trabalho de revisão sistemática da literatura
com ou sem metanálise; pesquisa original clínica e/ou
laboratorial; pesquisa de campo em comunidades;
b. Relato(s) de Caso(s): descrição e análise de caso (s) clínico(s)
relevante(s) para a prática e para a ciência odontológica.
c. Revisão da Literatura: revisão argumentativa da literatura de
trabalhos importante e publicados em revista de impacto
OBS. O estudo a ser apresentado poderá ser resultado de pesquisa
vinculada ou não a trabalho resultante de programas de iniciação científica
(PIBIC,
PET),
como
também
representar
análises
qualitativas
e/ou
quantitativas
Seguirá as seguintes etapas:
1. Entrega do relatório de atividades;
2. Entrega dos exemplares a banca;
3. Apresentação oral;
4. Entrega da versão final em capa dura;
A banca da apresentação oral será composta pelo orientador(a) do
trabalho, e dois avaliadores indicados pelo orientador. Estes avaliadores
poderão ser professores da FOUFAL ou qualquer outro profissional cuja
expertise seja direcionada ao trabalho. O coorientador, caso seja exista, não
poderá participar da banca examinadora. Os avaliadores deverão estar
presentes na apresentação oral, na qual será emitido o conceito final;
181
O modelo de estruturação do TCC, como também as informações aos
autores seguem em anexo. O(s) aluno(s) deverá entregar para a cada membro
da banca examinadora um exemplar do TCC, no prazo estabelecido, sob pena
de não realizar a defesa do TCC caso o examinador não tenha tempo para
fazer as suas correções.
A apresentação oral será aberta ao público. Nesse momento, estarão
presentes banca examinadora e representante(s) da Comissão de TCC. O
tempo total de apresentação é de 20 (vinte) minutos e depois cada membro da
banca poderá realizar as suas considerações sobre a apresentação e o
trabalho escrito. Fica sugerido um tempo máximo de 10 minutos para cada
membro da banca. Ao final será emitido uma nota de conceito por cada
membro avaliador, no tocante a avaliação do trabalho escrito e da
apresentação. Será calculada uma média final a ser digitada no sistema
acadêmico, baseada na nota global atribuída por cada membro da banca
examinadora variando de 0,00 (zero) a 10,00 (dez).
Uma vez aprovado o TCC, nota maior ou igual a 7,0 (sete), uma versão
final (corrigida após apresentação oral) deverá ser entregue, encadernado em
CAPA DURA (capa branca, letras douradas, folha A4) à coordenação do curso
na data prevista e ter as assinaturas da banca examinadora na folha de
aprovação do TCC. Também deverá ser entregue em CD ou DVD uma versão
eletrônica do TCC (em WORD) e da apresentação Oral (em POWERPOINT).
Cumprida essa etapa, os alunos poderão ter a sua nota de TCC digitada.
É de responsabilidade do orientador e dos alunos realizar as correções pertinentes na
versão final do TCC, sob a pena de não recebimento da versão final do tcc pela coordenação e
consequentemente a não digitação da nota do aluno.
Em caso de não aprovação, ou seja, nota abaixo de 7,0 (sete), o aluno deverá
apresentar um novo TCC, com o mesmo tema ou não, nas datas previstas para o
próximo semestre letivo. Isto também se aplica ao aluno que não cumprir as
normas presentes neste documento e não obedecer aos prazos estabelecidos.
182
INFORMAÇÕES AOS AUTORES
A Comissão de Avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso da FOUFAL
vem por meio deste publicar as informações referentes a formatação e
preparação dos manuscritos que devem fazer parte dos TCCs:
INSTRUÇÕES GERAIS
•
O manuscrito é uma parte indissociável do TCC, devendo ser citado na sua
seção correspondente.
•
O manuscrito deve ser escrito em português em uma forma clara, concisa
e objetiva.
•
O texto deve ser escrito em arquivo Word for Windows, usando fonte
Arial 12, página A4, espaço duplo e margens de 3 cm. O número páginas,
referências, tabelas e figuras não é limitado, mas deverá ser compatível
com um artigo conciso.
•
As unidades de medida devem seguir o Sistema Internacional de Medidas.
•
Todas as abreviaturas devem ser definidas na primeira citação, sendo
escritas por extenso.
•
Na primeira citação de marcas comerciais, o nome do fabricante e sua
localização devem ser escritas entre parênteses (fabricante, cidade,
estado, país). Ex: estereomicroscópio 40× (Coleman Co. Ltd., Santo
André, SP, Brazil)
ESTRUTURA DO MANUSCRITO
1. Página título – página separada
1.1 Título: escrito português e em inglês.
1.2 Autor(es): Nome completo, título, principal atividade (professor
assistente, professor associado, professor titular, aluno de pósgraduação, pesquisador), afiliação (instituição ou clínica privada,
183
departamento ou curso de pós-graduação, cidade, estado e país) e email.
1.3 Autor correspondente: nome, endereço completo postal e eletrônico
(e-mail) e telefone.
1.4 Em caso de qualquer relacionamento entre os autores e entidades
pública ou privada que possa resultar em conflito de interesses, esta
possibilidade deve ser declarada.
OBS. O número de autores deve ser limitado a seis, exceto em casos de
estudos multicêntricos ou similares.
2. Resumo estruturado e palavras-chave (em português e em inglês) –
pagina separada
2.1 RESUMO: deve apresentar no máximo de 200 palavras. Ao final
deve trazer as palavras-chave, no máximo de seis palavras-chave
que constem da lista de Descritores em Ciências da Saúde (DeCS)
da BIREME. O resumo deve ser estruturado com as seguintes
divisões:
- Artigo Original: Introdução, Objetivo, Metodologia, Resultados e
Conclusão.
- Relato de Caso: Introdução, Objetivo, Descrição do(s) Caso(s) e
Conclusão.
- Revisão
de
Literatura:
Introdução,
Objetivo,
Descrição
da
metodologia utilizada (Bases de dados e descritores utilizados,
período das publicações incluídas e outros pertinentes), Resultados e
Conclusão.
2.2 ABSTRACT: o resumo em língua inglesa (Abstract) deve seguir as
mesmas normas do resumo em língua portuguesa e ao final deve
184
trazer as Keywords (palavras-chave), no máximo de seis que constem
da lista de Descritores em Ciências da Saúde (DeCS) da BIREME ou
do Medical Subject Headings da U.S. National Library of Medicine.
3. Texto
3.1 Artigo original de pesquisa
Este deve apresentar as seguintes divisões: Introdução,
Metodologia (ou Casuística), Resultados, Discussão e Conclusão.
Introdução: deve ser objetiva e apresentar o problema, justificar o
trabalho e fornecer dados da literatura pertinentes ao estudo. Ao final
deve apresentar o(s) objetivo(s) e/ou hipótese(s) do trabalho.
Metodologia (ou Casuística): deve descrever em sequência lógica a
população/amostra ou espécimes, as variáveis e os procedimentos
do estudo com detalhamento suficiente para sua replicação. Métodos
já publicados e consagrados na literatura devem ser brevemente
descritos e a referência original deve ser citada. Caso o estudo tenha
análise estatística, esta deve ser descrita ao final da seção.
Resultados: devem ser escritos no texto de forma direta, sem
interpretação subjetiva. Os resultados apresentados em tabelas e
figuras não devem ser repetidos no texto.
Discussão: deve apresentar a interpretação dos resultados e o
contraste com a literatura, o relato de inconsistências e limitações e
sugestões para futuros estudos, bem como a aplicação prática e/ou
185
relevância dos resultados. As inferências, deduções e conclusões
devem ser limitadas aos achados do estudo (generalização
conservadora).
Conclusões: devem ser apoiadas pelos objetivos e resultados.
IMPORTANTE:
Todo trabalho de pesquisa que envolva estudo com seres humanos
deverá citar no início desta seção que o protocolo de pesquisa foi aprovado
pela comissão de ética da instituição e está registrado no SISNEP, de acordo
com os requisitos nacionais e a Declaração de Helsinki.
O documento de aprovação de Comissão de Ética deve ser colocado
como apêndice (obrigatório). De forma similar, estudos com outros animais
devem ser aprovados pelo comitê institucional competente e o documento de
aprovação do protocolo de pesquisa deve ser enviado como documento
suplementar.
1.1 Relato de caso:
Este deve ser dividido em: Introdução, Descrição do(s)
Caso(s) e Discussão. Introdução: deve ser objetiva e
tem por meta trazer uma contextualização do caso.
Descrição do(s) caso(s): deve trazer todas as informações pertinentes
ao caso e trazer uma sequencia lógica e cronológica dos aspectos
clínicos, laboratoriais, radiográficos, histológicos e do plano de
tratamento (se for o caso).
Discussão: deve apresentar a interpretação dos resultados e o
contraste com a literatura, o relato de inconsistências e limitações e
186
sugestões, bem como a aplicação prática e/ou relevância dos achados
ou do tratamento. As inferências, deduções e conclusões devem ser
limitadas aos achados do estudo (generalização conservadora).
4. Agradecimentos
Devem ser breves e objetivos, a pessoas ou instituições que contribuíram
significativamente para o estudo, mas que não tenham preenchido os critérios
de autoria. O apoio financeiro de organização de apoio de fomento e o número
do processo devem ser mencionados nesta seção.
5. Referências
Deverão respeitar as normas de Vancouver – International Committee
of
Medical
Journals
Editors
(Vancouver
Group),
disponível
em:
http://www.nlm.nih.gov/bsd/uniform_requirements.html.
5.1 As referências devem ser numeradas por ordem de aparecimento
no texto e citadas entre parênteses: (1), (3,5,8), (10-15). Em citações
diretas no texto, para artigos com dois autores citam-se os dois
nomes. Ex: "De acordo com Santos e Silva (1)...". Para artigos com
três ou mais autores, cita-se o primeiro autor seguido de "et al.". Ex:
"Silva et al. (2) observaram...".
5.2 A lista de referências deve ser escrita em espaço duplo, em
sequência numérica, na ordem em que foram citadas. A referência
deverá ser completa, incluindo o nome de todos os autores (até seis).
Mais de seis autores, colocar o nome dos seis primeiros seguidos de
"et al.".
5.3 As abreviaturas dos títulos dos periódicos internacionais citados
deverão estar de acordo com o Index Medicus/ MEDLINE e para os
títulos nacionais com LILACS e BBO.
187
5.4 O estilo e pontuação das referências devem seguir o formato
indicado abaixo.
Artigos em periódicos:
Wenzel A, Fejerskov O. Validity of diagnosis of questionable caries lesions in
occlusal surfaces of extracted third molars. Caries Res 1992;26:188-93.
Artigo em periódicos em meio eletrônico:
Baljoon M, Natto S, Bergstrom J. Long-term effect of smoking on vertical
periodontal bone loss. J Clin Periodontol [serial on the Internet]. 2005
Jul
[cited
2006
June
12];32(7):789-97.
Available from:
http://www.blackwell-synergy.com/doi/abs/10.1111/j.1600051X.2005.00765.x
Livro:
Paiva JG, Antoniazzi JH. Endodontia: bases para a prática clínica. 2.ed. São
Paulo: Artes Médicas; 1988.
Capítulo de Livro:
Basbaum AI, Jessel TM, The perception of pain. In: Kandel ER, Schwartz
JH, Jessel TM. Principles of neural science. New York: McGraw Hill; 2000.
p. 472-91.
Dissertações e Teses:
Polido WD. A avaliação das alterações ósseas ao redor de implantes
dentários durante o período de osseointegração através da radiografia digital
188
direta [tese]. Porto Alegre (RS): Faculdade de Odontologia, Pontifícia
Universidade Católica do Rio Grande do Sul; 1997.
Documento eletrônico:
Ueki N, Higashino K, Ortiz-Hidalgo CM. Histopathology [monograph online].
Houston: Addison Boocks; 1998. [Acesso em jan. 27]. Disponível em
http://www.list.com/dentistry.
OBS. A exatidão das citações e referências é de responsabilidade dos
autores. Não incluir resumos/abstracts, comunicações pessoais e materiais
bibliográficos sem data de publicação na lista de referências. Número
máximo de três referencias de livros.
6. Tabelas
As tabelas devem ser construídas com o menu "Tabela" do programa
Word for Windows, numeradas consecutivamente com algarismos arábicos na
ordem de citação no texto (exemplo: Tabela 1, Tabela 2, etc) e inseridas no
local em que aparecem no texto. O título da tabela deve explicativo e conciso,
digitado em espaço duplo na parte superior da tabela, centralizado. Todas as
explicações devem ser apresentadas em notas de rodapé, Fonte 10, espaço
simples, justificado. Não sublinhar ou desenhar linhas dentro das tabelas, nem
usar espaços para separar colunas.
7. Figuras
As ilustrações (fotografias, gráficos, desenhos, quadros, etc) serão
consideradas como figuras. Devem ser limitadas ao mínimo indispensáveis
e numeradas consecutivamente em algarismos arábicos segundo a ordem
em que são citadas no texto (exemplo: Figura 1, Figura 2, etc). As figuras
189
deverão ser inseridas no local em que aparecem no texto. Todas as figuras
devem conter legendas compostas de um título descritivo seguido da
interpretação da figura e explicação das abreviaturas existentes na figura.
7.1 As fotografias e imagens digitalizadas deverão ser coloridas, em
formato tif, gif ou jpg, com resolução mínima de 300dpi e 8 cm de
largura. No caso de figuras dispostas em página inteira a largura
deverá ser de 17,5 cm.
7.2 Letras e marcas de identificação devem ser claras e definidas.
Áreas críticas de radiografias e microfotografias devem estar isoladas
e/ou demarcadas. Microfotografias devem apresentar escalas
internas e setas que contrastem com o fundo.
7.3 Partes separadas de uma mesma figura devem ser legendadas
com A, B, C, etc. Figuras simples e grupos de figuras não devem
exceder, respectivamente, 8 cm e 17,5 cm de largura.
7.4 As fotografias clínicas não devem permitir a identificação do
paciente. Caso exista a possibilidade de identificação, é obrigatório o
envio de documento escrito fornecendo consentimento livre e
esclarecido para a publicação.
7.5 Figuras reproduzidas de outras fontes já publicadas devem indicar
esta condição na legenda, e devem ser acompanhadas por uma carta
de permissão do detentor dos direitos.
OUTRAS INFORMAÇÕES
O crédito de autoria deve ser baseado em:
1. contribuições substanciais de concepção e desenho, aquisição de
dados ou análise e interpretação de dados;
2.
redação inicial de manuscrito ou sua revisão crítica de conteúdo
intelectual importante; e
3.
aprovação final da versão a ser publicada.
190
IMPORTANTE:
Os autores devem preencher as condições 1, 2 e 3. Todas as
pessoas designadas como autores devem estar qualificadas como
autores e devem ser listadas. Cada autor deve ter participação suficiente
no trabalho para ter responsabilidade pública de partes apropriadas do
conteúdo."
•
Quando há alguma relação entre autores e alguma entidade pública
ou privada que possa ocasionar qualquer conflito de interesses, esta
possibilidade deve ser informada na página título do manuscrito e na
carta de submissão. Se não houver quaisquer conflitos de interesses,
o autor deve afirmar isso por escrito (por exemplo: "Eu declaro que eu
não tenho nenhum interesse que representa conflito de interesses em
conexão com o trabalho submetido").
•
Artigos sobre ensaios clínicos devem receber um número de
identificação de um dos registros de Ensaios clínicos validados pelos
critérios estabelecidos pelo International Committee of Medical
Journal Editors (ICMJE) e a Organização Mundial da Saúde (OMS):
ClinicalTrials.gov, WHO International Clinical Trials Registry Platform
(ICTRP). O número de identificação deve ser citado ao final do
resumo.
•
Os pacientes têm direito à privacidade que não deve ser violada sem
o consentimento livre e esclarecido do paciente. Informações de
identificação, incluindo nomes, iniciais ou número de registros
médicos e hospitalares não devem ser publicados em descrições no
texto, fotografias ou marcas, a menos que a informação seja essencial
para objetivos científicos e o paciente ou responsável legal dê
consentimento por escrito para publicação. O consentimento livre e
esclarecido para este caso requer que o manuscrito a ser publicado
seja mostrado ao paciente identificável. Os autores devem informar ao
paciente sempre que qualquer material potencialmente identificável
191
possa ser disponibilizado na Internet, bem como na forma impressa
após publicação.
•
Detalhes de identificação não essenciais devem ser omitidos.
Mascarar a região dos olhos em fotografias, bem como, colocar as
iniciais do nome do paciente, são formas de proteção de anonimato
inadequadas. Quando o consentimento livre e esclarecido (TCLE) for
obtido, ele deve ser indicado no artigo publicado e colocado no final
como Anexo.
•
Casos omissos serão resolvidos pela Comissão de Avaliação dos
Trabalhos de Conclusão de Curso da FOUFAL.
######################
Comissão de Avaliação dos Trabalhos de Conclusão de Curso da FOUFAL
Agosto de 2018
