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                    UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS

PROJETO PEDAGÓGICO
DO CURSO DE ODONTOLOGIA DA UFAL
(ATUALIZAÇÃO)

MACEIÓ-AL
OUTUBRO--2019

1

“Nada é impossível de mudar.
Desconfiai do mais trivial, na aparência singelo.
E examinai, sobretudo, o que parece habitual...
Nada deve parecer natural nada deve parecer impossível de mudar”.
Bertold Brecht.
Apud Roque Theophilo-2006.

“Despertar a curiosidade, inata ao homem e vivíssima no menino, eis o
primeiro empenho do professor, num método racional. Da curiosidade
nasce a atenção; da atenção a percepção e a memória inteligente”. Rui

Barbosa.
“Além dessas aptidões de espírito, em que consiste a preparação
mental do professor, há inclinações do coração, propriedades da alma,
qualidades morais, em suma, de que depende a bondade e a eficácia de
todo o ensino. Essa simpatia intelectual, entre o entendimento do mestre
e o do aluno, que a habilidade prática em manejar os métodos
estabelece, será insuficiente, estará minimamente longe de chegar a
resultados satisfatórios, se a não envolver um profundo sentimento de
humanidade, que o afeiçoe intensamente a todos os discípulos, não
descurando os mais fracos, para se entregar à ufania de desvelar, nos
mais bem prendados, os talentos prontos e brilhantes; se o mestre não
for entusiasta da sua profissão, de modo que a não exerça como tarefa
servil,

imposta

por

necessidades

materiais,

sem

compensações

superiores; se não possuir, emfim, o dom de inocular na índole dos
alunos o amor da verdade do belo e do bem”. Rui Barbosa – (1883).

2
2

Apud Mariângela Monteiro Melo – 2004.

Projeto Pedagógico elaborado para implementação no Curso de Odontologia da
UFAL., objetivando sua adequação às Diretrizes Curriculares Nacionais.
CONCLUIDO PELO COLEGIADO: 2006/2008
Titulares:
Prof. Felício Melo de Albuquerque - Coordenador
Profa. Maria José Lorena de Menezes - Vice-coordenador
Prof. Amaro Carlos Júnior
Prof. Luiz Carlos Oliveira dos Santos
Prof. Bernardo Lucena Neto
Acad. Camila de Lima Sarmento
Téc-Adm. Anunciada Cícera Vital Costa

ATUALIZADO PELO COLEGIADO: 2018/2020
Profa. Maria José Lorena de Menezes – Coordenadora
Profa. Izabel Maia Novaes- Vice-coordenadora
Profa. Alda Maria Almeida O. Martins
Prof. Daniel Pinto de Oliveira
Profa. Daniela Pugliesi
Prof. Marcos Aurélio Bomfim da Silva
Prof. Natanael Barbosa dos Santos
Prof. Ricardo Viana Bessa Nogueira
Téc-Adm. Manjaryl Rodrigues Silva

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SUMÁRIO
1. Identificação do Curso ...........................................................05
2. Introdução /Justificativa .........................................................06
3. Perfil do Egresso ....................................................................09
4. Competências e Habilidades................................................10
5. Colegiado do curso....................................................................12
6. Núcleo Docente Estruturante....................................................13
7. Relação dos docentes do curso..................................................14
8. Corpo técnico do curso..............................................................16
9. Organização Curricular .........................................................17
10. Disciplinas e Ementário do Curso .......................................22
11. Observações e disciplinas eletivas .....................................40
12. Pré-requisitos ..........................................................................41
13. Metodologia do curso...............................................................43
14. Avaliação..................................................................................43
15. Condições de viabilização do curso...........................................50
16. Estágio Supervisionado .......................................................52
17. Trabalho de Conclusão do Curso -TCC .............................53
18. Atividades Complementares ................................................54
19. Cursos de Pós-graduação ....................................................55
20. Anexo .......................................................................................56

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1 - IDENTIFICAÇÃO DO CURSO
NOME DO CURSO: Odontologia
TÍTULO OFERTADO: Bacharel em Odontologia
PORTARIA DE RECONHECIMENTO: Dec. Nº 3867 de 25 de janeiro de 1961
TURNO: Diurno integral
CARGA HORÁRIA: 4420 horas
DURAÇÃO: Mínima: 10 períodos
Máxima : 16 períodos
VAGAS: 60 por ano (30 por período)
PERFIL: O profissional a ser formado pelo Curso de Odontologia da Faculdade de
Odontologia da UFAL. (FOUFAL) será um cirurgião-dentista, generalista, humanista,
com visão crítica e reflexiva para atuar em todos o s níveis de atenção à saúde, com
base no rigor técnico e científico. Capacitado ao exercício de atividades referentes à
saúde bucal da população, pautado em princípios éti cos, legais e na compreensão
da realidade social, cultural e econômica do seu meio, dirigindo sua atuação para a
transformação da realidade, em benefício da sociedade.
CAMPO DE TRABALHO: Sistema de saúde vigente no país.

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2 – INTRODUÇÃO / JUSTIFICATIVA
O curso de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas teve o seu início
junto com a própria Universidade. Ele foi composto pela junção das duas unidades
de ensino de Odontologia que existiam em Alagoas no início da década de 1960. As
Faculdades de Odontologia de Maceió e a Faculdade de Odontologia de Alagoas
uniram-se e formaram a FOUFAL. Esta nova unidade se juntou as faculdades de
Filosofia e Ciências, Faculdade de Direito, Faculdade de Medicina,
Faculdade de Economia e a Faculdade de Engenharia Civil e compuseram as
primeiras unidades da recém criada Universidade Federal de Alagoas. Na época o
curso de Odontologia era composto pela Diretoria executiva e três Departamentos.
Na década de 1970 com a reforma universitária as Faculdades de
Odontologia, Medicina e os recém criados cursos de Enfermagem, Nutrição e
Educação Física compuseram o Centro de Ciências da Saúde da UFAL. Nesta
reforma o curso de Odontologia se restringiu a um departamento e, no início dos anos
80, houve uma tentativa de que o curso fosse dividido em dois Departamentos. Esta
nova divisão se justificava pelo número de alunos, cerca de
300, pelo número de professores naquela época já cerca de 40 e pelo número de
funcionários. Adicionalmente, se sentia que a complexidade do curso exigia que a
sua administração fosse dividida atendendo aos dispositivos do antigo estatuto da
UFAL que requeria um número máximo de 20 professore s em um Departamento.
Embora fosse necessária esta nova estrutura não prosperou e o curso voltou a
pertencer a apenas um Departamento. Porém, durante todos estes anos, o
Departamento de Odontologia sempre pontificou como um dos melhores cursos da
UFAL, tanto pela sua estrutura, quanto pela sua qualidade.
A assistência à saúde é um direito garantido pela Constituição Federal de 1988,
pelas Leis orgânicas (8080/90 e 8142/90), assim como pelo Pacto pela Saúde. Tais
documentos ainda regulamentam a descentralização das ações de saúde definindo
obrigatoriedades nos três níveis de atenção à saúde. O Plano Diretor de
Regionalização das Ações de Saúde de Alagoas PDR/2011 divide o Estado em
duas macrorregiões, cinco regiões de saúde e treze microrregiões, nas quais os
municípios estão agrupados para organização dos serviços e da assistência à
saúde. Estão formadas redes hierarquizadas de serviços e estabelecidos os
mecanismos e fluxos de referência e contra referência, tendo como principal
objetivo a garantia da integralidade da assistência e o acesso da população aos
serviços e ações de saúde de acordo com suas necessidades.
6

Maceió é sede da 1ª Macrorregião de Saúde do Estado, sendo considerada
base territorial de planejamento da atenção à saúde que agrupa as regiões de
saúde, considerando variáveis socioeconômicas, geográficas, acesso viário, oferta
de serviços e necessidade de implementação e implantação de serviços
ambulatoriais e hospitalares de média complexidade e de alta complexidade,
assegurando o acesso aos cidadãos no âmbito macrorregional desses níveis de
atenção.
Mesmo sendo referência de assistência à saúde para outros municípios do
Estado, Maceió, no que diz respeito à atenção primária à saúde de seus munícipes,
é um dos piores municípios do Estado na cobertura da Estratégia Saúde da Família,
tendo uma cobertura populacional estimada de apenas 30%, segundo
Departamento de Atenção Básica do SUS.
Segundo dados do IBGE, do Conselho Federal de Odontologia e da pesquisa
Perfil atual e tendências do Cirurgião-Dentista Brasileiro, divulgado pela USP em
2010, no cenário nacional, três quartos dos dentistas estão concentrados nas regiões
Sul e Sudeste do país, distribuição que encontra grande semelhança com a
distribuição da participação percentual das grandes regiões no PIB a preço médio do
mercado.
Essa realidade demonstra a necessidade de formação de profissionais
voltados para atuar junto à descentralização dos serviços de saúde bucal,
especialmente através de programas integrados de saúde que permitam a
interiorização odontológica, atuação interdisciplinar no que tange às diferentes áreas
da saúde e atenção ao processo saúde-doença com intervenções preventivas,
educativas e intervencionistas, a exemplo do Programa de Saúde da Família (PSF)
que atualmente constitui a Estratégia de Saúde da Família (ESF), na qual a
Odontologia foi incluída através da Política Nacional de Saúde Bucal (Brasil
Sorridente) a qual foi fundamentada no Levantamento das Condições de Saúde Bucal
da População Brasileira - SB Brasil-2003 que observou acesso difícil e limitado e
práticas fortemente curativas e mutiladoras.
Estudos sinalizam que existem disparidades regionais na distribuição de
profissionais da odontologia, configurando-se na distribuição geográfica com 49% nas
capitais. Esse dado é mais expressivo na região nordeste, em que alguns municípios
não possuem um único profissional.
A Universidade Federal de Alagoas (UFAL) está situado no município mais
populoso de Alagoas, na cidade de Maceió, no bairro do Tabuleiro dos Martins. O
7

bairro faz parte do VIII Distrito de Saúde do município de Maceió que abrange a parte
mais afastada do centro da cidade e com muitos bairros no entorno considerados
bairros de periferia. As condições de saúde da população são precárias e existe uma
grande demanda reprimida pelos serviços de saúde bucal desta população. A
Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas (FOUFAL) possui
como uma das suas características de qualidade e referência à produção e
disseminação do saber. Atualmente o curso presta uma média de 800 atendimentos
semanais a pacientes do entorno da universidade e cidades do interior. O seu curso
de graduação representa a base para o permanente processo de educação
continuada que se espera de um profissional da área da saúde. A Faculdade de
Odontologia da Universidade Federal de Alagoas (FOUFAL) localiza–se no Campus
Universitário, e dispõe de um prédio de 2 pavimentos destinado às atividades de
ensino, pesquisa e extensão.
As assistências à população em tratamento odontológico são realizadas em
clínicas (ambulatórios) que proporcionam campo de ensino e treinamento aos
estudantes dos cursos de graduação. Estes ambulatórios compreendem:

• Ambulatório I: composto por 52 equipos, onde são desenvolvidas atividades de clínica
infantil/adulto.
• Ambulatório II: composto por 17 equipos, onde são desenvolvidas atividades de clínica
infantil/adulto.
• Serviço de Radiologia

Os passos que antecederam a elaboração desse texto incluíram uma
discussão a respeito do que precisava ser mantido, reformulado e as inovações em
andamento para um novo PPC em formulação. Essa etapa pretendeu estabelecer os
parâmetros norteadores do processo de reformulação curricular. Assim, estabeleceuse que todos os membros do Colegiado de Graduação e NDE, participariam das
discussões e trariam propostas das suas áreas em consonância com as Diretrizes
Curriculares. A participação da comunidade discente foi garantida pela representação
no Colegiado. Atualmente o novo encontra-se em fase final de construção, onde estão
sendo discutidas o aspecto da interprofissionalidade do curso juntamente com os
cursos da área de saúde.

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3 – PERFIL DO EGRESSO
O profissional a ser formado pelo Curso de Odontologia da FOUFAL será um
cirurgião-dentista, com formação clínica geral, capacitado a exercer a profissão nos
níveis de atendimento primários, secundários e terciários, de acordo com à realidade
detectada através de um sistema hierarquizado de referência e sintonizado com o
Sistema Único de Saúde, dentro de uma visão social. Para tanto, terá uma sólida
formação biológica, social-preventiva, e técnico-científico que o capacite a
desenvolver ações para o diagnóstico, prevenção e tratamento de doenças bucodentárias, prevalentes na região, promovendo a saúde bucal do indivíduo e no
contexto coletivo.
Este profissional terá habilidades e atitudes para compreensão e solução dos
problemas de saúde bucal, bem como sensibilidade para resistir às práticas
mutiladoras, devendo ainda integralizar-se com os demais competentes profissionais
do sistema de saúde vigente no país.

9

4 – COMPETÊNCIAS E HABILIDADES
“Uma educação só pode ser viável se for uma educação integral do ser
humano”.
A formação do Cirurgião Dentista deverá contemplar o sistema de saúde
vigente no país, a atenção integral da saúde num sistema regionalizado e
hierarquizado de referência e contra-referência e trabalho em equipe. Com a
finalidade de alcançar estes objetivos, o Curso de Graduação da FOUFAL deverá
assegurar a formação de profissionais com competências e habilidades gerais e
específicas.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES GERAIS
1. Atenção à saúde : Os profissionais de saúde, dentro de seu âmbito profissional,

deverão estar aptos a desenvolver ações de prevenção, promoção, proteção e
reabilitação da saúde, tanto em nível individual, quanto coletivo. Cada profissional
deverá assegurar que sua prática seja realizada de forma integrada e contínua
com as demais instâncias do sistema de saúde sendo capaz de pensar
criticamente, de analisar os problemas da sociedade e de procurar soluções para
os mesmos. Os profissionais deverão realizar seus serviços dentro dos mais altos
padrões de qualidade e dos princípios da ética/bioética, tendo em conta que a
responsabilidade da atenção à saúde não se encerra com o ato técnico, mas sim,
com a resolução do problema, tanto a nível individual como coletivo;

2. Tomada de decisões : o trabalho dos profissionais de saúde deverá esta r
fundamentado na capacidade de tomar decisões visando o uso apropriado,
eficácia e custo-efetividade, da força de trabalho, de medicamentos, de
equipamentos, de procedimentos e de práticas. Para este fim, os mesmos deverão
possuir habilidades para avaliar, sistematizar e decidir as condutas mais
adequadas, baseadas em evidências científicas;
3. Comunicação : os profissionais de saúde deverão ser acessíveis e deverão
manter a confidência das informações a eles confiadas, na interação com outros
profissionais de saúde e o público em geral. A comunicação envolve comunicação
verbal, não verbal e habilidades de escrita e leitura; o domínio de

10

pelo menos, uma língua estrangeira e de tecnologias de comunicação e
informação.
4. Liderança : no trabalho em equipe multiprofissional, os profissionais de saúde

deverão estar aptos a assumirem posições de liderança, sempre tendo em vista o
bem estar da comunidade. A liderança envolve compromisso, responsabilidade,
empatia, habilidade para tomada de decisões, comunicação e gerenciamento de
forma efetiva e eficaz.
5. Administração e gerenciamento : os profissionais deverão estar aptos a tomar
iniciativas, fazer o gerenciamento e administração tanto da força de trabalho, dos
recursos físicos e materiais e de informação, da mesma forma que deverão estar
aptos a serem gestores, empregadores ou lideranças na equipe de saúde; e
6. Educação permanente : os profissionais deverão ser capazes de aprender
continuamente, tanto na sua formação, quanto na prá tica. Desta forma, os
profissionais de saúde deverão aprender a aprender e ter responsabilidade e
compromisso com a sua educação e o treinamento/está gios das futuras gerações
de profissionais, mas proporcionando que haja benefício mútuo entre os futuros
profissionais e os profissionais dos serviços, inclusive, estimulando e
desenvolvendo a mobilidade acadêmica/profissional, a formação e a cooperação
através de redes nacionais e internacionais.
COMPETÊNCIAS E HABILIDADES ESPECÍFICAS
1. Respeitar os princípios éticos e legais inerentes ao exercício profissional;
2. Atuar em todos os níveis

de atenção à saúde, integrando-os em programas

de promoção, manutenção, prevenção, proteção e recuperação da saúde,
sensibilizados e comprometidos com o ser humano, respeitando-o e valorizandoo;
3. Atuar multiprofissionalmente, interdisciplinarmente e transdisciplinarmente com
extrema produtividade na promoção da saúde baseado na convicção científica, de
cidadania e de ética;
4. Reconhecer a saúde como direito e condições dignas de vida e atuar de forma a
garantir a integralidade da assistência, entendida como conjunto articulado e
contínuo das ações e serviços preventivos e curativos, individuais e coletivos,
exigidos para cada caso em todos os níveis de complexidade do sistema;

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5. Exercer sua profissão de forma articulada ao contex to social, entendendo-a
como uma forma de participação e contribuição social;
6. Conhecer métodos e técnicas de investigação e elaboração de trabalhos
acadêmicos e científicos;
7. Identificar em pacientes e em grupos populacionais as doenças e distúrbios bucomaxilo-faciais e realizar procedimentos adequados para suas investigações,
prevenção, tratamento e controle;
8. Cumprir investigações básicas e procedimentos opera tórios;
9. Analisar e interpretar os resultados de relevantes pesquisas experimentais,
epidemiológicas e clínicas;
10. Participar em educação continuada relativa a saúde bucal e doenças como um
componente da obrigação profissional e manter espírito crítico, mas aberto a novas
informações;
11. Acompanhar e incorporar inovações tecnológicas (informática, novos materiais,
biotecnologia) no exercício da profissão;
12. Reconhecer suas limitações e estar adaptado e flexível face às mudanças
circunstanciais.

5-COLEGIADO DE CURSO
O colegiado do curso de Odontologia é conduzido por meio de reuniões
ordinária e extraordinária, estando vinculado a FOUFAL, nos termos do Artigo 25 e
26 do Regimento Geral da Ufal. A finalidade do colegiado é coordenar o
funcionamento acadêmico do curso, promover a avaliação permanente com vista no
seu desenvolvimento. Em observância ao Artigo 25 do Regimento Geral, o colegiado
do curso é composto por 05 (cinco) professores efetivos, vinculados ao Curso e seus
respectivos suplentes; 01 (um) representante do Corpo Discente, e seu respectivo
suplente; e 01 (um) representante do Corpo Técnico-Administrativo, e seu respectivo
suplente.
Os integrantes do colegiado são eleitos pela comunidade acadêmica por meio
de consulta para cumprir mandato de 02 (dois) anos, sendo admitida uma única
recondução. O Colegiado terá 01 (um) Coordenador e seu Suplente, escolhidos pelos
seus membros dentre os docentes que o integram. O colegiado do curso irá se reunir
ordinariamente, pelo menos, 12 (doze) vezes por ano ou extraordinariamente, sempre
que convocados pelos seus coordenadores ou pela maioria simples de seus membros.
12

No âmbito de suas atribuições, o colegiado coordena o processo de ensino e de
aprendizagem, além de promover a integração docente-discente, a interdisciplinaridade
e a compatibilização da ação docente com os planos de ensino, com vistas à formação
profissional. A comunidade acadêmica do curso tem participação frequente, mediante
convite dos seus membros ou de forma voluntária. As reuniões ordinárias também podem
acontecer em parceria com o NDE do curso. As decisões advindas do Colegiado são
encaminhadas a coordenação do curso, a direção da Unidade Acadêmica ou a instância
administrativa competente para a sua posterior execução, além de também serem
possíveis a criação de comissões simplificadas para a resoluções de demandas
especificas do curso.

6-NÚCLEO DOCENTE ESTRUTURANTE-NDE.

O Núcleo Docente Estruturante (NDE) do Curso de Odontologia é órgão
consultivo que responde diretamente pelo Projeto Pedagógico do Curso, atuando na sua
concepção, implementação, acompanhamento, avaliação, atualização e consolidação. O
NDE é constituído pela Coordenadora do Curso de Odontologia e por docentes do Curso de
Odontologia indicados pelo Colegiado do Curso e com regime de trabalho de tempo parcial
e/ou integral com titulação acadêmica de especialista, mestre e doutor e formação acadêmica
na área de atuação do curso. São atribuições do NDE: atualizar periodicamente o PPC;
conduzir os trabalhos de reestruturação curricular, para aprovação no Colegiado de Curso,
sempre que necessário; supervisionar as formas de avaliação e acompanhamento do curso
definidas pelo Colegiado; analisar e avaliar os programas das disciplinas dos componentes
curriculares; promover a integração horizontal e vertical do curso, respeitando os eixos
estabelecidos pelo projeto pedagógico; estabelecer diretrizes e normas para o regime
didático-pedagógico do Curso respeitada a política acadêmica aprovada pelos órgãos
superiores; definir o perfil profissional e os objetivos gerais do Curso; promover a avaliação
dos planos/programas de trabalho nas atividades de ensino, pesquisa e extensão na forma
definida no PPI; fixar as diretrizes gerais dos programas das disciplinas do Curso e suas
respectivas ementas, recomendando à Coordenação do Curso, modificações dos programas
para fins de compatibilização; propor à Coordenação providências necessárias à melhoria
qualitativa do ensino.
O NDE do Curso de Odontologia é composto pelos docentes:
IZABEL MAIA NOVAES
LARISSA SILVEIRA DE MENDONÇA FRAGOSO

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LUIS CARLOS OLIVEIRA SANTOS
MARCOS AURELIO BOMFIM DA SILVA
MARIA JOSE LORENA DE MENEZES
PATRÍCIA BATISTA LOPES DO NASCIMENTO

7- RELAÇÃO DOS DOCENTES DO CURSO

REGIME DE
TRABALHO

DOCENTES
ALDA Mª ALMEIDA DE OLIVEIRA MARTINS

DE

ANA CRISTINA BRITO SANTOS

DE

ANA REGINA OLIVEIRA MOREIRA

40

ANTÔNIO AMORIM DE ARÚJO

DE

ANTÔNIO FERREIRA DE ARAÙJO

DE

CAMILA MARIA BEDER RIBEIRO

40

CRISTINE DALMEIDA BORGES

40

CYNTHIA VALERIA SILVA GOMES RIBEIRO

DE

DANIEL PINTO DE OLIVEIRA

DE

DANIELA MARIA CARVALHO PUGLIESI

DE

DAYSE ANDRADE ROMÃO

20

EDGARD NORÕES RODRIHUES DA MATTA

DE

EVANDRO LUIS BARROS MARROQUIM

DE

ISAAC JOSÉ PEIXOTO BATINGA DA ROCHA

DE

ISABEL CRISTINA CELERINO DE MORAES PORTO

DE

IZABEL MAIA NOVAES

40

JORGE ALBERTO GONÇALVES

DE

JOSÉ DE AMORIM LISBOA NETO

DE

JOSÉ IVO LIMEIRA DOS REIS

DE

14

JOSÉ LÉCIO MACHADO

DE

JOSÉ ZENOU COSTA FILHO

40

JOVENILDO WANDERLEY SANTOS

40

LARISSA SILVEIRA DE MENDONÇA FRAGOSO

DE

LEOPOLDO COSME SILVA

40

LUCIANA CAVALCANTI DE ARAÚJO

DE

LUIS ALEXANDRE MOURA PENTEADO

20

LUIS CARLOS OLIVEIRA SANTOS

DE

MARCELO DE ALMEIDA COSTA

DE

MARCOS AURÉLIO BOMFIM DA SILVA

40

MARIA JOSÉ LORENA DE MENEZES

DE

MAGNA SUZANA ALEXANDRE MOREIRA

DE

NATANAEL BARBOSA DOS SANTOS

40

PATRÍCIA BATISTA LOPES DO NASCIMENTO

DE

PRISCILA MARCELOS

40

RAPHAELA FARIAS RODRIGUES

DE

RENATA ANTÔNIA CERQUEIRA DE MORAES

20

RICARDO VIANA BESSA NOGUEIRA

40

SILVIA GIRLANE NUNES DA SILVA

20

STELA MARIS WANDERLEY NOBRE

40

THÉO FORTES SILVEIRA CAVALCANTI

20

VALDECI ELIAS DOS SANTOS JUNIOR

DE

VÂNIO SANTOS COSTA

40

WAGNER SOTERO FRAGOSO

40

ANDRE SANTA MARIA NORMANDE - ICBS

DE

ANDREIA ESPINDOLA VIEIRA RIBEIRO – ICBS

DE

CAMILLA CAMERINO SANTANA DAVINO FREIRE - ICBS

40

CRISTOVAO FELIX GARCIA DA SILVA – INSTITUTO DE
PSICOLOGIA
15

DE

ELIANE APARECIDA CAMPESATTO - ICBS

DE

FERNANDO DE ARAUJO PEDROSA - ICBS

DE

FERNANDO GUILHERME SILVA AYRES - ICHCA

DE

FERNANDO JOSE CAMELLO DE LIMA - ICBS

DE

FRANCIS SOARES GOMES - IQ

DE

HELLEN TAYNAN DA SILVA CAVALCANTI - FEAC

20

JERUSA MARIA DE OLIVEIRA AMORIM - ICBS
KATIA MARIA MARQUES GOUVEIA ICBS

DE

LAURA MARIA DE VASCONCELOS - ICBS

DE

LAZARO WENDER OLIVEIRA DE JESUS - ICBS

DE

LEONORA TAVARES BASTOS - ICBS

DE

MAGNA SUZANA ALEXANDRE MOREIRA - ICBS

DE

MELISSA FONTES LANDELL - ICBS

DE

NIVEA MARIA ROCHA MACEDO - ICBS

DE

OLAGIDE WAGNER DE CASTRO- ICBS

DE

RAFAEL BRITO DA SILVA – ICBS

DE

REGIANNE UMEKO KAMIYA - ICBS

DE

THIAGO DA SILVA TORRES - ICBS

DE

8-CORPO TÉCNICO DO CURSO DE ODONTOLOGIA
CARGA
HORÁRIA

CARGO

ALEXANDRINA DE LIMA SILVA

40 HORAS

AUXILIAR DE LABORATÓRIO

ALINE ALVES MELO

40 HORAS

AUXILIAR DE ENFERMAGEM

AMON MONTEIRO DE ARAÚJO

40 HORAS

TÉCNICO EM PRÓTESE
DENTÁRIA

ANUNCIADA CÍCERA VITAL
COSTA

40 HORAS

ASSISTENTE EM
ADMINISTRAÇÃO

CLEONE CALHEIROS PINHEIRO

40 HORAS

TECNÓLOGO

CLEONILDE NICÁCIO
CAVALCANTE

40 HORAS

TECNÓLOGO

NOME

16

DAISY DE ARAÚJO PEREIRA
MALTA

40 HORAS

TÉCNICO EM HIGIENE
DENTAL

DILMA MOTA DE VASCONCELOS

40 HORAS

LANCHEIRO

EMERSON PESSOA ARAÚJO

40 HORAS

TÉCNICO EM PRÓTESE
DENTÁRIA

FABIANA SALUSTIANO RAMOS

40 HORAS

ENFERMEIRO

JOSIANE DE BARROS COUTO

40 HORAS

TÉCNICO EM HIGIENE
DENTAL

JUVENAL GUEDES LOPES

40 HORAS

AUXILIAR DE ANATOMIA E
NECRÓPSIA

KARINE GISELLE DOS SANTOS
GOMES

40 HORAS

SECRETÁRIO
ADMINISTRATIVO

KARINE GOMES CIRINO

40 HORAS

TÉCNICO EM HIGIENE
DENTAL

KÉSIA PESSOA ARAÚJO DE
LEMOS

40 HORAS

TÉCNICO EM PRÓTESE
DENTÁRIA

LUCILENE CAETANO DA SILVA

40 HORAS

AUXILIAR DE ENFERMAGEM

MANJARYL RODRIGUES SILVA

40 HORAS

ASSISTENTE EM
ADMINISTRAÇÃOC

MARCELO DE GUSMÃO LEME

24 HORAS

TÉCNICO EM RADIOLOGIA

MARIA CÍCERA DA COSTA

40 HORAS

AUXILIAR DE LABORATÓRIO

MARIA DAS GRAÇAS
BITTENCOURT COSTA

40 HORAS

AUXILIAR DE ENFERMAGEM

MARIA DE FÁTIMA LUZ CORREIA

40 HORAS

AUXILIAR DE ENFERMAGEM

MILANE COSTA ALVES

40 HORAS

TÉCNICO EM HIGIENE
DENTAL

RAIMUNDA MARIA ÂNGELO DE
OLIVEIRA

40 HORAS

BIÓLOGO

RUBENILDES ERNESTO COSTA

40 HORAS

ASSISTENTE DE
LABORATÓRIO

9- ORGANIZAÇÃO CURRICULAR
O processo formativo, à vista do desenvolvimento das competências e
habilidades, tem como objeto de trabalho as matérias de formação básica,
profissionalizante e social. A formação social, humanística e ética é constituída em
disciplinas de cunho social e permeia o conteúdo programático das demais
disciplinas, em articulação com elementos técnicos e profissionais.
17

A formação profissionalizante prioriza a adequação às realidades em que
atuará o profissional e com espírito crítico e aberto para eventual absorção de
tecnologias inovadoras, sem ênfase apenas para tecnologias sofisticadas. Nesse
contexto, o ensino técnico objetiva competências e destrezas necessárias ao
exercício profissional, portanto, há espaço dedicado à clínica por disciplinas, que
tem importância pedagógica. No entanto, enfatiza-se o ensino em clínica integrada,
em clínica odontológica, espaços extramuros na região e fora da região.
Tendo em vista a efetivação desse percurso, a matriz curricular do Curso
de Odontologia da FOUFAL é distribuída em::

1.Disciplinas de formação inicial, composto de bases biológicas, anatomia,
farmacologia, microbiologia, imunologia, patologia;
2. Disciplinas de Saúde coletiva e Psicologia, responsáveis pela formação
humanística e formação para os serviços, gestão pública e privada.
3. Ciências Odontológicas- disciplinas preparatórias a clínica com materiais
odontológicos, biossegurança, primeiros socorros e especificas de cada área.
Clínico/multidisciplinar – disciplinas de clínica integrada infantil e adulto,
compreensão da odontologia como profissão de saúde e conhecimentos do
processo saúde/doença, estendem-se até o 9º semestre, culminando com o
Estágio extra muro no 10º semestre.
O estágio obrigatório é o instrumento de integração e conhecimento do aluno
com a realidade social e econômica de sua região e do trabalho de sua área. Ele
deve ser entendido como atendimento integral ao paciente que o aluno de
Odontologia presta à comunidade, intra e extra-muros. O aluno pode cumpri-lo em
atendimentos multidisciplinares, dentro de disciplinas e em serviços assistências
públicos e privados.
O TCC é componente curricular obrigatório e deverá consistir de trabalho
dissertativo no formato de artigo científico, abordando temas pertinentes às áreas
de Odontologia e ser elaborado pelo aluno sob a orientação de um professor da
UFAL, podendo ser resultado provenientes das atividades de ensino, pesquisa
ou extensão. Para a elaboração do trabalho o aluno deverá seguir as normas
para a escrita do TCC –FOUFAL disponível na coordenação do curso.

•

EDUCAÇÃO AMBIENTAL
18

O curso de Odontologia da UFAL objetivando atender o Decreto Nº 4.281 de
25 de junho de 2002, que regulamenta a Lei N° 9.795, de 27 de abril de 1999, que
institui a Política Nacional de Educação Ambiental, bem como a Resolução
CNE/CP nº 02/2012, que define formas de sua implementação nos currículos dos
cursos superiores, inclui a temática ambiental em disciplinas obrigatórias. Com o
intuito

de

impulsionar

o

desenvolvimento

de

uma

consciência

crítico-

transformadora que enfrente os desafios impostos pela crescente disseminação
de problemas ambientais, o curso de Odontologia no presente PPC, a temática
educação ambiental encontra-se contemplada nas disciplinas obrigatórias de:
Biossegurança, Materiais Dentários I e II e Saúde Coletiva.

•

EDUCAÇÃO DAS RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E O ENSINO E CULTURA AFROBRASILEIRA, AFRICANA E INDÍGENA

O curso de Odontologia da Ufal contempla os conteúdos relacionados as temáticas
étnico-raciais nas disciplinas obrigatórias de Saúde Coletiva, Genética, Periodontia de
Laboratório e Clínica, Deontologia e Odontologia legal, Estomatologia 1 e 2 nas quais
podem ser abordados assuntos sobre o reconhecimento e valorização da identidade,
história e cultura afro-brasileiras, características genéticas e anatômicas; doenças e
características relacionadas ao sistema estomatognático; bem como a garantia de
reconhecimento e igualdade de valorização das raízes africanas da nação brasileira, ao
lado das indígenas e asiáticas.

•

LÍNGUA BRASILEIRA DE SINAIS – LIBRAS

Considerando Art. 3º do Decreto Nº 5.626, de 22 de dezembro de 2005, que
regulamenta a Lei Nº 10.436, de 24 de abril de 2002, que dispõe sobre a Libras, e o Art.
18 da Lei nº 10.098, de 19 de dezembro de 2000, que a considera como componente
curricular opcional nos cursos de bacharelado, portanto, devendo constar na lista dos
componentes curriculares complementares, o curso de Odontologia da UFAL oferece a
disciplina de Libras em sua matriz curricular como disciplina eletiva.
•

DIREITOS HUMANOS

No tocante a Resolução nº 1, de 30 de maio de 2012, que estabelece Diretrizes
Nacionais para a Educação em Direitos Humanos, cujo objetivo central é a formação
para a vida e para a convivência no exercício cotidiano, consubstanciado como forma
de vida e de organização social, política, econômica e cultural, no curso de
Odontologia, a inserção dos conhecimentos concernentes à Educação em Direitos
Humanos ocorrerá das seguintes formas:
19

• Pela transversalidade, por meio de temas relacionados aos Direitos Humanos
e tratados interdisciplinarmente;
• Como conteúdo nas disciplinas de Saúde coletiva e Psicologia aplicada a
Odontologia;

De

maneira

interdisciplinaridade,

nos

mista,
demais

ou

seja,

combinando

componentes,

a

transversalidade

exemplo

das

atividades

complementares de extensão.

MATRIZ CURRICULAR

CURRÍCULO DO CURSO DE ODONTOLOGIA
Período

1

2

3

4

5

Disciplina
Anatomia Sistêmica
e Dental
Histologia e embriologia I
Bioquímica
Saúde e Sociedade
Biologia Celular e
Molecular
Metodologia Científica
TOTAL
Anatomia da Cabeça e
Pescoço
Histologia e Embriologia II

Obrigatória

Semanal

Extensão

Total

X

100

X
X
X

80
60
60

X

60

X

40
400

X

100

X

80

X

60

Parasitologia

X

100

Fisiologia 1
Saúde Coletiva 1
TOTAL
Psicologia Aplicada à
Odontologia
Primeiros Socorros
Patologia Geral
Farmacologia
Genética

X
X

80
60
480

X

40

X
X
X
X
X
X
X

30
40
100
60
60
80
410
100

X

30

X
X
X
X
X

100
60
60
72
90
530
60

Imunologia e Virologia
Bacteriologia, Mico e

Saúde Coletiva 2
Fisiologia 2
TOTAL
Dentística de Laboratório
Biossegurança em
Odontologia
Patologia Bucal

Estomatologia 1
Periodontia
Cariologia
Radiologia 1
TOTAL
Endodontia de

X

20

e

Laboratório
Estomatologia 2
Radiologia 2
Materiais Dentários 1
Clínica Integrada I

Cariologia
Dentística
Cirurgia
Periodontia I

X
X
X

60
80
60

X

260

X
X
X
X
X

520
70
80
80
80
60

X

180

X
X

550
130
80

X

200

X

410
100

X

40

X

80

X

180

TOTAL

6

Odontologia Infantil 1
Prótese Total
Prótese Fixa
Prótese Parcial Removível
Materiais dentários 2
CLÍNICA
INTEGRADA 2
Periodontia
Cirurgia
Endodontia
Dentística
Cariologia
TOTAL
Odontologia Infantil 2
Saúde Coletiva 4
CLÍNICA
INTEGRADA 3

7

8

Periodontia
Cirurgia
Endodontia
Dentística
Prótese
TOTAL
Odontologia Infantil 3
Deontologia e Odontologia
Legal
Saúde coletiva IV
CLÍNICA
INTEGRADA 4
Periodontia
Cirurgia
Endodontia
Dentística
Prótese
TOTAL
Odontologia Infantil 4
Gestão Pública e Privada em
Odontologia
Cirurgia e Traumatologia
Buco-Maxilo-Facial

420
X

100

X

40

X

100

X

160

9
INTEGRADA 5
Periodontia
Cirurgia
Endodontia
Dentística
Próteses
Urgência
TOTAL
10

400

TCC

21

ESTÁGIO
EXTRA-MUROS

X

TOTAL
Total:

300
300

Disciplinas obrigatórias
Disciplinas obrigatórias
Disciplinas eletivas

4420
4420
240

10- DISCIPLINAS E EMENTÁRIO DO CURSO – POR PERÍODO
1º PERÍODO
ANATOMIA SISTÊMICA E DENTAL
Conhecimentos fundamentais dos sistemas orgânicos e estudo individualizado e
detalhado dos dentes.
Bibliografia:
-

WARWICK, R.; WILLIAMS, P.L.; DYSON, M.; BANNISTER, L.H. Gray
anatomia. 37ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006. VI,. II.

-

McMINN, R.M.H; HUTCHINGS, R.T.; LOGAN, B.M. Atlas colorido de anatomia
da cabeça e pescoço. São Paulo: Artes Médicas. 2005.

HISTOLOGIA I
Estudo histológico dos tecidos e de sistemas do corpo humano.
Bibliografia:
-

JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 10ª.ed. Rio de Janeiro:
Gunabara Koogan. 2004.

-

GARTNER; L.P. Tratado de histologia. 2ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 2003.

BIOQUÍMICA
Propriedades da água e das soluções aquosas. Tampõe s. Estrutura, função e
propriedades das biomoléculas (carboidratos, lipídeos e proteinas). Enzimas.
Vitaminas. Metabolismo dos carboidratos, lipídeos e proteínas. Bioquímica do dente
e da saliva. Metabolismo dos microrganismos orais.
22

Bibliografia:
-

DEVLIN, T.M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 5a.ed. Rio de
Janeiro: Edgar Blucher. 2003.

-

NELSON D.L.; COX, M.M. Lehninger: princípios de bioquimica. 3ª.ed. São
Paulo: Sarvier. 2002.

SAÚDE E SOCIEDADE
Concepções sócio-históricas sobre saúde. Formação sócio-política e econômica de
sociedades. Estudo e políticas sociais. Organização dos serviços de saúde em
diferentes organizações sociais. Movimentos sociais e práticas de saúde. Cultura e
saúde. Cultura ocidental e o cuidado com a vida. As relações de gênero e a saúde.
Bibliografia:
-

FLEURY, S. Estado sem cidadãos. Rio de Janeiro: Fiocruz. 1999.

-

HELMAN, C.G. Cultura, saúde e doença. 4ª.ed. São Paulo: Artmed. 2003.

BIOLOGIA CELULAR E MOLECULAR
Estudo da estrutura e ultra-estrutura celular em seus aspectos morfológicos,
fisiológicos e evolutivos.
Bibliografia:
-

BOLSORVER, S. R. et al. Biologia celular. 2ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 2005.

-

ALBERTS, B. et al. Biologia molecular da célula. 4ª.ed. São Paulo: Artes
Médicas. 2004.

METODOLOGIA CIENTÍFICA
Estudo propedêutico da metodologia científica enqua nto orientação sobre a
estruturação dos trabalhos acadêmicos.
Bibliografia:
-

ALVES, R. Filosofia da ciência: introdução ao jog o e a suas práticas. 2ª.ed.
São Paulo: Loyola. 2000.

-

BASTOS FILHO, J. O que é uma teoria científica? Uma breve provocação
23

sobre um tema complexo. Maceió: Edufal. 1998.
2º PERÍODO
IMUNOLOGIA E VIROLOGIA
Estudo dos princípios básicos da imunologia, e dos principais vírus de interesse
humano.
Bibliografia:
-

SHARON, J. Imunologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2000.

-

MURRAY, P.R. et al. Microbiologia médica. 4ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 2004.

ANATOMIA DA CABEÇA , PESCOÇO E ATM
Estudo teórico-prático das estruturas anatômicas da cabeça e do pescoço dando
ênfase a cabeça óssea, aparelho estomatognático, fa ce e couro cabeludo, fossas
temporal e infra-temporal, cavidade bucal, nervo trigêmeo e estruturas superficiais e
profundas do pescoço, tudo isso sempre se aplicando às necessidades da clínica
odontológica.
Bibliografia:
-

FIGÚN, M.E.; GARINO, R.R. Anatomia odontológica e aplicada. 3ª.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 1994.

-

GARDNER, E.; GRAY, D.J.; O’RAHILLY, R. Anatomia. 4ª.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 1988.

HISTOLOGIA II
Estudo da embriologia humana básica e da face e est udo da origem, estrutura e
histofisiologia dos tecidos bucais, dentários e per iodontais.
Bibliografia:
-

KATCHBURIAN, E.; ARANA, V. Histologia e embriologia oral/ texto-atlascorrelações clínicas. 2ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004.

-

FERRARIS, M.E.G.; MUÑOZ, A.C. Histologia e embriologia bucodental. 2ª.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006.

24

BACTERIOLOGIA, MICOLOGIA E PARASITOLOGIA
Noções fundamentais de bacteriologia, micologia e parasitologia de interesse para a
odontologia.
Bibliografia:
-

UZEDA, M. Microbiologia oral – etiologia da cári e, doença periodontal e
infecções endodônticas. Rio de Janeiro: Medsi. 2002.

-

NEVES, D.P. Parasitologia humana. 11ª.ed. : Atheneu. 2005.

-

REY, L. Parasitologia. 3ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2001

SAÚDE COLETIVA I
O Processo Saúde-Doença como fenômeno coletivo. Conceitos fundamentais da
epidemiologia descritiva e suas variáveis.
Bibliografia:
-

Rovquayrol, M. Z. Epidemiologia & Saúde. 6ª.ed. Rio de Janeiro: Medsi. 2003.

-

Campos, G. W. S. et al. Tratado de saúde coletiva . São Paulo: Hucitec. 2006.

FISIOLOGIA I
O ensino da disciplina abrange exposições teóricas e demonstrações práticas sobre
a fisiologia celular, sistema nervoso (neurofisiologia, sensibilidade geral e
sensibilidade dolorosa (algiestesia), fisiologia muscular, fisiologia cardiovascular e do
sangue.
Bibliografia:
-

DOUGLAS,C. R. Tratado de fisiologia - aplicada as ciências médicas. 6ª.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006.

-

SINGI, G. Fisiologia para odontologia. 2ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 2005.

3º PERÍODO
PRIMEIROS SOCORROS
25

Estuda os princípios do atendimento pré-hospitalar em situação de urgência e
emergência e os requisitos básicos para um socorro eficiente. Discute o
estabelecimento de prioridades e como organizar o atendimento em casos de
múltiplas vítimas. Demonstra os primeiros cuidados a serem prestados às pessoas
nessas situações, visando a preservação das funções vitais e a prevenção de
complicações e seqüelas.
Bibliografia:

-

OLIVEIRA, B.F.M. et al. Trauma: atendimento pré-hospitalar. São Paulo:
Atheneu. 2004.

PATOLOGIA GERAL
Estudo das causas, mecanismos, bases estruturais (macroscopia e microscopia) e
moleculares dos processos patológicos gerais, bem como, as alterações funcionais,
evolução e conseqüências dos processos de lesão sob re tecidos, órgãos e sistemas.
Bibliografia:
-

COTRAN, R.S.; KUMAR, V.; COLLINS, T. Robbins: patologia estrutural e
funcional. 6ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2000.

-

BRASILEIRO FILHO G. Bogliolo/Patologia. 7ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 2006.

PSICOLOGIA APLICADA À ODONTOLOGIA
As interfaces entre a Psicologia e a Odontologia. Os aspectos psicológicos da relação
interpessoal odontólogo-paciente. Aspectos psicossociais relacionados à saúde
bucal e qualidade de vida.
Bibliografia:
-

CARVALHO, E.M.C. e ARAUJO, R.P.C. A saúde bucal e m portadores de
transtornos mentais e comportamentais. Pesq. Bras. Odontoped. Clin.
Integr., João Pessoa, Vol.4, n.1, p. 65-75, jan/abr . 2004.

-

GIRON, M. C. C. Fundamentos psicológicos da prática odontológica. Porto
Alegre: D. C. Luzzatto. 1988.

GENÉTICA
26

Estudo teórico-prático dos princípios básicos da ge nética humana, evolutiva e
odontológica, relacionados com a formação do profissional Odontólogo.
Bibliografia:
-

ROBISON, W.M.; BORGES-OSÓRIO, M. R. Genética para odontologia. São
Paulo: Artes Médicas. 2006.

-

JORDE, L.B. et al. Genética médica. 3a.ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2004.

FARMACOLOGIA
Propiciar ao aluno de Odontologia conhecimentos bás icos de Farmacologia geral:
princípios que regem absorção, distribuição, metabolismo e eliminação de fármacos.
Noções de farmacodinâmica.
Bibliografia:
-

DeLUCIA, R.; OLIVEIRA-FILHO, R.M. Farmacologia integrada. Rio de Janeiro:
Revinter. 2004.

-

KATZUNG, B.G. Farmacologia básica e clínica. 8ª.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2003.

FISIOLOGIA II
A disciplina consiste em exposições teóricas e demonstrações práticas sobre a
fisiologia oral, digestória, endócrina, respiratóri e renal.
Bibliografia:
-

DOUGLAS,C. R. Tratado de fisiologia - aplicada as ciências médicas. 6ª.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006.

-

SINGI, G. Fisiologia para odontologia. 2ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 2005.

SAÚDE COLETIVA II
Estudo dos conceitos fundamentais da Bioestatística e da Demografia. Avaliação
dos Programas e Serviços de Saúde Coletiva existentes.
Bibliografia:
27

-

RODRIGUES, P. C. Bioestatística. Niteroi: EDUFF. 1986.

-

CAMPOS, G. W. S. et al. Tratado de saúde coletiva . São Paulo: Hucitec. 200

4º PERÍODO

DENTÍSTICA DE LABORATÓRIO
Estudo teórico e prático dos preparos cavitários e suas respectivas restaurações,
devolvendo aos elementos dentais a integridade na forma, na função e na estética
Bibliografia:
-

GARONE NETTO, N. et al. Introdução à dentística restauradora. São Paulo:
Santos. 2003.

-

MONDELLI, J. Estética e cosmética em clínica integrada restauradora. São
Paulo: Santos. 2003.

FUNDAMENTOS DE ENFERMAGEM
Estudo teórico-prático de técnicas básicas de enfer magem e medidas de
biossegurança na atenção ao individuo que está com alterações orgânicas.

Bibliografia:
-

SOUZA, E.M.S. et al. Manual de técnicas de enfermagem. 2ª.ed. Maceió:
Edufal. 2004.

-

POSSARI, J.F. Centro de material e esterilização: planejamento e gestão.
São Paulo: Látria. 2003.

ESTOMATOLOGIA I
Exame clínico, diagnóstico, prognóstico, proservação, exames complementares.
Bibliografia:
-

BORAKS, S. Diagnóstico bucal. 3ª.ed. São Paulo: Artes Médicas. 2001.
28

-

MARCUCCI, G. Estomatologia: fundamentos de odontologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2005.

PATOLOGIA BUCAL
Estudo teórico-prático da etiologia, patogenia de lesões e doenças bucais ou
manifestações bucais de doenças sistêmicas.
Bibliografia:
-

NEVILLE, B.W. et al. Patologia oral & maxillofacial. 2a.ed. Rio de janeiro:
Guanabara Koogan. 2004.

-

REGEZI, J. A.; SCIUBBA, J.J.Patologia bucal correlações clinicopatológicas.
3ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004.

PERIODONTIA.
Estudo teórico das características de normalidade (anatômicas, histológicas e
fisiológicas) do periodonto de proteção e inserção. Classificação e a etiopatogenia das
enfermidades periodontias (gengivais e que afetam o periodonto de inserção), as
possíveis terapêuticas para resolução de tais en fermidades e a inter-relação entre a
periodontia e disciplinas afins.
Bibliografia:
-

LINDHE, J. Tratado de periodontia clínica e implantodontia oral. 4ª.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 2005.

-

NEWMAN, M.G.; TAKEI, H.H.; CARRANZA, F.A. Periodontia clínica. 9ª.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004.

RADIOLOGIA I
Serão abordados conteúdos teóricos e práticos refer entes à física das radiações,
efeitos biológicos e proteções as radiações, bem como as técnicas radiográficas intra
e extrabucais utilizadas em Odontologia visando preparar os futuros profissionais
para o correto emprego da radiologia odontológica.
Bibliografia:
-

FREITAS, A. et al. Radiologia odontológica. 3ª.ed. São Paulo: Artes Médicas.
1994.
29

-

PANELLA, J. Radiologia odontológica e imaginologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2006.

CARIOLOGIA
Nesta disciplina será abordado de forma teórica e prática, os aspectos biológicos e
sociais da cárie dental de forma a possibilitar aos alunos uma compreensão do
racional que envolve o aparecimento, desenvolvimento, epidemiologia e o controle
da doença cárie.
Bibliografia:
-

Axelsson, P. Risk prediction and preventive dentistry. Quintessence books,
Carol Stream, Illinois, USA, 1999.

-

FEJERSKOV,O.; KIDD, E. Cárie dentária. A doença e seu tratamento clínico.
São Paulo: Santos. 2005.

5º PERÍODO
ENDODONTIA DE LABORATÓRIO
Estudo teórico e laboratorial das características de normalidade (anatômicas,
histológicas e fisiológicas) da endodontia. Classificação, etiopatogenia, diagnóstico e
tratamento das enfermidades da polpa e periápice. Técnicas de abertura coronária,
isolamento absoluto, instrumentação de c anais radiculares, medicação intra-canal,
obturação de canais e reparação pós-endodôntica.
Bibliografia:
-

LOPES, H.P.; SIQUEIRA JR., J.F. Endodontia: biologia e técnica. 2ª.ed. Rio de
Janeiro: Médica e Científica. 2004.

-

SOUZA, R.A. Endodontia clínica. São Paulo: Santos. 2003.

ESTOMATOLOGIA II
Exame clínico, diagnóstico, prognóstico, proservação, exames complementares,
prevenção e tratamento.
Bibliografia:
-

BORAKS, S. Diagnóstico bucal. 3ª.ed. São Paulo: Artes Médicas. 2001.
30

-

MARCUCCI, G. Estomatologia: fundamentos de odontologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2005.

RADIOLOGIA II
SERÃO ABORDADOS DE FORMA TEÓRICA E PRÁTICA OS ASPECTOS RADIOGRÁF ICOS DE
ANATOMIA

E LESÕES ÓSSEAS QUE COMPROMETAM O COMPLEXO DENTO -MAXILO-

MANDIBULAR, POSSIBILITANDO AOS ALUNOS REALIZAR UMA CORRETA INTERPRETAÇÃO
RADIOGRÁFICA , COMO ETAPA INDISPENSÁVEL PARA A DETERMINAÇÃO DE UM PRECISO
DIAGNÓSTICO .

BIBLIOGRAFIA:
-

WHAITES, E. PRINCÍPIOS DE RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA. 3ª.ED. PORTO ALEGRE:
ARTMED. 2003.

-

PANELLA, J. Radiologia odontológica e imaginologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2006.

MATERIAIS DENTÁRIOS I
Estudo dos conceitos fundamentais dos materiais dentários no que tange a composição química, proprieda de, técnica de
manipulação e aplicação adequada.

BIBLIOGRAFIA:
- ANUSAVICE, K.J. e PHILLIPS, R.W. – Materiais Dentários. 11 a ed., Ed.

Elsevier. Rio de Janeiro, 2005.

- CRAIG, R.G.; POWERS, J.M. e WATAHA, J.C. – Materiais Dentários Restauradores - 11 a ed., Ed. Santos, São Paulo,
2004.

CLÍNICA INTEGRADA I
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de forma global a terapêutica
odontológica de menor complexidade, alicerçados na prevenção e promoção de
saúde, através do atendimento ambulatorial de pacientes da comunidade.
Bibliografia:
-

BARATIERI, N. et al. Odontologia restauradora: fundamentos e possibilidades.
São Paulo: Santos. 2001.

-

LINDHE, J. Tratado de periodontia clínica e implantodontia oral. 4ª.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 2005.

-

FEJERSKOV,O.; KIDD, E. Cárie dentária. A doença e seu tratamento clínico.
31

São Paulo: Santos. 2005.
-

STANLEY, F.M. Manual de anestesia local. 5ª.ed. Rio de Janeiro: Elsevier.
2005.

-

PETERSON, J.L. et al. Cirurgia oral e maxilo facial. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 1996.

6º PERÍODO
ODONTOLOGIA INFANTIL I
Estudo do desenvolvimento psicossomático e crescime nto crânio-facial infantojuvenil. Estabelecimento da oclusão dentária normal nas dentições decídua, mista e
permanente. Conhecimento de técnicas de condicionamento psicológico da criança e
adolescente.
Bibliografia:
-

GUEDES-PINTO, A. C. Odontopediatria. 6ª.ed. São Paulo: Santos. 1997.

-

TOLEDO, O. A. Odontopediatria: fundamentos para a prática clínica. 3ª.ed.
São Paulo: Premier. 2005.

PRÓTESE FIXA
Estudo dos princípios biomecânicos da prótese fixa, dos preparos com finalidade
terapêutica e protética e sua interação na clínica odontológica.
Bibliografia:
- GOIRIS, F.A.J. Oclusão: conceitos e discussões f undamentais. São Paulo:
Quintessence. 1992.
- BOTTINO, M.A.; BRUNETTI, R.F. Manual de prótese parcial fixa. 2ª.ed. São
Paulo: Santos. 1987.
PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL
Estudo dos princípios biomecânicos envolvendo a sub stituição parcial dos elementos
dentários e tecidos circunvizinhos e sua interação com as demais disciplinas da clínica
odontológica.

32

Bibliografia:
-

TODESCAN, R.E.E.B.; SILVA, O.J. Atalas de prótese parcial removível. São
Paulo: Santos. 1996.

-

CARDOSO, A.C. Oclusão para você e para mim. São Paulo: Santos. 2003.

PRÓTESE TOTAL.
Estudo teórico/prático de laboratório em manequins com orientação sobre a
reabilitação

máxilo-mandibular

nos

edentados

totais

(diagnosticando,

prognosticando, planejando e orientando o tratamento reabilitador).
Bibliografia:
-

TANACHI. T. Dentaduras completas 4ª.ed. São Paulo: Sorvier. 1983.

-

DOMITTI, S. S. Novos métodos e técnica em prótese total. São Paulo:
Santos. 1984.

MATERIAIS DENTÁRIOS II
Estudo dos conceitos fundamentais dos materiais dentários no que tange a
composição química, propriedade, técnica de manipulação e aplicação adequada.
BIBLIOGRAFIA:
-

ANUSAVICE, K.J. e PHILLIPS, R.W. – Materiais Dentários. 11 a ed., Ed.
Elsevier. Rio de Janeiro, 2005.

- JOÃO, M. e LACROIX, S.P. – Prótese e Materiais Dentários.1 a ed., Ed. Gama
Filho. Rio de Janeiro, 2002
CLÍNICA INTEGRADA II
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de forma global a Terapêutica
Odontológica de menor e média complexidade, alicerçados na prevenção e
promoção de saúde, através do atendimento ambulator ial de pacientes da
comunidade.
Bibliografia:
-

LOPES, H.P.; SIQUEIRA JR., J.F. Endodntia: biologia e técnica. 2ª.ed. Rio
de

Jeniro: Médica e Científica. 2004.
33

-

NEWMAN, M.G.; TAKEI, H.H.; CARRANZA, F.A. Periodontia clínica. 9ª.ed. Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004.

-

CONCEIÇÃO, E. N. Dentística–saúde e estética. São Paulo: Artes Médicas.
2000.

7º PERÍODO
ODONTOLOGIA INFANTIL I I
Promover o atendimento integral do paciente infantil a partir de 7 anos. Integrar os
conhecimentos adquiridos em níveis anteriores. Educação em saúde para os
pacientes e responsáveis. Técnicas especializadas e m diagnóstico, elaboração e
execução do plano de tratamento de menor nível de complexidade. Prevenção e
interceptação dos problemas de saúde bucal. Manuten ção da saúde bucal.
Bibliografia:
-

GUEDES-PINTO, A. C. Odontopediatria. 6ª.ed. São Paulo: Santos. 1997 .

-

FEJERSKOV,O.; KIDD, E. Cárie dentária. A doença e seu tratamento clínico.
São Paulo: Santos. 2005.

-

PROFFIT, W.R. Ortodontia contemporânea. 3ª.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2003.

SAÚDE COLETIVA III
Estudo dos problemas, dos recursos humanos e planejamento em saúde ligados a
Odontologia.
Bibliografia:
-

PINTO, V.G. Saúde bucal coletiva. São Paulo: Santos. 2003.

-

PEREIRA, A.C. Odontologia em saúde coletiva: pla nejando ações e
promovendo a saúde. Porto Alegre: Artmed. 2003.

CLÍNICA INTEGRADA III
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de forma a Terapêutica
Odontológica de maior complexidade, alicerçados na prevenção e promoção de
saúde, através do atendimento ambulatorial de pacientes da comunidade.
34

Bibliografia:
-

LOPES S. M. M. et al. Estética com resinas compostas em dentes anteriores.
São Paulo: Santos. 2005.

-

DOMITTI, S. S. Novos métodos e técnica em prótese total. São Paulo: Santos.
1984.

-

LOPES, H.P.; SIQUEIRA JR., J.F. Endodntia: biologia e técnica. 2ª.ed. Rio de
Jeniro: Médica e Científica. 2004.

-

NEWMAN, M.G.; TAKEI, H.H.; CARRANZA, F.A. Periodontia clínica. 9ª.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004.

8º PERÍODO
ODONTOLOGIA INFANTIL I I I
Promover o atendimento integral do paciente infantil a partir de 7 anos de idade.
Integrar os conhecimentos adquiridos em níveis anteriores. Educação em saúde para
os pacientes e responsáveis. Técnicas especial izadas em diagnóstico, elaboração e
execução do plano de tratamento de maior nível de complexidade.
Prevenção e interceptação dos problemas de saúde bu cal. Manutenção da saúde
bucal. Urgência.
Bibliografia:
-

GUEDES-PINTO, A. C. Odontopediatria. 6ª.ed. São Paulo: Santos. 1997.

-

FEJERSKOV,O.; KIDD, E. Cárie dentária. A doença e seu tratamento clínico.
São Paulo: Santos. 2005.

-

PROFFIT, W.R. Ortodontia contemporânea. 3ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 2003.

SAÚDE COLETIVA III
Estudo da população: como é formada, como vive. O sistema de saúde sua
organização.
Bibliografia:
-

PEREIRA, A.C. Odontologia em saúde coletiva: plan ejando ações e
promovendo a saúde. Porto Alegre: Artmed. 2003.
35

-

Campos, G. W. S. et al. Tratado de saúde coletiva . São Paulo: Hucitec. 2006.

DEONTOLOGIA E ODONTOLOGIA LEGAL
Estudo da legislação para o exercício da Odontologia, a ética profissional,
documentação odontológica e responsabilidade profissional.
Bibliografia:
- SILVA, M. Compêndio de odontologia legal. Rio de janeiro: Medsi. 1977.
-

VANRELL, J. P. Odontologia legal & antropologia forense. Rio de janeiro:
Guanabara koogan. 2003.

CLÍNICA INTEGRADA IV
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de reabilitação bucal,
estabelecendo a ordem de preferência da Terapêutica Odontológica e promovendo a
saúde através do atendimento ambulatorial de pacientes da comunidade.
Bibliografia:
-

LOPES S. M. M. et al. Estética com resinas compostas em dentes anteriores.
São Paulo: Santos. 2005.

-

DOMITTI, S. S. Novos métodos e técnica em prótese total. São Paulo: Santos.
1984.

-

LOPES, H.P.; SIQUEIRA JR., J.F. Endodntia: biologia e técnica. 2ª.ed. Rio de
Jeniro: Médica e Científica. 2004.

-

NEWMAN, M.G.; TAKEI, H.H.; CARRANZA, F.A. Periodontia clínica. 9ª.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004.

9º PERÍODO
ODONTOLOGIA INFANTIL I V
Promover o atendimento integral do paciente infantil de 0 a 6 anos. Integrar os
conhecimentos adquiridos em níveis anteriores. Educação em saúde para os
pacientes e responsáveis. Técnicas especializadas e m diagnóstico, elaboração e
execução do plano de tratamento de maior nível de complexidade. Prevenção e
interceptação dos problemas de saúde bucal. Manuten ção da saúde bucal. Urgência.
Paciente Especial.

36

Bibliografia:
-

GUEDES-PINTO, A. C. Odontopediatria. 6ª.ed. São Paulo: Santos. 1997 .

-

FEJERSKOV,O.; KIDD, E. Cárie dentária. A doença e seu tratamento clínico.
São Paulo: Santos. 2005.

-

PROFFIT, W.R. Ortodontia contemporânea. 3ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 2003.

CICURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO-MAXILO-FACIAL
CONHECIMENTOS TEÓRICOS COM PRÁTICAS DEMONSTRATIVAS DAS PATOLOG IAS QUE
ACOMETEM O SISTEMA BUCO-MAXILO-FACIAL.

Bibliografia:
-

PRADO, R.; SALIM, M.A.A. Cirurgia buco maxilo facial. Rio de Janeiro:
Médica e Científica. 2004.

-

PETERSON, J.L. et al. Cirurgia oral e maxilo facial. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 1996.

GESTÃO PÚBLICA E PRIVADA EM ODONTOLOGIA
Apresentar, discutir e desenvolver os temas relevantes sobre a gestão (pública e
privada) e planejamento em Odontologia, com a finalidade de preparar os futuros
profissionais para os variados aspectos da atuação do cirurgião-dentista,
principalmente aqueles que envolvem as questões con temporâneas do exercício
profissional com ênfase no planejamento estratégico e organizacional; e na gestão de
recursos humanos, financeiros e avaliação dos serviços odontológicos.
Bibliografia:
-

PEREIRA, A.C. Odontologia em saúde coletiva: plan ejando ações promovendo
a saúde. São Paulo: Artmed. 2003.

-

BELARDINELLI, V.H.; RANGEL, A.O. Como elaborar projetos? : guia prático
para a elaboração e gestão de projetos sociais. Porto Alegre: Tomo. 2003.

CLÍNICA CLÍNICA INTEGRADA V
Diagnóstico,

prognóstico,

planejamento
37

e

execução

de

reabilitação

bucal,

estabelecendo a ordem de preferência da Terapêutica Odontológica e promovendo a
saúde através do atendimento ambulatorial de pacientes da comunidade.
Bibliografia:
-

LOPES S. M. M. et al. Estética com resinas compostas em dentes anteriores.
São Paulo: Santos. 2005.

-

DOMITTI, S. S. Novos métodos e técnica em prótese total. São Paulo: Santos.
1984.

-

LOPES, H.P.; SIQUEIRA JR., J.F. Endodntia: biologia e técnica. 2ª.ed. Rio de
Janeiro:Médica e Científica. 2004.

-

NEWMAN, M.G.; TAKEI, H.H.; CARRANZA, F.A. Periodontia clínica. 9ª.ed.
Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004.

10º PERÍODO
ESTÁGIO EXTRA MUROS
VIVENCIAR EXPERIÊNCIAS PRÁTICAS NOS DIVERSOS SETORES DO SISTEMA DE SAÚDE ,
ADQUIRIDAS NOS PERÍODOS ANTERIORES.

38

lll

39

11- OBSERVAÇÕES E DISCIPLINAS ELETIVAS
1. Foram introduzidas as disciplinas de Primeiros Socorros, Fundamentos de
Enfermagem, Gestão Pública e Privada em Odontologia , Deontologia e
Odontologia Dental e Estágio Extra-Muros, disciplinas complementares para a
formação integral do cirurgião-dentista;
2. As disciplinas de caráter clínico para adultos foram fundidas em cinco Clínicas
Integradas a partir do 5º período;
3. As disciplinas de caráter infantil foram fundidas com a denominação de
Odontologia Infantil se compondo de quatro disciplinas com início no 6º período;
4. As disciplinas de cunho social seguem um único e ixo, indo do primeiro ao último
período do Curso proporcionando ao aluno, o contato com a realidade social dos
serviços de saúde, pela observação e pelo desenvolvimento de atividades que
lhes dêem condições para superar a dicotomia entre estudo e trabalho
entendendo assim a realidade mercadológica;
5. Algumas disciplinas serão pré-requisitos para as subseqüentes;
6. O trabalho de conclusão de curso (TCC) não se constitui em disciplina, porém terá
uma carga horária de 10 horas que será computa da, no ato de integralização do
curso.

ELENCO DAS DISCIPLINAS ELETIVAS
Carga horária
60
60
60
60
240

Inglês Instrumental
Francês Instrumental
Aleitamento Materno
Bioética
TOTAL DA CARGA HORÁRIA

40

12- PRÉ-REQUISITOS (ATUALIZADO)

Disciplina

CH

ODOT007

Código

IMUNOLOGIA E VIROLOGIA

60h

ODOT009

ANATOMIA DA CABEÇA, PESCOÇO E
DENTÁRIA
HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA 2

100h

100h

ODOT012
ODOT012

BACTERIOLOGIA, MICOLOGIA E
PARASITOLOGIA
FISIOLOGIA 1
FISIOLOGIA 1

ODOT015
ODOT015
ODOT015

PRIMEIROS SOCORROS
PRIMEIROS SOCORROS
PRIMEIROS SOCORROS

30h
30h
30h

ODOT016
ODOT016
ODOT016

PATOLOGIA GERAL
PATOLOGIA GERAL
PATOLOGIA GERAL

40h
40h
40h

ODOT017
ODOT017
ODOT017

FARMACOLOGIA
FARMACOLOGIA
FARMACOLOGIA

100h
100h
100h

ODOT017
ODOT018

FARMACOLOGIA
GENÉTICA

100h
60h

ODOT019
ODOT020

SAÚDE COLETIVA 2
FISIOLOGIA 2

60h
80h

ODOT020

FISIOLOGIA 2

80h

ODOT020
ODOT020
ODOT021
ODOT021

FISIOLOGIA 2
FISIOLOGIA 2
DENTÍSTICA DE LABORATÓRIO
DENTÍSTICA DE LABORATÓRIO

80h
80h
100h
100h

ODOT022

30h

ODOT023
ODOT024
ODOT024
ODOT024
ODOT025
ODOT026

BIOSSEGURANÇA E FUNDAM. DE
ENFERMAGEM
BIOSSEGURANÇA E FUNDAM. DE
ENFERMAGEM
PATOLOGIA BUCAL
ESTOMATOLOGIA 1
ESTOMATOLOGIA 1
ESTOMATOLOGIA 1
PERIODONTIA
CARIOLOGIA

100h
60h
60h
60h
60h
80h

ODOT026

CARIOLOGIA

80h

ODOT026
ODOT026
ODOT026

CARIOLOGIA
CARIOLOGIA
CARIOLOGIA

80h
80h
80h

ODOT027
ODOT027

RADIOLOGIA 1
RADIOLOGIA 1

100h
100h

ODOT036
ODOT036
ODOT037
ODOT037

ENDODONTIA DE LABORATÓRIO
ENDODONTIA DE LABORATÓRIO
ESTOMATOLOGIA 2
ESTOMATOLOGIA 2

60h
60h
60h
60h

ODOT038
ODOT039

RADIOLOGIA 2
CARIOLOGIA / DENTÍSTICA / CIRURGIA /
PERIODONTIA = CLÍNICA INTEGRADA 1
CARIOLOGIA / DENTÍSTICA / CIRURGIA /
PERIODONTIA = CLÍNICA INTEGRADA 1
CARIOLOGIA / DENTÍSTICA / CIRURGIA /
PERIODONTIA = CLÍNICA INTEGRADA 1
CARIOLOGIA / DENTÍSTICA / CIRURGIA /
PERIODONTIA = CLÍNICA INTEGRADA 1
CARIOLOGIA / DENTÍSTICA / CIRURGIA /
PERIODONTIA = CLÍNICA INTEGRADA 1

80h
260h

ODOT010
ODOT011

ODOT022

ODOT039
ODOT039
ODOT039
ODOT039

80h

80h
80h

30h

260h
260h
260h
260h

41

Pré-requisito(s)

ODOT005 - BIOLOGIA CELULAR E
MOLECULAR - 60h
ODOT001 - ANATOMIA SISTÊMICA - 100h
ODOT002 - HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA 1 80h
ODOT005 - BIOLOGIA CELULAR E
MOLECULAR - 60h
ODOT001 - ANATOMIA SISTÊMICA - 100h
ODOT005 - BIOLOGIA CELULAR E
MOLECULAR - 60h
ODOT001 - ANATOMIA SISTÊMICA - 100h
ODOT012 - FISIOLOGIA 1 - 80h
ODOT009 - ANATOMIA DA CABEÇA,
PESCOÇO E DENTÁRIA - 100h
ODOT007 - IMUNOLOGIA E VIROLOGIA - 60h
ODOT012 - FISIOLOGIA 1 - 80h
ODOT011 - BACTERIOLOGIA, MICOLOGIA E
PARASITOLOGIA - 100h
ODOT003 - BIOQUÍMICA - 60h
ODOT012 - FISIOLOGIA 1 - 80h
ODOT011 - BACTERIOLOGIA, MICOLOGIA E
PARASITOLOGIA - 100h
ODOT007 - IMUNOLOGIA E VIROLOGIA - 60h
ODOT005 - BIOLOGIA CELULAR E
MOLECULAR - 60h
ODOT013 - SAÚDE COLETIVA 1 - 60h
ODOT009 - ANATOMIA DA CABEÇA,
PESCOÇO E DENTÁRIA - 100h
ODOT009 - ANATOMIA DA CABEÇA,
PESCOÇO E DENTÁRIA - 100h
ODOT012 - FISIOLOGIA 1 - 80h
ODOT012 - FISIOLOGIA 1 - 80h
ODOT001 - ANATOMIA SISTÊMICA - 100h
ODOT010 - HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA 2 80h
ODOT007 - IMUNOLOGIA E VIROLOGIA - 60h
ODOT011 - BACTERIOLOGIA, MICOLOGIA E
PARASITOLOGIA - 100h
ODOT016 - PATOLOGIA GERAL - 40h
ODOT017 - FARMACOLOGIA - 100h
ODOT020 - FISIOLOGIA 2 – 80h
ODOT023 - PATOLOGIA BUCAL - 100h
ODOT017 - FARMACOLOGIA - 100h
ODOT001 - ANATOMIA SISTÊMICA E
DENTAL - 100h
ODOT002 - HISTOLOGIA E EMBRIOLOGIA 2 80h
ODOT003 - BIOQUÍMICA - 60h
ODOT007 - IMUNOLOGIA E VIROLOGIA - 60h
ODOT011 - BACTERIOLOGIA, MICOLOGIA E
PARASITOLOGIA - 100h
ODOT001 - ANATOMIA SISTÊMICA - 100h
ODOT009 - ANATOMIA DA CABEÇA,
PESCOÇO E DENTÁRIA - 100h
ODOT001 - ANATOMIA SISTÊMICA - 100h
ODOT027 - RADIOLOGIA 1 - 100h
ODOT024 - ESTOMATOLOGIA 1 - 60h
DOT039 - CARIOLOGIA / DENTÍSTICA /
CIRURGIA / PERIODONTIA = CLÍNICA
INTEGRADA 1
ODOT027 - RADIOLOGIA 1 - 100h
ODOT021 - DENTÍSTICA DE LABORATÓRIO –
100h
ODOT023 - PATOLOGIA BUCAL - 100h
ODOT025 - PERIODONTIA - 60h
ODOT026 - CARIOLOGIA - 80h
ODOT027 - RADIOLOGIA 1 - 100h

ODOT039

260h

ODOT040

CARIOLOGIA / DENTÍSTICA / CIRURGIA /
PERIODONTIA = CLÍNICA INTEGRADA 1
ODONTOLOGIA INFANTIL 1

ODOT041

PRÓTESE TOTAL

80h

ODOT041

PRÓTESE TOTAL

80h

ODOT058 – MATERIAIS DENTÁRIOS 2 –
60h

ODOT042

PRÓTESE FIXA

80h

ODOT039 - CARIOLOGIA / DENTÍSTICA /
CIRURGIA / PERIODONTIA = CLÍNICA
INTEGRADA 1 - 260h

ODOT042

PRÓTESE FIXA

80h

ODOT058 – MATERIAIS DENTÁRIOS 2 –
60h

ODOT043

PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL

80h

ODOT039 - CARIOLOGIA / DENTÍSTICA /
CIRURGIA / PERIODONTIA = CLÍNICA
INTEGRADA 1 - 260h

ODOT043

PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL

80h

ODOT058 – MATERIAIS DENTÁRIOS 2 –
60h

ODOT044

CARIOLOGIA / CIRURGIA / DENTÍSTICA /
ENDODONTIA / PERIODONTIA / RADIOLOGIA
= CLÍNICA INTEGRADA 2
CARIOLOGIA / CIRURGIA / DENTÍSTICA /
ENDODONTIA / PERIODONTIA / RADIOLOGIA
= CLÍNICA INTEGRADA 2
ODONTOLOGIA INFANTIL 2
SAÚDE COLETIVA 3
RADIOLOGIA / DENTÍSTICA / CIRURGIA /
PERIODONTIA / ENDODONTIA / PRÓTESE =
CLÍNICA INTEGRADA 3

180h

RADIOLOGIA / DENTÍSTICA / CIRURGIA /
PERIODONTIA / ENDODONTIA / PRÓTESE =
CLÍNICA INTEGRADA 3
RADIOLOGIA / DENTÍSTICA / CIRURGIA /
PERIODONTIA / ENDODONTIA / PRÓTESE =
CLÍNICA INTEGRADA 3
RADIOLOGIA / DENTÍSTICA / CIRURGIA /
PERIODONTIA / ENDODONTIA / PRÓTESE =
CLÍNICA INTEGRADA 3
ODONTOLOGIA INFANTIL 3

200h

SAÚDE COLETIVA 4
DENTÍSTICA / CIRURGIA / ENDODONTIA /
PRÓTESE / ORTODONTIA = CLÍNICA
INTEGRADA 4
ODONTOLOGIA INFANTIL 4

80h
200h

GESTÃO PÚBLICA E PRIVADA EM
ODONTOLOGIA
CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO –
MAXILO – FACIAL

40h

ODOT044

ODOT045
ODOT046
ODOT047

ODOT047

ODOT047

ODOT047

ODOT048
ODOT049
ODOT051

ODOT052
ODOT053
ODOT054

70h

180h

130h
80h
200h

ODOT039 - CARIOLOGIA / DENTÍSTICA /
CIRURGIA / PERIODONTIA = CLÍNICA
INTEGRADA 1 - 260h
ODOT039 - CARIOLOGIA / DENTÍSTICA /
CIRURGIA / PERIODONTIA = CLÍNICA
INTEGRADA 1 - 260h

ODOT036 - ENDODONTIA DE LABORATÓRIO
- 60h
ODOT039 - CARIOLOGIA / DENTÍSTICA /
CIRURGIA / PERIODONTIA = CLÍNICA
INTEGRADA 1 - 260h
ODOT040 - ODONTOLOGIA INFANTIL 1 - 70h
ODOT019 - SAÚDE COLETIVA 2 - 60h
ODOT044 - CARIOLOGIA / CIRURGIA /
DENTÍSTICA / ENDODONTIA / PERIODONTIA
/ RADIOLOGIA = CLÍNICA INTEGRADA 2 180h
ODOT041 - PRÓTESE TOTAL - 80h

200h
ODOT042 - PRÓTESE FIXA - 80h
200h

100h

100h

100h

ODOT055

DENTÍSTICA / CIRURGIA / PRÓTESE /
ORTODONTIA = CLÍNICA INTEGRADA 5

160h

ODOT058
ODOT056

MATERIAIS DENTÁRIOS 2
ESTÁGIO EXTRA-MUROS

60h
300h

42

ODOT057 - MATERIAIS DENTÁRIOS 1 - 60h

ODOT043 - PRÓTESE PARCIAL REMOVÍVEL
- 80h
ODOT045 - ODONTOLOGIA INFANTIL 2 130h
ODOT046 - SAÚDE COLETIVA 3 - 80h
ODOT047 - RADIOLOGIA / DENTÍSTICA /
CIRURGIA / PERIODONTIA / ENDODONTIA /
PRÓTESE = CLÍNICA INTEGRADA 3 - 200h
ODOT048 - ODONTOLOGIA INFANTIL 3 100h
ODOT050 - DEONTOLOGIA E
ODONTOLOGIA LEGAL - 40h
ODOT051 - DENTÍSTICA / CIRURGIA /
ENDODONTIA / PRÓTESE / ORTODONTIA =
CLÍNICA INTEGRADA 4 - 200h
ODOT051 - DENTÍSTICA / CIRURGIA /
ENDODONTIA / PRÓTESE / ORTODONTIA =
CLÍNICA INTEGRADA 4 - 200h
ODOT057 - MATERIAIS DENTÁRIOS 1 - 60h
TODAS AS DISCIPLINAS DA MATRIZ
CURRICULAR

13– METODOLOGIA DO CURSO
Compreendida como um conjunto de processos utilizados para alcançar
um determinado fim, as opções metodológicas se respaldarão em concepções
e princípios pedagógicos que auxiliam a práxis do professor, com vistas à
aprendizagem dos estudantes.
As estratégias metodológicas a serem adotadas no curso pautam-se
numa abordagem interdisciplinar e sistêmica, conforme sinaliza o PPC,
voltadas para a concretização da formação pretendida, buscando a construção
progressiva das habilidades e competências a partir da interdependência
existente entre o que se aprende e como se aprende.
Com vistas à utilização de metodologias ativas que transcendam a
perspectiva de ensino tradicional, articula saberes e trocas de experiências,
num processo de aprendizagem interdisciplinar situando o estudante como
agente ativo do processo pedagógico.
Nessa direção, os docentes promovem atividades que propiciam a
construção de novos conhecimentos, por meio de práticas pedagógicas, em
particular às práticas laboratoriais e clinicas, investigativas e extensionistas
que associam os conteúdos teóricos aos práticos e permitem o contato com a
comunidade, favorecendo a construção de conhecimento, possibilitando que o
discente esteja apto a desenvolver as habilidades e competências específicas
da profissão.

14-AVALIAÇÃO

•

AVALIAÇÃO NO CONTEXTO INSTITUCIONAL

A avaliação conforme concebida no Projeto Pedagógico Institucional – PPI – é um
fator de gestão no sentido de possibilitar correções, reorientar práticas
pedagógicas, refletir sobre os projetos pedagógicos, delimitar os obstáculos
administrativos e se processa no âmbito do curso pelo acompanhamento do
Projeto Pedagógico e pela avaliação da do processo ensino/aprendizagem. Deste
43

modo, ela se explicita, de forma clara e objetiva, no Projeto Pedagógico de Curso
que, deverá prever tempo amplo para o processo de sua auto-avaliação
pedagógica.
A avaliação é um mecanismo que contribui para as respostas dadas às
demandas da sociedade e da comunidade científica e deve ser entendida como
um processo amplo e co-participativo, respeitando os critérios estabelecidos no
regulamento geral dos cursos de graduação.
Ela transcende a concepção de avaliação da aprendizagem e deve ser
integrada ao PPC como dado que interfira consistentemente na ação pedagógica
do curso, de maneira que garanta a flexibilização curricular e que permita a
adequação do desenvolvimento acadêmico à realidade na qual se insere a UFAL.
A avaliação requer, portanto, por parte de todos os envolvidos com o processo
educacional, uma permanente aferição avaliativa do Projeto Pedagógico em
relação aos fins pré-constituídos, às metas e às ações definidas. Assim, a
avaliação deve ser percebida como movimento de reflexão sobre os constitutivos
do processo de ensino-aprendizagem, do plano político-pedagógico e das
atividades curriculares.

•

AVALIAÇÃO DE ENSINO E APRENDIZAGEM

A avaliação do processo ensino-aprendizagem insere-se na própria
dinâmica curricular. A avaliação é, portanto, uma atitude de responsabilidade da
instituição, dos professores e dos alunos acerca do processo formativo. A
avaliação que aqui se propõe não é uma atividade puramente técnica, ela deve
ser processual e formativa; e, manter coerência com todos os aspectos do
planejamento e execução do Projeto Pedagógico do curso.
No Curso de Odontologia, ela será analisada como um procedimento
construtivo de conhecimento do curso pela qual se procura identificar, aferir,
investigar e analisar o desenvolvimento do discente, do docente e do curso. Será
uma das formas para averiguar se os objetivos propostos foram alcançados na
medida em que o curso se desenvolve e está sendo integralizado.
A função diagnóstica busca determinar a possível presença ou ausência
de conhecimentos e habilidades, providências para estabelecimento de novos
objetivos, retomada daqueles não atingidos, elaboração de diferentes estratégias

44

de reforço, sondagem, projeção e retrospecção de situação de desenvolvimento
do aluno, dando-lhe elementos para verificar o que aprendeu e como aprendeu.
A função formativa procura identificar as possíveis causas de deficiências
na organização do ensino-aprendizagem, de modo a possibilitar reformulações
no mesmo e assegurar o alcance dos objetivos. Para que a avaliação tenha o
caráter formativo, trabalhar-se-á seleção dos objetivos conteúdos das disciplinas,
desenvolvendo o caráter pluridisciplinar, multidisciplinar e interdisciplinar sempre
buscando a participação dos discentes.
A avaliação do rendimento escolar é regulamentada pela Resolução
Cepe/Ufal nº 25, de 26 de outubro de 2005, sendo também considerados os
aspectos legais determinados na LDB, no que concerne à aferição quantitativa do
percentual de 75% de presença às atividades de ensino previstas pela carga
horária de cada disciplina e no total da carga horária do curso e qualitativa em
relação ao total de pontos obtidos pelo aluno em cada disciplina. Esta Resolução
determina o regime de aprovação do aluno em cada disciplina, tanto no que
compete ao percentual mínimo de presença necessário a cada disciplina,
respeitando as exceções definidas no Decreto-Lei nº 6.202 de 17/04/1975 e no
Regimento Geral da Ufal, como também na aferição qualitativa, detalhando como
se efetiva a apuração do rendimento escolar das disciplinas.
Neste entendimento, o Art. 10 afirma que: “Será considerado reprovado
por falta o aluno que não comparecer a mais de 25% (vinte e cinco por cento) das
atividades didáticas realizadas no semestre letivo.
Parágrafo Único - O abono, compensação de faltas ou dispensa de freqüência, só
será permitido nos casos especiais previstos nos termos do Decreto-Lei no 1.044
(21/10/1969), Decreto-Lei no 6.202 (17/04/1975) e no Regimento Geral da UFAL.
A mesma resolução apresenta um capítulo detalhando como se efetiva a apuração
do rendimento escolar.
Art. 11 - A avaliação do rendimento escolar se dará através de:
(a) Avaliação Bimestral (AB), em número de 02 (duas) por semestre letivo;
(b) Prova Final (PF), quando for o caso;
(c) Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).

45

§ 1o – Somente poderão ser realizadas atividades de avaliação, inclusive
prova final, após a divulgação antecipada de, pelo menos, 48 (quarenta e
oito) horas, das notas obtidas pelo aluno em avaliações anteriores.
§ 2o - O aluno terá direito de acesso aos instrumentos e critérios de
avaliação e, no prazo de 02 (dois) dias úteis após a divulgação de cada
resultado, poderá solicitar revisão da correção de sua avaliação, por uma
comissão de professores designada pelo Colegiado do Curso.
Art. 12 - Será também considerado, para efeito de avaliação, o Estágio
Curricular Obrigatório, quando previsto no PPC.
Art. 13 - Cada Avaliação Bimestral (AB) deverá ser limitada, sempre que
possível, aos conteúdos desenvolvidos no respectivo bimestre e será
resultante de mais de 01 (um) instrumento de avaliação, tais como: provas
escritas e provas práticas, além de outras opções como provas orais,
seminários, experiências clínicas, estudos de caso, atividades práticas em
qualquer campo utilizado no processo de aprendizagem.
§ 1o - Em cada bimestre, o aluno que tiver deixado de cumprir 01 (um) ou
mais dos instrumentos de avaliação terá a sua nota, na Avaliação Bimestral
(AB) respectiva, calculada considerando-se a média das avaliações
programadas e efetivadas pela disciplina.
§ 2o - Em cada disciplina, o aluno que alcançar nota inferior a 7,0 (sete)
em uma das 02 (duas) Avaliações Bimestrais, terá direito, no final do
semestre letivo, a ser reavaliado naquela em que obteve menor pontuação,
prevalecendo, neste caso, a maior
Art. 14 - A Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais será a média
aritmética, apurada até centésimos, das notas das 02 (duas) Avaliações
Bimestrais.
§ 1o - Será aprovado, livre de prova final, o aluno que alcançar Nota Final
(NF) das Avaliações Bimestrais, igual ou superior a 7,00 (sete).
§ 2o - Estará automaticamente reprovado o aluno cuja Nota Final (NF) das
Avaliações Bimestrais for inferior a 5,00 (cinco).

46

Art. 15 - O aluno que obtiver Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais
igual ou superior a 5,00 (cinco) e inferior a 7,00 (sete), terá direito a prestar
a Prova Final (PF).
Parágrafo Único - A Prova Final (PF) abrangerá todo o conteúdo da
disciplina ministrada e será realizada no término do semestre letivo, em
época posterior às reavaliações, conforme o Calendário Acadêmico da
UFAL.
Art. 16 - Será considerado aprovado, após a realização da Prova Final (PF),
em cada disciplina, o aluno que alcançar média final igual ou superior a 5,5
(cinco inteiros e cinco décimos).
Parágrafo Único - O cálculo para a obtenção da média final é a média
ponderada da Nota Final (NF) das Avaliações Bimestrais, com peso 6
(seis), e da nota da Prova Final (PF), com peso 4 (quatro).
Art. 17 - Terá direito a uma segunda chamada o aluno que, não tendo
comparecido à Prova Final (PF), comprove impedimento legal ou motivo
de doença, devendo requerê-la ao respectivo Colegiado do Curso no prazo
de 48 (quarenta e oito) horas após a realização da prova.
Parágrafo Único - A Prova Final, em segunda chamada, realizar-se-á até
05 (cinco) dias após a realização da primeira chamada, onde prevalecerá
o mesmo critério disposto no Parágrafo único do Art. 16.
Ao nível do PPC do curso de Odontologia a avaliação da aprendizagem é
condizente com a concepção de ensino aprendizagem que norteia a
metodologia adotada para a consecução da proposta curricular, de forma
a fortalecer a perspectiva da formação integral dos alunos respeitando a
diversidade e a pluralidade das suas formas de manifestação e
participação nas atividades acadêmicas, sem se distanciar, entretanto, das
determinações legais e institucionais.
Assim, poderão ser realizados diferentes meios de avaliação que serão
utilizados no processo ensino-aprendizagem e que deverão constar no plano de
disciplina do professor, elaborado a cada semestre:
I – Avaliação teórica, abordando os conteúdos ministrados e as
habilidades e competências adquiridas, verificadas por meio de exame aplicado.
A mesma poderá ser realizada através da aplicação:
47

- Questões subjetivas – possibilitará ao estudante a formulação de
respostas de maneira livre, facilitando a crítica, correlação de ideias, síntese ou
análise do tema discutido. Permitindo, ainda, a avaliação da amplitude do
conhecimento, lógica dos processos mentais, organização, capacidade de
síntese, racionalização de ideias e clareza de expressão;
- Questões objetivas – possibilitará uma maior cobertura dos
assuntos ministrados em aula, satisfazendo ao mesmo tempo o critério da
objetividade e permitindo que examinadores independentes e qualificados
cheguem a resultados idênticos;
- Participação em seminários – possibilitará o desenvolvimento da
capacidade de observação e crítica do desempenho do grupo, bem como de
estudar um problema, em diferentes ângulos, em equipe e de forma sistemática.
Além disso, permite o aprofundamento de um tema, facilitando a chegada a
conclusões relativas ao mesmo;
- Relatórios de atividades práticas – representará uma descrição
sintética e organizada dos procedimentos realizados durante as atividades
práticas, possibilitando a análise e discussão desses procedimentos;
- Estudos de casos – desenvolverá nos alunos a capacidade de
analisar problemas e criar soluções hipotéticas, preparando-os para enfrentar
situações reais e complexas, mediante o estudo de situações problemas;
- Avaliação prática – possibilitará a avaliação dos conhecimentos
práticos adquiridos, que complementam os conteúdos teóricos e que poderão dar
subsídios para a resolução de problemas;
- Avaliação de atividade extensionista –avaliação da participação em
atividades práticas extensionistas.

•

AVALIAÇÃO DO CURSO

A avaliação permanente do Projeto Pedagógico do Curso a ser
implementado com esta proposta é importante para aferir o sucesso do novo
currículo para o curso, como também para certificar-se de alterações futuras
que venham a melhorar este projeto, uma vez que o projeto é dinâmico e
deve passar por constantes avaliações.
48

Os mecanismos a serem utilizados deverão permitir uma avaliação
institucional e uma avaliação do desempenho acadêmico – ensino e
aprendizagem de acordo com as normas vigentes, viabilizando uma análise
diagnóstica e formativa durante o processo de implementação do referido
projeto. Deverão ser utilizadas estratégias que possam efetivar a discussão
ampla do projeto mediante um conjunto de questionamentos previamente
ordenados que busque encontrar suas deficiências, se existirem.
O curso será avaliado também pela sociedade através da
ação/intervenção docente/discente expressa na produção e nas atividades
concretizadas no âmbito da extensão universitária.
O roteiro proposto pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas
Educacionais/MEC para a avaliação das condições de ensino também servirá
de instrumento para avaliação, sendo o mesmo constituído pelos seguintes
tópicos:
1. Organização didático-pedagógica: administração acadêmica,
projeto do curso;
2. Atividades acadêmicas articuladas ao ensino de graduação;
3. Corpo docente:formação profissional, condições de trabalho,
atuação e
desempenho acadêmico e profissional;
4. Infra-estrutura: instalações gerais, biblioteca, instalações e
laboratórios específicos.

A

avaliação

do

desempenho

docente

será

efetivada

pelos

alunos/disciplinas fazendo uso de formulário próprio e de acordo com o
processo de avaliação institucional.O curso adotará ações que possibilitem a
sua auto-avaliação, a partir de reuniões periódicas, aplicação de
questionários/entrevistas, debates, ouvidorias e os resultados obtidos no
Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Além dos
docentes, discentes, técnicos administrativos, tal processo também poderá
envolver profissionais interessados, visando analisar o desempenho do curso,
como também, realizar os ajustes necessários e o planejamento de ações que
favoreçam o aperfeiçoamento da proposta, podendo, após quatro anos, o
PPC do curso passar por uma nova estruturação. Cabe ao Colegiado do
49

Curso e NDE a sistematização deste processo de avaliação e sua execução.
Em Fevereiro de 2014, o NDE realizou uma pesquisa por meio de
questionários envolvendo toda comunidade acadêmica. O fruto desta pesquisa
mostrou diversos pontos positivos e negativos do curso que o NDE atualmente
trabalha, dentro das suas atribuições e juntamente com colegiado e direção, para
melhorar a qualidade do curso. Com este resultado, o NDE também trabalha na
elaboração do novo projeto pedagógico do curso.

15- CONDIÇÕES DE VIABILIZAÇÃO DO CURSO

•

Infraestrutura

A Faculdade de Odontologia da Universidade Federal de Alagoas (FOUFAL)
localiza–se no Campus Universitário, município de Maceió, estado de Alagoas. A
FOUFAL dispõe de um prédio de 2 pavimentos, de propriedade pública, mantido
pelo governo federal e destinado às atividades de ensino, pesquisa e extensão.
As assistências à população em tratamento odontológico são realizadas em
clínicas (ambulatórios) que proporcionam campo de ensino e treinamento aos
estudantes dos cursos de graduação. Estes ambulatórios compreendem:
• Ambulatório I: composto por 52 equipos odontológicos, onde são desenvolvidas

atividades de clínica infantil/adulto.
• Ambulatório

II:

composto

por

17

equipos

odontológicos,

onde

são

desenvolvidas atividades de clínica infantil/adulto.
• Ambulatório III: será composto por 09 equipos odontológicos, onde foram

desenvolvidas atividades de disciplinas cirúrgicas. (Em construção)
• Ambulatório da pós-graduação: Atualmente em construção (2018).
• Serviço de Radiologia
• Laboratório Multidisciplinar
• Laboratório de Materiais Dentários
• Laboratório de Prótese
• Laboratório de Ortodontia
• Banco de dentes
50

• Laboratórios de Pesquisas

Dentro da estrutura, o curso ainda apresenta em sua edificação:

QUANT.

ESPAÇO

CARACTERÍSTICAS
Abrigam coordenação de graduação equipada
com 02 aparelhos de ar-condicionado, 03 birós,
03 computadores, 01 impressora, 01 scanner, 04

02

Salas
Administrativas

armários, 01 frigobar; além de 01 mesa. A outra
sala reúne a direção do curso da Unidade
equipada com 01 aparelho de ar-condicionado,
03 birós, 03 computadores, 02 impressoras, 03
fichários, 04projetores.
Esta

sala

Estruturante;
01

Sala de apoio

congrega

os

Coordenação

Núcleo
de

Docente

Pesquisa

e

Extensão para suas reuniões. A mesma é
equipada por uma mesa de reuniões.

01

Mini auditório

A sala possui 40 cadeiras, 01 mesa, 01 quadro e
01 aparelho de ar-condicionado.
Sala dispõe de mesas de apoio, 02 armários, 01
fichário e 01 computador, além de atender aos

01

.

Sala de Centro
Acadêmico

requisitos de dimensão, limpeza, iluminação,
conservação

e

ventilação

necessários

à

atividade desenvolvida.
Esse espaço dispõe de 01 pia, 1 geladeira, 01 microondas, 01 cafeteira e 01 bebedouro de água.
Dois banheiros ficam alocados no pavimento térreo e
2 banheiros no 1º andar e 2 na área de convivência.

01

Copa

06

Banheiro

01

Almoraxifado

01

Recepção de
pacientes

04

Salas de aula

Sala destinada para a acomodação de materiais de
odontológicos.
Sala destinada a marcação de consultas para
atendimento e acomodação para o arquivamento de
documentos, prontuários e equipamentos que
demandam por manutenção da Unidade Acadêmica.
Cada sala possui de 25 a 50 carteiras escolares, 01
mesa e 01 quadro.

14

Salas de
professores

As salas são utilizadas coletivamente por no máximo
02 professores, dispõem de refrigeração e mesas.

51

16 – ESTÁGIO SUPERVISIONADO
O estágio supervisionado obrigatório tem como objetivo completar a
integralização da Matriz Curricular para os alunos do curso que não apresentem
pendências. Esta atividade será desenvolvida pelas disciplinas: Clínica Integrada III;
Clínica Integrada IV; Clínica Integrada V e Estágio Extra-muro, permitindo ao(s)
aluno(s) vivenciar experiências práticas nos divers os setores do sistema de saúde.
Este estágio será supervisionado por uma equipe de docentes multidisciplinar e
coordenado por um de seus integrantes.
De conformidade com as Diretrizes Curriculares, o Estágio Supervisionado do
Curso deverá atingir 20% da carga horária total do Curso de graduação em
Odontologia. (Art. 7º).

A avaliação dos alunos será feita pela equipe de do centes, observando entre
outros critérios acadêmicos estabelecidos na legisl ação, os seguintes:
- Pontualidade
- Organização
- Biossegurança
- Planejamento e desenvolvimento dos trabalhos no ambulatório.
Os estágios supervisionados não obrigatórios deverã o ser atividades que
oportunizem aos discentes adquirirem experiências d e aprendizado e prática
profissional nas áreas que mantém estrita relação c om os objetivos do curso. Estas
atividades deverão ser supervisionadas por um docen te, que será o supervisor dos
estágios e por profissionais afins, que serão os pr eceptores. Os estagiários deverão
elaborar relatórios mensais que serão entregues na coordenação de estágio, junto com
as freqüências. Ao final estas atividades serão computadas para integralização da parte
flexível, obedecendo a uma pontuação regulamentada pelo Colegiado de

Curso tendo um documento comprobatório, emitido pelo preceptor do estágio, bem
como a apresentação e aprovação de um relatório final de atividades.
Estes estágios poderão ser desenvolvidos dentro ou fora da Universidade, em
entidades públicas ou privadas conveniadas com provas documentais com a Próreitoria de graduação, através do setor de estágios.
Estas atividades têm finalidades importantes, uma vez que colocam os(as)
52

alunos(as) em contato direto com a realidade que irão encontrar em sua vida
profissional, aprendendo a lidar com a sociedade e com o trabalho das equipes
multidisciplinares e multiprofissionais, conscientizando-se da realidade de outras
profissões e dos campos de práticas de saúde, crian do expectativas de seu papel na
realidade social e no sistema de saúde.

17 – TRABALHO DE CONCLUSÃO DE CURSO – TCC

O TCC é componente curricular obrigatório e deverá consistir de trabalho dissertativo
no formato de artigo científico, abordando temas pertinentes às áreas de Odontologia e ser
elaborado pelo aluno sob a orientação de um professor da UFAL, podendo ser resultado
provenientes das atividades de ensino, pesquisa ou extensão. Para a elaboração do trabalho
o aluno deverá seguir as normas para a escrita do TCC –FOUFAL.
Com o objetivo de ajudar a uniformizar a confecção dos trabalhos científicos, o
Departamento de Odontologia, em 2004, elaborou um manual intitulado Normas Técnicas
para Confecção de Trabalhos Científicos – Departamento de Odontologia -, que pudesse de
uma forma simples, orientar os alunos e professores nos tópicos necessários aos mesmos,
principalmente na oportunidade de elaboração do TCC. Para a confecção desse manual
foram tomadas como base, as normas da ABNT6023, normas de revistas de Odontologia e
livros de Metodologia da Pesquisa. O Curso de Odontologia mantem atualizado as normas
contidas no referido manual, para direcionamento de seus TCCs. O desenvolvimento da
pesquisa científica desenvolvida pelo aluno deverá ocorrer sob orientação de um professor
da UFAL, do curso de Odontologia preferencialmente. A orientação de uma pesquisa por um
professor externo ao curso será permitida desde que sua solicitação como ProfessorOrientador tenha sido aprovada pelo Colegiado do Curso. O Aluno deverá encaminhar a
coordenação de TCC a declaração de orientação assinada em formulário padrão.
Orientações para apresentação do TCC: O agendamento da data de defesa de um
TCC deve ser feito pelo orientador à Coordenação de TCC do Curso, que encaminhará para
o colegiado do Curso com pelo menos 30 dias de antecedência.A defesa do TCC deverá é
avaliada por uma banca composta por, no mínimo, três avaliadores, sendo um desses, o
orientador do trabalho. Poderá ser convidado um avaliador externo ao curso, a critério do
orientador. Entretanto o avaliador externo deverá ser preferencialmente graduado em
Enfermagem áreas afins.
A reprovação do aluno no Trabalho de Conclusão de Curso ou a não entrega deste por
qualquer que seja o motivo, acarretará no empecilho de colação de grau, com as justificativas
e deliberações sendo realizadas pelo coordenador de TCC junto ao colegiado do curso.
O Coordenador de TCC é indicado pelo colegiado do Curso, nomeado por Portaria e
terá um papel primordial nesta etapa do Curso. Ele quem providenciará os ofícios,
declarações, instrumentos de avaliação dos TCCs, composição das bancas avaliadoras,
53

divulgação pública das defesas, homologação das bancas pelo colegiado; receberá as cópias
dos TCCs, consolidará as notas para serem entregues à coordenação do Curso inserir no
Sistema Acadêmico, coordenará o Seminário de Defesa dos TCCs, dará suporte ao aluno
para buscar o orientador, dentre outras atividades.

18– ATIVIDADES COMPLEMENTARES
As atividades complementares deverão ser estimuladas como estratégias
didáticas para garantir a interação teoria-prática, devendo a Universidade, conforme
as Diretrizes Curriculares, criar mecanismos de aproveitamento de conhecimentos,
adquiridos pelo discente, através de estudos e práticas independentes presenciais
e/ou à distância.
As atividades de formação complementar definidas como atividades
acadêmico-científico-culturais, visam desenvolver n os discentes competências e
habilidades diversas e oportunizar experiências diferenciadas, onde cada um poderá
definir objetivos e traçar metas em sua própria formação acadêmica.
Estas atividades contribuem na integralização do curso, com um mínimo de
200 horas, referendadas pela legislação vigente – Resolução 113/95 do CEPE/UFAL,
onde a denominação é Parte Flexível, distribuída em:
- Monitoria
- Programas de iniciação científica
- Projetos de extensão
- Participação em campanhas de saúde (vacinação, p revenção...)
- Participação em eventos com ou sem apresentação de trabalhos
- Participação em Diretórios
- Representação estudantil em Conselhos da UFAL.

54

19 - CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO

STRICTO SENSU
A implantação do curso de mestrado em clínicas odontológicas (em
planejamento), fortalecerá e garantirá a continuida de da Unidade Acadêmica, além de
propiciar aos alunos uma melhor formação técnico-científica, formando professores
qualificados para empregar técnicas recentes e métodos didáticos-pedagógicos
modernos e atuais. Desta forma, o curso de mestrado terá os seguintes objetivos:
Geral: Qualificar profissionais para exercer o magistério superior com capacidade
crítica da realidade social e com potencial para desenvolver pesquisas em
Odontologia.
Específicos:
·

Capacitar profissionais para o exercício do Magistério superior tornando-os
agentes multiplicadores de informação com visão crí tica da sociedade;

·

Habilitar profissionais para a investigação científica que resultem na
construção, elaboração e execução de pesquisas no c ampo clínico,
laboratorial e social;

·

Preparar profissionais para executar procedimentos odontológicos com
tecnologia avançada e baseada em evidências científ icas.

55

UNIVERSIDADE FEDERAL DE ALAGOAS
FACULDADE DE ODONTOLOGIA

ANEXO

56

1- DISCIPLINAS (ATUALIZAÇÃO BIBLIOGRAFICA)

ANATOMIA SISTÊMICA E DENTAL 1° Semestre
Conhecimentos fundamentais dos sistemas orgânicos e estudo individualizado e detalhado
dos dentes.

•

•

•

WARWICK, R.; WILLIAMS, P.L.; DYSON, M.; BANNISTER, L.H. Gray anatomia.
37ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006. V. I, II. - McMINN, R.M.H;
HUTCHINGS, R.T.; LOGAN,
B.M. Atlas colorido de anatomia da cabeça e pescoço. São Paulo: Artes Médicas.
2005. -Paulsen F, Waschke, JS. Atlas de anatomia humana. 23ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2012.
Neuroanatomia essencial. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan; 2014. Madeira MC,
Rizzolo RJ. Anatomia do dente. 7ª ed. São Paulo: Sarvier; 2014.
www.sbanatomia.org.br

MADEIRA, Miguel Carlos. Anatomia da face: bases anatomofuncionais para a prática odontológica. 6. ed. São Paulo (SP): Sarvier 2008.
238 p.
ISBN 9788573781823 : (broch.)

Biologia Celular e Molecular 1° Semestre
Estudo da estrutura e ultra-estrutura celular em seus aspectos morfológicos, fisiológicos e
evolutivos.
•
•
•
•

•

- Bolsover, S. R. et al. Biologia celular. 2ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
2005.
Alberts, B. et al. Biologia molecular da célula. 4ª.ed. São Paulo: Artes Médicas. 2004.
-Junqueira LCU, Carneiro J. Biologia celular e molecular. 9ª ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2011.
-Alberts, Bruce et al. Fundamentos de Biologia Celular – Uma introdução à Biologia
Molecular das Células. Artmed, 2002. --De Robertis, E. D. P.; De Robertis, E. M F.
Biologia Celular e
Molecular. 14ª edição. Rio de Janeiro: Guanabara-Koogan, 2003. - Gazzinelli,
Giovanni; Mares-Guia, Marcos; Vieira, Enio Cardillo. Bioquímica celular e biologia
molecular. 2ª edição. Atheneu, 2002.

Bioquímica 1° Semestre
Propriedades da água e das soluções aquosas. Tampões. Estrutura, função e propriedades
das biomoléculas (carboidratos, lipídeos e proteinas). Enzimas. Vitaminas. Metabolismo dos
carboidratos, lipídeos e proteínas. Bioquímica do dente e da saliva. Metabolismo dos
microrganismos orais.
•

•

DEVLIN, T.M. Manual de bioquímica com correlações clínicas. 5a .ed. Rio de Janeiro:
Edgar Blucher. 2003. - NELSON D.L.; COX, M.M. Lehninger: princípios de bioquimica.
3ª.ed. São
Paulo: Sarvier. 2002. -Nelson, D. L.; Cox, M. M. Princípios de-- Bioquímica de
Lehninger, Editora Artmed, 6ª Edição, Porto Alegre, 2014

57

•

Farrell, S.O., Campbel, M. K. Bioquímica - Combo, Editora Cenage Learning, São
Paulo, 1ª ed. 2007. -Devlin, T.M. Manual de Bioquímica com Correlações Clínicas,
Editora Edgard Blucher,
• São Paulo, 7ª ed. 2011. -Nicolau, J. Fundamentos de Bioquímica Oral, Editora
Guanabara Koogan, 1ª ed. 2009.
HISTOLOGIA 1 1° Semestre 80
Estudo histológico dos tecidos e de sistemas do corpo humano.
•

•
•

•

JUNQUEIRA, L.C.; CARNEIRO, J. Histologia básica. 10ª.ed. Rio de Janeiro: Gunabara
Koogan. 2004. - GARTNER; L.P. Tratado de histologia. 2ª.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2003.
-Gartner PL, Hiatt JL. Atlas Colorido de histologia. 6ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2014.
-BERMAN, I. Atlas Colorido de Histologia Básica. 2a ed. Guanabara Koogan, 2000,
355p. -BLOOM, W. & FAWCETT, D.W. Tratado de Histologia. 10a ed. Interamericana,
1977, 940p. CORMAK, D.H. Fundamentos de Histologia. Guanabara Koogan, 1996, 341p.

Metodologia Científica 1° Semestre 40
Estudo propedêutico da metodologia científica enquanto orientação sobre a estruturação dos
trabalhos acadêmicos.
•

•
•

•

•

•

ALVES, R. Filosofia da ciência: introdução ao jogo e a suas práticas. 2ª.ed. São Paulo:
Loyola. 2000. - BASTOS FILHO, J. O que é uma teoria científica? Uma breve
provocação sobre um tema complexo. Maceió: Edufal. 1998.
-SEVERINO, A. J. Metodologia do trabalho científico. 23.ed.São Paulo: Cortez, 2011.
HULLEY, S.B.; CUMMINGS, S.R.; BROWNER, W.S.; GRADY, D.G.; NEWMAN, T.B.
Delineando a pesquisa – uma abordagem epidemiológica. 3ed. Porto Alegre: Artmed,
2008. 2.
LAKATOS, E.M, MARCONI, M.A. Técnicas de Pesquisa. 1ed. São Paulo: Atlas, 2010.
3. LAKATOS, E.M, MARCONI, M.A. Fundamentos de Metodologia Científica. 1ed. São
Paulo: Atlas, 2010.
LAKATOS, E.M, MARCONI, M.A. Metodologia do Trabalho Científico. 2ed. São Paulo:
Atlas, 2012. 5. CANDIOTTO, C.; BASTOS, C.L.; CANDIOTTO, K.B.B. Fundamentos
da Pesquisa
Científica. 1ed. Belo Horizonte: Vozes, 2011.

SAUDE E SOCIEDADE 1° Semestre 60
Concepções sócio-históricas sobre saúde. Formação sócio-política e econômica de
sociedades. Estudo e políticas sociais. Organização dos serviços de saúde em diferentes
organizações
sociais. Movimentos sociais e práticas de saúde. Cultura e saúde. Cultura ocidental e o
cuidado com a vida. As relações de gênero e a saúde.
•

•

- FLEURY, S. Estado sem cidadãos. Rio de Janeiro: Fiocruz. 1999. - HELMAN, C.G.
Cultura, saúde e doença. 4ª.ed. São Paulo: Artmed. 2003. -Lima TN. Saúde e
democracia - história e
perspectivas do SUS. Rio de Janeiro: Fiocruz; 2005
58

•

-http://portalsaude.saude.gov.br -http://www.scielo.br/

ANATOMIA DA CABEÇA, PESCOÇO E ATM 2° Semestre 100
Estudo teórico-prático das estruturas anatômicas da cabeça e do pescoço dando ênfase a
cabeça óssea, aparelho estomatognático, face e couro cabeludo, fossas temporal e infratemporal,
cavidade bucal, nervo trigêmeo e estruturas superficiais e profundas do pescoço, tudo isso
sempre se aplicando às necessidades da clínica odontológica.
•
•
•
•

•

FIGÚN, M.E.; GARINO, R.R. Anatomia odontológica e aplicada. 3ª.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 1994.
- GARDNER, E.; GRAY, D.J.; O’RAHILLY, R. Anatomia. 4ª.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 1988. –
Machado ABM, Haertel LM. Neuroanatomia funcional. 3ª ed. São Paulo: Atheneu;
2013.
MOORE KL, DALEY AR, AGUR AMR. Anatomia Orientada para a Clínica. 6ª edição.
Editora Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2011. -- SOBOTTA J. Atlas de Anatomia
Humana, 23ª edição.
Guanabara Koogan, Rio de Janeiro, 2006.

BACTERIOLOGIA, MICOLOGIA E PARASITOLOGIA 2° Semestre 100
Noções fundamentais de bacteriologia, micologia e parasitologia de interesse para a
odontologia.
•

- UZEDA, M. Microbiologia oral – etiologia da cárie, doença periodontal e infecções
endodônticas. Rio de Janeiro: Medsi. 2002. 18 - NEVES, D.P. Parasitologia humana.
11ª.ed. : Atheneu.2005.
• - REY, L. Parasitologia. 3ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2001
• Coura JR. Síntese das doenças infecciosas e parasitárias. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan; 2008. -Ferreira MU. Parasitologia contemporânea. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan; 2012
• -Berenguer JG. Manual de parasitologia. Chapecó-SC: Editora Argos; 2007. www.saude.gov.br -Spolidorio DMP, Duque C. Microbiologia e imunologia geral
odontológica - Volume 1 e 2.
• Porto Alegre: Artes Médicas; 2013.
FISIOLOGIA 1 2° Semestre
O ensino da disciplina abrange exposições teóricas e demonstrações práticas sobre a
fisiologia celular, sistema nervoso (neurofisiologia, sensibilidade geral e sensibilidade
dolorosa
(algiestesia), fisiologia muscular, fisiologia cardiovascular e do sangue.
•
•
•

DOUGLAS,C. R. Tratado de fisiologia - aplicada as ciências médicas. 6ª.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 2006.
SINGI, G. Fisiologia para odontologia. 2ª.ed. Rio de Janeiro:Guanabara Koogan. 2005.
-Lent R. Cem bilhões de neurônios: conceitos fundamentais de neurociência. São
Paulo: Atheneu; 2011.
59

•

--Bear MF, Connors BW, Paradiso MA. Neurociencias: desvendando o sistema
nervoso. 3ª ed. Porto Alegre: ArtMed; 2008. –
• www.periodicos.capes.gov.br -www.scielo.br
HISTOLOGIA 2 2° Semestre 80
Estudo da embriologia humana básica e da face e estudo da origem, estrutura e histofisiologia
dos tecidos bucais, dentários e periodontais.
•

•
•
•
•

KATCHBURIAN, E.; ARANA, V. Histologia e embriologia oral/ texto-atlascorrelações
clínicas. 2ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004. - FERRARIS, M.E.G.;
MUÑOZ, A.C.
Histologia e embriologia bucodental. 2ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2006.
Nanci A. Ten Cate histologia oral. 8ª. ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2013
-KIERSZENBAUM, A.L. Histologia e biologia celular: uma introdução à patologia. 3ª
Ed. Elsevier Editora Ltda, Rio de Janeiro. 2012. 699 p.
ROSS, M.H. Histologia: Texto e Atlas: em correlação com Biologia Celular e Molecular.
6ª Ed. Guanabara Koogan, Rio de Janeiro. 2012. 987 p

IMUNOLOGIA E
VIROLOGIA 2° Semestre 60
Estudo dos princípios básicos da imunologia, e dos principais vírus de interesse humano.
•

•
•
•

- SHARON, J. Imunologia básica. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2000. MURRAY, P.R. et al. Microbiologia médica. 4ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
2004. -Janeway C, Travers
P. Imunobiologia de Janewey. 8° ed. Porto Alegre: Artmed; 2014.
-Thomas J, Kindt RA, Goldsby BAO. Imunologia de Kuby . 6ª ed. Porto Alegre: Artmed;
2008.
www.bio.davidson.edu/Curses/Immunology/Students/ www.cdc/gov/ www.who.int/inffs/en/ www.pnas.org/cgi/content

SAÚDE COLETIVA 1 2° Semestre
O Processo Saúde-Doença como fenômeno coletivo. Conceitos fundamentais da
epidemiologia descritiva e suas variáveis.
•

Rovquayrol, M. Z. Epidemiologia & Saúde. 6ª.ed. Rio de Janeiro: Medsi. 2003. Campos, G. W. S. et al. Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec. 2006. -Antunes
JLF, Peres, MAA.
• Epidemiologia da saúde bucal. 2ª ed. São Paulo: Santos; 2013. -SB Brasil 2010:
Pesquisa Nacional de Saúde Bucal: resultados principais / Ministério da Saúde.
Secretaria de Atenção à
• Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. – Brasília : Ministério da Saúde, 2012.
• www.pnud.org.br (Organização pan-americana da saúde/OMS) www.pnud.org.br
(PNUD – Programa das nações unidas para o desenvolvimento) datasus.saude.gov.br
(Faculdade de informática do sistema único de saúde) www.ibge.gov.br (Instituto
Brasileiro de Geografia e Estatística) www.scielo.br (Revista de Saúde Pública)
www.cienciaesaudecoletiva.com.br
• (Revista Ciência e Saúde Coletiva) portal.anvisa.gov.br/wps/portal/anvisa/home
FARMACOLOGIA 3° Semestre
60

Propiciar ao aluno de Odontologia conhecimentos básicos de Farmacologia geral: princípios
que regem absorção, distribuição, metabolismo e eliminação de fármacos. Noções de
farmacodinâmica.
•

DeLUCIA, R.; OLIVEIRA-FILHO, R.M. Farmacologia integrada. Rio de Janeiro:
Revinter. 2004.
• KATZUNG, B.G. Farmacologia básica e clínica. 8ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan.2003.
FISIOLOGIA 2 3° Semestre 80
A disciplina consiste em exposições teóricas e demonstrações práticas sobre a fisiologia oral,
digestória, endócrina, respiratória e renal.
•

- DOUGLAS,C. R. Tratado de fisiologia - aplicada as ciências médicas. 6ª.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 2006. - SINGI, G. Fisiologia para odontologia. 2ª.ed. Rio
de Janeiro:Guanabara Koogan. 2005.
• Baldo MVC, Regatão MCS. Fisiologia Oral – série fundamentos de odontologia. São
Paulo: Santos; 2013
• Silverthorn DU. Fisiologia Humana: uma abordagem integrada. 5ª ed. Porto Alegre:
Artmed; 2010. www.youtube.com/user/DrJoaquimProcopio/videos
GENÉTICA 3° Semestre 60
Estudo teórico-prático dos princípios básicos da genética humana, evolutiva e odontológica,
relacionados com a formação do profissional Odontólogo.
•

ROBISON, W.M.; BORGES-OSÓRIO, M. R. Genética para odontologia. São Paulo:
Artes Médicas. 2006. 20 - JORDE, L.B. et al. Genética médica. 3a.ed. Rio de Janeiro:
Elsevier. 2004.
• Trevilatto PC, Werneck RI. Genética odontológica. Porto Alegre: Artmed; 2014.
Koeppen BM, Stanton BA. Berne & Levy – Fisiologia. 6ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier,
2009.
• Collaboration
for
Craniofacial
Development
and
Disorders
(CCDD)
(http://www.hopkinsmedicine.org/craniofacial). Sociedade Brasileira de Genética
(www.sbg.org.br). Sociedade Brasileira de Genética Médica
• (http://www.sbgm.org.br)
• The Tennessee Craniofacial Center (www.craniofacialcenter.com)
• U.S. National Library of Medicine (www.mlm.nhi.gov)
PATOLOGIA GERAL 3° Semestre 40
Estudo das causas, mecanismos, bases estruturais (macroscopia e microscopia) e
moleculares dos processos patológicos gerais, bem como, as alterações funcionais, evolução
conseqüências dos processos de lesão sobre tecidos, órgãos e sistemas.
•

COTRAN, R.S.; KUMAR, V.; COLLINS, T. Robbins: patologia estrutural e funcional.
6ª.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan. 2000. - BRASILEIRO FILHO G.
Bogliolo/Patologia. 7ª.ed. Rio de
• Janeiro: Guanabara Koogan. 2006. -Kumar V, Abbas AK, Fausto N, Miatchell RN.
Robbins patologia básica. 8ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.
• AnatPat : http://anatpat.unicamp.br/ Laboratório de patologia geral UFG :
https://patologia.iptsp.ufg.br/ Periódico: Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina
Laboratorial: http://jbpml.org.br/
PRIMEIROS SOCORROS 3° Semestre 30

61

Estuda os princípios do atendimento pré-hospitalar em situação de urgência e emergência e
os requisitos básicos para um socorro eficiente. Discute o estabelecimento de prioridades e
como organizar o atendimento em casos de múltiplas vítimas. Demonstra os primeiros
cuidados a serem prestados às pessoas nessas situações, visando a preservação das
funções vitais e aprevenção de complicações e sequelas.
•

- OLIVEIRA, B.F.M. et al. Trauma: atendimento pré-hospitalar. São Paulo: Atheneu.
2004. HAFEN, Karen, Frandsen. Brent, Keith, Kathyr. Primeiros Socorros para
estudantes. Manole, 2002,7.ª edição. MARTINS, Herlon Saraiva, Pronto Socorro:
Diagnóstico e Tratamento em Emergências. Ed:2008, São Paulo.
• SCHETTINO, Guilherme; MATTAR JUNIOR, Jorge; CARDOSO, Luiz Francisco;
MATTAR JUNIOR, Jorge; TORGGER FILHO, Francisco. Paciente crítico: diagnóstico
e tratamento. Barueri:
• Manole, 2006. ERAZO, Manual de Urgências em Pronto-Socorro. Ed. GuanabaraKoogan, 8° Ed., 2006,Rio de Janeiro MICHEL, Osvaldo. Guia de Primeiros Socorros.
Ed. Ltr, 2002, São
• Paulo MARINO, Paul L. . Compêndio de UTI. 3.ed. Porto Alegre: Artmed, 2008.
PSICOLOGIA APLICADA A ODONTOLOGIA 3° Semestre
As interfaces entre a Psicologia e a Odontologia. Os aspectos psicológicos da relação
interpessoal odontólogo-paciente. Aspectos psicossociais relacionados à saúde bucal e
qualidade de
vida.
•

- CARVALHO, E.M.C. e ARAUJO, R.P.C. A saúde bucal em portadores de transtornos
mentais e comportamentais. Pesq. Bras. Odontoped. Clin. Integr., João Pessoa, Vol.4,
n.1, p. 65-75,jan/abr. 2004.
• - GIRON, M. C. C. Fundamentos psicológicos da prática odontológica. Porto Alegre:
D. C. Luzzatto. 1988 -SEGER, L. Psicologia e Odontologia. 2ª ed. São Paulo: Santos,
2002.
• -DAVIDOFF, L. Introdução a psicologia. 3ª ed. São Paulo: Makron Books, 2004. STRAUB, R. O.: Psicologia da saúde; Porto Alegre:Artmed, 2005.
• WOLF, S. Psicologia no consultório odontológico. São Paulo: Arte e Ciência, 2002.
SAÚDE COLETIVA 2 3° Semestre 60
Estudo dos conceitos fundamentais da Bioestatística e da Demografia. Avaliação dos
Programas e Serviços de Saúde Coletiva existentes.
•

RODRIGUES, P. C. Bioestatística. Niteroi: EDUFF. 1986. - CAMPOS, G. W. S. et al.
Tratado de saúde coletiva. São Paulo: Hucitec. 2006.
• -Antunes JLF, Peres, MAA. Epidemiologia da saúde bucal. 2ª ed. São Paulo: Santos;
2013.
• www.pnud.org.br (Organização pan-americana da saúde/OMS)
• www.pnud.org.br (PNUD – Programa das nações unidas para o desenvolvimento)
• datasus.saude.gov.br (Faculdade de informática do sistema único de saúde
• www.ibge.gov.br (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística)
• www.scielo.br (Revista de Saúde Pública)
CARIOLOGIA 4° Semestre 80
Nesta disciplina será abordado de forma teórica e prática, os aspectos biológicos e sociais da
cárie dental de forma a possibilitar aos alunos uma compreensão do 23 racional que envolve
o
62

aparecimento, desenvolvimento, epidemiologia e o controle da doença cárie.
•

Axelsson, P. Risk prediction and preventive dentistry. Quintessence books, Carol
Stream, Illinois, USA, 1999.
• FEJERSKOV,O.; KIDD, E. Cárie dentária. A doença e seu tratamento clínico.São
Paulo: Santos. 2005. Kriger, L. ABOPREV: Promoção de saúde bucal. São Paulo:
Editora Artes Médicas; 2003.
• http://www.ada.org/en/
DENTÍSTICA DE LABORATÓRIO 4° Semestre 100
Estudo teórico e prático dos preparos cavitários e suas respectivas restaurações, devolvendo
aos elementos dentais a integridade na forma, na função e na estética
•

GARONE NETTO, N. et al. Introdução à dentística restauradora. São Paulo: Santos.
2003. - MONDELLI, J. Estética e cosmética em clínica integrada restauradora. São
Paulo: Santos. 2003.
• Baratiere LN, Monteiro Junior S. Odontologia restauradora: fundamentos e técnicas.
Volumes 1 e 2. São Paulo: Santos; 2010. Conceição EM, Dentística saúde e estética.
2ª. ed. São Paulo:Artmed. 2007.
• http://www.scielo.br/scielo.php?script=sci_serial&pid=1806-8324&lng=en&nrm=iso
(Revista Odontológica Brasileira)
• http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed
• http://www.bireme.br/php/index.php
ESTOMATOLOGIA 1 4° Semestre
Exame clínico, diagnóstico, prognóstico, proservação, exames complementares.
•

BORAKS, S. Diagnóstico bucal. 3ª.ed. São Paulo: Artes Médicas. 2001. - MARCUCCI,
G. Estomatologia: fundamentos de odontologia. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan.
2005. Tommasi AF
• Diagnóstico em Patologia Bucal. 4ª ed. São Paulo: Elsevier; 2014. 600 p.
• Boraks S. Medicina bucal: tratamento clínico-cirúrgico das doenças bucomaxilofaciais.
São Paulo: Artes Médicas;2011
• http://aacrjournals.org/
• http://www.jordi.com.br/
• http://www.oooojournal.net/
• http://www.quintpub.com/index.php
PATOLOGIA BUCAL 4° Semestre 100
Estudo teórico-prático da etiologia, patogenia de lesões e doenças bucais ou manifestações
bucais de doenças sistêmicas.
•
•

•
•

NEVILLE, B.W. et al. Patologia oral & maxillofacial. 2a .ed. Rio de janeiro: Guanabara
Koogan. 2004. –
REGEZI, J. A.; SCIUBBA, J.J.Patologia bucal correlações clinicopatológicas. 3ª.ed.
Rio
de Janeiro: Guanabara Koogan. 2004.
Saap, JP, Eversole LR, Wysocki G. Contemporary Oral and Maxilofacial Pathology. St
Louis: Mosby, 1997. 433p.
Soames JV, Southam JC. Patologia Oral. 4.ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan,
2008. 272p. Sociedade Brasileira de Estomatologia e Patologia Bucal (SOBEP):
http://www.estomatologia.com.br/ Periódico Oral Surgery, Oral Medicine, Oral
Pathology, Oral Radiology:
63

• http://www.oooojournal.net/ Periódico Journal of Oral Pathology & Medicine:
• http://onlinelibrary.wiley.com/journal/10.1111/(ISSN)1600-0714.
PERIODONTIA 4° Semestre 60
Estudo teórico das características de normalidade (anatômicas, histológicas e fisiológicas) do
periodonto de proteção e inserção. Classificação e a etiopatogenia das enfermidades
periodontias (gengivais e que afetam o periodonto de inserção), as possíveis terapêuticas
para resolução de tais enfermidades e a inter-relação entre a periodontia e disciplinas afins.
•
•

•
•
•
•

LINDHE, J. Tratado de periodontia clínica e implantodontia oral. 4ª.ed. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2005.
- NEWMAN, M.G.; TAKEI, H.H.; CARRANZA, F.A. Periodontia clínica. 9ª.ed.Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 2004. Newman MG, Takei HH, Klokkevold PR, Carranza
FA. Periodontia clínica. 12ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier; 2016
www.sobrape.org.br (Sociedade Brasileira de Periodontia)
www.revistasobrape.com.br (Revista da SOBRAPE)
www.perio.org (Academia Americana de Periodontia)
www.manualmerck.com.br (Manual Merck de Saúde)

RADIOLOGIA 1 4° Semestre
Serão abordados conteúdos teóricos e práticos referentes à física das radiações, efeitos
biológicos e proteções as radiações, bem como as técnicas radiográficas intra e extrabucais
utilizadas em Odontologia visando preparar os futuros profissionais para o correto emprego
da radiologia odontológica.
•

FREITAS, A. et al. Radiologia odontológica. 3ª.ed. São Paulo: Artes Médicas. 1994. PANELLA, J. Radiologia odontológica e imaginologia. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 2006.
• Prando A,Moreira A. Fundamentos de Radiologia e Diagnóstico por Imagem. 2ª. ed.
Rio de Janeiro: Elsevier; 2014.
• BRASIL. Ministério da Saúde. Agência Nacional de Vigilância Sanitária. Boletim
Informativo Segurança do Paciente e Qualidade em Serviços de Saúde, Ano VI, n°.
10. Brasília: Anvisa; 2015.
• Disponível
em:
http://www20.anvisa.gov.br/segurancadopaciente/index.php/publicacoes/item/boletim
-segurancado-paciente-e-qualidade-em-servicos-de-saude-incidentes-relacionadosa-assistencia-a-saude- 2014. Acesso em: 10/07/2016 BRASIL. Ministério da Saúde.
Secretaria de Vigilância Sanitária. Portaria nº 453, de 01 de junho de 1998. Diretrizes
de proteção radiológica em radiodiagnóstico médico e odontológico. Brasília, DF:
Diário Oficial da União; 02 de junho de 1998.
CLÍNICA INTEGRADA 1 5° Semestre
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de forma global a terapêutica
odontológica de menor complexidade, alicerçados na prevenção e promoção de saúde,
através do
atendimento ambulatorial de pacientes da comunidade.
•
•

BARATIERI, N. et al. Odontologia restauradora: fundamentos e possibilidades. São
Paulo: Santos. 2001. –
LINDHE, J. Tratado de periodontia clínica e implantodontia oral. 4ª.ed. Rio de
64

•
•

Janeiro: Guanabara Koogan. 2005.
FEJERSKOV,O.; KIDD, E. Cárie dentária. A doença e seu tratamento clínico. São
Paulo: Santos. 2005.
• STANLEY, F.M. Manual de anestesia local. 5ª.ed.Rio de Janeiro: Elsevier. 2005.
• PETERSON, J.L. et al. Cirurgia oral e maxilo facial. Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan. 1996.
• COHEN, 5. & BURNS, R. C. Caminhos da Polpa. 2. ed, Rio de Janeiro: G. Koogan,
2007. OPPERMANN, R.V., RÖSING, C.K. Periodontia para todos da prevenção ao
implante. Napoleão. 2013.
• BARATIERI LN. Odontologia Restauradora: Fundamentos e técnicas. Ed Santos.
2010.
ENDODONTIA DE LABORATÓRIO 5° Semestre 60
Estudo teórico e laboratorial das características de normalidade (anatômicas, histológicas e
fisiológicas) da endodontia. Classificação, etiopatogenia, diagnóstico e tratamento das
enfermidades da polpa e periápice. Técnicas de abertura coronária, isolamento absoluto,
instrumentação de canais radiculares, medicação intra-canal, obturação de canais e
reparação
pós-endodôntica.
•

LOPES, H.P.; SIQUEIRA JR., J.F. Endodontia: biologia e técnica. 2ª.ed. Rio de
Janeiro: Médica e Científica. 2004.
• SOUZA, R.A. Endodontia clínica. São Paulo: Santos. 2003.
• LEONARDO,M.R. Endodontia. Princípios técnicos e biológicos. São Paulo: Artes
Médicas, 2005
• COHEN, 5. & BURNS, R. C. Caminhos da Polpa. 2. ed, Rio de Janeiro: G. Koogan,
2007.
• LEONARDO M. R. ET AL - Tratamento de Canais Radiculares - Atualidades Técnicas.
São Paulo:Editorial Premier, 1996.
• ORTAVIK, D. & PITT FORD, T. Fundamentos de Endodontia – Prevenção e
tratamento da periodontite apical. São Paulo: Santos, 2004.
• PAIVA, J. G. & ANTONIAZZI, J. H. - Endodontia. São Paulo: Artes Médicas, 1988
ESTOMATOLOGIA 2 5° Semestre 60
Exame clínico, diagnóstico, prognóstico, proservação, exames complementares, prevenção e
tratamento.
•
•

BORAKS, S. Diagnóstico bucal. 3ª.ed. São Paulo: Artes Médicas. 2001.
MARCUCCI, G. Estomatologia: fundamentos de odontologia. Rio de Janeiro:
Guanabara Koogan. 2005.
• Tommasi AF. Diagnóstico em Patologia Bucal. 4ª ed. São Paulo: Elsevier. 2014.
• Kigne S et al. Estomatologia: Bases do diagnóstico para o clínico geral. São Paulo:
Santos. 2013.
MATERIAIS DENTÁRIOS
I 5° Semestre
Estudo dos conceitos fundamentais dos materiais dentários no que tange a composição
química, propriedade, técnica de manipulação e aplicação adequada.
•

-ANUSAVICE, K.J. e PHILLIPS, R.W. – Materiais Dentários. 11a ed., Ed. Elsevier. Rio
de Janeiro, 2005.
65

•

CRAIG, R.G.; POWERS, J.M. e WATAHA, J.C. – Materiais Dentários Restauradores 11a ed., Ed. Santos, São Paulo,2004.
• Reis A, Loguercio AD. Materiais Dentários Restauradores Diretos: dos fundamentos à
aplicação clínica. São Paulo:Santos. 2007.
• van Noort R. Introdução aos materiais dentários. 3ªed. Rio de Janeiro:Elsevier. 2010
• Periódicos capes (www.periodicos.capes.gov.br)
• Dental materials Microscopy and Microanalisys
• Reis A, Loguercio AD. Materiais Dentários Restauradores Diretos: dos fundamentos à
aplicação clínica. São Paulo:Santos. 2007.
RADIOLOGIA 2 5° Semestre 80
•

WHAITES, E. PRINCÍPIOS DE RADIOLOGIA ODONTOLÓGICA. 3ª.ED. PORTO
ALEGRE: ARTMED. 2003.
• PANELLA, J. Radiologia odontológica e imaginologia. Rio de Janeiro: Guanabara
• Koogan. 2006. -Marlene FP. (Org). Fundamentos de Radiologia: Radiologia
Odontológica e Imagiologia. 2ªed. São Paulo:Santos.2013.
• FREITAS, A.; ROSA, J.E.; SOUZA, I.F. Radiologia Odontológica. 6.ed. São Paulo:
Artes Médicas, 2004.
• NEVILLE, B.W. et al. Patologia oral & maxilofacial. 3.ed., Rio de Janeiro: Guanabara
Koogan, 2009.
• WATANABE, P. C. A.; ARITA, E. S. Imaginologia e Radiologia Odontológica. 1.ed.
Elsevier, 2013. PASLER, F.A. Radiologia odontológica: texto e atlas. 2.ed., Porto
Alegre: Artmed, 2006
CLÍNICA INTEGRADA 2 6° Semestre
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de forma global a Terapêutica
Odontológica de menor e média complexidade, alicerçados na prevenção e promoção de
saúde, através do atendimento ambulatorial de pacientes da comunidade.
•

LOPES, H.P.; SIQUEIRA JR., J.F. Endodntia: biologia e técnica. 2ª.ed. Rio de Jeniro:
Médica e Científica. 2004.
• NEWMAN, M.G.; TAKEI, H.H.; CARRANZA, F.A. Periodontia clínica. 9ª.ed. Rio de
Janeiro: Guanabara Koogan. 2004.
• CONCEIÇÃO, E. N. Dentística–saúde e estética. São Paulo: Artes Médicas.
• ALENTE, C. Técnicas Cirúrgicas Bucais e Maxilofaciais. Editora Revinter 2003
• -MALAMED, Stanley F. Manual de Anestesia Local. 6a Edição, Editora Elsevier, 2013.
-Francisco José Barata Ribeiro.
• Emergências Médicas e Suporte Básico de Vida em Odontologia. Editora Santos 2014
• -Miloro, Michael. Tratamento das Complicações em Cirurgia Bucomaxilofacial. 2013
Santos
MATERIAIS DENTÁRIOS II 6° Semestre
Estudo dos conceitos fundamentais dos materiais dentários no que tange a composição
química, propriedade, técnica de manipulação e aplicação adequada.
•

•
•
•

-ANUSAVICE, K.J. e PHILLIPS, R.W. – Materiais Dentários. 11a ed., Ed. Elsevier. Rio
de Janeiro, 2005. - JOÃO, M. e LACROIX, S.P. – Prótese e Materiais Dentários.1a ed.,
Ed. GamaFilho.
Rio de Janeiro, 2002 -van Noort R. Introdução aos materiais dentários. 3ªed. Rio de
Janeiro:Elsevier. 2010.
-Anusavice, KJP. Materiais dentários. 12ª ed. Rio de Janeiro: Elsevier. 2013.
Dental materials Microscopy and Microanalisys Brazilian Dental journal
66

• PUBMED (www.pubmed.com)
ODONTOLOGIA INFANTIL 1 6° Semestre 70
Estudo do desenvolvimento psicossomático e crescimento crânio-facial infantojuvenil.
Estabelecimento da oclusão dentária normal nas dentições decídua, mista e permanente.
Conhecimento de técnicas de condicionamento psicológico da criança e adolescente.
•
•

Odontopediatria. Fundamentos para a prática clínica. 4ªed. São Paulo:Premier.2012.
Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial: BBO www.bbo.org.br/ Associação
Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial: ABOR www.abor.org.br/ World Federation
of Orthodontists:
• WFO http://www.wfo.org/ Consultas: Revista pais e filhos; Revista crescer Brazilian
Research in Pediatric Dentistry and Integrated Clinic- revista.
PRÓTESE PARCIAL
REMOVÍVEL 6° Semestre 80
Estudo dos princípios biomecânicos envolvendo a substituição parcial dos elementos
dentários e tecidos circunvizinhos e sua interação com as demais disciplinas da clínica
odontológica.
• C.Stegum; B. Costa. Prótese Parcial Removível. São Paulo: Roca, 2010
PRÓTESE TOTAL 6° Semestre 80
Estudo teórico/prático de laboratório em manequins com orientação sobre a reabilitação
máxilo-mandibular nos edentados totais (diagnosticando, prognosticando, planejando e
orientando o
tratamento reabilitador).
•

CUNHA, V. P. P.; MARCHINI, L. Prótese total implantossuportada: passo a passo –
clínico-laboratorial São Paulo: Santos, 2010. CARDOSO, A. C.; e colaboradores Passo
a passo da prótese sobre implantes – da 2ª etapa cirúrgica à reabilitação final São
Paulo: Santos, 2012.
• NAKAGOMI, T.; MUKAI M. Prótese Total – Em busca da excelência estética e
funcional. Elsevier, 2013.
CLÍNICA INTEGRADA 3 7° Semestre
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de forma a Terapêutica Odontológica de
maior complexidade, alicerçados na prevenção e promoção de saúde, através do atendimento
ambulatorial de pacientes da comunidade.
•

BARATIERI, Luiz Narciso et al. Odontologia restauradora: Fundamentos e
possibilidades. São Paulo: Santos, 2007.
• PEREIRA, A. C. et al. Odontologia em saúde coletiva:planejamento, ações e
promovendo saúde.Porto Alegre: Artmed, 1ª. Reimpressão, 2008, 440p. (Biblioteca
Virtual)
ODONTOLOGIA INFANTIL 2 7° Semestre 130
Promover o atendimento integral do paciente infantil a partir de 7 anos. Integrar os
conhecimentos adquiridos em níveis anteriores. Educação em saúde para os pacientes e
responsáveis.
http://periodicos.capes.gov.br/
67

http://abodontopediatria.org.br/site/
(Associação
Brasileira
http://www.aapd.org/ (Academia Americana de Odontopediatria)

de

Odontopediatria)

SAÚDE COLETIVA 3 7° Semestre
Estudo dos problemas, dos recursos humanos e planejamento em saúde ligados a
Odontologia.
•

SB Brasil 2010: Pesquisa Nacional de Saúde Bucal: resultados principais / Ministério
da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. –
Brasília : Ministério da
• Saúde, 2012. Projeto SB Brasil 2003: condições de saúde bucal da população
brasileira 2002-2003: resultados principais / Ministério da -------Saúde, Secretaria de
Atenção à Saúde,
• Departamento de Atenção Básica. – Brasília: Ministério da Saúde, 2005. –
• Braga, Mariana Minatel; Mendes, Fausto Medeiros; Thais Gimenez, Thais; Ekstrand,
Kim Rud. Uso do icdas para diagnóstico e planejamento do tratamento da doença
cárie. Odonto- prevenção. 2012;5(4):9-55.
CLÍNICA INTEGRADA 4 8° Semestre 200
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de reabilitação bucal, estabelecendo a
ordem de preferência da Terapêutica Odontológica e promovendo a saúde através do
atendimento ambulatorial de pacientes da comunidade.
•

LEONARDO, Mário Roberto. Endodontia: tratamento de canais radiculares: princípios
técnicos e biológicos. São Paulo: Artes Médicas, 2008. 2 v., il. –
• MILORO, M.; GHALI, G.E.; LARSEN, P.E; WAITE, P.D. Princípios de cirurgia
bucomaxilofacial de Peterson. 2 ed. São Paulo: Santos, Vol. 1, 2009. –
• MONDELLI, José. Fundamentos de dentística operatória. São Paulo: Santos, 2010.
343 p. il. • SHILLINGBURG, Herbert T. et al. Fundamentos de prótese fixa. 4. ed. São Paulo:
Quintessence, 2007. 472 p
DEONTOLOGIA E ODONTOLOGIA LEGAL 8° Semestre
Estudo da legislação para o exercício da Odontologia, a ética profissional, documentação
odontológica e responsabilidade profissional.
• www.http://cfo.org.br http:/
• /www.croal.org.br/ http:/
• /www.malthus.com.br/
• http://odontologia.bvs.br/
• http://www.portalabol.com.br/
ODONTOLOGIA INFANTIL 3 8° Semestre
Promover o atendimento integral do paciente infantil a partir de 7 anos de idade. Integrar os
conhecimentos adquiridos em níveis anteriores. Educação em saúde para os pacientes e
responsáveis. Técnicas especializadas em diagnóstico, elaboração e execução do plano de
tratamento de maior nível de complexidade. Prevenção e interceptação dos problemas de
saúde bucal. Manutenção da saúde bucal. Urgência.
•

•

BONECKER M, GUEDES-PINTO A C . Estética em Odontopediatria - Considerações
Clínica. São Paulo:Santos. 2011 Revista Pesquisa Brasileira em Odontopediatria e
Clínica Integrada:
http://revista.uepb.edu.br/index.php/pboci/index
68

SAÚDE COLETIVA 4 8° Semestre
Estudo da população: como é formada, como vive. O sistema de saúde sua organização.
•

SB Brasil 2010: Pesquisa Nacional de Saúde Bucal: resultados principais / Ministério
da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Secretaria de Vigilância em Saúde. –
Brasília : Ministério da
• Saúde, 2012.
• PRO-O Braga, Mariana Minatel; Mendes, Fausto Medeiros; Thais Gimenez, Thais;
Ekstrand, Kim Rud. Uso do icdas
• para diagnóstico e planejamento do tratamento da doença cárie. Odonto- prevenção.
2012;5(4):9-55.
CIRURGIA E TRAUMATOLOGIA BUCO – MAXILO – FACIAL
9° Semestre 100
•

-Miloro, M. Princípios de Cirurgia Bucomaxilofacial de Peterson. São Paulo: Santos,
2008.
• (Sociedade Internacional de CTBMF) www.iaoms.org
• (Sociedade Americana de CTBMF) www.aaoms.org
• (Colégio Brasileiro de CTBMF) www.bucomaxilo.org.br
• (Periódicos CAPES)www.periodicos.capes.gov.br
CLÍNICA INTEGRADA 5 9° Semestre
Diagnóstico, prognóstico, planejamento e execução de reabilitação bucal, estabelecendo a
ordem de preferência da Terapêutica Odontológica e promovendo a saúde através do
atendimento ambulatorial de pacientes da comunidade.
•

ALVARES, Luiz Casati; TAVANO, Orivaldo. Curso de radiologia em odontologia. 5. ed.
São Paulo: Santos, 2009. 274 p. il.
GESTÃO PÚBLICA E PRIVADA EM ODONTOLOGIA 9° Semestre 40
Apresentar, discutir e desenvolver os temas relevantes sobre a gestão (pública e privada) e
planejamento em Odontologia, com a finalidade de preparar os futuros profissionais para os
variados aspectos da atuação do cirurgião-dentista, principalmente aqueles que envolvem as
questões contemporâneas do exercício profissional com ênfase no planejamento estratégico
eorganizacional; e na gestão de recursos humanos, financeiros e avaliação dos serviços
odontológicos.
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Goes PSA, Moysés SJM. Planejamento, gestão e avaliação em saúde bucal. Ed. Artes
Médicas, São Paulo,2012.
ODONTOLOGIA INFANTIL 4 9° Semestre 100
Promover o atendimento integral do paciente infantil de 0 a 6 anos. Integrar os conhecimentos
adquiridos em níveis anteriores. Educação em saúde para os pacientes e
responsáveis.Técnicas especializadas em diagnóstico, elaboração e execução do plano de
tratamento de maior nível de complexidade. Prevenção e interceptação dos problemas de
saúde bucal.Manutenção da saúde bucal. Urgência. Paciente Especial.
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Board Brasileiro de Ortodontia e Ortopedia Facial: BBO www.bbo.org.br/
Associação Brasileira de Ortodontia e Ortopedia Facial: ABOR www.abor.org.br
World Federation of Orthodontists: WFO http://www.wfo.org/
Consultas: Revista pais e filhos; Revista crescer Brazilian Research in Pediatric
Dentistry and Integrated Clinic- revista.
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